Valor FIPE Atual
R$ 56.219,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509120-9
Ano: 1995-3
MêsPreço
Jan/26R$ 56.219,00
Dez/25R$ 56.327,00
Nov/25R$ 56.412,00
Out/25R$ 56.549,00
Set/25R$ 56.731,00
Ago/25R$ 56.851,00
Jul/25R$ 56.943,00
Jun/25R$ 57.002,00
Mai/25R$ 57.118,00
Abr/25R$ 57.170,00
Mar/25R$ 57.257,00
Fev/25R$ 57.293,00

Guia detalhado da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz LS-1625 2p Diesel, 1995

Quando pensamos em seguros de automóveis, a Tabela FIPE funciona como um ponto de referência essencial para entender o valor do veículo no mercado de usados. No caso do Mercedes-Benz LS-1625 com carroceria de duas portas movido a diesel, ano de 1995, a leitura da FIPE não apenas orienta potenciais compradores, mas também ajuda seguradoras e corretores a estabelecerem, de forma isenta e padronizada, o valor de referência que servirá de base para prêmios, coberturas e limites de indenização. Este artigo explora o que é a Tabela FIPE, como ela se aplica ao LS-1625 2p Diesel de 1995, details da ficha técnica e a maneira pela qual a marca Mercedes-Benz, aliada a fatores de mercado, influencia a avaliação para seguros. O objetivo é oferecer um guia educativo para quem está avaliando seguros, aquisição ou negociação de um veículoCLASSICO ou de época, mantendo o foco no tema exato proposto e sem trazer valores monetários específicos.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência oficial que traça o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela agrega dados de preços praticados em diferentes estados e capitais, considerando renovação do estoque de veículos, depreciação por idade, desgaste natural, público de interesse e disponibilidade de peças. Para seguradoras, a FIPE funciona como uma linha de base para estimar o “valor de referência” do bem segurado. Esse valor é utilizado, entre outros aspectos, para:

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ LS-1625 2p (diesel) 1995

– Definir o montante base de cobertura para perda total ou roubo;

– Estabelecer a indenização de acordo com o valor de reposição ou de mercado, conforme contrato;

– Calcular o prêmio de seguro, já que quanto maior o valor de referência, maior tende a ser o custo do seguro;

– Orientar o cliente quanto às mudanças de valor com o passar dos anos, levando em conta a idade do veículo, a disponibilidade de peças e a reputação da marca.

É importante esclarecer que a FIPE não representa o preço de venda de cada veículo específico na rede de concessionárias ou entre particular, nem o valor exato pelo qual alguém pode negociar o carro hoje. Em vez disso, ela oferece uma média de referência, útil como base comum para seguradoras, corretores e consumidores. Em modelos clássicos ou com baixa disponibilidade no mercado, como o LS-1625 2p Diesel de 1995, o valor de referência pode refletir particularidades regionais, estado de conservação e histórico de manutenção que não aparecem de modo direto no número bruto da tabela. Por isso, entender o conceito por trás da FIPE é fundamental para evitar surpresas na hora de acionar o seguro ou de atualizar a apólice com a evolução do veículo.

Além disso, vale notar que a prática de seguros costuma combinar a referência FIPE com o “valor de mercado” real — que pode divergente quando há peças originais indisponíveis, restaurações significativas ou o veículo possuir colecionismo. Por isso, para quem possui um LS-1625 2p Diesel de 1995, é comum discutir com o corretor como equilibrar a referência FIPE com o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de atendimento técnico. A ideia é alinhar o valor segurado com o que o veículo realmente representa em termos de risco e de custo de reparo, sem inflar ou subestimar a proteção necessária.

Ficha Técnica — Mercedes-Benz LS-1625 2p Diesel (1995)

A seguir, apresenta-se uma síntese dos componentes centrais que costumam compor a ficha técnica de um veículo com essas características. Observação: o LS-1625 é apresentado aqui com configuração típica para um modelo de época da Mercedes-Benz, com duas portas e motorização a diesel. Pequenas variações regionais ou de mercado podem ocorrer entre unidades, portanto a consulta à documentação específica do veículo é sempre recomendada.

  • Motor: diesel, quatro cilindros em linha, aproximadamente 2,5 litros de deslocamento. Potência e torque variáveis conforme a calibração de fábrica do ano, com foco em torque para uso urbano e desempenho estável em longas jornadas.
  • Transmissão: manual, tipicamente com 4 marchas; algumas versões apresentavam opções com 5 velocidades, dependendo do mercado e da configuração de transmissão oferecida pela concessionária na época.
  • Carroceria e portas: duas portas (2p), com configuração de cabine típica de veículo de época, voltada a uso pessoal com tendência a estilo esportivo ou de turismo leve, dependendo do desenho de cada unidade.
  • Tração: traseira (RWD), com distribuição de torque que privilegia tração convencional; o conjunto de suspensão dianteira e traseira acompanha o padrão MB da época, priorizando dirigibilidade estável e robustez.

Além desses quatro itens, a ficha técnica normalmente envolve outros parâmetros que ajudam na avaliação geral do veículo, como dimensões externas (comprimento, largura, altura), entre-eixos, peso do veículo em vazio, capacidade de tanque de combustível, configuração de freios, sistema de direção, tipo de suspensão, capacidade de passageiros (em consórcios com diferentes configurações), bem como os materiais de acabamento e equipamentos de série. Para o LS-1625, as estimativas de dimensões costumam situar o comprimento total entre 4,0 e 4,2 metros, a largura próxima de 1,7 a 1,75 metros e a altura em torno de 1,35 a 1,40 metros, com entre-eixos na faixa de aproximadamente 2,1 a 2,25 metros. O peso em ordem de marcha varia conforme a versão e o nível de equipamento, orbitando a casa dos milhares de quilogramas, com variações que refletem o estado de conservação, a presença de itens originais e a eventual restauração.

Quanto ao consumo, é comum que versões diesel da época apresentem eficiência moderada, com consumo que depende do perfil de condução, do peso do veículo e de ajustes mecânicos realizados ao longo dos anos. A capacidade do tanque de combustível, típica de carros de época com uso misto, costuma ficar entre 50 e 70 litros. Em termos de segurança, muitos modelos MB de década de 1990 ofereceram freios com distribuição eficaz, suspensão calibrada para conforto de rodagem e sistemas de direção que permitiam boa manobrabilidade, essenciais para veículos com porte médio e duas portas. A presença de itens como airbags ou controles de tração pode variar conforme o pacote de fábrica e o mercado; por isso, verificar o manual do veículo específico é uma prática recomendada para quem está avaliando essa configuração.

Em resumo, a ficha técnica de um Mercedes-Benz LS-1625 2p Diesel (1995) destaca o equilíbrio entre robustez mecânica, conforto de uso e a identidade de uma marca premium, ainda que com particularidades próprias do período. Essas características não apenas influenciam o desempenho, mas também impactam a percepção de valor para seguros, manutenção e restauração — fatores que o FIPE e as seguradoras levam em conta ao calcular prêmios e coberturas.

Mercedes-Benz: a marca, tradição e influência no seguro

A Mercedes-Benz é mundialmente reconhecida por sua tradição em engenharia automobilística e pela ênfase em qualidade, durabilidade e inovação. Fundada em 1926, a marca consolidou-se como símbolo de luxo, segurança e tecnologia, com um portfólio que abrange desde sedãs de alto luxo até utilitários e veículos comerciais. Essa identidade se traduz em diversos aspectos relevantes para seguros e para a experiência do proprietário de um LS-1625 2p Diesel de 1995:

– Rede de assistência: a presença de uma extensa rede de assistência técnica facilita a manutenção regular, uso de peças originais e consultoria especializada, o que, em muitos casos, reduz o risco de falhas graves ou de custos de reparo elevados.

– Reputação de segurança: a Mercedes-Benz historicamente investe em plataformas de segurança e sistemas de proteção, o que pode influenciar a percepção de risco por parte das seguradoras, contribuindo para condições de seguridade mais estáveis quando o veículo está bem conservado e com histórico de manutenções registradas.

– Custo de manutenção: peças originais e mão de obra especializada costumam ter custo superior, o que pode impactar o prêmio de seguro ao refletir o custo de reparo em caso de sinistro. No entanto, a disponibilidade de peças e a padronização de componentes podem ajudar na avaliação de danos e na reposição adequada.

– Valor de colecionador: para unidades com raridade ou particularidades de mercado, a marca agrega valor de referência, o que pode influenciar a FIPE e as avaliações de seguradoras. Em muitos casos, carros de época bem mantidos pela marca preservam algo de seu valor ao longo dos anos, o que impacta a decisão de coberturas adicionais, como proteção contra perda parcial ou extensão de garantia de peças originais.

Ao combinar a tradição da Mercedes-Benz com as características do LS-1625 2p Diesel de 1995, é possível compreender por que as seguradoras costumam considerar não apenas a idade do veículo, mas também o histórico de manutenção, a disponibilidade de peças originais e a reputação da marca ao estabelecer condições de cobertura, franquias e limites de indenização. A marca, associada a uma configuração de veículo de época, tende a despertar interesse de colecionadores e entusiastas, o que pode influenciar o comportamento de mercado, a procura por peças de reposição e a disponibilidade de serviços especializados — fatores que, por sua vez, moldam o cenário de seguro de forma mais ampla.

Como interpretar a FIPE para o LS-1625 2p Diesel 1995 no contexto de seguros

A leitura da Tabela FIPE para o LS-1625 2p Diesel de 1995 exige, primeiramente, a compreensão de que o valor apresentado é uma referência de mercado, não uma garantia de venda. Em veículos de época, esse valor pode ser particularmente sensível a fatores como o estado de conservação, a quilometragem, as intervenções mecânicas realizadas pelo proprietário e a disponibilidade de peças originais. Seguros utilizam esse valor como base de referência para:

– Estabelecer o valor segurado: a soma do valor de referência FIPE com ajustes pela condição do veículo pode formar o valor efetivo protegido pela apólice. Em carros clássicos, é comum que seguradoras considerem o valor agregado pela restauração, originalidade de peças e documentação de manutenção para embasar a indenização.

– Definir o prêmio anual: quanto maior o valor segurado, maior tende a ser o prêmio. No entanto, a idade do veículo, o risco de manutenção de peças, a probabilidade de sinistros e o uso diário versus uso esporádico também pesam na equação.

– Determinar o limiar de indenização em caso de perda total: algumas apólices utilizam coberturas com base em valor de reposição ou valor de mercado, o que pode depender da disponibilidade de peças e do custo de restauração. Em modelos de 1995, muitas seguradoras oferecem opções de valor de reposição com condições de atualização conforme FIPE, prêmios de renovação e valor original de fábrica.

Para veículos com características específicas como o LS-1625 2p Diesel, a FIPE pode apresentar