| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 177.664,00 |
| Fev/26 | R$ 172.129,00 |
| Jan/26 | R$ 173.680,00 |
| Dez/25 | R$ 169.742,00 |
| Nov/25 | R$ 166.982,00 |
| Out/25 | R$ 169.084,00 |
| Set/25 | R$ 165.967,00 |
| Ago/25 | R$ 168.144,00 |
| Jul/25 | R$ 172.582,00 |
| Jun/25 | R$ 174.142,00 |
| Mai/25 | R$ 171.129,00 |
| Abr/25 | R$ 169.429,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz LS-1634 — 3 eixos, diesel, 2010
Se você trabalha com frotas, gestão de seguros ou pretende adquirir um caminhão usado para operação de médio a longo prazo, entender a Tabela FIPE é essencial. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) reúne mensalmente dados de transações de veículos no mercado brasileiro para compor um valor de referência de mercado. No caso do Mercedes-Benz LS-1634, uma configuração de 3 eixos com motor diesel de 2010, a leitura correta da tabela pode impactar desde o preço de reposição até o valor segurado da frota. Este artigo foi elaborado para esclarecer como a FIPE funciona nesse segmento, quais os principais fatores que influenciam o valor informado pela tabela e como isso se relaciona com a proteção do seu patrimônio pelo seguro.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil por concessionárias, lojistas, seguradoras e tomadores de seguros para estimar o valor de mercado de veículos usados. Diferentemente de um preço fixo de venda ou de uma nota fiscal, a FIPE capta a média de transações de mercado em diferentes regiões do país e atualiza esse valor periodicamente. Para caminhões como o LS-1634, a tabela não apenas ajuda a definir o valor de reposição em caso de sinistro de parte indenizável, como também serve de base para avaliação de garantias, negociações de compra e venda, e até para fins de tributação indireta em algumas situações.

Para quem atua na área de seguros, compreender a FIPE é fundamental porque a apólice de veículos usados costuma utilizar o valor de mercado da FIPE como referência para as coberturas de “valor de tabela” ou de “valor de reposição”. Em termos práticos, se o veículo sofrer um sinistro total, a seguradora pode usar esse valor como referência para calcular a indenização ou a reposição do bem, sempre observando as coberturas contratadas. É importante notar que a FIPE não é sina fixa: ela varia conforme a idade, a quilometragem, o estado de conservação, a configuração do veículo (3 eixos, 2 portas, diesel, no caso do LS-1634) e as tendências do mercado. Por isso, manter a documentação em dia, condições originais e manter a depreciação sob controle podem influenciar positivamente a cedência de faixas de valor na apólice.
Entender o que significa cada variação apresentada pela FIPE ajuda na tomada de decisão: você pode planejar melhor a renovação de frota, avaliar o custo-benefício de reparos versus substituição, e alinhar as expectativas com a seguradora. Além disso, o conhecimento sobre a linha de chassis e o histórico de uso do veículo facilita a leitura de eventuais quedas ou picos no valor de tabela, que podem estar ligados a mudanças sazonais de demanda por caminhões usados ou a alterações regulatórias que impactam o mercado de transporte.
Ficha técnica do Mercedes-Benz LS-1634 (2010) — 3 eixos, 2 portas
O LS-1634 figura na linha de caminhões pesados da Mercedes-Benz, com configuração de 3 eixos, tipicamente aplicada a veículos de 16 toneladas de capacidade de peso bruto total (PBT). Abaixo estão os elementos técnicos que costumam compor a ficha para esse conjunto específico, considerando ano de fabricação 2010 e diesel como combustível principal. Vale lembrar que pequenas variações podem ocorrer conforme a configuração exata do chassi e a linha de produção de cada unidade.
Fabricante: Mercedes-Benz. Modelo: LS-1634. Ano de fabricação: 2010. Configuração: caminhão com 3 eixos, destinado a transporte de carga; portas: 2. Motorização: diesel, com motor de 6 cilindros em linha. Deslocamento: em torno de 6,6 a 7,0 litros. Potência: faixa entre 170 e 210 cavalos de potência, dependendo da calibração do motor e da configuração de transmissão. Torque: faixa entre 600 e 900 Nm, disponível em regime de operação adequado para transporte de carga. Transmissão: geralmente manual, com 5 a 6 marchas, configurado para desempenho em estrada e terreno de transporte de carga. Tração: configuração típica de 3 eixos (frequentemente 6×4 ou similar), com dois eixos traseiros em tração e um eixo dianteiro. Peso bruto total (PBT): em torno de 16,3 toneladas (16.34 t), refletindo a capacidade de carga do conjunto 3-eixos. Capacidade de carga útil (payload): varia conforme o peso do chassi, cabine e tanque de combustível, mas costuma ficar na faixa de várias toneladas de carga útil, suficiente para operações de distribuição de carga generalista. Tanque de combustível: em média entre 150 e 300 litros, dependendo da configuração de tanque único ou duplo utilizado pela linha LS-1634. Pneus: padrão de rodagem com pneus de grande diâmetro para caminhões pesados, com opções comuns de aro 22,5 ou similares para melhor capacidade de carga na suspensão de 3 eixos. Dimensões: comprimento aproximado entre 9,0 e 9,5 metros, largura em torno de 2,5 metros e altura que pode variar conforme a cabine e as caixas de proteção instaladas pelo operador. Nível de emissões e normas aplicáveis: conforme a legislação brasileira da época, com adaptações para cumprir padrões de emissões vigentes em 2010.
Essa composição técnica é útil para leitura básica da evolução de valor no FIPE, bem como para entender o comportamento do veículo na praça de seguros. Observações sobre consumo de combustível não costumam constar com precisão na ficha de fábrica, pois variam consideravelmente com o peso da carga, rota, condições de manutenção, pneus e comportamento do motorista. Contudo, para fins de avaliação de seguro, a referência de motor Diesel 6 cilindros, potência e torque ajudam a entender a robustez do conjunto, o que, por sua vez, influencia a percepção de risco pela seguradora, o que pode afetar o prêmio e as coberturas disponíveis.
A marca Mercedes-Benz: tradição, qualidade e suporte para caminhões
A Mercedes-Benz é reconhecida globalmente pela qualidade de engenharia, durabilidade e pela tradição no desenvolvimento de veículos comerciais. No universo dos caminhões, a marca construiu uma reputação sólida por meio de elementos como robustez de motor, confiabilidade estrutural, conforto do motorista e uma extensa rede de assistência técnica. Esses atributos impactam positivamente o valor de revenda, bem como a confiabilidade de uma operação de frota que depende do veículo para atender prazos, manter a produtividade e reduzir paradas não programadas. Ao considerar a FIPE para o LS-1634, a percepção de valor agregado pela marca pode influenciar a avaliação de mercado, especialmente em mercados onde a disponibilidade de peças originais, rede de serviço autorizado e histórico de manutenção influenciam a percepção de durabilidade ao longo dos anos.
Além disso, a Mercedes-Benz investe em soluções de serviço e suporte que ajudam proprietários de frotas a programar revisões, monitorar consumos e planejar substituições de unidades com menor impacto operacional. A rede de assistência técnica, a disponibilidade de peças originais e o suporte de garantia de fábrica, mesmo para modelos mais antigos, costumam manter a confiança do mercado na marca. Esses fatores, somados ao histórico de uso específico de cada unidade LS-1634, podem, em alguns cenários, sustentar valores de mercado relativamente estáveis em relação a outros caminhões da mesma época e classe de peso.
Como a FIPE influencia o seguro e a cotação do veículo
Para seguradoras, o valor de referência da FIPE é um componente central na formatação de apólices de veículos usados. Em muitos contratos, o valor base de indenização por perda total ou de reposição depende do preço de tabela vigente na data de avaliação. No caso do LS-1634, com 3 eixos e diesel, o valor FIPE serve como parâmetro de mercado para estimar quanto custará, em média, substituir ou reparar o veículo, levando em conta a depreciação natural, a idade e a condição específica do exemplar. É comum que a seguradora utilize, além da FIPE, dados adicionais da própria frota, histórico de sinistros, idade do seguro, perfil do condutor e uso operacional para definir o prêmio final e as coberturas incluídas.
Outro ponto relevante é a relação entre o valor FIPE e as coberturas oferecidas pela seguradora. Coberturas compreensivas, como dano a terceiros, colisão, incêndio, roubo/furto, bem como garantias adicionais de assistência 24 horas, podem ter prêmios diferentes dependendo de como o valor de mercado é calculado. Em operações de frota, muitas empresas optam por limites de cobertura que preservem o valor de reposição do equipamento, o
