Valor FIPE Atual
R$ 58.343,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509210-8
Ano: 1990-3
MêsPreço
Jan/26R$ 58.343,00
Dez/25R$ 58.455,00
Nov/25R$ 58.543,00
Out/25R$ 58.684,00
Set/25R$ 58.873,00
Ago/25R$ 58.997,00
Jul/25R$ 59.092,00
Jun/25R$ 59.152,00
Mai/25R$ 58.567,00
Abr/25R$ 57.419,00
Mar/25R$ 57.506,00
Fev/25R$ 57.795,00

Mercedes-Benz LS-1935 3-eixos (1990): leitura da Tabela FIPE, ficha técnica e aspectos importantes para seguro

Entendendo a base FIPE e o papel da referência em seguros de caminhões pesados

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de reposição de veículos na prática de seguros, em sinistros e em avaliações de reparos. Em caminhões pesados como o LS-1935, o valor de referência influencia decisões de cobertura, franquias e limites de indenização. Embora o ajuste de preço ocorra mensalmente, o objetivo da FIPE é oferecer um referencial estável para comparação entre ofertas, avaliação de depreciação por idade do veículo e verificação da relação entre o custo de reparo e o valor do conjunto. Quando o veículo é um modelo de 1990, a idade impacta de forma relevante a oferta de seguro, já que o risco de falhas mecânicas, disponibilidade de peças e histórico de manutenção pesada entram no cálculo de prêmios. Por isso, entender como a FIPE se aplica a um exemplar específico ajuda o corretor a indicar coberturas mais adequadas, desde proteção contra roubo até garantia de acessórios e responsabilidade civil.

Ficha técnica do Mercedes-Benz LS-1935 3-eixos 2p (diesel) 1990

Abaixo está uma síntese da ficha técnica, com base no que costuma constar em bases históricas e na documentação de época para caminhões Mercedes-Benz com configuração LS-1935, 3-eixos e cabine de duas portas. Valores específicos podem variar conforme a montagem regional e a configuração exata do caminhão na linha de produção daquele ano.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ LS-1935 3-Eixos 2p (diesel) 1990
  • Tipo de veículo: Caminhão pesado com 3 eixos, cabine de duas portas
  • Propulsão: Motor diesel
  • Motor: 6 cilindros em linha (configuração típica de caminhões pesados da Mercedes-Benz na época)
  • Cilindrada: aproximadamente 9,0 a 10,0 litros
  • Potência: na faixa de centenas de cavalos de potência, com variações conforme a configuração específica
  • Torque: elevado, adequado para operação de carga, com ranges na casa de centenas de Nm
  • Transmissão: manual, com múltiplas marchas (geralmente 5 a 6 velocidades à frente, com redução/retarde conforme o modelo)
  • Tração: 6×4 (com eixo traseiro de tração e terceiro eixo auxiliar, comum em 3-eixos para distribuição de carga)
  • Sistema de freios: freios a ar, com configuração típica de serviço por ar e assistência; ABS opcional dependendo do ano/modelo
  • Dimensões (aprox.): comprimento amplo, largura na faixa de 2,4 a 2,5 m; altura variável conforme configuração de cabine e tampa de carga
  • Peso bruto total (PBT): elevado, adequado para operações de grande capacidade de carga (varia entre configurações)
  • Capacidade de carga, carga útil: alta, com variações de acordo com o chassi e a carroceria instalados
  • Tanque de combustível: capacidade considerável para longos percursos; valor exato depende da configuração de tanque instalada
  • Cabine: duas portas, espaço para motorista, com variações entre cabines simples e cabines com dormitório, conforme a linha de montagem
  • Mercado de origem: montado pela Mercedes-Benz no Brasil na época, com componentes nacionais e importados, alinhado à linha de caminhões pesados da marca
  • Aplicação típica: transporte de cargas pesadas em trajetos de média e longa distância, com versatilidade para operações de construção, mineração e logística de frota

Como interpretar as especificações na prática

A ficha técnica de um caminhão como o LS-1935 traz informações que influenciam desde o desempenho em estrada até a escolha de seguro. Por exemplo, o conjunto motor-transmissão determina o consumo de combustível, a capacidade de recuperação de carga em subidas íngremes e o desgaste de componentes como o sistema de embreagem e o diferencial. A tração 6×4 sugere boa distribuição de peso em carretas e, ao mesmo tempo, maior complexidade de manutenção em relação a modelos 6×2. A idade do veículo, associada a um motor diesel de alto torque, implica necessidade de manutenção periódica de componentes críticos, como o sistema de injeção, bicos e turbocompressor, bem como atenção redobrada às peças de freio, que em caminhões pesados funcionam com pressão de ar e dependem de regulagens constantes.

Para quem trabalha com seguros, entender essa ficha é essencial para calibrar fatores de risco, inclusive a probabilidade de sinistro por falha mecânica, o custo de reparo e o tempo de disponibilidade do veículo. Além disso, a configuração de 3 eixos e o tipo de cabine impactam o valor de reposição, a exigência de guincho/auxílio na hora do sinistro e a necessidade de cobertura para equipamentos adicionais, como caçambas, carroceria, elevadores de lona ou carrocerias frigoríficas, se presentes.

Desempenho, manutenção e uso operacional

Veículos com configuração LS-1935 costumam atuar em operações pesadas, com degradação de desempenho se não houver manutenção adequada. O motor diesel, quando bem cuidado, oferece torque estável para deslocamentos com carga total, especialmente em trechos com subidas ou em rota com variações de elevação. A transmissão manual exige motorista experiente para gerenciar marchas com fluidez, preservando fusos e embreagem. A tração 6×4, comum em 3-eixos, facilita o movimento de carretas grandes, mas demanda cuidado com o peso bruto durante curvas e frenagens. Em termos de consumo, é normal que caminhões dessa categoria apresentem variabilidade significativa entre consumo por quilômetro, tipo de carga, condições de pista e prática de condução. No contexto de frota, métricas como disponibilidade, tempo de inatividade e custo de manutenção são tão relevantes quanto o custo do seguro.

A ficha técnica também aponta para a importância de itens de manutenção preventivos, como o sistema de ar comprimido, o estado de válvulas, o conjunto de freios (pastilhas, tambores e componentes de ar), além da cabine e suspensão, que sofrem impactos com o peso transportado e com as irregularidades das vias. Em operações de longo curso, a confiabilidade é crucial, pois atrasos por quebra podem gerar custos estratégicos para a operação da empresa.

Mercado, idade do veículo e impactos no seguro

Modelos fabricados em 1990, como o LS-1935, entram em uma faixa de idade que costuma exigir atenção especial por parte das seguradoras. Abaixo, alguns aspectos que costumam influenciar a apólice nesse estágio da vida útil do veículo:

  • Peças de reposição: a disponibilidade de peças originais pode variar com o tempo; a seguradora tende a avaliar o custo de manutenção e a frequência de reparos de componentes críticos.
  • Histórico de sinistros: caminhões mais antigos podem apresentar histórico maior de avarias mecânicas devido ao uso contínuo e à idade de componentes como embreagens, sistema de freio e injetores.
  • Desvalorização: o valor de reposição obtido pela FIPE é um referencial, mas cada configuração (eixos, cabine, carroceria) afeta o valor de mercado e a indenização em caso de sinistro total.
  • Seguros específicos para frotas: políticas para caminhões pesados costumam incluir coberturas adicionais, como garantia de aluguel de veículo em caso de sinistro, proteção de acessórios e coberturas de responsabilidade civil ampla, com ajustes conforme o porte da operação.

Neste contexto, é comum que o corretor de seguros oriente o gestor da frota sobre a combinação ideal de coberturas: dano a patrimônio do segurado, roubo/furto, incêndio, responsabilidade civil, despesas adicionais com carro reserva, e eventuais coberturas para carga específica transportada. A idade do veículo costuma influenciar o prêmio, mas uma boa prática é manter a documentação em dia, registrar manutenções e criar um histórico de uso que demonstre prudentemente a gestão de riscos da operação.

Como a FIPE orienta avaliações, comparações e decisões de seguro

A Tabela FIPE funciona como uma base de comparação, mas não substitui a avaliação específica de cada veículo. Ao consultar a FIPE para um LS-1935 de 1990, é comum considerar: a configuração exata (3 eixos, cabine simples, tipo de carroceria), o estado de conservação, o histórico de manutenção, eventuais modificações estruturais (por exemplo, adequações para transporte de cargas especiais) e a regionalidade da frota. A FIPE oferece o referencial de mercado, que ajuda a posicionar o veículo entre opções de compra, venda e substituição em caso de sinistro, servindo como balizamento para o cálculo de depreciação dentro do seguro plástico de reposição, moderação de prêmios e limites de indenização. É importante que o corretor oriente o cliente a atualizar o histórico do veículo, manter as notas de serviço em dia e monitorar a disponibilidade de peças para evitar variações abruptas de custo de reparo.

Implicações práticas para o corretor da GT Seguros

Para uma corretora de seguros, o estudo da Tabela FIPE, aliado à ficha técnica do LS-1935, traz impactos concretos na hora de criar propostas sob medida. Primeiro, compreender as particularidades do veículo pesado facilita a exposição de coberturas relevantes, como proteção de frota, garantia de retirada rápida e cobertura de acessórios. Segundo, a idade do exemplar impõe critérios de avaliação de risco e de sinistralidade que devem refletir na composição do prêmio, sem perder a competitividade. Terceiro, a conformidade com a legislação brasileira e a necessidade de licenças específicas para circulação de caminhões pesados também entram na apólice, visto que o custo de defesa civil e obrigações legais podem afetar o saldo de prêmios. Em resumo, o LS-1935, com seus 3 eixos e o motor diesel, exige uma abordagem de seguro que combine robustez de cobertura com previsibilidade de custos ao longo do tempo, especialmente em frotas com exigências operacionais elevadas.

Para proprietários e gestores de frota, é essencial manter um prontuário de manutenção, registrar consumo de combustível e desempenho em diferentes rotas, além de manter a documentação do veículo (licenciamento, inspeções, certificados de lotação) em dia. Esses elementos ajudam o corretor a calibrar com mais precisão o risco, a possibilidade de sinistro e a necessidade de suportes adicionais, como assistência 24 horas, guincho, carro reserva e cobertura de riscos específicos de carga.

Conclusão: por que entender a Tabela FIPE e a ficha técnica faz diferença na gestão de seguros

A Tabela FIPE, aliada à ficha técnica do Mercedes-Benz LS-1935 3-eixos 2p (diesel) de 1990, fornece ao corretor informações cruciais para calcular riscos, ajustar coberturas e estruturar propostas de seguro que atendam à realidade da frota. A idade do veículo, a configuração de 3 eixos e as especificidades do motor diesel moldam tanto o custo do prêmio quanto a amplitude das coberturas necessárias para proteger a operação. Em termos práticos, isso significa segurança operacional para quem depende desse caminhão em atividades logísticas, construção ou transporte de cargas pesadas. E, para o leitor que busca tranquilidade diante de um patrimônio importante, a edição de uma cotação com a GT Seguros pode ser o passo inicial para garantir proteção adequada, com condições alinhadas às particularidades do LS-1935.

Se você está avaliando seguro para o seu Mercedes-Benz LS-1935 ou para uma frota que utiliza esse tipo de veículo, a GT Seguros oferece opções sob medida para caminhões pesados, com foco em clareza de coberturas, suporte rápido em sinistros e atendimento especializado. Considere solicitar uma cotação para entender qual combinação de coberturas melhor atende às suas necessidades, sem surpresas no momento de acionar a apólice.