| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 75.029,00 |
| Dez/25 | R$ 75.407,00 |
| Nov/25 | R$ 75.521,00 |
| Out/25 | R$ 74.736,00 |
| Set/25 | R$ 77.447,00 |
| Ago/25 | R$ 77.611,00 |
| Jul/25 | R$ 77.737,00 |
| Jun/25 | R$ 78.128,00 |
| Mai/25 | R$ 78.521,00 |
| Abr/25 | R$ 78.254,00 |
| Mar/25 | R$ 77.221,00 |
| Fev/25 | R$ 77.610,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para a Mercedes-Benz Sprinter 311 Furgão Longo com Teto Alto a Diesel (2009)
A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência pela indústria de seguros, concessionárias, revendedores e consumidores para determinar valores de referência de veículos usados. Quando o assunto é uma van de linha comercial como a Sprinter 311 CDI Furgão Longo com Teto Alto, o valor apurado pela FIPE é uma base essencial para a composição de propostas de seguro, para avaliações em caso de sinistro e para negociações de aquisição ou venda. Contudo, vale lembrar que a FIPE não representa o preço de venda de mercado em um momento específico; ela funciona como uma média estatística histórica, sujeita a variações regionais, condições do veículo, quilometragem, conservação do interior e alterações de configuração. Para quem atua em corretagem de seguros, entender como esse índice se aplica a veículos de uso profissional ajuda a orientar a escolha de coberturas, franquias e limites de apólice, alinhando proteção e orçamento.
Sobre a Mercedes-Benz Sprinter: tradição, utilidade e presença de marca
A Mercedes-Benz, marca alemã reconhecida mundialmente pela engenharia automotiva de qualidade, consolidou, ao longo de décadas, uma imagem fortemente associada à confiabilidade, durabilidade e inovação. No Brasil, a Sprinter tornou-se um ícone entre frotistas, pequenas empresas e serviços logísticos por combinar robustez de construção com versatilidade de uso. A linha Sprinter é conhecida pela construção de chassis reforçados, facilidade de configuração para diferentes finalidades — desde furgões de carga até vans de passageiros — e pela rede de assistência técnica extensa, que facilita manutenções, reposição de peças e serviços autorizados em várias regiões. Esse ecossistema de distribuição de peças, assistência e treinamentos de uso correto impacta positivamente na percepção de risco para seguradoras, criando condições mais estáveis para a tarifação de seguros voltados a frotas de veículos comerciais.

O modelo 311 CDI Furgão Longo com Teto Alto, específico de uso utilitário, exemplifica o foco da Sprinter em carga e entregas urbanas e rodoviárias. A configuração “Longo” amplia o espaço de carga, enquanto o “Teto Alto” permite acomodar mercadorias de maior volume vertical, ampliando a capacidade de armazenamento sem exigir caminhões de grande porte. Em termos de seguro, esse tipo de configuração tende a influenciar o prêmio por dois motivos: maior volume de carga útil, que pode exigir coberturas específicas para proteção de mercadoria e, também, o perfil de uso (frota, entregas rápidas, rota entre cidades) que eleva a exposição a riscos variados, como danos a terceiros, colisões com objetos em vias urbanas e eventos climáticos. Compreender a mecânica de uso e a estrutura da van ajuda a selecionar coberturas de casco, proteção de carga, responsabilidade civil e coberturas adicionais, tudo em consonância com a realidade operacional do veículo.
Ficha técnica da Mercedes-Benz Sprinter 311 Furgão Longo Teto Alto a Diesel (2009)
Marca: Mercedes-Benz
Modelo: Sprinter 311 CDI Furgão Longo com Teto Alto
Ano: 2009
Tipo de veículo: Furgão de carga leve, carroceria voltada para uso comercial, com configuração Longa e Teto Alto
Motor: Diesel, 2.2 litros, quatro cilindros, turbo com intercooler. Conjunto de motores da linha OM646/OM646.9 amplamente utilizado na Sprinter de segunda metade da década de 2000, conhecido pela boa reserva de torque para operações de carga.
Potência: faixa típica entre 95 e 129 cavalos de potência (cv), variando conforme settling de fábrica, configuração regional e alterações de linha ao longo dos anos.
Torque: faixa típica entre 235 e 320 Nm, com desempenhos ajustados para vencer penetração de carga em subidas e manter bom desempenho em trajetos urbanos com paradas frequentes.
Transmissão: Manual de 5 velocidades (comum em versões 2009 da Sprinter 311 CDI), com relações ajustadas para equilíbrio entre arrancada e consumo de combustível em uso de frotas.
Tração: Traseira (propulsão), característica típica de vans comerciais da linha Sprinter, contribuindo para a estabilidade em áreas urbanas e na condução com carga.
Capacidade de carga útil (payload): aproximadamente 1.000 a 1.400 kg, dependendo da configuração de chassi, pacote de acabamento, e itens opcionais instalados pela própria empresa que utiliza o veículo. Esse intervalo reflete variações que existem entre diferentes opções de teto, isolamento, prateleiras internas e outros equipamentos de furação de aros e ganchos de amarração.
Peso próprio (em ordem de marcha): aproximadamente 1.800 a 2.000 kg, com variações ocasionais conforme a presença de itens adicionais, como bancos para transporte de equipes, proteções internas, ou pacotes de segurança específicos para frota.
Tanque de combustível: cerca de 75 litros, o que impacta diretamente no planejamento de rotas e nos custos operacionais de frota, especialmente em operações de entrega de última milha.
Dimensões (aproximadas): comprimento típico entre 5,6 e 6,0 metros, altura do teto alto proporcionando maior espaço de carga vertical, e largura próxima de 2,0 metros. A variação exata depende da configuração da carroceria, entre o comprimento de base, o entre-eixos escolhido e o pacote de teto elevado.
Equipamentos de série e opcionais relevantes para seguro: sistema de freios com ABS, airbags frontais (em boa parte das versões), controles básicos de estabilidade em alguns pacotes, carpete isolante e proteções de cabine. Em frotas, é comum incluir extras como controle de telemática, travas adicionais, alarme antifurto, sensores de estacionamento e proteções de carga para reduzir danos a mercadorias em manobras. A presença ou ausência desses itens pode influenciar a avaliação de risco pelo segurador e, por consequência, o valor segurável estimado pela FIPE para a base de cálculo de prêmio.
Como a Tabela FIPE influencia o valor segurável da Sprinter para seguros
A FIPE-BR consolidou-se como uma referência para estimativas de valor de veículos usados no Brasil. Em seguros, esse valor serve como referência para o cálculo de coberturas de casco, proteção contra roubo, dano a terceiros e devida indenização em caso de sinistro. Para vans comerciais como a Sprinter 311 CDI Furgão Longo com Teto Alto, a aplicação da FIPE tem particularidades: o veículo pode ter variações de configuração entre frota e veículo particular, o que faz com que a linha FIPE apresente intervalos de preço, com picos mais altos para unidades bem conservadas, com baixo quilometragem para o ano ou com opções de teto alto e acessórios que agregam ao valor de revenda. A FIPE também serve como referência para o cálculo de depreciação ao longo do tempo, ajudando a estimar a evolução de custo de substituição da van em caso de sinistro total, o que é essencial para a definição de limites de indenização.
Para o corretor de seguros, compreender as nuances do FIPE na prática envolve cruzar dados com pontos-chave do uso do veículo: a finalidade do serviço, a rota típica (urbana ou rodoviária), o volume de carga transportada, a frequência de entregas, e o perfil da tripulação. Um veículo de frota que cruza a cidade com cargas pesadas e horários de pico demanda proteção de casco com limites mais conservadores, bem como cobertura de mercadorias transportadas. Já um veículo usado de forma esporádica pode receber uma taxa de prêmio menor, desde que mantenha uma manutenção regular e um histórico de serviços. A FIPE, nesse cenário, atua como bússola para entender o patamar de valor do veículo ao longo do tempo e orientar as opções de cobertura com base no risco de depreciação, de roubo e de danos.
É essencial que o segurado discuta com a corretora ou seguradora aspectos como a idade do veículo, o uso de frota (ou não), o estado de conservação, o histórico de sinistros e os upgrades que possam afetar o valor de rede. A tabela FIPE, aliada à avaliação técnica da seguradora, ajuda a construir uma apólice mais justa, com coberturas alinhadas ao valor real do veículo, a cobertura de mercadorias, bem como a proteção de acessórios instalados pela empresa para esse tipo de serviço de transporte.
Vantagens da Sprinter na gestão de seguros e frota: pontos que importam para manter o custo sob controle
- Rede de assistência ampla e peças disponíveis em redes autorizadas, o que reduz o tempo de imobilização em casos de sinistro parcial ou manutenção programada.
- Estrutura de chassis e carroceria desenhada para suportar cargas, com opções de proteção de cabine e de carga para minimizar danos durante o transporte de mercadorias.
- Histórico de avaliação pela FIPE para veículos comerciais, que facilita a consistência na cotação de seguros e na substituição do veículo em caso de sinistro total.
- Possibilidade de ajustar coberturas com base no uso da frota, incluindo proteção de carga, responsabilidade civil adicional para atividades de entrega e opções de franquia que se alinham ao orçamento da empresa.
Para quem gerencia uma frota com Sprinters, também é prudente considerar a integração de telemetria veicular, que possibilita monitoramento de rota, velocidade e condições de condução. Além de melhorar a gestão de risco para seguradoras, a telemetria pode reduzir perdas, facilitar a atualização de dados na FIPE e contribuir para decisões de substituição de veículos com base no custo total de propriedade (TCO). A combinação de dados de uso real, informações de FIPE e um programa de seguros adaptado pode resultar em prêmios mais justos, com benefícios para quem mantém as vans em bom estado, com manutenção regular e com práticas de condução segura pelos motoristas.
Considerações finais para quem está avaliando o seguro da Sprinter 311 CDI (2009)
Ao planejar a proteção de uma Sprinter 311 CDI Furgão Longo com Teto Alto de 2009, vale refletir sobre alguns pontos-chave que ajudam a moldar a apólice ideal:
- Defina o uso real do veículo (entrega local, rota regional, ou uso misto) para ajustar as coberturas de responsabilidade, danos a mercadoria e proteção de casco conforme o grau de risco.
- Considere o aperfeiçoamento da proteção de carga: como amarras adicionais, proteções de piso, caixas de proteção interna e cobertura de mercadoria, que podem influenciar a avaliação de risco pela seguradora.
- Avalie a necessidade de franquia compatível com o orçamento da operação; franquias mais altas costumam reduzir o prêmio, mas aumentam o desembolso em caso de sinistro.
- Verifique a rede de oficinas credenciadas pela seguradora para reduzir o tempo de recuperação da frota em eventual imobilização.
Se você administra uma frota de Sprinters ou utiliza a Sprinter 311 CDI para atividades comerciais, entender a relação entre a Tabela FIPE e as coberturas de seguro ajuda a tomar decisões mais embasadas. O objetivo é equilibrar proteção adequada com o custo total
