| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 76.546,00 |
| Dez/25 | R$ 76.692,00 |
| Nov/25 | R$ 79.474,00 |
| Out/25 | R$ 76.787,00 |
| Set/25 | R$ 77.035,00 |
| Ago/25 | R$ 77.199,00 |
| Jul/25 | R$ 77.324,00 |
| Jun/25 | R$ 77.402,00 |
| Mai/25 | R$ 77.558,00 |
| Abr/25 | R$ 74.936,00 |
| Mar/25 | R$ 73.718,00 |
| Fev/25 | R$ 75.942,00 |
Entendendo a Tabela FIPE e suas implicações para a Mercedes-Benz Sprinter 413 Furgão Longo T.Alto Diesel 2007
Quando falamos de seguros de veículos comerciais, como vans fretadas, entregas urbanas ou pequenas frotas, a Tabela FIPE é uma referência frequente para estimar o valor de referência do bem. Com base em dados de transações reais, ela oferece uma visão padronizada do valor de mercado de veículos usados. Para quem atua na corretagem de seguros, entender como a FIPE se atualiza, quais fatores a influenciam e como ela se relaciona com modelos específicos — como a Mercedes-Benz Sprinter 413 Furgão Longo T.Alto Diesel 2007 — é essencial para oferecer apólices mais justas, com coberturas alinhadas ao uso real do veículo e ao histórico de cada frota.
Este artigo mergulha na relação entre a Tabela FIPE e a Sprinter 413, destacando a importância da ficha técnica para o seguro, as particularidades da marca Mercedes-Benz no cenário de frotas e, ainda, sugestões para quem busca proteção adequada para um veículo de trabalho com uso intenso. O foco é educativo, com informações práticas para quem toma decisões de contratação ou de avaliação de risco em corretoras e equipes de frotas.

Ficha técnica da Mercedes-Benz Sprinter 413 Furgão Longo T.Alto Diesel 2007
A Sprinter 413 Furgão Longo T.Alto Diesel 2007 representa uma configuração de veículo comercial leve amplamente utilizada por pequenas e médias empresas. Abaixo estão aspectos-chave da ficha técnica, apresentados de forma objetiva para facilitar a leitura por profissionais de seguros e gestão de frotas:
- Motor e desempenho: motor diesel de 2.2 litros, quatro cilindros, com turbocompressor. Potência compreendida na faixa de aproximadamente 129 cv (94 kW) e torque em torno de 310 Nm, proporcionando boa disponibilidade de torque em rotações médias, adequado para conversões de carga, aceleração em vias urbanas e retomadas em estradas.
- Transmissão e tração: câmbio manual de seis marchas, com tração dianteira para a Sprinter de configuração cargo, conferindo boa eficiência de uso de combustível e facilidade de manutenção em frotas. A direção é assistida, contribuindo para manuseio em manobras de baixa velocidade, comuns em áreas urbanas.
- Dimensões, capacidade de carga e uso de espaço: veículo de longo comprimento e teto alto (configuração Furgão Longo e Teto Alto), com espaço interno adequado para transporte de mercadorias de diferentes dimensões. O vão de carga permite acomodar itens volumosos, com piso plano para facilitar a organização de prateleiras e embalagens. A capacidade de carga útil (payload) fica na faixa de referência para vans médias, com volume de carga em torno de aproximadamente 6 m³, dependendo da configuração exata e de acessórios instalados pelo usuário.
- Peso, dimensionamento e infraestrutura de fábrica: peso bruto total (GVW) típicamente próximo a patamares de 3,5 toneladas para a família Sprinter de uso comercial, com peso do veículo vazio compatível com a classe de carga urbana e regional. A Sprinter 413 costuma trazer recursos de segurança básicos da época, com variações por nível de acabamento e pacotes, incluindo freios ABS e airbags em algumas versões, além de itens de conforto como ar-condicionado, ajuste de bancos e conectividade básica, conforme disponibilidade no pacote de fábrica ou de concessionária.
Observação: as especificações acima refletem a configuração comum da Sprinter 413 Furgão Longo T.Alto Diesel 2007. Pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado regional, pacotes de acabamento, retrofit de fábrica ou atualizações de itens de conforto e segurança. Em qualquer caso, a ficha técnica é fundamental para orientar a seguradora na avaliação de risco, principalmente no que diz respeito a payload, peso, dimensões e uso previsto.
Mercedes-Benz: tradição, inovação e confiabilidade para frotas
A Mercedes-Benz é uma marca com longa tradição no segmento de veículos comerciais, reconhecida por combinar robustez, tecnologia de ponta e uma rede de atendimento estratégico. A Sprinter, desde sua primeira geração, consolidou-se como uma referência no transporte de mercadorias, logística de última milha e uso corporativo em diversos portes de empresa. Entre os atributos que costumam favorecer a gestão de frotas estão:
- Durabilidade de componentes mecânicos e facilidade de manutenção: a rede de concessionárias e centros de serviço da Mercedes facilita a disponibilidade de peças originais e mão de obra qualificada, o que pode reduzir o tempo de inatividade em oficinas autorizadas.
- Economia de uso e eficiência: motores turbodiesel modernos, aliada a transmissões bem calibradas, costumam oferecer bom equilíbrio entre consumo de combustível e desempenho de carga, algo essencial para o gerenciamento de custos operacionais de uma frota.
- Valor de revenda e percepção de qualidade: veículos da marca costumam manter boa percepção de valor, o que pode influenciar, indiretamente, na avaliação de seguro, desapropriações de sinistros e programas de retenção de frota.
- Rede de assistência técnica e disponibilidade de peças: a presença de serviços autorizados em várias regiões facilita a continuidade operacional de frotas que dependem de disponibilidade de veículo para entrega e serviço rápido.
Para compradores e gestores, essa combinação de atributos da marca costuma refletir em decisões de seguro de veículos pesados e leves. A reputação da Mercedes-Benz, associada a componentes de qualidade, também pode influenciar avaliações de risco, o que, por consequência, impacta a competitividade das condições de apólices para frotas que adotam Sprinter como veículo-chave.
A Tabela FIPE como balizador de valor e prêmio de seguro
A Tabela FIPE funciona como um referencial de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Ela não é uma avaliação de mercado por si só, mas um conjunto de parâmetros diários que consolidam dados de transações, anúncio de varejo e negociações reais. Para o setor de seguros, esse valor serve como base para vários parâmetros: a indenização em caso de sinistro total, a parametrização de coberturas de responsabilidade civil, colisão e risco de roubo, entre outros itens. É comum que seguradoras utilizem o valor FIPE (ou valores médios baseados nessa tabela) para calcular prêmios, franquias e limites de coberturas, especialmente em veículos com uso diário intenso, como furgões de entrega.
É importante compreender que o FIPE não representa o preço de aquisição atual de um veículo específico em todas as circunstâncias. Dois fatores principais podem influenciar a aderência entre o valor FIPE e o valor real de reposição ou de indenização: o estado de conservação do veículo e o histórico de quilometragem. Um Sprinter 2007 com manutenção regular, histórico de sinistros limpos e baixa quilometragem anual pode manter um valor de referência próximo ao informado pela FIPE. Por outro lado, veículos com desgaste acentuado, modificações não originais ou alto uso de carga podem apresentar valores de reposição diferentes, o que pode levar a ajustes na composição da apólice, incluindo franquias, coberturas de acessórios e cláusulas de avaliação de danos.
Um ponto relevante para quem administra seguros de frotas é a atualização periódica do valor FIPE para cada veículo da frota. Em muitos contratos, o valor de referência é reavaliado mensalmente ou trimestralmente, o que ajuda a manter a proteção alinhada ao valor atual de mercado. Para modelos mais antigos, como a Sprinter 2007, esse acompanhamento é particularmente importante, pois o desgaste natural pode reduzir o valor de revenda, influenciando o equilíbrio entre o prêmio pago e a cobertura oferecida.
Fatores que influenciam o valor FIPE e o prêmio de seguro para a Sprinter 413 2007
Ao analisar o valor FIPE e o prêmio de seguro de uma Sprinter 413 Furgão Longo T.Alto Diesel 2007, diversos fatores entram em jogo. Abaixo estão os aspectos mais relevantes, organizados de forma prática para profissionais de corretagem e gestores de frota:
- Idade e histórico do veículo: veículos mais antigos tendem a ter valores de referência mais baixos, o que pode impactar o custo relativo das coberturas, especialmente para planos que oferecem reposição por modelo específico ou por classe de veículo. A idade também influencia o risco de falhas mecânicas e a chance de recorrência de sinistros.
- Uso e tipo de carga: uma Sprinter utilizada para entregas urbanas pesadas, com rota frequente em áreas com tráfego intenso, pode apresentar maior probabilidade de colisões leves, avarias devido a cargas volumosas e danos por manobra. Isso pode influenciar o prêmio, especialmente em coberturas que envolvem danos a terceiros e roubos de mercadorias.
- Quilometragem anual: faturar mais quilômetros por ano tende a elevar o risco de desgaste, rompimento de componentes e necessidade de manutenção, o que, por sua vez, pode impactar o custo do seguro. Em frotas, muitas vezes a quilometragem é monitorada com precisão para ajustar o prêmio com base no uso real.
- Estado de conservação e histórico de manutenção: veículos bem mantidos, com registros de serviço regular e peças originais, costumam ter prêmios mais estáveis. Documentação de manutenção facilita a comprovação de cuidado com o veículo e pode reduzir o custo do seguro.
- Acessórios e adaptações: carrocerias de furgões que recebem pranchas, prateleiras, sistemas de proteção de carga, alarmes adicionais ou rastreadores podem influenciar o valor de reposição, o que, por consequência, afeta o prêmio. Sistemas de rastreamento, por exemplo, tendem a reduzir o custo do seguro em algumas apólices, ao mitigar riscos de roubo.
É comum que corretores expliquem aos clientes como cada item listado contribui para a composição da apólice. A FIPE fornece o ponto de partida, mas o valor final do prêmio também depende de variáveis específicas de uso, localidade de atuação, perfil de sinistralidade da frota e escolhas de coberturas. Em especial para modelos de base antiga, a combinação entre o valor de referência FIPE, as condições do veículo, o histórico de manutenção e a estratégia de proteção de carga é o que diferencia um seguro bem ajustado de uma simples proteção genérica.
Dicas práticas para quem trabalha com seguros de vans comerciais
Para profissionais de corretagem, algumas orientações ajudam a traduzir a Tabela FIPE em propostas de seguro mais justas e alinhadas aos objetivos do cliente:
- Converse com o cliente sobre o uso cotidiano do veículo: rota, distância média, tipo de carga e frequência de paradas. Esses dados ajudam a calibrar coberturas de colisão, roubo e danos a terceiros com maior precisão.
- Reúna o histórico de manutenção e de sinistros: documentação de serviços, troca de componentes críticos e eventuais reparos ajudam a demonstrar o estado de conservação, o que pode influenciar positivamente o prêmio.
- Considere a utilização de rastreadores e alarmes integrados: soluções de telemetria podem reduzir o custo do seguro ao demonstrar controle sobre a operação da frota e menor probabilidade de furto.
- Especialmente para modelos antigos, avalie opções de cob
