| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 25.771,00 |
| Fev/26 | R$ 25.901,00 |
| Jan/26 | R$ 26.032,00 |
| Dez/25 | R$ 25.632,00 |
| Nov/25 | R$ 25.373,00 |
| Out/25 | R$ 25.122,00 |
| Set/25 | R$ 24.630,00 |
| Ago/25 | R$ 24.754,00 |
| Jul/25 | R$ 24.879,00 |
| Jun/25 | R$ 25.005,00 |
| Mai/25 | R$ 25.131,00 |
| Abr/25 | R$ 25.258,00 |
Como a Tabela FIPE classifica o Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo 1992 e o que isso implica para seguro e aquisição
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para avaliação de veículos usados, incluindo modelos importados ou de linha esportiva que não costumam aparecer com frequência em carters de consumo massivo. Quando falamos do Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo 1992, a referência FIPE ajuda a situar o veículo no mercado de segunda mão, servindo de base para negociações, seguro e até mesmo para decisões de manutenção e de valor de reposição de peças. Este artigo explora, de forma didática, a ficha técnica desse exemplar da primeira geração do Eclipse, a história da marca Mitsubishi no segmento de esportivos compactos, o papel da FIPE na precificação e como isso impacta a contratação de seguros, com foco na realidade brasileira. O intuito é oferecer um panorama educativo, que ajude tanto entusiastas quanto compradores e seguradoras a entenderem os aspectos práticos desse carro específico, sem se perder em números de mercado que você terá que inserir no topo do post conforme a prática editorial da sua página.
Ficha Técnica Essencial do Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo (1992)
- Motor: 2.0 litros, quatro cilindros em linha, configuração turboalimentada com 16V (4G63T).
- Transmissão: manual de 5 velocidades (freio de embreagem típica da época, com caixa de câmbio direta para a tração dianteira).
- Tração: dianteira (FWD), voltada para desempenho em curvas com equilíbrio entre direção e taragem de pneus de performance.
- Potência e torque: potência aproximadamente entre 195–205 hp, torque na casa de 210–260 Nm, dependendo da calibração de fábrica e do mercado.
Além desses itens-chave, o Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo de 1992 trazia um conjunto de especificações que o posicionavam como um esportivo compacto com foco em desempenho, dirigibilidade e uma relação direta entre o motorista e a estrada. O motor 4G63T era conhecido pela capacidade de resposta do turbocompressor e pela robustez de construção, características que ajudaram o carro a manter uma reputação sólida ao longo de seus anos de atuação. A transmissão de 5 marchas, associada a uma relação de diferencial pensada para o uso esportivo, permitia aceleração vigorosa e retomadas consistentes, mesmo com o peso próprio de um veículo desenvolvido na era pré-silenciosa de controles eletrônicos mais sofisticados. A configuração FWD, comum na época para esse tipo de esportivo japonês, favorecia a sensação de condução direta, com boa sensação de aderência em curvas bem traçadas, desde que o conjunto de suspensão, pneus e alinhamento estivessem em bom estado.

Dimensões gerais, peso e outros parâmetros de chassis costumam variar com o mercado e com as opções de pacote. Em termos de comportamento dinâmico, o Eclipse GST na configuração 1992 era conhecido pela resposta do motor turbo, pela distribuição de peso relativamente próxima do eixo dianteiro e pela necessidade de manutenção cuidadosa de componentes do turbo, intercooler e sistema de alimentação para manter um desempenho estável ao longo do tempo. Do ponto de vista de manutenção, a idade do veículo sugere atenção especial a mangueiras, conectores, válvula wastegate, sistema de escape e estado de freios, uma vez que a idade pode impactar a eficiência de frenagem e a experiência de condução. Esses detalhes são relevantes não apenas para o proprietário, mas para a corretora de seguros que avalia o risco de assegurar um exemplar com histórico de uso variado e possíveis intervenções mecânicas.
Por fim, a ficha técnica também envolve informações práticas, como o tipo de combustível mais comum, consumo relativo para a época e o desgaste típico de componentes que merecem inspeção regular. Essas informações ajudam a entender o custo de propriedade e as implicações de um seguro que considere não apenas o valor de mercado, mas também o custo de reposição de peças, disponibilidade de peças originais e a logística de manutenção de um carro esportivo de idade moderada. A seguir, discutimos como a marca Mitsubishi se posiciona nesse nicho e como isso se conecta com o valor reportado pela FIPE.
Marca Mitsubishi: tradição, tecnologia e o legado dos esportivos compactos
A Mitsubishi Motors é uma marca com forte presença em esportivos compactos e ambições de engenharia que combinaram desempenho, confiabilidade e acesso. O Eclipse GST 2.0 Turbo, embora seja um carro importado para o Brasil, encarna parte de uma tradição mundial da Mitsubishi de oferecer modelos com foco no prazer de dirigir e na utilização prática do dia a dia. O legado de performance encontra-se em várias linhas da história da marca, incluindo versões de rally, automobilismo e esportivos que ganharam reconhecimento por equilíbrio entre motor turbo, chassis ágeis e uma condução que privilegiava o motorista. Esse DNA explica, em parte, a percepção de valor para colecionadores e entusiastas, que costumam buscar exemplares bem conservados, com histórico de manutenção documentado e com já experiência de uso em competições amadoras ou em eventos de encontro de carros clássicos.
Entre os pilares que moldaram a imagem da Mitsubishi, destacam-se a ênfase na engenharia de motores turbo, a aplicação de tecnologias que promovem maior eficiência de combustível sem sacrificar o desempenho e a aposta em plataformas de tração dianteira e, em outros modelos, em tração integral para maior controle em diferentes condições de estrada. O Eclipse GST 2.0 Turbo, por ser um patamar de entrada para o universo de performance da época, acabou por figurar como referência para muitos colecionadores que apreciam a estética do coupe com o motor centralmente posicionado em relação ao eixo dianteiro. A combinação de estilo, motor turbo e o apelo de uma era de automóveis esportivos com características que hoje remetem a nostálgias de desempenho, atrai uma comunidade de proprietários que valorizam o cuidado com a originalidade, com a documentação de serviço e com a originalidade de componentes, sempre com atenção à disponibilidade de peças para reposição no mercado atual.
É nesse contexto que a FIPE passa a desempenhar um papel relevante para a seguradora: ao mapear a percepção de valor de mercado para modelos como o Eclipse GST 1992, a instituição oferece uma régua comum para negociação, avaliação de prêmios e cálculo de franquias. O valor FIPE serve de referência, mas não é uma regra única: as seguradoras costumam considerar múltiplos fatores, como histórico de sinistros, uso do veículo (daily driver, collection, track days), quilometragem, grau de originalidade, estado de conservação e disponibilidade de peças de reposição. Mesmo assim, o valor apresentado pela FIPE funciona como uma base objetiva para a tomada de decisão, ajudando a estabelecer um patamar de cobertura que seja compatível com o veículo e com o perfil do condutor.
O papel da FIPE na avaliação de um modelo clássico esportivo
Para veículos de nicho, como o Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo de 1992, a FIPE atua como um referencial padronizado que facilita a comunicação entre comprador, vendedor, corretor e a seguradora. Em muitos casos, o valor FIPE é utilizado como referência para apólices de seguro de terceiros ou para apólices com coberturas mais amplas, que consideram o valor de reparo ou substituição do veículo. É importante entender que a FIPE não determina o preço definitivo de venda de um carro, nem o prêmio de seguro; ela oferece uma base, que precisa ser ajustada com base no estado do carro, atualizações e histórico do proprietário. No caso de modelos clássicos ou esportivos com menos disponibilidade de dados de mercado, a seguradora pode complementar a análise com informações de consultorias especializadas, avaliações independentes e extratos de histórico de manutenção, para chegar a um valor de referência que condiz com o estado real do veículo.
Ao planejar a aquisição ou aceitação de uma apólice de seguro para o Eclipse GST 2.0 Turbo, é recomendável que o comprador ou proprietário tenha em mãos documentação que comprove a originalidade, as intervenções mecânicas no motor e no sistema de turbocompressor, bem como o histórico de sinistros. Tudo isso influencia na forma como a FIPE é interpretada pela seguradora e, por consequência, no custo do seguro. Em especial, para modelos com apelo de colecionador, o seguro que abrange itens de valor de reposição, itens fácil de substituir e itens de acessório original pode ser mais indicado. A ideia é equilibrar a proteção com o custo da apólice, mantendo as coberturas alinhadas à realidade do carro e ao que se pretende proteger: motor, carroceria, sistema elétrico e os componentes específicos que compõem a identidade do Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo de 1992.
Por que a FIPE importa para seguradoras e compradores de esportivos
O interesse pela Tabela FIPE em relação a modelos como o Eclipse GST reside no papel de referência de valor de mercado que ela desempenha no ecossistema automotivo brasileiro. Para seguradoras, a integração entre o valor FIPE e a avaliação de risco permite uma precificação mais compatível com o patrimônio do proprietário, considerando que o modelo é esportivo, com potencial de desgaste mais acelerado quando mal conservado, e com custos de reposição que podem ser sensíveis ao mercado de peças usadas. Além disso, a FIPE facilita a comparação entre propostas de várias seguradoras, promovendo maior transparência na negociação. Para o comprador, entender o valor FIPE ajuda a avaliar se o preço de venda, mesmo sem preço anunciado, remunera o investimento em um carro com esse perfil de esportivo e com a necessidade de conservação especializada e de peças originais.
Em termos práticos, quem possui ou pretende adquirir um Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo 1992 deve observar alguns aspectos ao considerar a cobertura de seguro. Primeiro, o estado de conservação do motor 4G63T e do sistema de turbo é essencial: qualquer histórico de reparo ou substituição de componentes críticos deve ser documentado. Segundo, o estado da carroceria e a presença de peças originais ou de substituição compatível com o modelo influenciam valores de mercado estimados pela FIPE e, consequentemente, o valor segurável. Terceiro, a quilometragem média do veículo, o uso pretendido (ex.: uso recreativo vs. uso diário) e a frequência de utilização em eventos de carro antigo podem impactar o perfil de risco. Por fim, a disponibilidade de peças de reposição, bem como a facilidade de manutenção com oficinas especializadas, tende a mitigar aumentos de prêmio que poderiam ocorrer devido à disponibilidade limitada de componentes específicos de 1992.
Fatores que influenciam o prêmio de seguro para um esportivo de época
Para entender como o seguro é precificado, vale considerar que a seguradora observa um conjunto de fatores que vão além do valor de mercado apontado pela FIPE. Sem entrar em detalhes operacionais internos, é útil conhecer os pontos que costumam impactar o prêmio em carros esportivos de época:
- Histórico do veículo: se já sofreu sinistros, como colisões ou sinistros de roubo, pode haver impacto no prêmio inicial.
- Uso previsto: condução casual, participação em eventos ou uso em deslocamentos diários pode alterar a percepção de risco.
- Estado de conservação: motores, sistema de freios, suspensão e componentes originais influenciam o risco de falha mecânica.
- Disponibilidade de peças: a dificuldade de reposição de componentes originais pode aumentar o custo de reparo e, consequentemente, o prêmio.
Com base nesses fatores, a FIPE atua como um guia contínuo para assegurar que o valor referido pela polizza seja compatível com as condições do veículo no momento da contratação. Em modelos de nicho, esse equilíbrio entre referência de mercado, condição prática do carro e disponibilidade de peças é ainda mais relevante, exigindo uma avaliação cuidadosa por parte do segurado e da equipe de seguros para evitar surpresas futuras em casos de sinistros ou de necessidade de reposição de componentes.
Para quem está pensando em adquirir ou segurar um Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo 1992, a narrativa da marca e a leitura da FIPE devem caminhar juntas. O carro é parte de uma era onde o desempenho esportivo era traduzido em uma experiência de condução direta e emocional, sem depender de tecnologias modernas que hoje são comuns em veículos contemporâneos. Dessa forma, o valor percebido pela FIPE, aliado à condição de conservação, se torna um componente essencial para a decisão de compra e para a configuração de uma apólice de seguro que faça sentido financeiramente e tecnicamente.
Ao planejar a proteção, tenha em mente que a GT Seguros oferece opções de cotação que consideram o perfil específico de carros esportivos de época. Uma avaliação personalizada pode incluir cobertura contra colisões, incêndio, roubo e danos a acessórios originais, além de coberturas adicionais que demonstrem o valor de reposição adequado. A ideia é alinhar a proteção com o valor de mercado estimado pela FIPE, bem como com a realidade operacional do veículo no Brasil, que pode envolver particularidades de importação, documentação e disponibilidade de peças, especialmente para modelos de nicho como o Eclipse GST 2.0 Turbo 1992.
Para finalizar, vale reforçar que a análise de seguro para esse carro deve considerar três grandes pilares: o valor de referência pela FIPE, o estado físico do exemplar (mecânica, carroceria, interior) e o uso pretendido. Em conjunto, esses elementos ajudam a definir uma cobertura que proteja o patrimônio sem encarecer desnecessariamente a apólice. Se você está avaliando esse modelo e quer alinhar preço, cobertura e tranquilidade, a dica é fazer uma cotação com a GT Seguros, buscando um equilíbrio entre o custo da proteção e o valor de mercado refletido pela FIPE.
Em síntese, o Mitsubishi Eclipse GST 2.0 Turbo 1992 é um representante clássico de uma era de esportivos compactos que ainda provoca admiração entre entusiastas e colecionadores. A Tabela FIPE funciona como bússola para entender o posicionamento desse veículo no mercado brasileiro, ajudando tanto compradores quanto seguradoras a navegar com mais clareza entre valor de mercado, custo de reposição e modalidades de proteção. Com o cuidado adequado na manutenção, documentação e avaliação de estado, esse exemplar pode continuar a ser uma peça de destaque para quem valoriza a história do automobilismo e a experiência de condução que só um turbo dos anos 90 oferece. E, para quem busca proteção condizente com esse patrimônio, a cotação com a GT Seguros pode ser o passo definitivo para assegurar tranquilidade no presente e bem-estar no futuro.
