Valor FIPE Atual
R$ 23.368,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 022038-8
Ano: 1996-1
MêsPreço
Mar/26R$ 23.368,00
Fev/26R$ 23.420,00
Jan/26R$ 23.472,00
Dez/25R$ 23.517,00
Nov/25R$ 23.553,00
Out/25R$ 23.610,00
Set/25R$ 23.686,00
Ago/25R$ 23.736,00
Jul/25R$ 23.775,00
Jun/25R$ 23.799,00
Mai/25R$ 23.847,00
Abr/25R$ 23.869,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 1996 e suas implicações no seguro

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de automóveis

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é utilizada no Brasil como referência de valores médios de veículos usados. Para o setor de seguros, esses números ganham importância prática: servem como base para determinar o valor de referência de reposição, o capital segurado, a indenização em caso de perda total e, em parte, o cálculo de coberturas. Embora a FIPE seja amplamente adotada por seguradoras, não representa, necessariamente, o preço de compra ou venda de um automóvel específico no momento da contratação. Diversos fatores podem fazer com que o valor real de mercado varie, como estado de conservação, histórico de manutenções, quilometragem, configurações opcionais e alterações ao longo do tempo. Em veículos mais antigos, como o Pajero GLS 3.0 V6 de 1996, a leitura da FIPE ganha ainda mais relevância porque ajuda a estimar o custo de reposição em caso de sinistro, ou o valor de referência para avaliações de renovação de apólices e para decisões de seguro com franquias mais adequadas ao perfil do carro.

Para quem está buscando entender melhor como isso afeta a proteção do veículo, vale observar que a FIPE não é estática: os valores são atualizados periodicamente com base em transações de mercado e condições econômicas. Assim, a seguradora pode utilizar o valor de referência da FIPE para comparar com a condição real do veículo no momento da contratação ou renovação, ajustando coberturas, limites e, consequentemente, o custo do seguro. No caso de um modelo como o Pajero GLS 3.0 V6 2 portas, com motor robusto e histórico de uso off-road, a leitura da tabela pode ajudar a perceber como fatores como idade, raridade de peças e disponibilidade de assistência técnica podem influenciar o prêmio, mesmo quando não há uma variação brusca na faixa etária do veículo.

Tabela FIPE Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 1996

É importante reforçar que, ao planejar a contratação de seguro, o caminho recomendado é conhecer a forma como a FIPE orienta o valor de referência, mas também entender as particularidades do seu veículo. Por exemplo, um Pajero 1996 apresentado com boa conservação, histórico de manutenção completo e cuidar da originalidade de componentes pode apresentar um valor de referência mais estável ao longo dos anos, reduzindo oscilações significativas no prêmio. Já veículos com modificações não originais, alterações de motor ou equipamentos de uso intensivo em trilhas podem sofrer ajustes. Por isso, além de consultar a FIPE, vale realizar uma avaliação técnica com profissionais qualificados para estimar com mais precisão o valor segurável e o regime de coberturas que melhor atende às suas necessidades.

Ficha técnica: Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 1996

O Pajero GLS 3.0 V6 de 1996, na configuração de duas portas com transmissão manual, é um exemplar que se destacou pelo conjunto propulsor eficiente para o segmento 4×4 da época. Abaixo, apresentamos uma síntese técnica para fins de referência, com foco nas características relevantes para seguros e avaliação de uso. Quando for necessário, consulte a documentação oficial ou o histórico do veículo específico para confirmar dados exatos de cada unidade.

Principais características do veículo em termos gerais:
– Fabricante e linha: Mitsubishi Motors, Pajero GLS, geração da década de 1990, voltada ao uso em estrada com capacidade off-road moderada a robusta.
– Versão: GLS 3.0 V6 2p Mec. (duas portas, motor 3.0 litros, câmbio manual).
– Ano/modelo: 1996. O ano está associado a um conjunto técnico consolidado na época, com foco em durabilidade e utilidade em situações fora de estrada.
– Motorização: V6 de 3.0 litros (cilindrada próxima de 3.0 L), com injeção eletrônica. Este conjunto buscava equilibrar desempenho, resposta e consumo para uso misto.
– Sistema de alimentação: injeção eletrônica, com calibração típica para o período, priorizando resposta rápida do acelerador e boa entrega de torque em faixas de uso off-road.
– Transmissão: manual de 5 velocidades, com conjunto de reduçãoção disponível para uso em terreno difícil.
– Tração: 4×4, com seletor que permitia o uso em tração nas quatro rodas com acionamento para modos de menor rotação sobre superfícies deslizantes; adequado para trilhas, lama e terreno irregular.
– Número de portas e ocupação: 2 portas, configurando um modelo com espaço para até 4 ocupantes, típico de versões de dupla cabine ou esportivas da época; a configuração de 2 portas privilegiava uso off-road e disponibilidade de porta-malas com espaço útil.
– Carroceria: SUV compacto com perfil robusto, alto para enfrentar obstáculos e ter boa visibilidade, característica marcante do Pajero no período.
– Peso aproximado: valores nominais variam conforme mercado e configuração exata, mas o conjunto é reconhecido por manter uma rigidez estrutural adequada à época.
– Dimensões e capacidade: dimensões aproximadas que favorecem manobrabilidade em trilhas, além de um vão livre que ajudava em obstáculos. Capacidade do tanque de combustível típica para a linha em questão, facilitando viagens com autonomia.
– Sistemas de segurança e conforto: em 1996, modelos dessa linha já traziam itens básicos de conforto; recursos como ar-condicionado, direção assistida e sistemas de som eram comuns, com variações entre as versões. Em termos de segurança, itens como cintos de segurança e estrutura de proteção básica eram padronizados, com atenção para a disponibilidade de itens adicionais conforme a versão comercializada.
– Partidas e manutenções: o Pajero da época valorizava componentes mecânicos robustos, com intervalos de manutenção que incentivavam a revisão periódica de itens como sistema de ar, freios, suspensão e sistema de arrefecimento, fatores relevantes para o histórico de manutenção do veículo e para a avaliação de segurabilidade.
– Observação sobre especificidade: por tratar-se de uma versão antiga, a disponibilidade de peças originais pode variar por região e estado; isso pode impactar não apenas a manutenção, mas também aspectos de reposição de valor na avaliação de seguro, quando houver sinistro ou necessidade de assistência técnica.

A marca Mitsubishi: legado, tecnologia e reputação no mundo off-road

A Mitsubishi, como fabricante global, consolidou ao longo das décadas uma imagem fortemente associada a veículos com boa capacidade off-road, robustez e confiabilidade mecânica. O Pajero, conhecido por sua presença em competições de rally e por sua aplicação prática em uso diário, foi um dos modelos que ajudou a moldar esse posicionamento. O DNA da marca inclui uma engenharia de drivetrain que favorece a tração integral, sistemas de suspensão que suportam terrenos desafiadores e uma abordagem de engenharia que privilegia durabilidade em condições adversas. Mesmo em versões mais antigas, o Pajero transmitia a ideia de um veículo preparado para enfrentar adversidades, sem abrir mão do conforto ao dirigir em estradas comuns. A identidade da Mitsubishi, nesse contexto, se conecta à ideia de utilidade prática, mantendo a capacidade de responder com consistência sob uso intenso, e, por isso, é comum encontrar proprietários que valorizam manter o veículo bem cuidado, com manutenção em dia e peças originais ou certificadas para preservar a confiabilidade associada à marca.

Como a Tabela FIPE influencia as decisões de seguro para um veículo antigo como este

Ao considerar um Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1996, entender o papel da FIPE ajuda a perceber por que o valor segurado e o prêmio podem ter comportamentos diferentes ao longo do tempo. A FIPE oferece uma referência que ajuda a estabelecer o piso de reposição ou de indenização em caso de sinistro, servindo como base objetiva para comparação entre propostas de seguro. Em veículos de idade avançada, a equipe de seguros costuma considerar, além da referência FIPE, fatores como o estado do automóvel, a disponibilidade de peças, o histórico de manutenção, o histórico de sinistros e o uso real do veículo (diário ou eventual off-road). Esses elementos podem influenciar a escolha de coberturas adicionais, a necessidade de serviços de guincho, assistência 24 horas, proteção de vidros, entre outros itens que integram uma apólice completa para modelos clássicos, com foco na reposição de peças originais ou compatíveis, e na redução de custos com peças de reposição menos comuns.

Nesse cenário, entender a origem da referência FIPE ajuda o proprietário a negociar melhor as coberturas com a seguradora e a compreender as margens de ajuste de prêmio ao longo de meses e anos. Para modelos como o Pajero 1996, que podem exigir peças específicas ou manutenção mais detalhada devido à idade, as seguradoras costumam valorizar boas práticas de conservação, laudos de vistoria atualizados e comprovantes de manutenção, que ajudam a confirmar que o veículo está preservado conforme o esperado para a faixa etária. A leitura cuidadosa da FIPE, associada a uma ficha técnica bem documentada e a um histórico de manutenção sólido, pode contribuir para que o seguro permaneça alinhado com o valor real de reposição, sem excedentes desnecessários no prêmio.

Dicas práticas para manter o Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 1996 em bom estado e preservar o valor de seguro

Para quem administra um Pajero antigo ou de colecionador híbrido entre uso diário e atividades off-road moderadas, algumas ações simples e consistentes ajudam a manter o veículo com boa performance, além de favorecer a manutenção do valor segurável. Abaixo segue uma lista prática com sugestões que podem fazer a diferença ao longo dos anos, sem exigir grandes investimentos de imediato.

  • Documentação organizada: mantenha em dia licenciamentos, registros de inspeção veicular, histórico de manutenção e notas fiscais de peças originais ou certificadas. A documentação clara facilita a avaliação pela seguradora e pode acelerar o processo de indenização, se necessário.
  • Manutenção preventiva: siga o plano de revisões recomendado para motores V6 da época, com atenção especial ao sistema de arrefecimento, correias, óleo e filtros, alinhamento e suspensão. Um histórico de manutenção bem cuidado tende a reduzir o risco de falhas mecânicas e aumenta a confiabilidade do veículo.
  • Conservação de peças originais: sempre que possível, utilize componentes originais ou de qualidade equivalente, especialmente em itens críticos como motor, sistema de transmissão, suspensão, freios e carroceria. A disponibilidade de peças influencia a facilidade de reparo e o custo de manutenção, o que, por sua vez