| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 42.247,00 |
| Fev/26 | R$ 42.341,00 |
| Jan/26 | R$ 42.435,00 |
| Dez/25 | R$ 42.516,00 |
| Nov/25 | R$ 42.580,00 |
| Out/25 | R$ 41.141,00 |
| Set/25 | R$ 41.348,00 |
| Ago/25 | R$ 41.556,00 |
| Jul/25 | R$ 40.151,00 |
| Jun/25 | R$ 40.192,00 |
| Mai/25 | R$ 40.273,00 |
| Abr/25 | R$ 40.310,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE do Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002
Ao falar de seguro, avaliação de veículo usado e planejamento financeiro ligado a automóveis, a Tabela FIPE é uma referência que costuma aparecer com frequência. No universo dos modelos Mitsubishi, especialmente quando consideramos uma versão específica como a Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002, entender como funciona a Tabela FIPE permite discutir valores de forma informada, ainda que não devamos tratar de preços diretamente neste espaço. O objetivo é compreender a função da tabela, como ela é construída, quais impactos traz para seguros e como ela se aplica a um veículo com as características da Pajero de duas portas, equipada com motor 3.0 V6 e câmbio manual. Ao longo deste texto, vamos abordar não apenas a dimensão técnica do carro, mas também o papel da marca, a lógica de formação dos valores e as melhores práticas para utilizar a FIPE no contexto de seguros.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguradoras e compradores
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é uma referência de preços médios de venda de veículos usados no Brasil. Embora o uso principal seja facilitar negociações entre consumidores, financiamentos e reajustes de contratos, as seguradoras a utilizam como base para estimativas de valor de mercado, o que influencia a definição de coberturas, franquias e valores de indenização em sinistros. Para o Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002, a tabela traz uma referência consolidada que considera o histórico de negociações do modelo, ano e configuração sediante, respeitando as peculiaridades da versão de duas portas e a motorização 3.0 V6, com transmissão manual. Em termos simples, a FIPE atua como um “norte” para entender quanto, de forma média, o veículo poderia valer em determinadas condições de mercado, servindo como base para cálculos de seguro, empréstimos veiculares, avaliação de depreciação e, sobretudo, para a precificação de coberturas associadas a danos, roubo ou perda total.

É importante compreender que o valor FIPE não é um preço fixo nem representa uma venda específica. Ele funciona como uma média ponderada, obtida a partir de dados coletados periodicamente de transações reais. Por isso, fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, cor, localização geográfica e eventuais modificações podem levar o valor do veículo a divergir da referência oficial. No caso da Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002, que pertence a uma geração antiga da linha Pajero, a variação regional e o estado de preservação costumam ter impactos significativos na leitura de mercado, algo que as seguradoras observam de perto na hora de calibrar apólices e coberturas.
Ao longo da leitura, você verá que o foco é o entendimento conceitual da relação entre FIPE e seguro, com destaque para a prática de consulta, a interpretação de faixas e a relação com a ficha técnica do veículo. O objetivo é oferecer uma visão educativa para profissionais de corretagem, proprietários de Pajero e interessados em planejamento financeiro, sem perder o foco no tema exato: a Tabela FIPE Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002.
Ficha técnica do Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002
A Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002 representa uma configuração específica dentro da linha Pajero, destacando a combinação de dois elementos centrais: uma carroceria de duas portas e o motor 3.0 V6 com câmbio manual. Abaixo está uma síntese objetiva da ficha técnica — com foco nos aspectos que costumam influenciar a avaliação de risco para seguro e, consequentemente, a leitura da FIPE para esse modelo:
- Motor: 3.0 litros V6 (comercialmente conhecido pela família de motores 6G72 em muitas versões do Pajero), 24 válvulas, alimentação por injeção integrada, configurado para favorecer desempenho em utilitários SUV com bom torque de arranque e capacidade de reboque moderada.
- Transmissão: manual de 5 velocidades, configurando uma condução tradicional de SUV robusta, com resposta direta do motorista e controle de marcha para terrenos variados.
- Tração: 4×4 com sistema de redução e seletores que permitem transitar entre modos 4×4 alto e reduzido, adequado para uso em lama, areia e piso irregular, preservando a capacidade de controle em situações desafiadoras.
- Dimensões e peso: carroceria própria de um SUV compacto de duas portas, com largura e altura compatíveis com a linha Pajero da época, apresentando interior modesto para o segmento, capacidade moderate de carga e tanque de combustível com autonomia suficiente para trajetos longos. O peso próprio fica na faixa típica de SUVs médios daquela geração, influenciando a performance e o consumo, bem como a dinâmica em manobras de emergência.
Essa ficha técnica compacta serve para entender como o veículo se posiciona dentro do ecossistema automotivo da época, o que, por sua vez, impacta o cálculo de risco para seguros. Em particular, a combinação motor V6 3.0 e câmbio manual, associada a uma configuração 4×4, costuma ser vista pela seguradora como veículo com perfil de uso misto: tráfego urbano, estradas de terra e percursos com maior exigência de torque e estabilidade. A confiabilidade de uma motorização V6 dessas características, aliada à robustez típica da linha Pajero, cria uma base estável para avaliação de sinistros e depreciação, ainda que as condições específicas de cada exemplar — histórico de manutenção, estado de conservação, quilometragem e modificações — possam alterar a leitura da FIPE até certo ponto.
A marca Mitsubishi: tradição, tecnologia e robustez em SUVs SUV
A Mitsubishi Motors, mundialmente conhecida, construiu ao longo das décadas uma reputação sólida em termos de inovação, durabilidade e desempenho em terrenos variados. Embora a marca tenha passado por fases de reorganização corporativa e ajustes estratégicos ao longo dos anos, o portfólio de SUVs da Mitsubishi, especialmente a família Pajero (conhecida na América do Sul como Montero em alguns mercados), consolidou-se como referência para quem busca capacidades off-road, confiabilidade mecânica e conforto em rodovias. A Pajero, em particular, tornou-se símbolo de uma linha de veículos que combina presença, robustez e tecnologia acessível, com foco em utilitários esportivos que atendem a famílias, profissionais que dependem de veículos para trabalho em diferentes condições de estrada, e entusiastas que valorizam a sensação de condução segura em terreno desafiador.
Essa tradição de engenharia se reflete na forma como a marca aborda aspectos como a distribuição de peso, a rigidez estrutural, o sistema de tração e a relação entre performance e consumo. Mesmo em versões mais antigas, como a Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002, é possível observar uma filosofia de projeto voltada para a versatilidade: motor capaz de entregar desempenho adequado para ultrapassagens com carga estática, suspensões que equilibram conforto com estabilidade em vias de terra, e soluções de ergonomia que favorecem a experiência do motorista em jornadas longas. A relação entre a marca e os consumidores, nesse sentido, não se resume a uma estética ou a números de desempenho, mas a uma reputação construída por décadas de presença constante no mercado de utilitários esportivos no Brasil e no mundo.
Ao considerar a Tabela FIPE para um veículo da família Pajero, é útil lembrar que a marca tem um histórico de depreciação relativamente estável para modelos bem conservados, o que costuma favorecer acordos de seguro mais equilibrados. No entanto, cada exemplar carrega suas próprias nuances — histórico de manutenção, peças substituídas, eventual envelhecimento de componentes críticos e o estado geral de conservação — que devem ser levados em conta pela seguradora ao definir coberturas, franquias e valores resgatáveis em caso de sinistro. Em resumo, a marca, com sua tradição, atua como um componente de credibilidade na avaliação de risco, ao lado de fatores específicos de cada carro, chegando à leitura de FIPE como um ponto de referência útil para orientar decisões de seguro e proteção veicular.
Como a Tabela FIPE é calculada e como interpretar os valores para seguros
A lógica por trás da Tabela FIPE envolve a coleta de dados de transações de veículos usados em todo o país, segmentadas por marca, modelo, versão, ano de fabricação e faixa de valor. O cálculo resulta em médias que representam o que se observa no mercado em determinadas condições, permitindo uma base objetiva para avaliações de seguradoras, bancos e compradores. Ao tratar de um Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002, o valor FIPE reflete, entre outros aspectos, a antiguidade do modelo, a saturação do mercado de reposição e o desempenho histórico da versão 2p com câmbio manual, levando em conta a possibilidade de disponibilidade de peças de reposição e o custo de manutenção típico desta configuração.
É fundamental entender que a FIPE é uma referência de preço, não o preço de venda de uma unidade específica. Quando uma seguradora utiliza a FIPE como base, ela está operando com uma estimativa que facilita a uniformidade de critérios entre segurados, sem, no entanto, impedir ajustes por fatores específicos de cada veículo. Por exemplo, um Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002 bem conservado, com histórico de manutenção completo, pode apresentar uma leitura de FIPE que não condiz exatamente com o preço de reparo real em um sinistro, especialmente se houver disponibilidade de peças originais, mão de obra local ou particularidades regionais que influenciam o custo de conserto. Assim, a FIPE funciona como uma referência central, que, quando utilizada com critério, facilita a precificação de seguros, franquias e indenizações, mantendo a transparência para o consumidor.
Em termos práticos, para quem acompanha o tema, vale entender algumas nuances ao interpretar o valor FIPE. Em especial, veja como os itens a seguir influenciam a leitura para o Pajero 2002:
- Caso o veículo tenha histórico de manutenção regular, com registros, tende a manter uma leitura de FIPE mais estável, o que favorece condições de seguro mais equilibradas.
- Modelos com alterações estruturais, modificação de motor ou equipamentos suplementares podem sofrer variações de valor na FIPE, refletindo impactos na avaliação de risco.
- Veículos com quilometragem elevada costumam registrar leituras diferentes, pois o desgaste natural influencia a percepção de depreciação pela seguradora.
- A disponibilidade regional de peças originais pode afetar o custo de reparo, influenciando, indiretamente, a leitura de valor de reposição utilizado pela seguradora para cálculo de indenização.
Como consultar a Tabela FIPE para o Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002
Consultar a Tabela FIPE de forma correta envolve alguns passos lógicos que ajudam a evitar equívocos, especialmente quando o objetivo é orientar uma cotação de seguro para a Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002. Abaixo, apresentamos um conjunto de práticas recomendadas para leitura eficiente:
- Informe corretamente a versão do veículo: Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 2002 — detalhar o ano, a configuração de duas portas e a transmissão manual evita confusões com outras variações do modelo, como as versões com 4 portas ou câmbio automático.
- Confirme a referência temporal: utilize a leitura da FIPE correspondente ao mês mais recente disponível, lembrando que a tabela é atualizada mensalmente e pode sofrer ajustes conforme o mercado.
- Considere a diversidade de faixas: dentro da mesma versão, pode haver variações por faixa de ano/modelo; use filtros para confirmar que está comparando unidades com características próximas da sua.
- Correlacione com o estado de conservação: leve em conta o estado de conservação, histórico de sinistros, e a quilometragem, pois esses elementos podem levar a divergências entre o valor FIPE e o valor aplicado pela seguradora para cálculo de prêmio.
Nesse caminho, é comum que corretores de seguros utilizem a FIPE como referência principal, complementando-a com avaliações técnicas próprias, inspeções e dados de mercado regional. A ideia é chegar a uma solução que replica, na prática, o custo de reposição ou de indenização, sem dist
