| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 32.078,00 |
| Fev/26 | R$ 31.761,00 |
| Jan/26 | R$ 31.641,00 |
| Dez/25 | R$ 31.517,00 |
| Nov/25 | R$ 31.205,00 |
| Out/25 | R$ 31.035,00 |
| Set/25 | R$ 30.427,00 |
| Ago/25 | R$ 30.126,00 |
| Jul/25 | R$ 29.828,00 |
| Jun/25 | R$ 29.533,00 |
| Mai/25 | R$ 29.593,00 |
| Abr/25 | R$ 29.620,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao Mitsubishi Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1997: ficha técnica, história da marca e dicas para seguros
A Tabela FIPE é a referência mais utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Ela serve como base para negociações entre compradores e vendedores, além de orientar corretores de seguros na definição de prêmios, coberturas e limites. No caso do Mitsubishi Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1997, a referência FIPE pode indicar uma faixa de valores que ajuda na simulação de seguro, na hora de ajustar a cobertura por modelo, idade do carro e condição de uso. Mesmo sem considerar o preço atual no texto, entender os componentes que costumam influenciar a avaliação FIPE é essencial para quem busca proteção adequada, manutenção confiável e uma operação de venda ou aquisição com mais segurança.
Ficha técnica (resumo) do Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1997
- Motor: V6 3.0 L (código 6G72)
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: 4×4
- Potência e torque: aproximadamente 150–170 cv; ~210–225 Nm de torque
O Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1997 é uma versão que preserva o espírito robusto da linha Pajero, com carroceria de aufgebaut tradicional de utilitário esportivo, confiabilidade mecânica típica da Mitsubishi e uma configuração 4×4 preparada para uso misto urbano e off-road leve a moderado. Em termos de dimensões, esse modelo tende a apresentar comprimento próximo a 4,4 a 4,8 metros, largura na casa de 1,7 a 1,8 metro e altura que pode variar conforme o uso de rack, trilho de teto e equipamentos adicionais. O entre-eixos em veículos deste porte costuma se aproximar de 2,6 a 2,8 metros, contribuindo para a estabilidade em piso irregular e para a capacidade de transportar passageiros com conforto relativo, ainda que o foco seja utilitário. O peso bruto e o peso em ordem de marcha variam conforme a configuração de itens opcionais, pintura, rodas e pneus originais ou substituídos ao longo dos anos.

Desempenho, conforto e uso cotidiano
O motor 3.0 V6 utilizado pelo Pajero GLX 4p de 1997 representa uma arquitetura conhecida pela sua robustez. O conjunto V6 oferece torque suficiente para condução em aclives, carga de passageiros e reboques leves, em linhas de rotações que costumam se manter estáveis em faixas intermediárias. Em vias urbanas, o câmbio manual de cinco marchas permite boa relação entre economia em estrada e resposta em retomadas, ainda que o carro tenha perfil voltado para o conforto de uso diário, com suspensão que prioriza absorção de irregularidades sem sacrificar a estabilidade em retas. Em trechos urbanos com pavimento irregular ou com buracos, a geometria típica da Pajero facilita o manejo, especialmente com a tração 4×4 disponível para ralis leves de estrada de terra, piso molhado ou lama moderada. A dirigibilidade é marcada pela diagonista robustez, pela posição elevada de condução e pela visibilidade ampla, características que ajudam tanto no estacionamento de frente quanto em manobras em terrenos desafiadores.
Quanto ao conforto, o interior da época prioriza uma configuração simples, porém prática: instrumentação legível, espaço decente para quatro ocupantes em viagens mais longas e uma área de carga que, com os bancos traseiros rebaixados, favorece o transporte de volumes maiores. O isolamento acústico, típico de utilitários da época, pode não rivalizar com sedãs modernos, mas cumpre o objetivo de manter a cabine protegida em velocidades moderadas, com ruídos compatíveis para um veículo de uso misto. A ergonomia, especialmente para o motorista, costuma ser boa, com posição de assento que facilita ajustes para diferentes estaturas e alcance. Em termos de consumo, carros dessa geração com motor V6, transmissão manual e tração 4×4 costumam apresentar variações consideráveis conforme peso de carga, uso do 4×4, terreno e estilo de condução, então a avaliação na FIPE leva em conta essa faixa de uso ao comparar com outras opções do mesmo período.
A marca Mitsubishi: legado, qualidade e presença no segmento off-road
A Mitsubishi Motors Corporation construiu ao longo de décadas uma reputação sólida no conjunto de veículos SUV e off-road. O Pajero, em especial, consolidou-se como um símbolo de robustez, capacidade de tração e durabilidade em condições desafiadoras. O DNA da marca no segmento de utilitários esportivos se manifesta na engenharia de tração integral, na construção de estruturas resistentes a impactos e na manutenção de componentes que suportam uso intenso em trilhas, terrenos de terra, lama e em estradas pouco pavimentadas. Além disso, a Mitsubishi tem histórico de inovação em tecnologia de tração 4×4, sistemas de controle de tração, suspensão reforçada e soluções para ambientes com geometrias variáveis. Para o consumidor de hoje que olha para modelos históricos ou de linha clássica, o Pajero GLX de 1997 traz esse legado de confiabilidade, com a vantagem adicional de encontrar peças de reposição em geral de fácil acesso, desde componentes mecânicos até itens de acabamento e substituições de mercado de reposição secundária.
A compreensão da marca ajuda o segurado a ter uma visão mais clara sobre as eventuais necessidades de manutenção e sobre a probabilidade de disponibilidade de peças, o que, por sua vez, influencia a percepção de risco na hora de contratar um seguro. Além disso, o posicionamento histórico da Mitsubishi em termos de confiabilidade ajuda a justificar escolhas de coberturas como proteção contra colisões, roubo/furto, danos a terceiros e assistência veicular, sempre avaliando o histórico do modelo na FIPE e o custo de reposição de componentes, que pode variar conforme a disponibilidade de peças no mercado brasileiro ao longo dos anos.
Conservação, histórico e dicas para manter o valor na FIPE
Para preservar o valor de mercado representado pela referência FIPE e manter a propriedade do Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec de 1997 como um ativo estável, é fundamental adotar uma rotina de manutenção preventiva alinhada aos padrões do fabricante. O histórico de manutenções, a qualidade da documentação e a consistência de peças utilizadas durante as intervenções pesam muito na avaliação da tabela FIPE, pois mostram se o carro recebeu tratamento adequado ao longo do tempo. Abaixo estão práticas recomendadas que ajudam a preservar o veículo sem abrir mão do uso diário:
- Realizar trocas de óleo, filtros de óleo, ar e combustível seguindo o manual e com fabricantes aprovados, dentro dos intervalos indicados pela concessionária ou pela linha de reposição de peças. Isso reduz o desgaste do motor e ajuda a manter a eficiência de combustível, bem como a resposta do motor em diversas situações de condução.
- Proceder com inspeções regulares de freios, suspensão, direção e pneus. Pneus em bom estado, freios com pastilhas e discos dentro da especificação e suspensão sem folgas contribuem para uma condução segura e estável, o que, por consequência, influencia a avaliação de risco no seguro e o custo de manutenção a longo prazo.
- Manter o sistema de arrefecimento em condições ideais, com troca de líquido de arrefecimento conforme orientações do fabricante e checagem de mangueiras. O sobreaquecimento pode causar danos graves ao motor, impactando não apenas o desempenho, mas também o valor de revenda.
- Documentar o histórico de manutenção de forma organizada: notas, notas fiscais, datas de serviços, peças utilizadas e milhagens nos momentos das intervenções. Ter um registro claro facilita a avaliação de valor e ajuda corretores a oferecer opções de seguro mais alinhadas ao estado real do veículo.
Como a Tabela FIPE influencia as decisões de seguro
Ao se tratar de seguros de automóveis, a FIPE atua como referência para o objeto segurado. O valor FIPE não é o preço efetivo de venda, mas uma estimativa que orienta a definição de valor segurado, apólices com cobertura de valor agregado e limites de indenização, bem como o cálculo de prêmios. Em veículos com linhas históricas, como o Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1997, a FIPE pode ser sensível a fatores como: disponibilidade de peças no mercado, raridade de exemplares em condições originais, histórico de sinistros e demanda no segmento de SUVs usados de maior porte. Corretores de seguros utilizam essa referência para calibrar coberturas contra colisão, roubo/furto, incêndio e danos a terceiros, além de avaliar a necessidade de coberturas adicionais, como assistência 24 horas, carro reserva e proteção para acessórios originais ou instalados pelo proprietário.
É comum que a seguradora peça documentação comprobatória da condição do veículo, como notas de manutenção, registros de revisões e histórico de propriedade, para assegurar que o valor segurado está adequado à condição real do automóvel. Em modelos clássicos ou de cockpit com mais idade, a cobertura pode incluir cláusulas específicas de depreciação e de reposição de peças originais, bem como condições especiais de sinistro. Por isso, entender a relação entre o valor FIPE, a condição do veículo e as coberturas disponíveis ajuda o comprador ou proprietário a escolher planos que ofereçam proteção suficiente, sem pagar por coberturas desnecessárias.
Para quem busca planejamento financeiro e tranquilidade, ter clareza sobre esse conjunto de fatores facilita a decisão de contratar um seguro com a cobertura adequada ao perfil de uso, à forma de condução e ao ambiente em que o Pajero 1997 opera, seja em cidades com estradas desafiadoras, seja em trilhas de lazer aos fins de semana.
Se você está avaliando opções de proteção para este veículo, é aconselhável conversar com um corretor experiente, que saiba relacionar a Tabela FIPE, o estado real do carro, o histórico de manutenção e o uso cotidiano para indicar o conjunto de coberturas mais adequado. A depender da avaliação, podem ser sugeridas coberturas adicionais, franquias personalizadas e serviços de assistência que agregam valor à proteção, mantendo o custo dentro de uma faixa compatível com o uso pretendido.
Ao final, a escolha de seguro deve refletir não apenas o valor estimado pela FIPE, mas também o custo de reposição de peças originais, a disponibilidade de serviços na região e a sua própria memória de uso do veículo. Um Pajero que foi bem cuidado ao longo de muitos anos tende a manter melhor seu valor para efeitos de seguro, especialmente quando há um histórico claro de manutenção e um registro organizado. A qualidade da condução e a confiabilidade do conjunto mecânico, aliados a um histórico de serviço bem documentado, ajudam a manter uma boa posição na FIPE e a garantir coberturas que cobrem o essencial sem exigir investimentos desnecessários.
Para quem busca proteção adequada para este veículo, faça uma cotação com a GT Seguros.
