| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 33.702,00 |
| Fev/26 | R$ 33.370,00 |
| Jan/26 | R$ 33.244,00 |
| Dez/25 | R$ 33.113,00 |
| Nov/25 | R$ 32.786,00 |
| Out/25 | R$ 32.723,00 |
| Set/25 | R$ 32.829,00 |
| Ago/25 | R$ 32.900,00 |
| Jul/25 | R$ 32.886,00 |
| Jun/25 | R$ 32.919,00 |
| Mai/25 | R$ 32.985,00 |
| Abr/25 | R$ 33.015,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1999
Quando pensamos em seguros, financiamentos ou na simples referência de mercado de um veículo antigo, a Tabela FIPE surge como um norte importante. Ela não é um preço fixo a ser pago, nem um orçamento definido para cada negociação, mas sim um conjunto de valores médios calculados com base em transações de venda de veículos usados no Brasil. Esses números, publicados mensalmente, ajudam corretoras, seguradoras e consumidores a entender o quão valorizado o automóvel pode estar no mercado naquela periodização. No caso específico do Mitsubishi Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1999, a tabela FIPE serve como referência para comparar cotações, calibrar o capital segurado e orientar decisões sobre cobertura e franquias, sempre lembrando que o valor efetivo pode variar conforme a condição de conservação, a quilometragem, o estado de manutenção e a região de venda.
Nesse tipo de veículo antigo, é comum que perguntas sobre o que exatamente compõe o “valor FIPE” apareçam com mais frequência: qual é o montante de referência para indenização em caso de perda total, ou qual é o patamar de cobertura para reposição. É essencial entender que a FIPE não determina o preço final de venda entre particulares nem o preço de compra em uma concessionária; ela funciona como uma referência amplamente aceita no ecossistema financeiro, de seguros e de negociações de usado. Por isso, ao planejar a contratação de um seguro para o Pajero GLX 1999, vale cruzar esse referencial com o histórico do veículo, com a condição física atual e com as coberturas escolhidas para chegar a uma proteção coerente com o valor de mercado esperado pelo mercado de usados.

Para quem atua como corretor de seguros ou está buscando entender melhor o tema, vale considerar que a idade do veículo influencia o modo como o seguro é precificado. Em modelos mais velhos, alguns fatores ganham relevância adicional, como disponibilidade de peças de reposição, histórico de sinistros de modelos parecidos, frequência de uso (dia a dia, deslocamentos curtos, uso em off-road ocasional) e a probabilidade de desgaste em componentes críticos. Por fim, lembre-se de que a FIPE também é sensível a variações regionais: uma Pajero GLX 1999 pode ter uma referência diferente entre estados ou municípios, dependendo da oferta de mercado local e da demanda de modelos 4×4 dessa geração.
Ficha técnica do Mitsubishi Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1999
A seguir estão os dados-chave que costumam compor a ficha técnica desse modelo, com observações sobre variações por mercado e configuração. Este conjunto de informações ajuda a entender o desempenho, o comportamento de consumo e as necessidades de manutenção típicas desse carro, informando também como isso impacta o seguro, o custo de reparos e a avaliação de risco.
- Motor: 3.0 litros V6 (categoria: 6G72) com configuração de combustão típica de motores V6 da época, entrega potência na faixa de aproximadamente 170 cv e torque em torno de 210–230 Nm, dependendo da calibração de fábrica e do mercado.
- Transmissão: caixa manual de 5 velocidades (Mec), com acionamento direto típico do segmento SUV da década de 1990, útil para condução off-road e uso cotidiano em vias urbanas.
- Tração e transmissão dianteira: sistema 4×4 com a possibilidade de engate em tração integral e redução por meio de uma caixa de transfer. O conjunto costuma oferecer modos 4×4 High e 4×4 Low, apropriados para terrenos desafiadores.
- Dimensões e peso: chassis robusto, com comprimento próximo de 4,7–4,8 metros, entre-eixos em torno de 2,7–2,8 metros, largura perto de 1,8–1,85 metros e peso em faixa de veículo com 1.6 a 1.9 tonelada, variando conforme equipamentos e itens de série instalados.
Notas sobre a ficha técnica: as especificações podem variar conforme o país de montagem, a linha de produção, os pacotes de acabamento e as opções de equipamento. A versão GLX 4p Mec 1999 costuma trazer itens de conforto e utilidade relevantes para um SUV 4×4 da época, como ar-condicionado, vidro elétrico, direção assistida, sistema de áudio com leitura de rádio e toca-CD, entre outros recursos que ajudavam a manter a experiência de condução agradável tanto em asfalto quanto fora dele.
Além disso, o Pajero GLX 1999 trazia considerações de manutenção próprias de um veículo com mais de duas décadas: componentes de suspensão, freios, bateria, correias e sistemas elétricos exigem verificação frequente para evitar falhas que possam impactar o custo de reparo e, por consequência, o prêmio de seguro. Entender as particularidades do motor 6G72, o sistema de arrefecimento, o histórico de emissões e o estado geral da carroceria ajuda a planejar inspeções preventivas que reduzem o risco de sinistros e ajudam a manter a proteção contratual em dia.
A marca Mitsubishi: legado em robustez e tradição no off-road
A Mitsubishi Motors Corporation, fabricante japonesa por trás do Pajero, é uma das referências globais em veículos utilitários esportivos com foco em capacidade de campo, claridade de qualidade e confiabilidade. Fundada originalmente como parte do grupo Mitsubishi, a marca consolidou-se ao longo das décadas como uma ofensiva de inovação tecnológica para SUVs e caminhonetes, com destaque para a linha 4×4 e para aplicações em ambientes desafiadores. O Pajero, conhecido em alguns mercados como Montero ou Shogun, ganhou reconhecimento internacional pela combinação de robustez mecânica, robustez de chassi e desempenho em trilha, aliado a uma habitabilidade que permitia uso diário sem abrir mão da versatilidade de lazer e aventura.
Essa posição de marca tem implicações diretas para quem busca seguro: a Mitsubishi, por ter histórico de fabricação voltado a veículos com DNA 4×4, costuma oferecer opções de manutenção mais estáveis no segmento de off-road, bem como uma base de peças de reposição difundida, ainda que em modelos mais antigos a disponibilidade possa exigir planejamento. A reputação de confiabilidade também influencia a percepção do risco por parte das seguradoras, o que pode se traduzir em condições de apólice mais equilibradas para proprietários que mantêm o veículo em bom estado, com manutenções organizadas e histórico de sinistros controlado.
Além disso, a presença do Pajero em diferentes mercados ajudou a criar uma comunidade de proprietários que compartilha conhecimento sobre revisões, upgrades eventuais e peculiaridades de conservação. Essa rede de suporte, somada a peças de reposição ainda acessíveis, pode reduzir o tempo de reparo em caso de danos simples, o que, por consequência, pode ter impacto na experiência de seguro e no custo total de propriedade ao longo dos anos.
Impacto da idade do veículo na avaliação e no seguro
Veículos com mais de 20–25 anos costumam movimentar um conjunto específico de considerações por parte de seguradoras e avaliadores. Do ponto de vista da FIPE, o valor de referência para modelos nessa faixa etária tende a ficar estável em alguns períodos, mas pode oscilar conforme a disponibilidade de peças, a demanda do mercado de usados e as condições do exemplar. Do lado da seguradora, itens como histórico de sinistros, condição de conservação (carroceria, pintura, interior), estado de acabamento e histórico de revisões influenciam o cálculo de prêmio e a escolha entre coberturas de valor de mercado versus reposição parcial. Além disso, a idade contribui para o fator de risco de roubo e furto, pois veículos mais raros em determinadas regiões podem atrair maior atenção de criminosos ou de mercados paralelos de peças.
Nesse cenário, a Tabela FIPE funciona como uma referência estável para calibrar o valor segurado, enquanto a depreciação e o custo de reparo de componentes críticos (sistema de tração, motor, câmbio, suspensão) impactam diretamente na avaliação de risco. Por isso, ao planejar a proteção de um Pajero GLX 1999, é recomendável manter o veículo em estado de conservação razoável, com documentação de manutenção em dia e um registro claro de itens que possam exigir substituição ao longo do tempo. Esses fatores tendem a favorecer condições de seguro mais justas e previsíveis, com margens que ajudam a evitar surpresas em caso de sinistro.
Dicas para comparar propostas de seguro para este modelo
Ao examinar opções de seguro para o Pajero GLX 3.0 V6 4p Mec 1999, há pontos-chave que ajudam a comparar de forma objetiva. Abaixo estão quatro diretrizes que costumam ser úteis para quem busca equilíbrio entre custo e proteção:
- Defina claramente as coberturas necessárias: responsabilidade civil, colisão, incêndio, roubo/furto, assistência 24h, legal protection e cobertura para acessórios originais. Em carros antigos, a “valor de reposição” pode ser mais adequado do que o simples valor de mercado, dependendo do objetivo do seguro e da disponibilidade de peças.
- Avalie o estado atual do veículo: faça uma checagem detalhada, com fotos atualizadas, e inclua manuais de manutenção, histórico de revisões e eventuais alterações. Serviços de uma vistoria independente podem ajudar a mensurar o estado de conservação e influenciar o prêmio final.
- Considere o uso do veículo: uso diário, deslocamentos urbanos ou viagens ocasionais para lazer podem alterar o risco de sinistro e, consequentemente, o custo da apólice. Veículos com uso restrito para lazer podem ter condições específicas de tarifa e coberturas.
- Compare franquias com atenção: franquia menor reduz o custo na ocasião do sinistro, mas eleva o prêmio; franquias maiores reduzem o custo anual, porém requerem maior desembolso na ocorrência de um sinistro. Encontre o equilíbrio que melhor caiba ao seu perfil de uso e bolso.
Além desses pontos, vale observar prazos de carência, disponibilidade de assistência em viagem, política de acessórios e opcionais originais, bem como a possibilidade de desconto por agendamento de pagamento anual ou por programas de fidelidade da seguradora. Ao alinhar essas variáveis com a referência da FIPE, você obtém uma visão mais clara de quanto investir mensalmente para manter o Pajero em proteção adequada, sem comprometer o orçamento.
É importante ressaltar que, por se tratar de um veículo com perfil de uso misto (urbano e off-road ocasional), algumas seguradoras podem oferecer tarifas com base no risco de sinistros em trilhas, estradas não pavimentadas e trechos com desgaste de rodagem. Conversar com uma corretora especializada pode ser essencial para explorar opções específicas, como período de carência mais curto para novos clientes, ou pacotes que incluam assistência de guincho em áreas remotas, o que pode ser particularmente útil para quem usa o Pajero em viagens off-road ou de aventura.
Em todas as etapas, tenha à mão informações básicas sobre o veículo, incluindo número de chassis, código do motor (quando disponível
