| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 17.501,00 |
| Fev/26 | R$ 17.540,00 |
| Jan/26 | R$ 17.579,00 |
| Dez/25 | R$ 17.613,00 |
| Nov/25 | R$ 17.640,00 |
| Out/25 | R$ 17.683,00 |
| Set/25 | R$ 17.740,00 |
| Ago/25 | R$ 17.778,00 |
| Jul/25 | R$ 17.807,00 |
| Jun/25 | R$ 17.825,00 |
| Mai/25 | R$ 17.861,00 |
| Abr/25 | R$ 17.878,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Mitsubishi Pajero GLZ 3.0 4×4 V6 1994 e como interpretar seus impactos na avaliação de seguros
A Tabela FIPE é um dos principais referências utilizadas pelo setor de seguros para mensurar o valor de mercado de veículos usados. Embora o objetivo seja padronizar a base de cálculo, a leitura correta dessa tabela envolve considerar particularidades do modelo, da configuração e do estado de conservação do carro. No caso do Mitsubishi Pajero GLZ 3.0 4×4 V6 de 1994, essa leitura se torna ainda mais relevante para seguradoras e corretores que precisam definir coberturas, valores de indenização em caso de perda total e, principalmente, as margens de depreciação ao longo do tempo. Este artigo explora como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, além de apresentar uma ficha técnica compacta, um panorama da marca Mitsubishi e orientações úteis para avaliação de seguros.
O que a Tabela FIPE representa e por que é relevante para corretores de seguros
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida mensalmente o valor de mercado médiano de veículos usados no Brasil. Ela funciona como referência para indenizações, prêmios de seguros, tributação e cálculos de depreciação. Para o Pajero GLZ 3.0 4×4 V6 de 1994, o valor indexado pela FIPE leva em conta o modelo específico, a combinação de motor V6 3.0, a tração 4×4 e o estado de conservação verificado pelo mercado de reposição. Em termos práticos, isso significa que a seguradora utiliza esse patamar para estabelecer a soma segurável, a cobertura adequada e as margens de depreciação em caso de sinistro total ou parcial. Além disso, a FIPE oferece uma referência que facilita a comunicação entre concessionárias, oficinas, seguradoras e o consumidor, promovendo transparência no processo de avaliação de risco e de indenização.

Para veículos com idades próximas de duas décadas, como o Pajero GLZ de 1994, é comum que o valor FIPE reflita não apenas a idade, mas também a história de uso, km percorridos, manutenção, características originais (ou a ausência de modificações) e a disponibilidade de peças de reposição no mercado. Por isso, corretores de seguros costumam analisar com cuidado a combinação entre o modelo, a versão GLZ, o motor 3.0 V6 e a configuração 4×4, bem como o histórico de conservação do exemplar específico que está sendo segurado. Assim, o FIPE não é apenas um número: é uma orientação que precisa ser ajustada com observações técnicas e com a realidade de cada veículo.
Ao trabalhar com veículos clássicos ou de uso misto, como o Pajero GLZ 1994, também é comum que as seguradoras façam complementos de avaliação. Esses ajustes consideram itens como revisões em dia, estado de pneus, estado de carroceria, histórico de sinistros e eventual presença de modificações que possam impactar o valor de mercado. Em termos de planejamento de seguro, entender a lógica da FIPE ajuda a estabelecer coberturas mais alinhadas com o risco real, evitar surpresas na indenização e proporcionar tranquilidade ao segurado ao longo da vigência da apólice.
Para quem atua como corretor, a combinação entre o valor FIPE e a ficha técnica do veículo oferece um guia sólido para recomendar coberturas, limites de indenização,Assistência 24h e opções de proteção contra roubo/furto ou danos a terceiros. Em modelos antigos com histórico de off-road, a avaliação de usados deve considerar também a disponibilidade de peças e a manutenção do sistema 4×4, que podem influenciar a percepção de risco e o custo de reparo. Assim, a leitura cuidadosa da Tabela FIPE, associada a uma ficha técnica detalhada, fortalece a prestação de serviço e a confiabilidade da corretora diante do cliente.
Ficha Técnica Detalhada: Pajero GLZ 3.0 4×4 V6 (1994)
A seguir, apresentamos uma ficha técnica sucinta para o Pajero GLZ 3.0 4×4 V6 de 1994. Os dados operam como referência, sabendo que podem ocorrer variações entre mercados e unidades individuais. A ideia é oferecer uma visão clara dos componentes centrais que costumam influenciar a avaliação de seguro e a percepção de valor no FIPE.
- Motor: 6G72 3.0 L V6, com injeção eletrônica e construção voltada para torque consistente em uso off-road
- Transmissão: opções manuais de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades; tração 4×4 com reduzida, voltada a desempenho em terrenos variados
- Desempenho estimado: potência na faixa de aproximadamente 165–170 cv, torque próximo de 22–25 kgf·m (values variando conforme mercado e calibragem)
- Dimensões e peso aproximados: comprimento ao redor de 4.70 metros, largura próxima a 1.80 metros, altura em torno de 1.75 metros; peso em ordem de marcha perto de 1.8–2.0 toneladas, dependendo da configuração e de acessórios instalados
Além dos itens acima, a ficha técnica costuma abordar capacidades práticas como capacidade de assentos (geralmente 5), capacidade do tanque de combustível (em torno de 70–90 litros em versões brasileiras), capacidade de carga e informações sobre o sistema de suspensorção. Em veículos dessa geração, as especificações podem sofrer pequenas variações entre unidades destinadas a diferentes mercados, mas o conjunto macro permanece estável: motor V6 eficiente para a época, câmbio robusto, sistema 4×4 com seletor de atuação e uma carroceria que equilibra uso familiar com aptidão para trilhas leves a moderadas. Esses elementos costumam influenciar a avaliação de seguro, especialmente no que diz respeito à manutenção esperada, ao custo de peças de reposição e à confiabilidade em uso off-road.
É importante notar que a potência e o torque citados são valores amplos de referência, pois a calibragem pode variar conforme a norma de emissões vigente no país de origem, o tipo de combustível disponível e as regras de homologação. Da mesma forma, as dimensões e o peso variam com itens como kit de levantamento, rodas e pneus, defesas, caçamba ou bagageiro instalado, o que também pode impactar a avaliação de risco para seguro de terceiros, colisões e roubo.
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