Valor FIPE Atual
R$ 46.869,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 022075-2
Ano: 2009-1
MêsPreço
Mar/26R$ 46.869,00
Fev/26R$ 47.106,00
Jan/26R$ 47.344,00
Dez/25R$ 47.582,00
Nov/25R$ 46.903,00
Out/25R$ 46.289,00
Set/25R$ 47.089,00
Ago/25R$ 47.691,00
Jul/25R$ 47.595,00
Jun/25R$ 46.964,00
Mai/25R$ 47.366,00
Abr/25R$ 47.128,00

Entenda a Tabela FIPE para o Mitsubishi Pajero TR4 2009: guia prático para seguros e valores de referência

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado pela indústria de seguros no Brasil para orientar o valor de referência de veículos usados. Quando uma corretora ou seguradora utiliza esse índice, o objetivo é chegar a um valor justo que sirva como base para coberturas, indenizações em caso de sinistro e recomposição de veículo. No caso de modelos como o Mitsubishi Pajero TR4, ano 2009, com configuração 2.0/2.0 Flex 16V 4×4 Automático, a leitura da FIPE ajuda a entender o que, de fato, está sendo assegurado e como esse valor impacta diferentes coberturas. Abaixo, exploramos a relação entre a tabela FIPE, o perfil do veículo e o que isso significa para quem busca proteção veicular adequada.

Como a Tabela FIPE funciona e por que é relevante para o seguro

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta dados de venda de automóveis usados no mercado brasileiro para estabelecer mensalmente uma tabela de valores de referência. Esses números refletem, em média, o preço praticado pelas transações de carros em diferentes estados, distritos e regiões do país. Para quem contrata seguro, esse valor funciona como parâmetro para o cálculo de prêmios, limites de cobertura e indenização em caso de perda total ou dano ao veículo.

Tabela FIPE Mitsubishi Pajero TR4 2.0/ 2.0 Flex 16V 4×4 Aut. 2009

É importante entender que a FIPE não representa o preço exato de venda de uma unidade específica. Condições como quilometragem, estado de conservação, histórico de uso, acessórios adicionais e depreciação impactam o valor final. Por isso, as seguradoras costumam permitir ao segurado declarar um valor de avaliação superior ou inferior à FIPE, dentro de limites acordados, desde que haja justificativa documental (laudos, manuais, histórico de manutenção, notas fiscais de acessórios, etc.). Em veículos com versões específicas, como o Pajero TR4 2.0/2.0 Flex 16V 4×4 Aut., a variação entre a FIPE e o valor de mercado pode ocorrer por fatores regionais, disponibilidade de peças e particularidades da configuração 4×4 com câmbio automático.

Para quem atua como corretor de seguros, entender a dúbia relação entre FIPE, preço de mercado e real estado do veículo é crucial. No momento de cotar, é fundamental saber se a apólice utiliza apenas a referência da FIPE, ou se o segurado pode ajustar esse valor com base em documentação que comprove a condição veicular. Além disso, vale considerar que a escolha de coberturas, franquias e reposição de peças pode influenciar diretamente o prêmio. Em veículos com motor flex, como o Pajero TR4 2009, a diferença entre gasolina e etanol pode influenciar percepções de depreciação e custo de reposição de componentes específicos, o que também pode ir para o cálculo final do seguro.

Ficha técnica do Mitsubishi Pajero TR4 2.0/2.0 Flex 16V 4×4 Aut. 2009

Abaixo está uma ficha técnica resumida para a versão Mitsubishi Pajero TR4 2.0/2.0 Flex 16V 4×4 Automático, ano 2009. Os dados apresentados ajudam a entender o perfil do veículo e como ele se encaixa nas avaliações de valor na FIPE e na hora de contratar seguro. Vale mencionar que, dependendo do mercado (Brasil, especificações regionais) e da configuração exata, alguns números podem variar ligeiramente.

  • Motor: 2.0 L, 16V, flex (gasolina/etanol), quatro cilindros
  • Transmissão: automática de 4 velocidades
  • Tração: 4×4 com sistema de reduzida (bloqueio de diferencial em algumas versões) para uso off-road leve a moderado
  • Capacidade de assentos: 5 lugares (configuração típica de SUV com banco traseiro em 2+/3)

Aspectos adicionais da ficha técnica ajudam a entender a robustez do Pajero TR4. O conjunto 4×4 com câmbio automático costuma privilegiar quem usa o veículo em estrada de terra, trilhas leves ou condições de terreno desafiadoras, mantendo, ao mesmo tempo, conforto de condução em uso cotidiano. A composição mecânica de motores de 2.0 L com engenharia 16V busca equilibrar desempenho e eficiência para um SUV de porte médio. Em termos de segurança e conforto, recursos como freios com ABS, airbags em versões mais completas, além de controles de estabilidade ou tração podem variar conforme o pacote de itens de fábrica da unidade adquirida. Em muitos casos, modelos 2009 instalavam airbags frontais e sistema de freios com assistência, mantendo um patamar de proteção básico adequado para a época.

Dados de dimensões, peso e capacidade de tanque costumam aparecer na ficha técnica completa fornecida pela montadora ou pelo fabricante local. Em versões como a TR4 2.0/2.0 Flex, é comum encontrar comprimento próximo de quatro metros e meio a cinco metros, largura em torno de 1,8 m e altura suficiente para acomodar o conjunto de suspensão traseira e eixo rígido típico de SUVs de esse segmento. A capacidade de bagagem e o peso de operação variam conforme opcionais, configuração de bancos e até mesmo o conjunto de aro/rin de rodas utilizado pela unidade em questão.

A marca Mitsubishi: herança, qualidade e percepção de off-road

A Mitsubishi Motors é uma marca com história marcada por tecnologia e desempenho em capacetes de aventura. Com raízes que atravessam várias décadas, a Mitsubishi consolidou uma identidade de robustez, durabilidade e foco em caminhões, SUVs e veículos utilitários. No Brasil, a presença da marca, especialmente por meio de linhas como o Pajero, ganhou espaço pela combinação de capacidade off-road, resistência em condições desafiadoras e uma rede de assistência que favorece a manutenção de modelos com maior uso prático em estradas rurais e caminhos não pavimentados.

Dentro da linha de SUVs, o Pajero (incluindo a geração TR4) carrega o DNA de um veículo feito para enfrentar terrenos complicados sem comprometer o conforto diário. A reputação de confiabilidade, aliada à disponibilidade de peças e suporte técnico, costuma ser considerada pelos consumidores que precisam de um veículo com aplicação urbana e possibilidades de uso fora de asfalto. Além disso, a marca investiu em tecnologia de tração e suspensão que, em diversas versões, busca um equilíbrio entre desempenho em trilhas e estabilidade em rodovias, o que também influencia a percepção de valor e de depreciação de mercado ao longo do tempo.

Para quem trabalha com seguros, a percepção de marca pode impactar a decisão de cobertura. Veículos de marcas com histórico de reparabilidade, disponibilidade de peças e rede de assistência tendem a apresentar avaliações de risco mais previsíveis, o que pode se refletir em condições de seguro mais estáveis ao longo de períodos de renovação. Por outro lado, a escolha de acessórios, pacotes de proteção e histórico de manutenção também pesa na determinação do prêmio, principalmente quando a FIPE serve como referência de valor para reposição ou indenização.

Como a FIPE influencia o seguro do Pajero TR4 2009

Ao calcular o prêmio do seguro, a FIPE entra como um dos parâmetros primários para definição do valor a ser assegurado. Quanto maior o valor de referência, geralmente maior tende a ser o prêmio, pois o custo de reposição ou de reconstrução do bem fica mais alto. No entanto, é comum que seguradoras permitam ao segurado declarar um valor diferente da FIPE, desde que haja comprovação documental da condição real do veículo (estado de conservação, histórico de manutenção, acessórios instalados etc.). No caso do Pajero TR4 2009, com configuração 2.0/2.0 Flex 16V 4×4 Aut., esse equilíbrio entre FIPE e valor declarado ganha ainda mais relevância quando o veículo é utilizado tanto em vias urbanas quanto em trajetos fora de estrada, onde a probabilidade de danos e a exigência de peças específicas podem ser maiores.

Além disso, o tipo de cobertura escolhido influencia o peso da FIPE no prêmio. Em uma apólice que inclua danos a terceiros, colisão, incêndio e roubo, a base de cálculo pode se apoiar na FIPE para estimar o equilíbrio entre valor garantido e franquias. Em casos de reconstrução total, a indenização pode seguir o valor de referência FIPE ou o valor declarado, conforme o contrato. Por isso, compreender a Fipe e consultar a documentação de sua unidade (ficha técnica, nota fiscal de acessórios, histórico de manutenção) pode melhorar a precisão na escolha de coberturas ideais e na negociação de condições com a GT Seguros, por exemplo.

Dicas rápidas para entender e aplicar a FIPE no seu seguro

  • Confira periodicamente a sua referência FIPE para o Pajero TR4 2009, especialmente quando houver atualizações sazonais ou mudanças na condição do veículo.
  • Se a condição da unidade for melhor do que a média do mercado (baixa quilometragem, conservação impecável, acessórios originais), avalie a possibilidade de declarar um valor de referência acima da FIPE com suporte documental.
  • Documente itens adicionais (sistema de som, pilotos de teto, alargadores, estepe externo, entre outros) que possam impactar o valor de reposição em caso de sinistro.
  • Compare propostas com a GT Seguros para entender como diferentes faixas de valor declarado influenciam o prêmio e as opções de cobertura disponíveis.

Considerações finais: planejamento, proteção e tranquilidade

O uso da Tabela FIPE como referência para o seguro do Mitsubishi Pajero TR4 2.0/2.0 Flex 16V 4×4 Aut. 2009 é uma prática comum que ajuda a padronizar expectativas entre seguradoras e proprietários. Entender o que a FIPE representa, como ela se relaciona com o estado real do veículo e quais itens compõem a ficha técnica do carro confere ao segurado melhor embasamento para decidir sobre coberturas e limites. Para quem utiliza o Pajero TR4 em rotas que misturam asfalto e terra, é ainda mais relevante considerar os aspectos de tração, robustez e manutenção, que podem refletir na qualidade de proteção desejada e, consequentemente, no custo do seguro. A relação entre a marca Mitsubishi, a configuração 4×4, o motor flex e a prática de