Valor FIPE Atual
R$ 35.794,00
↑ 2,2% vs mês anterior
FIPE: 022074-4
Ano: 2004-1
MêsPreço
Mar/26R$ 35.794,00
Fev/26R$ 35.019,00
Jan/26R$ 34.626,00
Dez/25R$ 34.412,00
Nov/25R$ 33.674,00
Out/25R$ 32.536,00
Set/25R$ 33.717,00
Ago/25R$ 32.577,00
Jul/25R$ 33.100,00
Jun/25R$ 33.139,00
Mai/25R$ 33.306,00
Abr/25R$ 32.180,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Pajero TR4 2004: versões 2.0 e 2.0 Flex 16V 4×4 Mec.

A Tabela FIPE é a referência oficial para a avaliação de veículos usados no Brasil. Para quem trabalha com seguros, entender como essa tabela funciona e como ela se aplica a modelos específicos é essencial para precificação de apólices, indenizações e para orientar o cliente sobre o valor de mercado do seu veículo. No caso do Mitsubishi Pajero TR4 2004, disponível nas versões 2.0 e 2.0 Flex 16V com tração 4×4 e câmbio manual (Mec.), a leitura da FIPE envolve peculiaridades próprias do modelo, do ano e da configuração de motor. Este texto apresenta uma leitura educativa sobre como a Tabela FIPE impacta a avaliação de risco, o entendimento técnico do carro e o encaminhamento de seguros, com foco no Pajero TR4 2004.

Ao falar de seguros, é comum que a seguradora utilize o valor FIPE como referência para o valor de referência do veículo (VRV) em certas coberturas. O VRV pode influenciar o prêmio de seguro, as coberturas de colisão e roubo, além de delimitar o valor máximo de indenização em caso de sinistro. Por essa razão, entender a origem dos dados FIPE e como eles se relacionam com as especificações do Pajero TR4 é um passo importante para orientar o cliente sobre as melhores opções de proteção, franquias e limites de cobertura. Abaixo você encontrará informações consolidadas sobre a ficha técnica do modelo, o papel da marca Mitsubishi no cenário automotivo brasileiro e as nuances que envolvem a precificação de seguros com base na FIPE.

Tabela FIPE Mitsubishi Pajero TR4 2.0/ 2.0 Flex 16V 4×4 Mec. 2004

Ficha técnica da Mitsubishi Pajero TR4 2004 (versões 2.0 e 2.0 Flex 16V 4×4 Mec.)

Ao compor a ficha técnica, destacam-se elementos que costumam aparecer nos catálogos e, em especial, na base FIPE, pois ajudam a calibrar o valor de tabela e, por consequência, as avaliações para o seguro. Abaixo está um resumo técnico para consulta rápida, seguido de observações que podem influenciar o prêmio de seguro.

  • Motor: gasolina, 2.0 litros, 16 válvulas, configuração flex (quando aplicável), com potenciais variações entre as versões 2.0 e 2.0 Flex.
  • Câmbio: manual, 5 velocidades, com controle de marcha típico de câmbio mecânico da época.
  • Tração: 4×4, com alavanca de 4×4 e, em muitos modelos, reduzida para uso off-road ou em terrenos difíceis.
  • Dimensões principais: comprimento aproximado em torno de 4,2 metros, entre-eixos compatível com utilitários médios da linha SUV da Mitsubishi, altura ressaltada para perfil off-road, e carga útil adequada a emergências ou uso diário.

Observação importante sobre a ficha técnica: a variação entre as versões 2.0 e 2.0 Flex pode impactar a alimentação do motor (gasolina ou etanol) e, em alguns casos, o desempenho nominal. O motor 2.0 16V pode apresentar diferenças de torque e potência entre as configurações, o que, por sua vez, pode influenciar o consumo de combustível e a percepção de custo de propriedade ao longo do tempo. Para fins de FIPE, o que importa é a configuração anunciada no momento da consulta ou do registro de veículo. Na prática de seguros, isso pode se traduzir em pequenas variações de valor de reposição ou de indenização, especialmente em sinistros envolvendo colisões ou guinadas fora de estrada.

Além do conjunto mecânico, vale mencionar itens como capacidade de tanque de combustível, capacidade de carga, sistema de freios, suspensão, e itens de segurança que costumam aparecer na documentação do veículo. Esses fatores, somados ao histórico de manutenção, influenciam não apenas o desempenho, mas também a experiência de propriedade e a confiabilidade na hora de acionar uma apólice de seguro. Abaixo, alguns aspectos adicionais que costumam ser relevantes para a tomada de decisão de proteção veicular:

  • Capacidade do tanque e consumo: o perfil de consumo, aliado à autonomia, pode afetar a pretensão de uso diário e, consequentemente, o custo anual com combustível, algo que também pode aparecer na análise de risco da seguradora.
  • Estado de conservação: peças originais, histórico de manutenção e eventuais modificações mecânicas podem impactar a avaliação de risco e o valor segurado.
  • Itens de segurança: presença de travas, alarme, sistema imobilizador e sensores podem influenciar o peso do prêmio, dependendo da política da seguradora.
  • Versões de uso: utilização predominantemente urbana vs. uso misto (urbano + estrada de terra) pode elevar o nível de exposição a riscos diferentes, o que, por sua vez, orienta a configuração de coberturas.

Essa lista de itens ajuda a situar o leitor sobre o que observar na hora de consultar a FIPE para o Pajero TR4 2004, especialmente quando o objetivo é ajustar os itens de proteção no seguro, a franquia e as coberturas adicionais. A expectativa é que o veículo seja avaliado de forma consistente com as informações de mercado disponíveis e que o valor FIPE sirva como referência estável para o seguro, sem surpresas no momento de indenização.

A marca Mitsubishi no Brasil: tradição, robustez e tecnologia

A Mitsubishi, marca japonesa com forte presença global, conquistou um espaço considerável no Brasil especialmente entre os modelos voltados para off-road, utilitários e veículos de uso misto. A Pajero TR4, derivada da linha Pajero/Montero, foi introduzida no mercado brasileiro para atender a demanda por um veículo com capacidade de enfrentar terrenos acidentados, sem abrir mão do conforto para uso diário. Ao longo dos anos, a Mitsubishi construiu uma reputação sólida de robustez, durabilidade e facilidade de manutenção, características que costumam ser valorizadas por famílias e profissionais que precisam de confiabilidade em diferentes condições de uso.

O Pajero TR4, em particular, representa uma estratégia da marca de oferecer um utilitário com boa capacidade de atuação em trilhas leves e estradas pouco pavimentadas, mantendo, ao mesmo tempo, o espaço interno, a versatilidade de carga e a manutenção compatível com o perfil do consumidor brasileiro. A marca, ao longo de sua história no Brasil, reforçou a ideia de que veículos com tecnologia off-road podem ser acessíveis para quem exige desempenho em terrenos desafiadores, sem abrir mão de uma estrutura de seguro que considere as particularidades de uso, idade do veículo e histórico de sinistros. Isso estabelece um ecossistema de compra, posse e proteção que orienta concessionárias, compradores e seguradoras na hora de definir as políticas de valor, serviços e assistência.

Além da TR4, a Mitsubishi tem uma linha de SUVs e utilitários que consolidaram a marca no mercado brasileiro, com foco em durabilidade, capacidade de reboque, desempenho em terrenos desafiadores e uma rede de assistência consolidada. Em termos de seguro, a percepção de marca pode influenciar o grau de confiança do consumidor e a expectativa de cobertura, o que pode impactar a decisão de contratar apólices com determinadas seguradoras, incluindo a GT Seguros, que atua no segmento de proteção veicular com foco em automóveis de passeio, utilitários e SUVs.

Como a FIPE influencia o cálculo do prêmio de seguro

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado dos veículos usados, servindo como parâmetro para várias coberturas e para a indenização em alguns casos. Em seguros, existem diferentes abordagens para precificação, e a FIPE pode ser usada para definir o valor de referência do bem, o que, por consequência, pode impactar o prêmio — especialmente em coberturas como indenização integral, colisão, incêndio e roubo. Alguns pontos relevantes:

  • VRV (Valor de Referência de Resgate): em muitas apólices, o prisma da FIPE ajuda a definir o valor que a seguradora pagará em caso de sinistro total ou proporção de indenização.
  • Risco agregado: carros com valor FIPE mais elevado costumam ter prêmio maior, refletindo o custo de reparação, peças, mão de obra e a probabilidade de sinistros de maior monta.
  • Histórico de uso: dependendo do perfil de uso (cidade, estrada, off-road leve), o risco pode variar, o que pode levar a ajustes na taxa ou em coberturas adicionais.
  • Atualização de dados: a FIPE é atualizada periodicamente com dados de mercado; seguradoras costumam acompanhar essas mudanças para manter a competitividade e a coerência com o valor real de mercado.

Para consumidores, entender que o valor FIPE não é o único critério de seguro é fundamental. A seguradora analisa o veículo, o histórico de sinistros, a idade do motorista, a região de atuação, o uso do veículo e o tipo de cobertura. No entanto, conhecer o valor FIPE do Pajero TR4 2004 ajuda o cliente a ter uma referência objetiva ao discutir propostas com a GT Seguros, comparando prêmios, coberturas e condições sem depender apenas de estimativas informais.

Benefícios de conhecer a tabela FIPE ao planejar a proteção do Pajero TR4

Ter clareza sobre o valor de mercado do veículo, mediado pela FIPE, traz benefícios práticos no planejamento da proteção veicular. Entre eles, destacam-se:

  • Definição de coberturas adequadas: com o VRV alinhado ao valor de mercado, o cliente evita sub ou super indenização em caso de sinistro total.
  • Escolha de franquias mais proporcionais: ao saber o valor do veículo, é possível ajustar a franquia para manter o prêmio dentro do orçamento familiar.
  • Orientação sobre reposição de peças: a FIPE ajuda a dimensionar o custo de reposição com peças originais ou alternativas, refletindo no custo de reparo coberto pela apólice.
  • Planejamento de renovação de cobertura: a cada reajuste FIPE, o segurado pode reavaliar o equilíbrio entre custo e benefício das coberturas escolhidas.

Ao final, o objetivo é proporcionar tranquilidade ao titular do Pajero TR4 2004, com proteção que acompanhe o valor de mercado do veículo ao longo do tempo. A FIPE, nesse contexto, funciona como um guia estável para negociar prêmios mais justos e coberturas que façam sentido para o uso real do carro.

Notas finais sobre uso prático da FIPE na PJ e no dia a dia de seguro

Para quem atende clientes com Pajero TR4 2004, vale reforçar alguns pontos práticos. Primeiro, mantenha a consulta da FIPE atualizada na hora de renovar a apólice ou de ajustar coberturas. Em segundo lugar, leve em consideração as particularidades do veículo, como a versão 2.0, a configuração flex (quando existente) e o conjunto 4×4, que podem modular o perfil de risco. Em terceiro lugar, utilize as informações técnicas ao explicar ao cliente que o valor FIPE é uma referência de mercado, e não uma obrigação de indenização fixa, uma vez que a apólice pode prever regras próprias para reposição ou indenização. Por fim, lembre-se de que a escolha de uma seguradora confiável, como a GT Seguros, pode oferecer condições competitivas com um atendimento que considera as necessidades específicas do Pajero TR4 2004 e de seus entusiastas de off-road, que demandam proteção adequada para estradas simples, estradas de terra e situações de uso mais desafiadoras.

Em síntese, a Tabela FIPE é uma ferramenta essencial para quem trabalha com seguros de automóveis usados. Para o Pajero TR4 2004, com as versões 2.0 e 2.0 Flex 16V 4×4 Mec., a leitura cuidadosa da FIPE, aliada ao conhecimento técnico do veículo e à reputação da marca Mitsubishi, ajuda a construir uma proteção mais alinhada com o valor real do veículo e com as necessidades do motorista. Ao considerar esses fatores, a corretora de seguros oferece aos clientes uma abordagem educativa, transparente e eficaz para a proteção veicular, sem custos ou elementos fora do contexto da tabela.

Para fechar, se você quer saber como fica o prêmio da sua apólice com base na FIPE para o Pajero TR4 2004, peça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode considerar o seu perfil, o uso do veículo e as coberturas ideais para a segurança da sua família e do seu patrimônio.