| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 45.181,00 |
| Dez/25 | R$ 45.409,00 |
| Nov/25 | R$ 45.638,00 |
| Out/25 | R$ 45.748,00 |
| Set/25 | R$ 45.978,00 |
| Ago/25 | R$ 44.602,00 |
| Jul/25 | R$ 44.674,00 |
| Jun/25 | R$ 44.719,00 |
| Mai/25 | R$ 44.809,00 |
| Abr/25 | R$ 44.850,00 |
| Mar/25 | R$ 43.411,00 |
| Fev/25 | R$ 43.438,00 |
Tabela FIPE para MV Agusta F4-1000 RR 2013: guia de leitura, ficha técnica e implicações para seguros
Entender como a Tabela FIPE apresenta o valor de referência de um modelo específico é essencial para profissionais de seguros, corretores e proprietários. No caso da MV Agusta F4-1000 RR, ano 2013, esse conhecimento ajuda a calibrar coberturas, índices de indenização e valores de referência utilizados em propostas, renovações e eventual indenização. A Tabela FIPE não é preço de venda nem garanteite de mercado para cada unidade, mas funciona como um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de motos usadas em determinada época e configuração. A seguir, vamos explorar a fundo como interpretar esses números no contexto da F4-1000 RR 2013, apresentada em uma ficha técnica clara e com um panorama da marca MV Agusta, além de aspectos práticos para seguros.
Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação prática
A Tabela FIPE é um levantamento periódico que consolida, com base em dados de transações, uma referência média de preços de veículos usados no país. Em motos esportivas como a MV Agusta F4-1000 RR, o valor de referência pode sofrer variações significativas conforme elementos como a quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção, modificações substituições de peças originais e, sobretudo, a disponibilidade de unidades similares no mercado. Por isso, ao consultar a FIPE para uma F4-1000 RR 2013, o objetivo não é prever um preço de venda fixo, mas sim obter uma linha de base para comparação entre propostas de seguro, avaliação de sinistros e cálculos de cobertura.

Para as corretoras e equipes de seguro, a leitura da tabela envolve considerar alguns pontos-chave:
1) Configuração original: motos com componentes originais de fábrica costumam ter valores de referência mais estáveis. Quaisquer alterações no motor, na suspensão, no sistema de escape ou no conjunto de rodas podem ter impacto significativo no valor de referência, tanto pela percepção de valor de mercado quanto pela disponibilidade de peças de reposição no mercado de reposição.
2) Quilometragem e uso: veículos com baixa quilometragem, sem histórico de acidentes ou danos estruturais, tendem a apresentar um valor de referência diferente daquele com uso intenso ou com histórico de reparos complexos. A FIPE considera cenários médios, mas a seguradora sempre analisa a condição atual ao emitir a cobertura.
3) Manutenção documentada: registros de manutenção, checklists de serviço e comprovantes de procedência ajudam a sustentar o valor de referência utilizado pela seguradora. Em motos de alta performance, esse aspecto costuma ter peso relevante na avaliação de seguro.
4) Modificações legais e segurança: alterações que impactem a segurança, o desempenho ou a conformidade com as leis locais (por exemplo, modificações no sistema de freios, escape ou sensores) podem influenciar o alinhamento do valor na FIPE com o valor efetivo de mercado e, consequentemente, com o prêmio do seguro.
Além desses pontos, é relevante lembrar que a FIPE é uma referência estável e reconhecida, mas não substitui avaliações independentes que uma seguradora possa realizar. Em casos de sinistro, o processo pode incluir perícia técnica para determinar o estado da moto e o valor de indenização com base na tabela associada ao ano/modelo, à configuração e ao estado identificado pela perícia.
Ficha Técnica da MV Agusta F4-1000 RR 2013
A MV Agusta é reconhecida pela combinação de engenharia de alto desempenho e estética arrojada. A F4-1000 RR, em especial, representa uma das propostas mais icônicas da marca para quem busca esportividade extrema aliada a uma construção cuidadosamente trabalhada. Abaixo, encontra-se uma ficha técnica resumida para fins educativos e de referência de seguros. Observações: dados apresentados refletem o perfil típico do modelo 2013; variações entre unidades podem ocorrer conforme especificação original e pacote de equipagem.
- Motorização: motor 4 cilindros em linha, 999 cm³, com arrefecimento líquido, DOHC, 16 válvulas. Configuração associada a alta resposta em rotações elevadas e entrega de potência em faixa próxima ao topo do segmento.
- Potência e torque: potência máxima próxima de 195–200 cv em rpm altos; torque máximo na casa de 110–112 Nm, atingido em regime de giro elevado, típico de motocicletas de alta performance.
- Chassi, suspensão e freios: chassi de construção leve com quadro estrutural de perfil em liga de metais e suspensão dianteira com garfos invertidos de alto desempenho, traseira com amortecedor central, e freios com discos duplos na dianteira (geralmente em torno de 320 mm) com pinças radiais, garantindo frenagem poderosa em curvas rápidas.
- Peso, capacidade e dimensões: peso seco próximo de 170 kg, tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 18 litros, altura do assento em torno de 830–840 mm, rodas de 17 polegadas com medidas de pneus de perfil esportivo compatíveis com o segmento.
A marca MV Agusta: tradição, engenharia e design
A MV Agusta nasceu na Itália, com raízes que remontam a 1945, quando a empresa se consolidou como fabricante de motos de alto desempenho. O nome próprio carrega a fusão entre engenharia, artesanato e exclusividade. Ao longo das décadas, a marca tornou-se sinônimo de motos com motor de alta rotação, afinada engenharia de chassi e um apelo estético marcante, que alia linhas agressivas a uma referência de acabamento premium. A MV Agusta não foca apenas no desempenho bruto; a marca investe em eletrônica embarcada, controles de tração, modos de condução e sistemas de freio que refletem a busca por equilíbrio entre velocidade, controle e segurança. O resultado é uma máquina que oferece sensações de pista mesmo quando circula em vias comuns, exigindo do piloto técnica, disciplina e respeito às limitações dinâmicas de uma moto de alto desempenho.
O legado da marca também aparece no cuidado com a identidade visual. A F4-1000 RR, por exemplo, carrega linhas identificáveis da família F4, com aerodinâmica pensada para a fadiga do piloto em longas sessões de condução, bem como uma ergonomia orientada ao piloto que valoriza a postura de condução agressiva, sem abrir mão da comodidade para percursos mais longos. Em termos de engenharia, a MV Agusta tem histórico de incorporar avanços tecnológicos em cada geração, criando um ecossistema de componentes que dialoga entre motor, câmbio, suspensão, chassis e eletrônica embarcada. Para os profissionais de seguros, esse conjunto técnico influencia aspectos como sinistralidade, manutenibilidade e custo de reposição de peças originais, especialmente quando se considera a disponibilidade de peças de reposição originais no país e a reposta do mercado a unidades mais antigas.
Do ponto de vista histórico, a MV Agusta também teve fases de intenso desenvolvimento, incluindo parcerias com fabricantes de componentes de alto desempenho e uma filosofia de engenharia que privilegia o máximo de desempenho por unidade de peso. A identidade da marca, portanto, não é apenas o visual; é uma soma de engenharia de ponta, experiência de pilotagem e uma presença marcante no segmento de motos esportivas de alto desempenho. Para quem segura ou sonha com uma MV Agusta, entender esse background ajuda a perceber por que a tabela FIPE, os custos de reposição e as exigências de manutenção
são componentes relevantes no cálculo de seguro, no planejamento de aquisição ou na decisão de venda de uma unidade de 2013.
Como a Tabela FIPE se relaciona com seguros de motos esportivas
Para corretores e clientes, a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de uma moto esportiva como a MV Agusta F4-1000 RR 2013 envolve mais do que simplesmente buscar um número de referência. A FIPE fornece um patamar de referência de mercado que orienta as garantias de indenização e as coberturas mínimas aceitas pelas seguradoras. Em contrapartida, a posição de cada unidade — levando em conta
