| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 48.558,00 |
| Dez/25 | R$ 48.651,00 |
| Nov/25 | R$ 48.725,00 |
| Out/25 | R$ 48.843,00 |
| Set/25 | R$ 49.000,00 |
| Ago/25 | R$ 49.105,00 |
| Jul/25 | R$ 49.185,00 |
| Jun/25 | R$ 49.235,00 |
| Mai/25 | R$ 49.437,00 |
| Abr/25 | R$ 49.482,00 |
| Mar/25 | R$ 49.557,00 |
| Fev/25 | R$ 49.587,00 |
Entenda a referência FIPE para o NAVISTAR International 4700 com 3 eixos e cabine de 2 portas (diesel) do ano 2000
O mercado de caminhões usados é movido por métricas que ajudam profissionais de seguros, transportadoras e compradores a entenderem o valor de reposição ou de mercado de determinado veículo. Entre essas métricas, a Tabela FIPE exerce papel central como referência de avaliação de usados no Brasil. Quando falamos do NAVISTAR International 4700, versão com 3 eixos, cabine de 2 portas e motor diesel, a leitura da tabela FIPE envolve entender como o valor de referência é construído, como ele se aplica à cobertura de seguro e quais fatores influenciam a precificação de uma apólice para frotas ou caminhões avulsos. Este artigo aborda de forma educativa o que é a Tabela FIPE, como ela impacta a cotação de seguros para esse modelo específico e quais aspectos técnicos e de marca devem ser considerados ao planejar a proteção da frota.
O que a Tabela FIPE representa e como é usada pelo corretor
A Tabela FIPE é um conjunto de números que refletem o valor de referência de veículos usados no mercado brasileiro, organizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Para caminhões, carretas e veículos comerciais, esse índice ajuda a estimar o valor de reposição em caso de perda total, roubo ou para compor o valor segurado em apólices de casco. No âmbito de seguros, o valor de referência FIPE serve como base para o cálculo de prêmios, limites de cobertura e reservas técnicas, servindo como uma referência estável diante das variações de mercado que ocorrem ao longo do tempo. Importante notar que o valor FIPE não é correspondente ao preço de venda atual do veículo em determinado anúncio ou negociação; ele é uma referência estatística que representa uma média de mercado para o estado, a idade e o tipo de veículo avaliados pelo levantamento.

Ao trabalhar com corretoras de seguros, entender a leitura da FIPE para o NAVISTAR International 4700, 3-eixos, 2 portas, diesel do ano 2000 envolve considerar a configuração específica do veículo. Caminhões desse porte costumam apresentar variações significativas conforme o eixo traseiro, o tipo de cabina, a motorização e a condição da frota. Esses fatores impactam não apenas o valor de referência, mas também a forma como as seguradoras avaliam o risco, as coberturas recomendadas e os limites de indenização. Em termos práticos, a FIPE orienta o seguro para caminhões na segmentação de frota, na escolha entre coberturas de casco com ou sem franquias, na necessidade de proteção de carga, bem como na proteção de terceiros e de eventuais adicionais como rastreamento e responsabilidade civil transportadora.
Além disso, a posição do NAVISTAR International 4700 no âmbito de 3 eixos o coloca, na prática, entre veículos de grande capacidade de carga e custos de manutenção que merecem atenção especial. A condição de veículo usado, o histórico de uso, as horas de operação, o tipo de rota (rodoviário, urbano, manobras em pátios) e o tempo de operação desde a última manutenção são parâmetros que o corretor leva em conta para calibrar o prêmio. Em suma, a FIPE oferece uma referência estável para o dimensionamento de seguro, e, no caso do 4700 com 3 eixos, essa referência deve ser interpretada com atenção às particularidades do modelo, da configuração da carroçaria e do estado geral do veículo.
Ficha técnica detalhada do NAVISTAR International 4700 3-eixos 2p (diesel) 2000
- Motor e combustível: diesel, motor em linha com 6 cilindros, deslocamento próximo a 7,6 litros; alimentação com sistemas típicos da época, projetados para entregar robustez e torque necessários para transporte de cargas pesadas.
- Potência e torque: potência típica na faixa de aproximadamente 180 a 250 hp, com torque elevado para facilitar arrancadas com carga, subidas em estradas e manobras de troca de carga. Os números variam conforme a configuração de motor e aplicação da versão 2000.
- Transmissão e tração: transmissão manual com várias marchas, configuração de eixo 6×4 (três eixos) para suportar a tração necessária em caminhões de grande porte; diferencial traseiro ajustado para desempenho em carga e durabilidade em uso contínuo.
- Dimensões, peso e capacidade: cabine com 2 portas, design voltado para uso comercial; o peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga variam conforme a configuração de eixo, cabine, caçamba e veículo remarcado. Em contextos de frota, esse conjunto costuma visar equilíbrio entre capacidade de transporte e eficiência de manutenção, com especial atenção à distribuição de peso e à segurança na condução de cargas pesadas.
Essa ficha técnica resumida oferece um retrato do que se observa em versões do NAVISTAR International 4700 com 3 eixos e cabine de 2 portas na virada do milênio. Vale destacar que, por ser uma família de caminhões, as especificações podem sofrer variações entre a configuração original de fábrica e as transformações feitas pelo operador logístico ou pela rede de concessionárias para atender rotas específicas. Por isso, ao consultar a FIPE e ao planejar a contratação de seguro para esse veículo, é essencial confirmar o estado atual do veículo e a versão exata, para que a referência de valor e as coberturas se alinhem de forma precisa ao uso real da frota.
Perfil da marca Navistar e o impacto no seguro
A Navistar International é uma fabricante com uma longa história no segmento de caminhões e motores diesel, reconhecida pela construção de veículos robustos voltados a aplicações de transporte de carga, distribuição regional e operações com alta demanda de torque e durabilidade. A marca construiu uma reputação com foco em engenharia de motores diesel, sistemas de transmissão eficientes e integração de componentes que favorecem o desempenho sob condições de trabalho pesado. No Brasil, a presença de modelos NAVISTAR, incluindo a linha 4700, criou um ecossistema de peças, assistência técnica e rede de serviços que facilita o suporte aos frotistas de médio a grande porte, especialmente em operações que exigem disponibilidade de veículo para manter a produtividade da cadeia logística.
Ao considerar o seguro, a reputação da marca influencia percepções de confiabilidade e previsibilidade de manutenção. Veículos com histórico de disponibilidade de peças, rede de assistência técnica abrangente e disponibilidade de reposição de componentes costumam ter perfis de risco ajustados pela seguradora. Em termos práticos, isso se reflete na escolha de coberturas, na avaliação de risco de avaria grave, no suporte de assistência 24 horas, na opção de rastreamento e na avaliação de frotas com histórico de sinistros semelhante. Além disso, a idade do veículo, o nível de desgaste do motor diesel, a condição da transmissão e o estado das suspensões são elementos considerados pela seguradora na hora de estabelecer um prêmio que reflita o custo de reposição e de reparo, bem como o tempo de indisponibilidade do veículo.
É relevante também mencionar que a percepção de valor de uma frota não está apenas no preço de compra ou no valor FIPE; a eficiência de operação, o custo de manutenção, a disponibilidade de peças originais e a facilidade de contratar serviços de suporte técnico repercutem diretamente na avaliação de risco. Assim, para quem administra uma frota com NAVISTAR 4700, manter um programa de manutenção regular, documentação atualizada e rastreabilidade de peças pode favorecer condições mais estáveis de seguro, com prêmios proporcionais ao real risco de operação da mesa de carga, do trajeto percorrido e da periodicidade de uso.
Impacto da FIPE na cotação de seguros para caminhões 4700
Quando a seguradora utiliza a referência FIPE para estabelecer o valor segurado de um veículo usado, ela está buscando uma base objetiva que represente o custo de reposição ou de indenização em caso de sinistro. No caso de um NAVISTAR International 4700 com 3 eixos do ano 2000, a FIPE funciona como uma âncora que equilibra o custo de substituição, a depreciação pela idade do veículo e o risco agregado da operação de transporte. Em termos práticos, a FIPE ajuda a definir o valor de referência para o casco, o conteúdo de proteção de carga, além de influenciar o cálculo de coberturas adicionais, como proteção a terceiros, danos elétricos, incêndio, roubo e vandalismo, bem como a proteção de acessórios e equipamentos acoplados à carroçaria (caçamba, plataformas, elevadores etc.).
É comum que o valor FIPE seja usado pela seguradora para estabelecer o valor de indenização total em caso de perda total. Quando o sinistro envolve a frota, o valor FIPE também orienta a precificação de parcerias com oficinas autorizadas e a expectativa de tempo de retorno à operação. Como o NAVISTAR 4700 é um veículo de alta demanda de frota, a escolha de coberturas com limites adequados e a inclusão de assistências estratégicas (caminhão reserva, rastreamento, reboque, entre outros) se tornam fatores relevantes para manter a produtividade do negócio, especialmente em operações com prazos e entregas críticos.
Ademais, é comum que as seguradoras adotem política de reajuste com base em faixas de idade e quilometragem. Nesta lógica, veículos com maior idade tendem a exigir maior atenção de pneus, freios, suspensão, sistemas de diesel e, por consequência, um prêmio que permita cobrir os custos adicionais com manutenção. Por isso, a leitura da FIPE, aliada a um histórico de uso bem documentado e a um programa de manutenção preventivo, pode favorecer uma margem de prêmio mais estável ao longo dos anos, contribuindo para uma gestão de custos mais previsível para a frota.
Cuidados e aspectos relevantes para seguro de caminhões 3-eixos
Ao planejar a proteção de uma frota com NAVISTAR International 4700, três aspectos se destacam pela sua relevância na hora de fechar uma boa apólice de seguro:
Primeiro, o uso operacional do veículo. Caminhões com 3 eixos costumam atuar em serviços de distribuição pesada, transportes de cargas de alto peso ou serviços de logística com deslocamento entre cidades ou estados. Em função disso, o tipo de rota, a distância percorrida, o tempo de inatividade e a necessidade de disponibilidade do veículo condicionam o tipo de cobertura: casco completo, proteção de carga, responsabilidade civil transportadora, assistência 24h e rastreamento são elementos que costumam compor uma proteção robusta para esse tipo de operação.
Segundo, o histórico de manutenção e a disponibilidade de peças. A rede de assistência técnica do Navistar em determinadas regiões pode influenciar a confiabilidade da frota. Quando a manutenção é realizada com peças originais e revisões de fábrica, a probabilidade de falhas graves tende a diminuir, o que, por sua vez, favorece condições de prêmio mais estáveis. A documentação de manutenção, os registros de revisão e as notas técnicas ajudam o corretor a avaliar o risco com maior precisão.
Terceiro, a gestão de sinistros e o perfil dos motoristas. O seguro de caminhões envolve fatores de risco operacional, como incidentes em manobras, colisões com outros veículos e danos à carga. O perfil do motorista, com treinamentos adequados, histórico de acidentes e cumprimento das regras de trânsito, é um componente relevante na avaliação de risco. Investir em programas de capacitação e em monitoramento de condução pode reduzir o risco de sinistros, refletindo-se positivamente no custo do seguro.
Quarto, a integração com recursos de proteção adicional. A inclusão de rastreamento, seguro de carga específico, proteção contra incêndio, proteção de equipamentos acoplados e seguro para terceiros pode ser uma estratégia eficiente para manter a frota segura e reduzir o custo global com seguros. A FIPE, aliada a dados operacionais, ajuda a calibrar esses recursos de forma coerente com o valor do veículo e com o perfil de uso.
Neste contexto, a escolha de um seguro para o NAVISTAR International 4700 com 3 eixos precisa considerar não apenas o valor FIPE, mas a soma de fatores operacionais, técnicos e de gestão de risco. A soma desses elementos resulta em uma proteção mais alinhada à realidade de operação da frota, reduzindo surpresas e contribuindo para a continuidade dos negócios.
Chamada sutil para cotação
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