Valor FIPE Atual
R$ 82.594,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 517001-0
Ano: 2011-3
MêsPreço
Jan/26R$ 82.594,00
Dez/25R$ 82.752,00
Nov/25R$ 82.877,00
Out/25R$ 83.077,00
Set/25R$ 83.344,00
Ago/25R$ 83.520,00
Jul/25R$ 83.654,00
Jun/25R$ 83.738,00
Mai/25R$ 83.906,00
Abr/25R$ 83.982,00
Mar/25R$ 84.109,00
Fev/25R$ 84.160,00

Entenda a Tabela FIPE para o NEOBUS TBoy/ Way Lot./ESC./ SPTRANS (diesel) 2011 e como isso influencia a proteção da frota

Quando falamos de seguros para veículos de transporte público urbano, especialmente em centros municipais como São Paulo, a Tabela FIPE atua como referência central para a avaliação de valor de reposição ou de mercado de usados. No caso específico do NEOBUS TBoy/Way Lot./ESC./ SPTRANS movido a diesel e com ano de fabricação 2011, a leitura da tabela precisa considerar não apenas a idade, mas também as características da frota, o uso municipal e as condições de operação. Este artigo visa explicar, de forma educativa, como esse modelo se enquadra na Tabela FIPE, quais fatores afetam o valor de avaliação e quais pontos considerar ao contratar ou renovar um seguro para uma unidade com esse perfil técnico e de serviço.

Panorama do modelo no transporte urbano paulista

O NEOBUS TBoy/Way Lot./ESC./ SPTRANS representa uma linha de micro-ônibus urbano com configuração de uso específico para redes de transporte público operadas por concessionárias e, na cidade de São Paulo, pela SPTrans, hoje ligada ao sistema de gestão de frotas municipais. Veículos dessa natureza costumam integrar rotas de média e curta distância, com frequências elevadas, demanda de acessibilidade para passageiros com mobilidade reduzida e exigências de conforto ao motorista. A motorização a diesel é tradicional nesse segmento, oferecendo robustez para operações diárias, manutenção relativamente simples e disponibilidade de peças de reposição amplamente conhecida no mercado de reparos de frotas públicas.

Tabela FIPE NEOBUS T.BOY/ WAY LOT./ESC./ SPTRANS (diesel) 2011

Para fins de seguro, esse tipo de veículo é enquadrado como unidade de transporte de passageiros de serviço público, com particularidades que vão além de um automóvel convencional. Entre elas, destacam-se a necessidade de manutenção de longo prazo, a exposição a condições urbanas de trânsito — com paradas frequentes, acelerações e frenagens —, bem como a exigência de acessibilidade, sistemas de segurança para o embarque e desembarque, e a disciplina de frota municipal quanto a inspeções técnicas periódicas. Tudo isso impacta o custo de aquisição, de reposição de peças, de reparos e, consequentemente, a avaliação de risco realizada pelas seguradoras.

É comum que as características da frota SPTrans, que podem incluir adaptações de carroceria, portas de acesso, iluminação de cabine e climatização, façam com que cada unidade tenha algum grau de personalização de acordo com a finalidade de uso. Em contextos de seguradoras, essa diversidade demanda checagens específicas no momento da contratação, como histórico de manutenção, registros de inspeção, quilometragem acumulada e eventuais sinistros ocorridos. Assim, ao observar a Tabela FIPE para essa configuração, é essencial entender que o valor é uma referência, sujeita a variações por estado, condição física do veículo, e a especificação de cada unidade.

Ficha técnica — NEOBUS TBoy/ Way Lot./ESC./ SPTRANS (diesel) 2011

  • Marca e modelo: Neobus TBoy/ Way Lot./ESC./ SPTRANS; Ano de fabricação: 2011; Tipo de veículo: micro-ônibus urbano; Uso: frota municipal para operação SPTrans; Combustível: diesel.
  • Transmissão e motor: motor diesel com configuração de transmissão conforme frota (padrão pode variar entre manual e automática, dependendo da configuração da unidade); potenciais variações de acordo com o motor específico adotado pela linha TBoy.
  • Dimensões e capacidade: carroceria de linha urbana com foco em conforto de passageiros, portas de acesso compatíveis com fluxo de embarque, capacidade de passageiros ajustável conforme configuração da frota; peso e cabine adaptados para uso urbano.
  • Equipamentos e acabamento: carroceria Neobus com padrões de acessibilidade, sistemas de climatização, iluminação interna e externo adequado ao uso público, suspensão destinada a melhorar o conforto em trechos urbanos, e recursos de segurança relevantes para transporte de passageiros.

Observação importante: os itens acima representam uma síntese da ficha técnica típica associada a esse tipo de unidade, com foco nos elementos que costumam ser relevantes para seguros e avaliações de risco. A configuração específica de cada ônibus pode apresentar variações que influenciam o valor de referência utilizado pela FIPE e, por consequência, pelos corretores de seguros na hora de orçar a apólice. Sempre que possível, confirme os dados com a documentação da frota ou com o demonstrativo técnico da unidade em questão, para alinhar a avaliação com a realidade existente.

A marca NEOBUS: tradição brasileira na construção de carrocerias de ônibus

Neobus é uma fabricante brasileira especializada em carrocerias de ônibus, com atuação consolidada no mercado nacional desde meados da década de 1990. A empresa se destacou por oferecer soluções de transporte coletivo com foco em modularidade, conforto aos passageiros e integração com diferentes motores e chassis disponíveis no mercado. A atuação da Neobus na construção de carrocerias para frotas urbanas e rodoviárias permitiu que diversas cidades brasileiras adotassem soluções padronizadas para atender às demandas de mobilidade urbana, incluindo a possibilidade de adaptação para acessibilidade e para requisitos específicos de concessionárias públicas. A presença da Neobus na linha TBoy/ Way Lot./ESC./ SPTRANS ilustra como as parcerias entre fabricantes de carrocerias e a gestão pública podem resultar em veículos com características técnicas ajustadas à operação de transporte de passageiros em meio urbano denso e com alta rotatividade de usuários.

Além da confiabilidade operacional, a escolha de uma carroceria brasileira com suporte técnico local costuma facilitar a manutenção, o que é um elemento relevante para seguradoras e para gestores de frota. A rede de assistência técnica, a disponibilidade de peças e a previsibilidade de custos de manutenção pesam bastante na avaliação de risco e na determinação de coberturas ideais. Em termos de seguro, veículos com histórico de uso público, como os vinculados a SPTrans, costumam exigir apólices com coberturas ajustadas a riscos de responsabilidade civil, danos a terceiros, colisão, incêndio e roubo, além de proteções específicas para componentes de sistemas de segurança, portas de embarque, câmeras e sistemas de monitoramento que, por vezes, compõem a infraestrutura de segurança da frota urbana.

Por que a Tabela FIPE e a idade impactam o seguro desses ônibus?

A Tabela FIPE funciona como referência de preço de mercado de veículos usados no Brasil. Para ônibus e micro-ônibus, inclusive unidades de frotas urbanas como o NEOBUS TBoy/Way Lot./ESC./ SPTRANS, o valor de referência da FIPE é utilizado como base para cálculos de cobertura de seguro de danos parciais ou totais, bem como para avaliações de saúde de frota em cenários de renovação de contratos ou de sinistros. Entretanto, é fundamental compreender que o valor FIPE não representa necessariamente o preço de aquisição atual de uma unidade específica. Fatores como o estado de conservação, a quilometragem, a incidência de desgaste, a adoção de atualizações de sistema de segurança e de conforto, bem como itens de manutenção preventiva, podem criar variações significativas entre a referência FIPE e o valor efetivo de reposição ou de mercado da unidade particular.

Além disso, a idade do veículo influencia diretamente o perfil de risco do seguro. Veículos fabricados em 2011, por exemplo, já entram numa faixa de maior probabilidade de progredir em depreciação acelerada em comparação com frotas mais novas. As seguradoras costumam considerar a depreciação natural de peças, o histórico de manutenção e o custo de reparo de componentes críticos (motor, transmissão, sistemas de freio e suspensão) ao calcular prêmios. Em frotas públicas, onde a atividade envolve grande circulação de pessoas e maior exposição a situações de incidente, a prudência nos termos de cobertura, franquias e limites de responsabilidade civil se traduz em pacotes de seguro mais robustos, com opções para coberturas adicionais, como proteção de danos a terceiros, responsabilidade civil por danos corporais e cobertura contra riscos de paralisação da frota.

Para corretores e gestores de frotas, compreender a relação entre FIPE e o estado real da unidade é essencial. Um veículo antigo, com histórico de manutenção bem documentado e inspeções em dia, pode apresentar prêmio compatível com o seu valor de reposição, desde que tenha adesão aos padrões de segurança exigidos pelas autoridades municipais. Já unidades com sintomas de desgaste técnico ou com falhas recorrentes em sistemas críticos podem exigir ajustes no valor segurado, com destaque para itens como proteção de peças de reposição, custos de mão de obra de conserto e a disponibilidade de peças originais no mercado. Em resumo, FIPE fornece uma referência sólida, mas a avaliação de risco para um ônibus SPTrans deve incorporar uma visão holística do estado da frota, da gestão de manutenção e da confiabilidade operacional.

Fatores para seguradoras ao avaliar o risco de um ônibus urbano antigo

Ao considerar a contratação ou renovação de seguro para um NEOBUS TBoy/Way Lot./ESC./ SPTRANS 2011, as seguradoras costumam observar uma série de aspectos além da idade. Seguem pontos centrais que costumam impactar o prêmio, a franquia e as condições de cobertura:

Histórico de manutenção: registros de revisões, trocas de fluídos, inspeções técnicas e dados de peças substituídas ajudam a demonstrar o grau de cuidado com a unidade. Frota com manutenção regular e documentação organizada tende a ter menor risco de falhas graves, o que pode reduzir o prêmio de seguro.

Condição de componentes críticos: motor, sistema de transmissão, freios, suspensão e sistemas de direção. Despesas esperadas com reparos desses itens costumam influenciar a avaliação de risco, especialmente em veículos usados com alta quilometragem. Peças originais, quando disponíveis, costumam reduzir o tempo de inatividade e o custo de manutenção.

Equipamentos de segurança e acessibilidade: sistemas de iluminação, sinalização interna/externa, câmeras, alarmes, portas com mecanismos de bloqueio seguro e dispositivos de acessibilidade podem impactar positivamente a percepção de risco. Em veículos de frota pública, esse conjunto de componentes está relacionado à proteção de passageiros e à conformidade com exigências legais e contratuais.

Condições de operação: trajetos urbanos com alta densidade de tráfego, paradas frequentes, tempo de serviço, disponibilidade de áreas de estacionamento para a frota e proximidade de serviços de reparo autorizados. Condições de trabalho intensas podem acelerar desgaste e aumentar custos de manutenção, o que, por consequência, pode impactar o custo do seguro.

Geografia e perfil da frota: a localização das operações e a existência de itens de frota com histórico de sinistros influenciam a oferta de coberturas, limites de responsabilização e a percepção de risco agregado. Em regiões com maior incidência de eventos, pode haver necessidade de coberturas adicionais ou ajustes de franquias.

Garantias e coberturas adicionais: para ônibus urbanos, é comum a inclusão de coberturas como danos a terceiros, danos a mercadorias em veículos de transporte de passageiros, incêndio, roubo, granizo e responsabilidade civil por danos morais. Além disso, corporações podem exigir assistência 24 horas, cobertura para itens de sinalização ou avarias específicas de frota, proteção de perímetro de responsabilidade civil, entre outros itens. A configuração ideal depende do modelo de contrato, do orçamento da frota e das exigências da prefeitura ou da operadora.

Cuidados práticos na avaliação de risco para a linha SPTrans usada

Para empresas que gerenciam frotas municipais ou terceirizadas, algumas práticas ajudam a tornar a apólice mais eficiente e alinhada com a realidade operacional. Comece verificando o estado de cada unidade da linha SPTrans empregada, com foco em quatro frentes: documentação técnica, condições físicas, histórico de seguros e planejamento de reposição. Abaixo, orientações úteis sem introduzir números ou previsões específicas:

Documentação técnica atualizada: mantenha a documentação de cada unidade organizada, incluindo certificados de inspeção técnica, manuais de fábrica, documentação de manutenção, notas fiscais de peças substituídas, e comprovantes de aulas de conscientização de segurança para motoristas. A disponibilidade de documentação facilita a comprovação de conformidade com as normas municipais e reduz discussões na hora do sinistro ou da renovação de cobertura.

Plano de manutenção proativo: estabeleça um cronograma de revisões preventivas com datas e itens de verificação para motor, transmissão, freios, suspensão, sistemas elétricos e de climatização. Um histórico consistente de manutenção pode reduzir o índice de sinistralidade da frota e, consequentemente, o custo do seguro a cada renovação.

Gestão de sinistros e reparos: implemente um fluxo claro para registrar ocorrências, encaminhar prontamente para oficinas autorizadas, e manter canais de comunicação entre a gestão de frota e a seguradora. Uma resposta rápida a incidentes pode mitigar o impacto de sinistros, acelerar o retorno de uma unidade às ruas e manter a disponibilidade da frota.

Conformidade regulatória: mantenha a frota em conformidade com regras locais, incluindo requisitos de acessibilidade, sinalização, iluminação e padrões de segurança. Veículos que atendem às regras municipais tendem a ter processos de aprovação mais ágeis em inspeções, o que facilita a negociação de coberturas com seguradoras.

Quando falar com o corretor, leve em conta o histórico da frota, o tempo de operação da linha SPTrans, o regime de uso (por exemplo, presença de corredores de ônibus, uso de faixas elevadas de velocidade urbana e paradas frequentes) e o cenário de incidentes que possa ter ocorrido. Todas essas informações ajudam a calibrar o valor segurado, o tipo de apólice e as franquias mais adequadas ao seu orçamento, sem comprometer a proteção necessária para a operação.

Dicas rápidas de cobertura para frotas urbanas

Para quem gerencia ou compra seguro para uma linha SPTrans com unidades como o NEOBUS TBoy/Way Lot./ESC./ SPTRANS (diesel) 2011, algumas recomendações ganham relevância prática, especialmente quando o objetivo é equilibrar custo com proteção efetiva. Considere, em termos genéricos, as seguintes orientações ao planejar a cobertura da frota:

Combine coberturas essenciais com complementares: uma base sólida de danos a terceiros, incêndio e roubo é fundamental, porém, dependendo da natureza da frota, coberturas adicionais, como proteção de itens de oficina, auxílio 24 horas, e cobertura para peças de reposição críticas, podem representar economia de custos a longo prazo, reduzindo o tempo de inatividade em eventuais sinistros.

Defina franquias com base na criticidade da frota: unidades de transporte público costumam exigir franquias diferentes para cada tipo de sinistro. Adotar franquias proporcionais ao risco pode ajudar a manter o prêmio dentro do orçamento, sem perder proteção relevante para casos de menor severidade. Lembre-se de que franquias muito altas podem desencorajar a abertura de sinistros menores, o que, paradoxalmente, pode afetar o custo total da apólice.

Avalie a necessidade de assistência extensa: frotas urbanas funcionam em regimes de operação contínua. Serviços de assistência em caso de pane, transporte de substituição para passageiros e suporte logístico para reparos podem evitar paralisações longas, mantendo a continuidade do serviço à população e preservando a imagem da gestão da frota.

Atualize o seguro conforme a idade da frota e a renovação de contratos: com o passar dos anos, é comum que seja necessário revisar limites de cobertura, adições de equipamentos de segurança e acordos com oficinas credenciadas. A atualização periódica da apólice ajuda a manter a proteção adequada frente às novas exigências técnicas e legais, além de refletir a realidade operacional da frota.

Conte com um especialista em seguros para frotas públicas: a consultoria de um corretor com experiência em seguros de transporte público pode ser decisiva para alinhar a cobertura com o orçamento, a legislação local, e com as particularidades da operação SPTrans. Um profissional capacitado ajuda a interpretar as cláusulas, avaliar a necessidade de coberturas adicionais e propor uma solução sob medida para a frota.

Conclusão prática: entender a Tabela FIPE no contexto de uma linha SPTrans, associar as características técnicas da unidade NEOBUS TBoy/Way Lot./ESC./ SPTRANS (diesel) 2011 e reconhecer os riscos operacionais ajuda a montar uma estratégia de seguro mais eficiente. Embora a FIPE sirva como referência de valor, a proteção ideal para a frota depende de uma avaliação integrada que considere manutenção, idade do veículo, condições de operação e o nível de serviço exigido pela gestão pública. Para quem lida com frotas de transporte urbano, essa visão holística é essencial para manter a disponibilidade da frota, a segurança dos passageiros e a sustentabilidade financeira da operação.

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