Valor FIPE Atual
R$ 54.856,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 517003-6
Ano: 2004-3
MêsPreço
Mar/26R$ 54.856,00
Fev/26R$ 54.977,00
Jan/26R$ 55.099,00
Dez/25R$ 55.204,00
Nov/25R$ 55.287,00
Out/25R$ 55.421,00
Set/25R$ 55.599,00
Ago/25R$ 55.717,00
Jul/25R$ 55.807,00
Jun/25R$ 55.863,00
Mai/25R$ 55.975,00
Abr/25R$ 56.026,00

Guia técnico e conceitual sobre a Tabela FIPE para o Neobus Thunder 2004 nas operações SPTrans e LOT./ESC

Este artigo aborda a aplicação da Tabela FIPE ao Neobus Thunder fabricado em 2004, com uso em frotas vinculadas à SPTrans e aos contratos LOT./ESC. O foco é educar sobre a interpretação da ficha técnica, a importância da marca e as implicações para seguros e gestão de risco. Não serão apresentados valores de preço neste texto; os dados de preço do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post.

Contexto da Tabela FIPE e seu papel na gestão de frotas de ônibus urbanos

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é a referência amplamente adotada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo ônibus urbanos. Ela funciona como uma média de negociação observada ao longo do tempo, consolidando dados de revendas, concessionárias e públicos. Para frotas de transporte público — como SPTrans e contratos LOT./ESC. —, esse referencial não apenas serve para calcular o valor de reposição ou de indenização em seguros, mas também orienta decisões sobre depreciação contábil, planejamento de renovação de frota e avaliação de ativos ao longo da vida útil do veículo.

Tabela FIPE NEOBUS THUNDER + LOT./ESC./ SPTRANS  (diesel 2004

Ao se trabalhar com ônibus de 2004, especialmente em contextos de frota pública, é comum encontrar variações nos números da FIPE entre diferentes configurações de veículo (piso baixo, eixos, configuração de portas, ar-condicionado, entre outros). Por isso, entender que a FIPE reflete um valor médio de mercado e não um preço fixo é fundamental para uma gestão mais precisa de sinistros, custos de propriedade e seguros. No caso do Neobus Thunder utilizado por SPTrans e LOT./ESC., a variabilidade de especificações entre lotes pode influenciar diretamente a parametrização de seguros, com itens como idade do veículo, histórico de uso, manutenção e risco de sinistros pesando na avaliação de risco pela seguradora.

Ficha Técnica resumida do Neobus Thunder 2004 (diesel) para SPTrans

  • Tipo de veículo: Ônibus urbano de piso baixo; Fabricante: Neobus; Modelo: Thunder; Ano/modelo: 2004; Uso principal: SPTrans e LOT./ESC.
  • Motorização e transmissão: Diesel, 6 cilindros; Deslocamento estimado entre 7,0 e 8,0 L; Potência estimada entre 170 e 210 cv; Sistema de injeção direta; Transmissão geralmente automática ou manual com várias marchas; Configuração de eixo traseiro simples.
  • Dimensões, peso e capacidade: Comprimento típico entre 11,5 m e 12,5 m; Largura próxima de 2,5 m; Altura em torno de 3,0 m; Capacidade de passageiros estimada entre 60 e 70; Peso seco na faixa de 9,0 a 10,5 t;
  • Equipamentos e configuração da carroceria: Suspensão dianteira relativamente robusta para piso baixo; Porta de saída geralmente central com dois ou três pontos de abertura; Sistema de ar-condicionado (quando presente na configuração da frota), tanque de combustível com capacidade estimada entre 150 e 250 L; outros itens típicos incluem sinalização e itens de segurança exigidos pela frota urbana.

Observação: os números acima representam uma ficha técnica resumida, com estimativas baseadas em informações disponíveis sobre o Neobus Thunder 2004 aplicado a frotas SPTrans. Como acontece com veículos usados da mesma geração, pequenas variações entre unidades podem ocorrer conforme o lote de produção, a configuração de portas, o tipo de ar-condicionado, e as especificações de cada contrato de frota. Sempre que possível, confirme a ficha técnica oficial junto à gestão de frota ou à SPTrans para o registro exato da configuração de cada veículo.

A marca Neobus e seu papel no transporte público brasileiro

A Neobus é um fabricante brasileiro de ônibus, com atuação marcada pela produção de veículos para o transporte urbano e rodoviário. Fundada na década de 1990, a empresa sediou-se no interior de Minas Gerais, contribuindo para a diversificação da indústria de transporte público no Brasil. Em termos de identidade, a Neobus se destacou pela flexibilidade de suas plataformas, pela adaptação a demandas municipais específicas e pela oferta de soluções de chassis e carrocerias que respondem a distintas exigências de acessibilidade, capacidade de passageiros e durabilidade em ambientes de operação intensos.

Para frotas que atendem SPTrans, a Neobus tem importância não apenas pela disponibilidade de modelos com configuração de piso baixo, portas múltiplas e padrões de acessibilidade, mas também pela possibilidade de integração com padrões de manutenção e substituição que são comuns em contratos municipais de transporte. A parceria entre fabricantes de carrocerias e sistemas de gestão de frotas ajuda a otimizar o desempenho da rede de transporte público, promovendo confiabilidade, conforto aos passageiros e, por consequência, melhores métricas de custo por quilômetro rodado. Por fim, a história da Neobus dialoga com uma cadeia de fornecedores locais, mão de obra especializada e redes de assistência técnica que fortalecem a disponibilidade de serviços de manutenção — elementos que circulam diretamente na avaliação de risco e no custo total de propriedade para seguros e gestão de ativos.

Considerações para seguros de frotas com Neobus Thunder 2004

Ao planejar a proteção de uma frota que utiliza Neobus Thunder 2004, especialmente em operações sob contratos SPTrans e LOT./ESC., é essencial reconhecer como a Tabela FIPE e a ficha técnica influenciam o cômputo de riscos e o custo do seguro. Veículos com mais de uma década de serviço carregam um perfil de maior probabilidade de desgaste, o que impacta fatores como custos de reparo, disponibilidade de peças e tempo de indisponibilidade em casos de sinistro. Assim, as seguradoras costumam considerar:

  • Idade do veículo e histórico de manutenção: veículos mais antigos são avaliados com maior probabilidade de sinistros por falhas mecânicas ou desgaste de componentes críticos, como freios e suspensão.
  • Condição da frota e uso diário: rotas com maior demanda de passageiros, operações em horários de pico e uso intenso podem elevar o risco de acidentes e de avarias; a FIPE influencia o valor de reposição e o custo de reparo, o que, por sua vez, afeta o prêmio.
  • Conformidade com as exigências de SPTrans e LOT./ESC.: a seguradora leva em conta se os veículos atendem a padrões de acessibilidade, emissão de poluentes, manutenção regular e regularidade de inspeções técnicas, além de assegurar cobertura adequada para danos a terceiros, responsabilidade civil e danos aos ocupantes.
  • Coberturas recomendadas para frotas de ônibus: casco (valor do veículo), responsabilidade civil operativa, colisões, incêndio e roubo, bem como proteção de terceiros (propriedade). Em muitos regimes, é comum a inclusão de coberturas específicas para incêndio, danos elétricos e riscos de vandalismo, devido ao histórico de sinistros em áreas urbanas.

Além disso, é essencial alinhar as coberturas com a prática de gestão de risco da frota: programar manutenções preventivas, manter documentação técnica atualizada, realizar inspeções periódicas de segurança, registrar e acompanhar sinistros de forma ágil e manter um inventário de peças de reposição para reduzir o tempo de indisponibilidade. A FIPE, nesse contexto, atua como referência para valores de reposição ou indenização, o que ajuda a calibrar o equilíbrio entre a cobertura necessária e o custo do seguro para a frota SPTrans e LOT./ESC.

Para quem gerencia esses contratos, é recomendável trabalhar com uma corretora que conheça as particularidades do transporte público municipal, incluindo as exigências regulatórias, os padrões de acessibilidade, as políticas de manutenção da SPTrans e as particularidades operacionais das linhas LOT./ESC. Assim, a contratação de seguro pode contemplar cenários de sinistralidade específicos à cidade, ao transporte de passageiros e à idade da frota, sempre com o objetivo de reduzir o risco financeiro para a administração pública e para a empresa responsável pela operação.

Se a sua necessidade é de proteção de ativos com foco em economia de custos e previsibilidade de prêmios, conversar com uma equipe especializada pode facilitar a escolha de coberturas adequadas, limites de indenização e condições de renovação. Considerando a natureza pública do serviço, a opção por coberturas que incluam proteção adicional para ocupantes, bem como garantias de assistência em caso de imobilização da frota, pode fazer diferença em situações de sinistro e impacto no serviço à comunidade.

Chamada para ação: se você busca orientação personalizada para proteger a sua frota de Neobus Thunder 2004 e outras configurações utilizadas pela SPTrans e LOT./ESC., a GT Seguros oferece soluções de seguro de frota de ônibus com atendimento especializado. Considere solicitar uma cotação com a GT Seguros para entender opções de cobertura, períodos de carência e condições específicas para a sua operação.