| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 12.183,00 |
| Dez/25 | R$ 12.063,00 |
| Nov/25 | R$ 12.082,00 |
| Out/25 | R$ 12.112,00 |
| Set/25 | R$ 12.151,00 |
| Ago/25 | R$ 12.177,00 |
| Jul/25 | R$ 12.197,00 |
| Jun/25 | R$ 12.210,00 |
| Mai/25 | R$ 12.235,00 |
| Abr/25 | R$ 12.247,00 |
| Mar/25 | R$ 12.266,00 |
| Fev/25 | R$ 12.274,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para a Nissan D-21 Pick-Up CD 2.7 Diesel 1992
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para facilitar o trabalho das seguradoras, lojistas e compradores. No caso da Nissan D-21 Pick-Up CD com motor 2.7 Diesel e tração 4×2 ou 4×4, o estudo da tabela ajuda a entender qual é o valor de referência de veículos usados, servindo como base para orçamentos de seguro, indenizações e repostos. Este conteúdo explora como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, além de apresentar a ficha técnica, contexto da marca e implicações para o seguro, sempre com foco educativo e informativo.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro do seu Nissan D-21
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) agrega valores médios de veículos usados, calculados com base em pesquisas periódicas de mercado. Esses valores não representam o preço de venda atual, mas servem como referência padrão para seguradoras, concessionárias e órgãos reguladores. Quando uma pessoa solicita um seguro para uma Nissan D-21 Pick-Up CD 2.7 Diesel, o valor de referência da FIPE costuma influenciar o montante segurado, o valor de indenização em caso de perda total e a necessidade de coberturas adicionais. Em termos práticos, quanto maior o valor FIPE atribuído ao veículo, maior tende a ser a cobertura necessária para evitar subsídios inadequados no momento de uma eventual indenização.

Existem variações regionais e por configurações, especialmente entre as versões 4×2 e 4×4. A FIPE considera o estado de conservação, a idade do veículo, padrão de uso (frota, uso urbano, uso rural) e itens adicionais (cabine estendida, acessórios) ao compor o valor de referência. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para a Nissan D-21, é comum verificar a versão exata (CD 4×2 ou CD 4×4), o estado geral da picape e o nível de desgaste, para entender se o valor FIPE precisa ser ajustado pela seguradora com base nas condições apresentadas pelo veículo.
Para quem atua ou administra um portfólio de seguros, vale a pena acompanhar a atualização periódica da FIPE, já que mudanças no mercado de usados podem alterar o valor de referência entre um período e outro.É comum que veículos com motor 2.7 Diesel da linha D-21 apresentem oscilações específicas de valor, atribuídas à disponibilidade de peças, demanda de demanda regional e histórico de uso agrícola ou comercial no Brasil. Assim, a leitura da FIPE deve ser aliada a uma inspeção fiel do veículo na hora de contratar ou renovar o seguro.
Ficha técnica da Nissan D-21 Pick-Up CD 2.7 Diesel
- Motor: diesel 2.7 L (4 cilindros em linha, TD27), alimentado a diesel, com variantes aspiradas ou turbo em algumas versões ao longo da produção.
- Transmissão: manual de 5 velocidades; versões automáticas são menos comuns no mercado da D-21, mas podem existir em alguns mercados ou conversões.
- Tração: opções 4×2 e 4×4 (com a transferência entre eixos e caixa de reduzida em modelos 4×4), atendendo a uso urbano, rodoviário ou off-road leve.
- Potência e torque: potência típica em torno de aproximadamente 70–90 cv, com torque próximo de 150–180 Nm, variando conforme configuração, ano e mercado. Configurações turbo podem apresentar números diferentes.
Além desses itens, a ficha técnica envolve outras informações relevantes para seguradoras, como capacidade de carga útil, capacidade do tanque de combustível, dimensões externas (comprimento, largura, altura), peso em ordem de marcha e opcionais de fábrica. Em veículos com história de uso comercial, a conservação de cabina, estado dos componentes mecânicos, estado das rodas, freios, suspensão e a presença de acessórios (racks, capota, faróis auxiliares) podem influenciar o valor de indenização, a depreciação aplicável pela FIPE e os diferenciais de cobertura. Por isso, ao considerar o seguro da D-21, vale sempre informar o estado atual do veículo para que o apólice reflita com maior fidelidade o risco assumido pela seguradora.
A Nissan D-21 no Brasil: legado, robustez e utilidade comercial
Ao longo das décadas, a Nissan consolidou no Brasil uma reputação de robustez e confiabilidade para picapes de trabalho. A D-21, especialmente na configuração CD com motor 2.7 Diesel, ficou conhecida pela combinação de força, torque para deslocamentos com carga e manutenção relativamente simples, fatores que contribuíram para o seu uso em atividades rurais, agrícolas e de pequeno negócio. O conjunto D-21 ficou conhecido por ter componentes relativamente acessíveis, disponíveis no mercado de reposição, o que facilita a manutenção de frotas de base regional e de proprietários independentes.
O apelo da D-21 no país está ligado à versatilidade: versões 4×2 costumam atender à demanda de transporte diário, enquanto as 4×4 aparecem em atividades que exigem maior tração, como terrenos irregulares, estradas de terra e áreas com condições climáticas adversas. Esse perfil influencia também a avaliação de seguro, pois veículos com maior capacidade de tração em geral apresentam riscos diferentes em determinadas coberturas, como colisão e abrangência de responsabilidade civil. Quando se analisa a Tabela FIPE para a D-21, é relevante considerar se a unidade está inserida em um segmento mais próximo da configuração 4×2 ou 4×4 e se houve atualizações mecânicas ou estéticas que possam comportar variações no índice de depreciação aplicável pelas seguradoras.
A marca Nissan, por sua vez, tem histórico de inovação em tecnologia de trem de força, dianteira robusta e soluções de carroceria que resistem ao uso intenso. Em carros de trabalho como a D-21, a reputação da marca também é associada à disponibilidade de peças de reposição e a uma rede de assistência que, historicamente, favorece a manutenção de modelos mais antigos em boas condições. Essa combinação entre confiabilidade mecânica e disponibilidade de peças frequentemente se traduz em benefícios aos segurados, na medida em que um veículo bem mantido tende a apresentar menor probabilidade de falhas graves que comprometam a indenização ou as coberturas de terceiros.
Como a FIPE se relaciona com as decisões de seguro para a D-21
Para quem contrata seguro, a referência FIPE atua como base para o cálculo de valores de reposição ou indenização em caso de sinistro. Entretanto, é essencial compreender que a apólice de seguro não se limita a esse valor único. A FIPE serve como referência, mas o contrato pode contemplar cláusulas específicas, como valor de reparo, valor de reposição de novo (quando aplicável) ou valor de mercado. Além disso, características da D-21 — como a versão 4×2 ou 4×4, estado de conservação, histórico de manutenção, uso (comercial, agrícola, transporte de carga, etc.) e eventuais modificações — influenciam as condições da cobertura, a franquia e as exclusões.
Ao avaliar o risco para o seguro, as seguradoras costumam considerar itens como a probabilidade de roubo, a disponibilidade de peças, o valor de reposição, o custo da mão de obra e o custo de eventuais acessórios. Em veículos com mais de 25 anos, como a D-21 de 1992, o histórico de desgaste pode levar a avaliações diferentes de acordo com o estado mecânico e a nota de inspeção veicular. A leitura da FIPE, portanto, precisa ser combinada com uma verificação de documentação, estado de conservação e condições de uso para que o segurado tenha uma cobertura adequada sem pagar sobrevalorização.
Outra consideração relevante é a escolha de coberturas adicionais. Em veículos com histórico de uso agrícola ou em frotas pequenas, é comum considerar opções como colisão, incêndio, roubo/furto, responsabilidade civil facultativa e assistência 24 horas. A combinação dessas coberturas deve refletir não apenas o valor FIPE, mas também o grau de risco associado ao uso diário da D-21, o que pode incluir fatores como trajeto em vias com infraestrutura precária, condições de condução em estradas de terra e exposição a intempéries.
Por fim, vale destacar que, apesar de a Tabela FIPE fornecer um referencial sólido, cada seguradora pode aplicar políticas próprias de depreciação, prazos de apuração e critérios de aceitabilidade de peças originais ou substitutas. Por isso, ao planejar uma renovação de seguro ou uma contratação pela primeira vez, é recomendável consultar uma corretora especializada para entender como o FIPE é aplicado no seu caso específico e quais ajustes podem ser feitos para equilibrar custo e proteção.
Se você estiver revisando o seguro da Nissan D-21 e quiser entender melhor como o FIPE se traduz em condições de cobertura, uma consulta guiada com uma corretora pode esclarecer quais números são usados pela seguradora escolhida, quais cenários de sinistro são contemplados e como ajustes de 4×2 versus 4×4 impactam a apólice. Com uma leitura bem-feita da FIPE, você evita surpresas no momento da indenização e assegura uma proteção mais alinhada à realidade do veículo.
Se estiver pensando em seguros, peça uma cotação com a GT Seguros para ter uma leitura clara de coberturas, valores de referência e condições específicas para a Nissan D-21 Pick-Up CD 2.7 Diesel de 1992.
