Valor FIPE Atual
R$ 25.407,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 023024-3
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 25.407,00
Dez/25R$ 25.456,00
Nov/25R$ 25.352,00
Out/25R$ 25.259,00
Set/25R$ 25.054,00
Ago/25R$ 25.107,00
Jul/25R$ 25.248,00
Jun/25R$ 25.274,00
Mai/25R$ 25.325,00
Abr/25R$ 25.089,00
Mar/25R$ 24.986,00
Fev/25R$ 25.003,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Nissan D-21 Pick-Up CD 4×2/4×4 2.7 Diesel 1996 e o impacto na seguradora

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para apurar o valor de veículos usados em diferentes contextos, incluindo seguros, financiamentos e indenizações em caso de sinistro. Quando falamos da Nissan D-21 Pick-Up CD com tração 4×2 ou 4×4 e motor 2.7 Diesel, ano-base 1996, a forma como essa tabela se aplica deve considerar as particularidades deste modelo, como a configuração de tração e as variações entre as versões. Este texto tem o objetivo educativo de explicar como a FIPE trabalha para esse veículo específico, quais são os elementos relevantes para a seguradora e quais aspectos do veículo influenciam a avaliação, sem mencionar valores monetários específicos. A ideia é oferecer uma visão clara para quem atua no seguro automotivo, consultorias de proteção veicular ou para o próprio proprietário que quer entender melhor como a seguradora determina coberturas e prêmios com base na referência de mercado.

O papel da Tabela FIPE na avaliação de veículos usados

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) realiza mensalmente uma coleta de dados de preço de veículos usados, agregando informações de mercado para criar uma referência média de valor de negociação. Em seguros, esse valor serve como base para calcular indenizações em caso de colisão, roubo total ou perda total, bem como para estabelecer coberturas de veículo e limites de cobertura. Para modelos com múltiplas configurações, como a Nissan D-21, a FIPE normalmente considera cada variante separadamente, quando houver diferenças significativas de mercado entre as versões disponíveis. Por exemplo, as versões com tração 4×2 e 4×4 costumam ter valores de referência distintos na FIPE, refletindo as diferenças de uso, mecânica e demanda de reposição. Além disso, mudanças na motorização e nos itens de equipamento original também podem influenciar o registro correspondente na base de dados da FIPE.

Tabela FIPE Nissan D-21 Pick-Up CD 4×2/4×4 2.7 Diesel 1996

Quando uma seguradora utiliza a FIPE para conduzir uma proposta de seguro, o objetivo é alinhar o valor segurado à realidade de mercado, a fim de evitar sub orçamentação (quando o valor segurado é inferior ao valor de reposição) ou sobrecobertura (quando o valor segurado é excessivo). No caso da Nissan D-21 Pick-Up CD 4×2/4×4 2.7 Diesel 1996, é comum que o prêmio de seguro seja influenciado por três componentes principais: o valor de referência da FIPE para a versão específica, o estado de conservação e a forma de uso do veículo, além de fatores relacionados ao motorista e ao histórico do veículo. A forma como a FIPE trata os diferentes status de veículo — como caminhonete de uso urbano, de campo ou com modificações — também pode impactar a avaliação final de seguro, mesmo antes de considerações de sinistros ou de perfil do segurado. Em resumo, a FIPE funciona como uma bússola de valor de mercado, que guiará a seguradora a chegar a uma cobertura proporcional ao que o veículo realmente vale em determinadas condições de uso e configuração.

Ficha Técnica resumida: Nissan D-21 Pick-Up CD 4×2/4×4 2.7 Diesel 1996

  • Motor e propulsion: motor a diesel 2.7 L (família TD27), 4 cilindros em linha, configuração típica para a D-21, projetado para oferecer torque adequado a aplicações de trabalho com relevância para o uso de carga e tração. Em diferentes mercados, a calibração pode variar, sobretudo no que diz respeito à injeção e ao sistema de admissão de ar.
  • Transmissão: caixa de câmbio manual de 5 marchas, com opção de tração 4×2 ou 4×4, dependendo da versão. Essa configuração favorece bom comportamento tanto em estrada quanto em terrenos de piso irregular, além de facilitar manutenções em oficinas comuns.
  • Tração e versão: duas opções de tração, 4×2 (tração traseira com tração dianteira disponível apenas no rol de opcionais) e 4×4, com diferencial dianteiro e, em algumas configurações, relações de transmissão específicas para off-road. A escolha entre 4×2 e 4×4 influencia não apenas desempenho, mas também o perfil de uso e a demanda por reposição de peças originais.
  • Dimensões, peso e capacidade: plataforma de média cabine com comprimento aproximado em faixas de 4,2 a 4,4 metros, largura entre 1,6 e 1,7 metros, altura que pode variar conforme a carroceria e o acabamento. O peso em ordem de marcha varia com a configuração, assim como a capacidade de carga útil, refletindo a robustez típica de modelos voltados ao trabalho, com opção de caçamba para transporte de carga. Valores exatos dependem da versão específica e do ano de fabricação dentro do ciclo de produção do modelo 1996.

Essa ficha técnica resumida busca orientar a compreensão da linha Nissan D-21 e da variedade de configurações em jogo. Importante frisar que pequenas variações podem existir entre unidades do mesmo ano-modelo, especialmente em função de pacotes de equipagem, atmosferas de motor (se há ou não ajuste de combustível), estado de conservação e eventuais modificações realizadas pelo proprietário anterior. Na prática de seguros, essas diferenças podem influenciar a avaliação de risco, a definição de coberturas e o valor segurado, sem que haja necessariamente mudança no enquadramento básico do modelo.

A marca Nissan: tradição, robustez e presença no mercado de caminhonetes

A Nissan, com longa atuação no mercado global, consolidou-se em especial na linha de caminhonetes leves. Em muitos mercados da América Latina, a D-21 (conhecida por herege “Nissan Datsun D-21” em alguns períodos) tornou-se símbolo de utilidade, durabilidade e facilidade de manutenção. A reputação da marca está ancorada em uma combinação de redes de assistência técnica, disponibilidade de peças de reposição e uma linha de motores que, ao longo das décadas, buscou equilibrar desempenho, confiabilidade e consumo. Para quem utiliza a D-21 no dia a dia profissional, seja em pequenas empresas, no campo ou em atividades de serviço, essa reputação de robustez facilita a negociação de seguro, já que o veículo fica mais previsível em termos de comportamento em situações de sinistro ou de reparação. Além disso, a Nissan tem histórico de desenvolvimento de serviços e programas de assistência que, para o segurado, podem significar acesso a peças genuínas, oficinas autorizadas e orientações técnicas que ajudam a manter o veículo em condições de operar com maior segurança e menos interrupções. Em suma, a marca ganha valor agregado para o setor de seguros quando o modelo representa uma linha estável com disponibilidade de componentes e de mão de obra qualificada.

Como a FIPE orienta o seguro da Nissan D-21: impactos práticos para prêmio, cobertura e indenização

Ao projetar uma apólice para a Nissan D-21 Pick-Up CD, as seguradoras utilizam a base FIPE para estimar o valor de reposição ou de mercado do veículo. Esse valor é um parâmetro central na determinação da soma segurada e, consequentialmente, do prêmio. Para modelos com diferentes configurações — como 4×2 versus 4×4 — a FIPE tende a atribuir referências distintas, refletindo a variação de demanda, peças disponíveis e desempenho de cada configuração. A prática do setor é alinhar o valor segurado àquilo que o veículo teria de custo para ser reconstruído ou para receber uma reposição equivalente, em termos de qualidade e especificação, caso ocorra um sinistro ou roubo total. Além disso, fatores como o histórico de manutenção, o estado de conservação, o uso pretendido (comercial, agrícola, urbano, misto) e a existência de alterações não originais podem impactar a forma como a FIPE é aplicada pelo segurador, provocando ajustes na avaliação de risco e, por consequência, no nível de cobertura recomendado.

Para o proprietário, compreender esse processo é útil para evitar surpresas na indenização. Por exemplo, uma D-21 com alto grau de utilização comercial, com desgaste de componentes mecânicos e com histórico de sinistros pode ter uma avaliação de seguro diferente de uma unidade bem conservada com revisões em dia. O objetivo da seguradora é manter o equilíbrio entre uma proteção adequada para o veículo e um prêmio compatível com o risco apresentado. Quando a FIPE sugere valores próximos ao mercado de reposição, a seguradora tende a oferecer opções de coberturas que assegurem tanto o veículo quanto seus acessórios originais e itens de utilidade que compõem a operação diária da caminhonete. Em última análise, a ligação entre FIPE e o seguro reside na necessidade de refletir justamente o custo de reposição em caso de sinistro, sem subestimar o valor do bem nem inflar impostos ou coberturas sem necessidade.

Considerações úteis ao planejar o seguro da Nissan D-21 (foco prático para o proprietário)

Para quem utiliza ou pretende utilizar uma Nissan D-21 com as configurações 4×2 ou 4×4, algumas práticas ajudam a alinhavar uma apólice mais eficiente, sem sair do equilíbrio entre custo e proteção. Em primeiro lugar, manter a documentação de manutenção em dia e guardar comprovantes de serviços facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode influenciar positivamente o prêmio. Em segundo lugar, valorize a escolha de coberturas que efetivamente correspondam ao uso do veículo — por exemplo, se a D-21 é empregada principalmente como veículo de trabalho, coberturas de terceiros, incêndio, roubo e danos a acessórios originais costumam ser relevantes. Em terceiro lugar, tenha em mente que alterações não originais — como modificações na caçamba, escape ou sistema de iluminação — podem exigir avaliação adicional, já que impactam no valor de reposição do veículo na FIPE. Por fim, revise o histórico de sinistros e o perfil do condutor, pois esses elementos influenciam a confiabilidade de ações de uma seguradora a longo prazo. Com isso, a ideia é alcançar uma proteção que reflita com realismo o uso e a condição do veículo, evitando surpresas na hora de acionar a apólice.

É comum também que proprietários de veículos com história de uso mais constante em áreas de chão batido ou estradas rurais se beneficiem de coberturas adicionais específicas para riscos de sinistros em vias que exigem maior robustez mecânica e proteção da transmissão. Outro ponto importante é avaliar se a documentação de origem do veículo está em conformidade com as exigências da seguradora, o que facilita o processo de validação do valor FIPE e reduz o tempo de liberação de uma possível indenização.

Ao planejar ou revisar a proteção, muitos clientes também consideram a opção de coberturas extras para acessórios originais que acompanham a caminhonete — por exemplo, guarnições de caçamba, protetor de motor ou acessórios de utilidade — que podem ter impactos no valor de reposição caso seja necessária uma indenização. Com a estrutura da FIPE servindo de norte, o objetivo permanece claro: oferecer proteção compatível com o valor de mercado do veículo