| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.482,00 |
| Fev/26 | R$ 14.514,00 |
| Jan/26 | R$ 14.548,00 |
| Dez/25 | R$ 14.577,00 |
| Nov/25 | R$ 14.600,00 |
| Out/25 | R$ 14.569,00 |
| Set/25 | R$ 14.616,00 |
| Ago/25 | R$ 14.647,00 |
| Jul/25 | R$ 14.671,00 |
| Jun/25 | R$ 14.686,00 |
| Mai/25 | R$ 14.716,00 |
| Abr/25 | R$ 14.730,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para a Nissan D-21 CS 2.7 Diesel (1996) e como isso impacta o seguro
A Tabela FIPE é uma referência utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados em diferentes situações, incluindo a apólice de seguros, financiamento e venda particular. Quando uma corretora de seguros prepara uma cotação, o valor referenciado pela FIPE serve como base para entender a desvalorização ao longo do tempo, o impacto de diversos fatores de mercado e a proteção necessária diante de eventual perda total ou roubo. No entanto, é fundamental entender que a FIPE não é uma garantia de preço e que o valor segurado pode variar de acordo com a apólice, a idade do veículo, o estado de conservação, as modificações realizadas e o tipo de cobertura escolhida. Este artigo foca especificamente na Tabela FIPE da Nissan D-21 CS 4×2/4×4 2.7 Diesel 1996, com objetivo educar o leitor sobre como interpretar esse veículo dentro do contexto do seguro, sem apresentar preços na matéria.
Contexto da Nissan D-21 e o que a versão CS representa no mercado brasileiro
A Nissan, conhecida mundialmente por sua experiência em tecnologia automotiva e durabilidade, consolidou-se no mercado latino-americano com modelos robustos para uso diário e trabalho pesado. A linha D-21, popularmente chamada de Hardbody em alguns países, foi lançada no fim dos anos 1980 e consolidou-se ao longo dos anos 1990 como uma picape de cabine simples ou dupla, com tração 4×2 ou 4×4, capaz de enfrentar trechos urbanos e rurais com confiança. No Brasil, a D-21 ficou marcada pela simplicidade de mecânica, manutenção relativamente simples e disponibilidade de peças em boa parte das concessionárias e ferros-velhos especializados. A opção CS refere-se à cabine simples, uma configuração que prioriza o espaço de carga, mantendo, ao mesmo tempo, um interior funcional para o motorista e passageiro, o que é comum em veículos utilitários usados para trabalho. A versão 2.7 diesel, presente em anos 1996, destaca-se pela adoção de um motor diesel de deslocamento de 2,7 litros, que privilegiava o regime de torque para trabalhos com carga e tração em terrenos variados, essenciais para quem utiliza a picape tanto na cidade quanto em atividades rurais ou de construção.

Para quem atua no setor de seguros, entender a identidade de uma D-21 CS 2.7 diesel é relevante. Em termos de comportamento de mercado, essas picapes costumam manter um valor estável ao longo do tempo, especialmente quando conservadas e com histórico de manutenção confiável. No entanto, a idade do modelo implica em maior necessidade de atenção aos componentes de desgaste, como a suspensão, freios, sistema de refrigeração e componentes de motor associados à infraestrutura de combustível. Além disso, por se tratar de um veículo com forte apelo de uso utilitário, modificações para aumento de desempenho, portas adicionais de proteção ou alterações de gabinete podem influenciar a avaliação de seguro e, por consequência, o valor segurado na FIPE. A seguir, apresentamos uma ficha técnica resumida para orientar a leitura da Tabela FIPE no contexto da D-21 CS 2.7 Diesel 1996.
Ficha Técnica resumida da Nissan D-21 CS 4×2/4×4 com motor 2.7 Diesel (1996)
- Motor e desempenho: motor diesel de deslocamento próximo a 2,7 litros, com configuração de quatro cilindros. A arquitetura comum nessa linha na época priorizava torque útil à baixa e média rotações, favorecendo o uso de carga e condução em terreno irregular. Em função da configuração, a potência pode variar entre versões (e entre modelos 4×2 e 4×4), com margens típicas observadas no período entre faixas modestas de horsepower e torque estável para trabalho. A resposta do motor aos regimes mais baixos de rotações era um aspecto valorizado para quem depende de força de tração sem exigir altas rodagens da ventoinha de alta rotação. A alimentação do combustível, predominantemente por bomba de combustível mecânica na época, contribuía para a simplicidade de manutenção, ainda que exigisse ajuste cuidadoso e manutenção regular nos componentes de injeção e arrefecimento. Valores exatos variam conforme a versão e o lote de fabricação, por isso a consulta à ficha de fábrica específica daquele veículo é recomendada para a apólice de seguro.
- Transmissão, tração e sistema de tração: a D-21 CS contava com uma transmissão manual de múltiplas velocidades (tipicamente 5 marchas à frente) associada a opções de tração 4×2 ou 4×4, com a possibilidade de reduzida para situações mais exigentes. O conjunto de tração 4×4, quando existente na configuração de 1996, amplia a capacidade de deslocamento fora de estrada, impacto direto na avaliação de risco de seguro para usos profissionais em áreas com solos lamacentos, trilhas ou estradas sem pavimento. O sistema de tração, somado à geometria da suspensão, influenciava frenagem, manobrabilidade e desgaste dos componentes de transmissão, o que, por consequência, influencia a precificação de cobertura ao longo do tempo.
- Dimensões, capacidade de carga e cabine: o conjunto D-21 CS é conhecido pela cabine simples, que prioriza o espaço de carga em relação ao conforto da cabine. As dimensões variam conforme o conjunto (4×2 versus 4×4) e a geração de produção, além de ajustes regionais. Em termos de capacidade, a picape suportava cargas próprias de uso utilitário; a classe de peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga útil observadas ajudavam a estimar o risco de danos ao veículo durante o transporte de materiais. Essas variáveis, combinadas ao estado de conservação, influenciam a avaliação dos itens seguráveis e a tabela FIPE correspondente ao modelo em específico.
- Segurança, conforto e itens de fábrica: como veículo de uso prático, a D-21 CS apresentava itens de conforto básicos para a época, com foco na durabilidade em vez de luxos. Em termos de segurança, as plataformas desse período priorizavam itens fundamentais de proteção, como freios a tambor ou disco dependentes da versão, sistemas simples de suspensão, e uma correspondência entre o layout de interior e o posto de condução. A disponibilidade de itens de segurança adicionais variava conforme o pacote e o mercado, o que é relevante para quem está avaliando a reparabilidade após impactos ou desgaste natural. Em termos de manutenção, a disponibilidade de peças originais e paralelas para a D-21 no Brasil era um fator comum de avaliação ao se consultar a FIPE, especialmente para versões 4×2 e 4×4 que apresentam componentes de tração diferenciados.
Implicações da FIPE para seguros e para a manutenção da D-21
A Tabela FIPE funciona como referência principal para o valor de mercado de carros usados no Brasil. Quando uma seguradora utiliza a FIPE para estabelecer o valor segurado, ela tenta alinhar esse valor com a realidade de mercado, levando em consideração a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de sinistros, a quilometragem e componentes originais vs. substituídos. No caso da Nissan D-21 CS 2.7 Diesel de 1996, a FIPE ajuda a contextualizar o valor de reposição ou de indenização em caso de perda total, além de orientar escolhas de coberturas como risco de roubo, colisão, incêndio e cobertura de terceiros. Como se trata de um veículo antigo, há nuances importantes: a depreciação é mais acelerada com o passar dos anos, a disponibilidade de peças originais pode reduzir com o tempo, e modificações feitas ao longo da vida útil podem impactar o valor segurado quando não retratadas com precisão na apólice. Por esse motivo, manter documentação atualizada, histórico de manutenções e a verificação periódica do estado da condição geral do veículo (mecânica, elétrica, ferrugem, estado de chassis) ajuda a manter o valor segurado alinhado com a realidade de mercado, o que favorece a adequação da proteção oferecida pela apólice.
Para quem atua na área de seguros, compreender o papel da FIPE na D-21 CS 2.7 Diesel de 1996 envolve observar que há variações de preço entre estados, entre condições de conservação e entre especificações de fábrica. Em termos práticos, a FIPE não é fixa para todas as versões simultaneamente; ela pode diferir entre 4×2 e 4×4, entre cabine simples e variações de equipamento, além de serem sensíveis a ajustes por região. Ao planejar a cobertura, é essencial considerar não apenas o valor da FIPE, mas também as necessidades reais do proprietário: se o veículo é utilizado principalmente para deslocamento diário, para atividades de entrega, para acampamento off-road ou para uso agrícola, estes fatores influenciam o tipo de cobertura mais adequado e o fator de ajuste no prêmio.
Boas práticas para cotação de seguro da Nissan D-21 CS 2.7 Diesel
Ao solicitar uma cotação de seguro para a D-21 CS 2.7 Diesel, vale adotar algumas sugestões práticas para garantir uma proteção coerente com o uso real do veículo:
- Atualize o estado geral do veículo: mantenha o motor, sistema de arrefecimento, freios e suspensão em dia. A manutenção regular reduz a probabilidade de sinistros e influencia positivamente o custo do seguro.
- Documentos e histórico de manutenção: guarde notas fiscais, laudos e comprovantes de revisões. Um histórico comprovado de manutenção facilita a avaliação pela seguradora e pode refletir em condições mais favoráveis de prêmio.
- Considere a finalidade de uso: se o veículo é empregado para atividades de trabalho que envolvem terreno acidentado ou carrega peso, o seguro pode exigir coberturas adicionais de roubo/parcial ou de terceiros para proteção do conteúdo, além da proteção contra danos ao veículo.
- Custos de peças e reparo: verifique a disponibilidade de peças originais ou de qualidade equivalente. Em veículos mais antigos, peças de reposição podem impactar o tempo de reparo e, por consequência, o custo do seguro, especialmente em sinistros com danos estruturais.
Como a GT Seguros pode ajudar
Ao lidar com um veículo clássico como a Nissan D-21 CS 2.7 Diesel de 1996, a escolha da seguradora pode fazer diferença não apenas no preço, mas também na qualidade da assistência oferecida em situações de sinistro. A GT Seguros trabalha para entender o uso real do veículo, o perfil do motorista e o estado de conservação do carro, traduzindo tudo isso em uma proposta que equilibre cobertura, SOFRimento e custo. Com uma consultoria especializada, é possível selecionar coberturas como incêndio, collision, roubo e recebimento de peças, bem como opções de proteção adicional para acessórios instalados, garantindo que a proteção seja compatível com as peculiaridades da D-21. Se você está buscando uma cotação, a GT Seguros pode oferecer opções personalizadas que levem em conta o valor FIPE, as necessidades de uso e o histórico do veículo, entregando uma apólice adequada ao perfil do seu carro.
Em síntese, para modelos históricos como a Nissan D-21 CS 2.7 Diesel 1996, a Tabela FIPE funciona como referência central, mas a apólice de seguro deve considerar o estado do veículo, as condições de conservação, a utilização prática e o histórico de manutenção. A Nissan, como marca, se destaca pela durabilidade e pela capacidade de atender a trabalhadores que dependem do veículo para atividades diárias, o que torna a correta avaliação do risco uma etapa essencial no processo de contratação de seguro. A D-21, com sua configuração 4×2/4×4 e motor diesel, continua sendo uma opção robusta para quem busca uma picape com personalidade e resistência, embora precise de atenção constante a pontos de desgaste natural relacionados ao tempo.
Se você está buscando proteção adequada para este modelo específico e quer uma orientação personalizada, a cotação com a GT Seguros está disponível para atender suas necessidades com transparência, simplicidade e foco no melhor custo-benefício. Uma avaliação cuidadosa dos componentes, da forma de uso e da história do veículo pode resultar em uma cobertura que realmente faça a diferença quando o assunto é segurança financeira sobre o carro que acompanhou seu dia a dia de trabalho e lazer.
