| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 42.285,00 |
| Fev/26 | R$ 42.379,00 |
| Jan/26 | R$ 42.473,00 |
| Dez/25 | R$ 42.554,00 |
| Nov/25 | R$ 42.618,00 |
| Out/25 | R$ 42.721,00 |
| Set/25 | R$ 42.859,00 |
| Ago/25 | R$ 43.075,00 |
| Jul/25 | R$ 43.145,00 |
| Jun/25 | R$ 43.189,00 |
| Mai/25 | R$ 43.276,00 |
| Abr/25 | R$ 41.813,00 |
Panorama técnico-mercadológico da Nissan Frontier 2002: referência FIPE para as versões SE/SE ONE CD 4×2 2.8 TDI Diesel
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, servindo como base para seguradoras, avaliadores e compradores. Quando se trata de modelos antigos ou de versões específicas, como a Nissan Frontier SE e SE ONE CD 4×2 com motor 2.8 TDI Diesel, a leitura da FIPE exige atenção aos detalhes da motorização, configuração de cabine e tração, bem como ao histórico de disponibilidade de itens de série. Para quem trabalha com corretagem de seguros, entender como esse conjunto de fatores influencia o valor de referência é essencial para calibrar as coberturas, limites e parcelas de seguro, sem perder de vista a realidade de uso do veículo. A Frontier de 2002, em particular, é um exemplar curioso: uma picape média com vocação para trabalho leve a moderado e para atividades de lazer, sempre sob a ótica de confiabilidade mecânica típica de marcas japonesas, como a Nissan, conhecida por oferecer robutez e durabilidade em utilitários robustos.
Ficha técnica da Nissan Frontier SE/SE ONE CD 4×2 2.8 TDI Diesel 2002
- Motor e desempenho: 2.8 litros a diesel, quatro cilindros em linha, turbocompressor e injeção direta. Potência aproximadamente entre 110 e 140 cavalos, com torque típico na faixa de 28 a 34 kgfm, dependendo da calibração do mercado. Alimentação por sistema de injeção moderna para a época, com boa resposta em rotações médias e baixo consumo relativo para o segmento. Transmissão principalmente de 5 marchas (manual) com opção de automação de 4 velocidades em algumas configurações; tração 4×2 de cabine dupla (SE/SE ONE CD), adequada para uso urbano e recreação leve a moderada fora de estrada em condições normais.
- Transmissão e tração: configuração padrão 4×2, com eixo rígido traseiro e suspensão ajustada para equilíbrio entre conforto simples e capacidade de carga. A transmissão manual de 5 marchas era a opção mais comum, oferecendo bom controle em trajetos mistos. Em algumas versões, havia combinação com câmbio automático de 4 velocidades, voltado a quem priorizava maior comodidade no uso diário.
- Dimensões, peso e capacidade: cabine dupla (Double Cab) com caçamba ampla, alinhada às necessidades de trabalho leve e transporte familiar. A Frontier 2002 costuma apresentar capacidade de carga útil compatível com atividades de trabalho moderado, aliado a espaço interno suficiente para quatro ocupantes com conforto básico. O tanque de combustível acompanha o padrão de uso rodoviário, visando autonomia suficiente para trajetos de média e longa distância sem paradas frequentes para reabastecimento.
- Interior, conforto e segurança: itens de conforto típicos da época incluíam ar-condicionado, vidros elétricos, trava elétrica e sistema de áudio simples. Modelos da linha SE costumavam trazer acabamento razoável para o segmento, com bancos confortáveis para viagens curtas e médias. Quanto à segurança, recursos como freios com assistência, e airbags frontais em versões específicas, variavam conforme o mercado e o pacote de itens; a robustez estrutural da Frontier era um de seus pontos mais destacados, especialmente para uso de utilitários em condições diversas.
Ao considerar a Tabela FIPE para a Nissan Frontier SE/SE ONE CD 4×2 2.8 TDI Diesel 2002, vale entender que a referência de preço reflete uma série de fatores, como idade, estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e a disponibilidade de peças de reposição. Em veículos com motor a diesel de fiabilidade moderada para o tempo, a depreciação tende a seguir trajetórias específicas: itens de manutenção preventiva e disponibilidade de insumos impactam diretamente a aceitação do veículo no mercado de usados. No universo de seguros, essa leitura é essencial para estabelecer a soma segurada, as coberturas adequadas e o prêmio, bem como para orientar o segurado a manter registros de serviços que sustentem o valor de referência na prática.

A Nissan: trajetória e identidade da marca
A Nissan é uma fabricante global com uma herança que se estende por décadas, marcada pela combinação de inovação, confiabilidade e foco em utilitários práticos. Originária do Japão, a marca construiu reputação por oferecer veículos que unem desempenho sólido, durabilidade e custo de manutenção previsível. Em termos de pick-ups, a Nissan findou reconhecimento especialmente pela capacidade de trabalho aliado a um interior funcional, além de uma linha que privilegia a robustez estrutural sem abrir mão do conforto básico. A Frontier, em particular, tornou-se um representante clássico nesse portfólio, destacando-se pela posição entre o sedã pickup e o utilitário de uso misto, capaz de enfrentar trajetos de trabalho com a mesma desenvoltura que as aventuras fora de estrada em situações adequadas. O legado da Nissan na indústria automobilística também se expressa em redes de assistência técnica, disponibilidade de peças e serviço pós-venda que, para muitos consumidores, é parte integrante da decisão de aquisição e, em especial, da continuidade de uso de um veículo histórico como a Frontier 2002.
Como a Tabela FIPE se relaciona com seguros e avaliações de veículos usados
Para os profissionais de corretagem de seguros, a FIPE representa uma referência objetiva para o “valor de mercado” de um veículo usado. Ela serve para orientar não apenas o prêmio, mas também a indenização em casos de perda total ou roubo, bem como a configuração de coberturas adicionais que façam sentido para o proprietário. Alguns pontos-chave sobre a relação entre FIPE e seguros incluem:
– Valor de referência: a FIPE não oferece um preço de venda específico, mas sim um valor referencial, que funciona como base para o cálculo do valor segurado. Esse valor ajuda a bancar o entendimento entre a propriedade e o custo de repor o veículo, caso haja sinistro. Em veículos com certificação diesel, versões com cabine dupla e configurações de tração 4×2, a FIPE costuma refletir o equilíbrio entre uso utilitário e demanda do mercado de usados de modelos antigos.
– Atualizações mensais e variação regional: a base FIPE é atualizada periodicamente, e pequenas variações regionais podem ocorrer, especialmente em modelos com produção limitada ou com pacotes de equipamentos diferenciados por mercado. Por isso, é comum que corretores e seguradoras ajustem o valor de referência com base no estado do veículo, histórico de manutenção e outros atributos relevantes.
– Impacto na apólice: ao definir a proteção do veículo, a corretora avalia não apenas o valor de venda, mas também as coberturas escolhidas (cobertura parcial, ampla, ou com acessórios e itens adicionais). A Tabela FIPE auxilia na definição do montante a ser segurado, o que, por sua vez, influencia diretamente o prêmio de seguro.
– Importância de documentação: para que a avaliação de risco e o cálculo do prêmio reflitam a realidade do veículo, é útil manter em dia documentos como relatório de inspeção, histórico de revisões, e comprovantes de manutenção preventiva. Isso reforça a credibilidade da soma segurada baseada na FIPE e ajuda a evitar desentendimentos em caso de sinistro.
Considerações práticas para quem tem uma Nissan Frontier 2002 na perspectiva de seguro
Ao planejar o seguro de uma Frontier SE/SE ONE CD 4×2 2.8 TDI Diesel de 2002, alguns pontos práticos ajudam a alinhar a cobertura com o uso real do veículo e com a expectativa de proteção financeira em caso de eventual perda. Primeiro, é útil definir o uso principal do veículo: deslocamentos diários curtos, viagens de fim de semana, ou atividades profissionais com transporte de ferramentas e cargas leves. Em segundo lugar, a cabine dupla (Double Cab) oferece versatilidade para famílias ou equipes que precisam levar passageiros com carga moderada, o que pode influenciar itens de proteção, como a cobertura contra terceiros, colisões e danos a acessórios. Terceiro, a manutenção regular, com registro de serviços, facilita a comprovação de conservação ao ajustar o valor de referência na FIPE. E, por fim, o histórico
