| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 12.915,00 |
| Fev/26 | R$ 12.944,00 |
| Jan/26 | R$ 12.973,00 |
| Dez/25 | R$ 12.998,00 |
| Nov/25 | R$ 13.018,00 |
| Out/25 | R$ 13.050,00 |
| Set/25 | R$ 13.092,00 |
| Ago/25 | R$ 13.120,00 |
| Jul/25 | R$ 13.142,00 |
| Jun/25 | R$ 13.156,00 |
| Mai/25 | R$ 13.183,00 |
| Abr/25 | R$ 13.195,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o Nissan Maxima 30GV/30GV Aero/GV 3.0 V6 24V de 1996
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para milhões de veículos vendidos no Brasil, ajudando seguradoras, concessionárias e consumidores a entenderem o valor de reposição ou de venda. No caso do Nissan Maxima 30GV, 30GV Aero e GV com motor 3.0 V6 24V de 1996, a leitura da FIPE envolve compreender o conjunto de especificações que influenciam a depreciação, o custo de manutenção e, consequentemente, a forma como o veículo é visto pelo seguro. Este texto explora a faixa FIPE para esse conjunto de versões, além de oferecer uma visão educativa sobre o que considerar ao segurar um carro com esse perfil, mantendo o foco técnico e prático necessário para quem atua no universo de corretagem de seguros.
Ficha Técnica resumida do Nissan Maxima 30GV / GV 3.0 V6 24V (1996)
- Motor: V6 3.0 litros (VQ30DE), 24 válvulas, DOHC
- Potência e torque: aproximadamente 190 hp (cavalos) a ~6.000 rpm, torque em torno de 270 Nm a ~4.000 rpm
- Transmissão: automática de 4 velocidades (com possibilidade de modos manuais em alguns pacotes) ou manual de 5 velocidades em algumas versões; tração dianteira (FWD)
- Dimensões e peso aproximados: comprimento próximo de 4,9 m, largura em torno de 1,75 m, distância entre-eixos cerca de 2,69 m, peso em torno de 1.500–1.600 kg
Essa ficha técnica destaca os aspectos centrais para a avaliação de valor na FIPE, bem como para o planejamento de seguros. O motor V6 3.0, com tecnologia DOHC e 24 válvulas, entrega resposta suave e comportamento característico de um sedã de maior porte, típico da linha Maxima da época. A transmissão automática era comum no mercado brasileiro de 1990s para esse modelo, oferecendo conforto de condução, especialmente em trajetos urbanos e rodoviários, mas com custos de manutenção que, por se tratar de um conjunto de época, podem exigir atenção redobrada em peças de reposição.

Sobre a marca Nissan
A Nissan é uma fabricante japonesa com trajetória marcada pela combinação de tecnologia, durabilidade e inovação. Desde a década de 1980, a marca consolidou-se como uma referência em sedãs de porte médio, oferecendo motores potentes, calibração de suspensão que privilegia o equilíbrio entre conforto e manejo e um conjunto de características voltadas para o uso diário, sem abrir mão de desempenho. No cenário brasileiro, a presença da marca no segmento de sedãs de grande porte, como o Maxima, representou uma oferta que conciliava boa potência com espaço interno, acostumação de condução suave e tradições de confiabilidade que, mesmo com a idade de determinadas unidades, ainda é valorizada por quem busca um veículo com pedigree e características distintas.
Vale destacar que, historicamente, a Nissan investiu em plataformas que enfatizam motores V6 e configurações de tração dianteira, o que resultou em linhas de veículos com boa distribuição de peso, robustez de construção e potencial para manter o estilo de condução mesmo com o tempo de uso. Como qualquer classe de veículo antigo, a preservação de peças originais, o histórico de manutenção e a disponibilidade de assistência técnica qualificada influenciam diretamente a experiência de uso e o custo total de propriedade. Esses fatores, por sua vez, costumam se refletir nos valores referenciados pela FIPE, no risco para seguradoras e na percepção de custo de propriedade pelo consumidor.
Interpretação da Tabela FIPE para esse modelo
A Tabela FIPE oferece uma referência de valores com base em dados de mercado, levando em conta aspectos como ano/modelo, versão, motor e configuração de transmissão. Para o Maxima de 1996, com variantes 30GV, 30GV Aero e GV, a FIPE reconhece o conjunto de especificações que diferem principalmente pela motorização 3.0 V6 24V e pelo nível de equipamento. Na prática, isso significa que:
- A variação entre versões (30GV, 30GV Aero, GV) pode impactar o valor referenciado pela FIPE, já que itens de conforto, acabamentos internos, recursos eletrônicos e rodas podem influenciar a percepção de preço no mercado de usados.
- O estado de conservação, a quilometragem, a procedência de peças originais e o histórico de manutenção costumam fazer a FIPE refletir um intervalo mais amplo de valores para o mesmo ano-modelo, especialmente em modelos de circulação relativamente pequena.
- Raridade de peças de reposição para um carro com quase três décadas pode afetar o custo de seguro, já que a disponibilidade de componentes originais ou equivalentes impacta avaliações de danos e reposição.
- A variação regional e de concessionárias/lojas de autos usados pode levar a pequenas diferenças entre o valor FIPE e o preço efetivo de mercado, algo comum em veículos de nicho ou com menor quantidade de unidades circulando no Brasil.
Para profissionais de seguros, entender esse ecossistema é essencial. A FIPE funciona como referência, mas a cobertura e o prêmio final dependem de fatores como o histórico de serviço, a integridade da pintura, o estado dos itens de segurança (airbags, freios ABS, controles de estabilidade quando disponíveis) e a presença de peças originais. Um veículo com manutenção em dia, com documentação de procedência e com histórico de sinistro limpo tende a ter ajuste mais favorável, mesmo que o valor FIPE seja apenas uma referência estática.
Impacto da FIPE no seguro do Maxima 1996
O seguro de automóveis utiliza a FIPE como base para estabelecer o valor segurado, que por sua vez determina o valor máximo de indenização em caso de sinistro total ou parcial, bem como o montante de cobertura de terceiros. No caso do Nissan Maxima 30GV/30GV Aero/GV 3.0 V6 24V de 1996, o impacto ocorre em várias frentes:
- Prêmio: quanto maior o valor de referência pela FIPE, maior pode ser o prêmio, pois o custo de reposição de um veículo com motor V6, peças de reposição específicas e mão de obra especializada tende a ser maior em comparação a modelos de menor porte.
- Peças de reposição: a disponibilidade de peças originais e genéricas pode influenciar o tempo de reparo e o custo de manutenção, fatores que as seguradoras costumam considerar ao calcular o sinistro.
- Risco e perfil do veículo: sedãs médios com motor potente costumam ter maior atratividade para furtos e roubo, bem como maior custo de reparo. O histórico de uso, a quilometragem e a região de circulação ajudam a calibrar esse risco.
- Valorização x depreciação: veículos com histórico de uso bem documentado, manutenção regular e conservação estética tendem a manter melhor o valor de reposição ao longo do tempo, o que pode influenciar o valor segurado em situações de renovação de apólice.
Em termos práticos, para uma corretora de seguros, é fundamental alinhar ao cliente que a FIPE fornece um referencial de mercado, mas o valor efetivo de cobertura deve considerar o estado específico do veículo, a qualidade das peças, a rede de assistência disponível e a necessidade de coberturas adicionais (colisão, incêndio, responsabilidade civil, etc.). Um Maxima bem conservado, com histórico de manutenção completo, pode justificar uma cobertura mais enxuta para danos menores, enquanto um veículo com maior vulnerabilidade a desgaste pode exigir proteção mais abrangente.
Fatores de manutenção que influenciam o valor FIPE e o seguro
Para quem administra ou utiliza o Maxima 1996, alguns cuidados específicos ajudam a manter o veículo alinhado com a referência FIPE e a obter condições mais favoráveis de seguro. A seguir, destacam-se aspectos práticos que costumam ter impacto direto na avaliação de risco e custo de propriedade:
- Histórico de manutenção: manter registros completos de revisões, trocas de fluidos, pastilhas, freios, correias, velas e componentes do sistema de arrefecimento ajuda a preservar o valor de reposição.
- Peças originais e qualidade de reparo: priorizar peças originais quando possível e optar por oficinas qualificadas reduz o risco de danos ocultos que comprometam a segurança e o desempenho.
- Conservação estética: pintura, riscos e danos numerários podem depreciar o valor e, por consequência, influenciar o valor segurado e o prêmio.
- Condições de uso: veículo de uso urbano com histórico de manutenção regular tende a apresentar menor probabilidade de falhas graves, influenciando positivamente o custo total de seguro.
É importante lembrar que, apesar de a FIPE fornecer uma referência, cada sinistro é avaliado individualmente pelas seguradoras, que levam em conta o estado atual do carro, o histórico de sinistros, o tipo de cobertura contratada e a existência de dispositivos de segurança (alarmas, imobilizador, rastreador). A combinação de esses fatores determina o custo real da proteção, especialmente para modelos mais antigos, onde a disponibilidade de peças pode ser um dos componentes-chave da decisão da seguradora.
Cuidados específicos com o Maxima 1996 e dicas para proprietários
Para quem é proprietário ou pretende adquirir um Nissan Maxima 30GV/30GV Aero/GV com motor 3.0 V6 24V de 1996, determinadas práticas ajudam a manter o veículo competitivo na FIPE e, ao mesmo tempo, reduzem o custo de seguro. Abaixo estão recomendações úteis, organizadas de forma prática:
- Manutenção programada: siga o programa de revisões recomendado pelo fabricante, com foco no sistema de arrefecimento, na correia de acessórios (quando aplicável) e na verificação do sistema de alimentação.
- Verificação de segurança: confira periodicamente os dispositivos de segurança, como freios, suspensão e sistema de airbags. Substituições oportunas ajudam a manter a integridade do carro e a reduzir riscos de lesões em caso de acidente.
- Histórico de proprietário único ou com registro de proprietários anteriores: em alguns casos, carros com poucos proprietários e histórico consistente tendem a ser avaliados de forma mais favorável pela FIPE e pela seguradora.
- Registro de danos e consertos: manter documentação de sinistros anteriores, inclusive resposta de oficina e notas fiscais, facilita a avaliação posterior pela seguradora.
Além disso, é pertinente considerar a disponibilidade de peças de reposição para o Maxima de 1996. Como um modelo antigo no qual parte do ecossistema de peças pode ser específico, vale a pena confirmar com oficinas especializadas ou lojas de reposição se há peças compatíveis com o motor V6 3.0 e com a arquitetura do veículo. A escassez de peças originais pode elevar o custo de reparo, influenciando o valor da FIPE e, consequentemente, o custo de seguros relacionados a colisões ou danos. Em contrapartida, veículos bem mantidos com documentação em dia tendem a apresentar uma curva de depreciação mais estável, o que é um benefício para quem busca planejamento de seguros a longo prazo.
Considerações finais: por que entender a FIPE importa para seguros
Para corretores, proprietários e potenciais compradores do Nissan Maxima 30GV/30GV Aero/GV 3.0 V6 24V de 1996, entender a relação entre a FIPE, a condição do veículo e o seguro é essencial. A FIPE oferece uma referência objetiva que facilita a comparação entre ofertas de seguro, além de orientar decisões de compra e de manutenção. No entanto, a análise de prós e contras de cada veículo antigo envolve uma leitura mais complexa: além do valor de reposição, envolve custo de peças, disponibilidade de mão de obra especializada, histórico de acidentes e o ajuste de coberturas de acordo com o uso real do carro. Um Maxima bem cuidado, com manutenção regular e com histórico detalhado, tende a ser visto de forma mais favorável tanto pela FIPE quanto pela seguradora, resultando em condições mais estáveis de proteção.
Se quiser entender o impacto da FIPE na sua proteção, faça uma cotação com a GT Seguros.
