| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 16.246,00 |
| Fev/26 | R$ 16.282,00 |
| Jan/26 | R$ 16.318,00 |
| Dez/25 | R$ 16.350,00 |
| Nov/25 | R$ 16.375,00 |
| Out/25 | R$ 16.415,00 |
| Set/25 | R$ 16.468,00 |
| Ago/25 | R$ 16.503,00 |
| Jul/25 | R$ 16.530,00 |
| Jun/25 | R$ 16.547,00 |
| Mai/25 | R$ 16.581,00 |
| Abr/25 | R$ 16.596,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Nissan Pathfinder SE Titanium 3.3 V6 12V 1996
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para balizar valores de referência de veículos usados. Em especial no âmbito de seguros, a FIPE funciona como um marco para estimar o valor de indenização ou de crédito em casos de sinistro, além de orientar a composição de prêmios de proteção veicular. É importante compreender que os valores da FIPE não equivalem ao preço de venda nem ao valor de aquisição, mas servem como referência estável, atualizada periodicamente, que facilita a tomada de decisão entre corretoras, seguradoras e clientes. Quando o tema é um modelo específico como o Nissan Pathfinder SE Titanium 3.3 V6 12V de 1996, a leitura da tabela envolve considerar a configuração do veículo, o estado de conservação, a kilometragem e, é claro, as particularidades da versão.
Para quem atua na área de corretores de seguros, entender como a FIPE classifica o Pathfinder de 1996 ajuda a calibrar o valor de substituição, o prêmio e as coberturas adequadas. O Pathfinder dessa geração pertence à primeira linha de SUVs robustos da Nissan, com foco em capacidade off-road, espaço interno generoso e confiabilidade em uso misto — urbano e estradas rurais. Ao consultar a Tabela FIPE, o corretor pode observar faixas de referência para versões com motor 3.3 V6 de 12 válvulas, associadas ao ano e à configuração 4×4, que é comumente citada para modelos com esse conjunto mecânico. A leitura cuidadosa considera, ainda, que pequenas variações entre mercados, opções de tecnologia e pacotes de acabamento podem impactar o valor referencial, mesmo dentro da mesma faixa de ano.

Ficha técnica do Nissan Pathfinder SE Titanium 1996
- Motor: VG33E, 3.3 L V6, 12 válvulas, com alimentação multiponto; linha de engenharia conhecida pela boa força de torque para o deslocamento de um SUV médio da época.
- Transmissão e tração: câmbio automático de 4 velocidades; sistema 4×4 com seleção (e, em muitos mercados, reduzida) para melhorar tração em terreno fora de asfalto.
- Carroceria e capacidade: SUV de cinco portas, configurado para acomodar cinco ocupantes com bom espaço interno; porta-malas compatível com viagens familiares e uso diário, característica típica de utilitários da era.
- Suspensão e chassis: dianteira independente tipo double wishbone; traseira com eixo rígido e molas, proporcionando robustez para uso misto e capacidade de condução em terrenos com variações de superfície.
A marca Nissan: tradição, inovação e confiabilidade no terrestre
A Nissanpaís, como fabricante global, construiu ao longo de décadas uma reputação fundamentada em equilíbrio entre desempenho, conforto e durabilidade. A Pathfinder, em especial, surgiu para atender a um público que buscava, além do transporte de pessoas, uma ferramenta capaz de enfrentar caminhos não pavimentados com segurança e previsibilidade. A filosofia da marca, aplicada ao Pathfinder de 1996, envolve uma engenharia voltada para a robustez: motores com torque útil para já sair com carga, transmissões que suportam trabalho contínuo e sistemas de tração que ajudam em trilhas, lama ou estradas com justas condições de aderência. Além disso, a Nissan tem histórico de investir em componentes que possam simplificar a manutenção em mercados com disponibilidade de peças, fator relevante para veículos com mais de duas décadas de idade. Com isso, o Pathfinder se tornou um modelo que, para proprietários que preservam a história do veículo, pode oferecer uma relação entre estilo, utilidade e conforto para uso cotidiano, longas viagens ou aventuras de fim de semana.
Essa visão de marca também influencia a forma como seguradoras avaliam o veículo na prática. Em termos de seguro, a confiabilidade percebida pela Nissan costuma refletir em posicionamentos de risco mais estáveis, desde que o histórico de uso e conservação seja favorável. Contudo, modelos 1996, particularmente com tecnologia e dispositivos de segurança menos sofisticados que os de hoje, costumam exigir atenção adicional aos quesitos de manutenção, documentação de revisões e condições estruturais. Tais fatores impactam não apenas o custo de manutenção, mas também a avaliação de risco pela seguradora, o que, por consequência, pode influenciar o valor referenciado pela FIPE utilizado na regulação de prêmio e cobertura.
Como a Tabela FIPE alimenta a cotação de seguro para o Pathfinder 1996
Ao considerar o Pathfinder SE Titanium 3.3 V6 12V de 1996, a FIPE funciona como um dos pilares para a formatação da apólice de seguro. O valor de referência da FIPE serve para calibrar o valor de indenização em caso de perda total, bem como para dimensionar coberturas como o valor de bens segurados e a regra de reparos. Vale mencionar que o procedimento não substitui uma avaliação mais específica de estado atual do veículo, que pode incluir itens como o estado da carroceria, a integridade do motor, o funcionamento de freios, suspensão e itens de segurança. Em veículos com mais de duas décadas, é comum que a FIPE sirva como base para o valor de referência, enquanto a seguradora pode ajustar o prêmio conforme o histórico de sinistros, a milhagem, o uso (urbano, fora de estrada, transporte de passageiros) e as condições de estado geral do veículo.
Para profissionais da corretagem de seguros, entender que a FIPE consolida faixas com base em anos de fabricação, versões e configurações é essencial. No caso do Pathfinder, pequenas variações entre versões SE Titanium — como itens de acabamento, conjunto de rodas ou recursos de conforto — podem levar a diferenças leves na referência. O mais importante é reconhecer que a FIPE não determina o preço de compra ou venda, mas fornece uma base consistente para estimar o valor segurável. Assim, na prática, a FIPE auxilia na definição de limites de coberturas, franquias e encargos adicionais, além de orientar o cliente sobre a proteção adequada para um veículo com histórico de uso off-road e características de SUV de tamanho médio.
Considerações sobre o seguro do Pathfinder 1996
Ao planejar o seguro de um Nissan Pathfinder SE Titanium 3.3 V6 12V de 1996, é essencial considerar alguns pontos específicos do veículo e de seu uso. Primeiro, a idade do veículo implica maior necessidade de manutenção preventiva e disponibilidade de peças de reposição. Seguradoras costumam solicitar informações sobre o histórico de revisões, estado da carroceria, estado do motor e do sistema de freios. Em segundo lugar, o uso: quem utiliza o Pathfinder como veículo de uso diário, para a família, pode ter diferentes necessidades de cobertura em comparação com quem o utiliza para atividades de lazer ou trilhas ocasionais. Terceiro, itens de segurança ativos e passivos, como freios ABS (quando disponível), cintos de segurança e dispositivos de proteção, podem influenciar o prêmio, ainda que esse modelo seja anterior a várias inovações modernas. Por fim, é relevante discutir a cobertura de danos a terceiros, guarnições e acessórios originais, que podem representar parte relevante do valor segurável do veículo, mesmo com a FIPE servindo como referência de valor global.
Na prática, ao solicitar uma cotação com a GT Seguros para o Pathfinder 1996, o corretor leva em conta a combinação de valor referencial da FIPE, estado de conservação e uso previsto, para propor um conjunto de coberturas que proteja o proprietário de custos não previstos, como reparos substanciais, substituição de componentes críticos e eventuais custos com assistência em viagens. A ideia é equilibrar proteção com custo, assegurando que o proprietário tenha tranquilidade sem pagar por coberturas desnecessárias. A escolha de coberturas pode incluir proteção contra colisão, residencial, incêndio, roubos, danos elétricos e assistência em viagem, entre outras opções que a GT Seguros oferece. Ao final, o objetivo é oferecer ao segurado uma solução que atenda às suas necessidades específicas, levando em consideração o caráter único do veículo e do uso que ele recebe.
Se você está avaliando cotação para esse veículo clássico da Nissan, a recomendação é manter documentos atualizados, registrar visitas a revisões periódicas e manter um histórico de manutenções disponível. Esses elementos ajudam a demonstrar o estado de conservação do Pathfinder ao longo do tempo, o que pode influenciar positivamente a avaliação de risco e, consequentemente, o custo do seguro. Em resumo, a Tabela FIPE atua como referência estável para o seguro, enquanto a ficha técnica, o estado geral do veículo e o uso cotidiano ajudam a moldar a proposta mais adequada para proteger o Pathfinder SE Titanium 1996.
Como concluir, a compreensão da Tabela FIPE, aliada à ficha técnica e ao conhecimento da marca Nissan, oferece aos clientes e corretores melhores condições para planejar uma proteção veicular robusta, mesmo para modelos de uma geração anterior. Ao buscar uma cobertura que combine valor referencial, custos de manutenção e necessidades reais, a decisão de escolher a GT Seguros pode ser o passo certo para assegurar tranquilidade nas estradas e fora delas. Faça já uma cotação com a GT Seguros para ter uma visão clara de como fica a proteção do Pathfinder SE Titanium 3.3 V6 12V 1996 na prática, com condições pensadas para veículos clássicos e utilitários nessa faixa de anos.
