Valor FIPE Atual
R$ 5.272,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 023036-7
Ano: 1992-1
MêsPreço
Fev/26R$ 5.272,00
Jan/26R$ 5.285,00
Dez/25R$ 5.266,00
Nov/25R$ 5.255,00
Out/25R$ 5.268,00
Set/25R$ 5.285,00
Ago/25R$ 5.297,00
Jul/25R$ 5.306,00
Jun/25R$ 5.312,00
Mai/25R$ 5.323,00
Abr/25R$ 5.328,00
Mar/25R$ 5.337,00

Guia prático para entender a Tabela FIPE do Nissan Sentra GXE/SER 1992 e as implicações para o seguro

Ficha técnica resumida

O Nissan Sentra GXE/SER de 1992 é um sedã compacto que carrega a filosofia de simplicidade aliada à confiabilidade típica da marca japonesa. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica resumida para facilitar a leitura, especialmente no momento de avaliações de seguro e de referência da FIPE. Lembre-se de que pequenas variações de fábrica, condições de conservação e historial do veículo podem alterar alguns componentes ao longo da vida útil do carro.

  • Motor: 4 cilindros em linha, 1.6 L (aprox. 1.597 cm³), com alimentação por injeção eletrônica, potência estimada entre 90 e 100 cv.
  • Transmissão: opções de manual de 5 velocidades; em algumas versões existia câmbio automático de 4 velocidades.
  • Dimensões e peso: carro de quatro portas, aproximadamente 4,0 metros de comprimento, entre-eixos em torno de 2,5 metros, peso entre 900 e 1.000 kg, dependendo da versão e do estado de conservação.
  • Equipamentos e acabamento: acabamento simples, com itens básicos de conforto para a época, como ar-condicionado em versões superiores, direção assistida e vidros elétricos conforme a configuração.

Nissan e a trajetória da marca no cenário automotivo

A Nissan é uma fabricante japonesa reconhecida mundialmente por sua engenharia voltada à robustez, eficiência e confiabilidade. Ao longo das décadas, a marca construiu uma reputação sólida em diferentes segmentos, desde compactos populares até modelos de maior sofisticação. No Brasil, a presença da Nissan ganhou força nas décadas de 1990 em diante, conectando produtores locais a uma rede de assistência técnica e showroom que ajudou a consolidar a confiança do consumidor brasileiro na marca. O Sentra, em especial, representou uma opção de sedã compacto com foco em praticidade e conforto, atributos valorizados por famílias e profissionais que buscavam um veículo confiável para uso diário. Essa herança implica entender o Sentra GXE/SER 1992 não apenas como um conjunto mecânico antigo, mas como parte de um ecossistema de manutenção, peças de reposição disponíveis e suporte pós-venda que, mesmo diante da idade, ainda influencia as decisões de seguro e de depreciação na FIPE.

Tabela FIPE Nissan Sentra GXE/ SER 1992

Ao tratar de veículos clássicos de montagem japonesa, é comum notar a percepção de robustez associada a motores simples, manutenção regular e componentes que, quando bem cuidados, tendem a manter o funcionamento estável por muitos anos. No entanto, a idade avança de forma natural e eleva a importância de manter um histórico de manutenção completo, bem como de preservar as características originais do veículo. Tudo isso repercute na avaliação de risco pelas seguradoras, bem como na forma como a Tabela FIPE é usada como referência de valor para seguros de automóveis usados. Entender a marca ajuda, portanto, a contextualizar a confiabilidade percebida pelo mercado e a projeção de como o veículo pode se comportar ao longo do tempo.

Entendendo a Tabela FIPE para esse modelo

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela agrega dados de transações de compra e venda, refletindo a demanda, a disponibilidade de peças, o estado geral do modelo e a aceitabilidade do público. Quando o assunto é seguro, a FIPE serve como base para estimar o valor de cobertura, a indenização em caso de sinistro e, por fim, a avaliação de depreciação no ressarcimento. No caso do Nissan Sentra GXE/SER 1992, a leitura da FIPE envolve alguns pontos-chave:

– Atualização periódica: a FIPE atualiza mensalmente os valores para diversos modelos, incluindo carros com mais de duas décadas de fabricação. Essas mudanças podem valorizar ou depreciar o veículo de acordo com a oferta de mercado e a percepção de utilização do modelo.

– Impacto do estado de conservação: unidades bem preservadas, com histórico de manutenção documentado e sem modificações significativas, tendem a manter valores de referência mais estáveis em relação a unidades com desgaste acentuado ou com modificações não originais.

– Peças de reposição e disponibilidade: modelos com reposição de peças mais fáceis de encontrar costumam manter valores de referência mais consistentes, pois o custo de reparo é previsível para as seguradoras e para os proprietários.

– Variações por regiónais: algumas regiões do Brasil podem apresentar diferenças de mercado que também se refletem na FIPE, conforme a densidade de circulação, condições de uso e profilaxia de manutenção.

Para quem atua na área de seguros, entender essas nuances é essencial para calibrar a soma segurada, as coberturas adicionais que façam sentido para o modelo e o perfil do condutor. Um valor FIPE bem avaliado ajuda a evitar subseguro, que é quando a cobertura fica aquém do valor de reposição, e a evitar superproteção, que pode gerar custo desnecessário na mensalidade. Em todos os casos, é recomendável que o valor referencial seja revisado com base no estado real do veículo, no histórico de manutenção e nas características específicas da unidade que está sendo segurada.

História da marca Nissan e influência no cenário brasileiro

A Nissan, marca de origem japonesa, trilhou um caminho de expansão global ao longo das últimas décadas, impulsionada por inovações em engenharia, eficiência de consumo e confiabilidade mecânica. No Brasil, a presença de veículos da Nissan significou uma integração entre tecnologia do exterior e necessidades locais, com foco em oferecer modelos que combinassem praticidade, durabilidade e custo de manutenção adequado ao mercado brasileiro. O Sentra, como família de sedãs compactos, acompanhou essa expansão oferecendo um conjunto que, na prática, buscava atender a usuários que precisavam de espaço interno, conforto para o dia a dia e desempenho estável em vias urbanas e rodovias. A identidade da marca, associada a uma rede de assistência técnica e de peças de reposição, também influencia a percepção de valor de mercado do modelo prognosticado pela FIPE. Quando se analisa o 1992, é importante reconhecer que esse período representou uma etapa de consolidação da Nissan no país, com foco em oferecer soluções de mobilidade que pudessem seguir o ritmo de vida das famílias, sem abrir mão de custos de manutenção previsíveis.

Além de aspectos puramente técnicos, a relação com a marca se traduz em confiabilidade percebida e na facilidade de encontrar informações de manutenção. Por isso, muitos proprietários e avaliadores de seguros olham com atenção para o histórico de cuidado com o veículo: revisões, peças originais ou de substituição compatíveis, e a regularidade de inspeções podem influenciar positivamente o valor de referência da FIPE e, por consequência, o custo do seguro. Em suma, a marca ajuda a moldar a expectativa de desempenho de longo prazo, algo que é levado em consideração por seguradoras ao definir a proteção adequada para um Sentra GXE/SER de 1992.

Como a Tabela FIPE impacta a apólice de seguro para o Sentra GXE/SER 1992

Para o seguro, a FIPE funciona como um padrão de referência que orienta o valor a ser utilizado em várias coberturas, especialmente na indenização por perda total ou roubo e na reposição de peças. A leitura correta do FIPE para esse modelo ajuda a estabelecer o valor de substituição ou de reparo adequado, reduzindo a probabilidade de perceber lacunas entre o que é realmente gasto para reaver o veículo e o que a apólice cobre. Além disso, como o Sentra 1992 já é um veículo com décadas de estrada, a seguradora pode considerar outros fatores de risco na hora de precificar o seguro:

– Uso do veículo: se o carro circula com frequência para deslocamentos diários ou se é utilizado principalmente em fins de semana, isso pode influenciar o perfil de risco aceito pela seguradora e, consequentemente, o prêmio.

– Condição de conservação: carros que passaram por manutenção regular, com histórico de substituição de peças críticas (embreagens, freios, sistema de arrefecimento) tendem a ter sinistralidade menor.

– Perfil do condutor: idade, tempo de habilitação, histórico de sinistros e comportamento de condução são pontos que impactam a avaliação de risco.

– Local de estacionamento e uso fora de casa: veículos estacionados em garagem protegida ou em áreas com menor exposição a vandalismo ou roubos costumam apresentar um risco menor aos olhos das seguradoras.

É comum que a soma segurada baseada na FIPE para esse modelo seja ajustada com base no estado real do veículo, de modo a refletir a realidade do mercado e a particularidade de cada unidade. A soma segurada correta ajuda o contratante a evitar custos excessivos com a apólice enquanto mantém a proteção necessária para situações como colisões, danos naturais ou furtos/parcialidades. Por isso, a leitura consciente da FIPE, aliada a um bom levantamento do histórico do veículo, é fundamental para uma apólice equilibrada e adequada.

Ao avaliar a segurabilidade do Nissan Sentra GXE/SER 1992, lembre-se de que o objetivo da FIPE é oferecer uma referência estável, que permita à seguradora calcular prêmios justos e aos proprietários garantir cobertura compatível com a realidade de mercado. O valor de referência pode não ser igual ao preço de venda em uma transação particular, mas funciona como base para o cálculo de indenização, de depreciação e de reposição. Por isso, manter o veículo em boa condição, com documentação em dia e histórico de manutenção acessível facilita a utilização da FIPE como ferramenta de proteção financeira.

Conservação, peças e manutenção: impactos práticos no seguro e na vida útil

Manter um Nissan Sentra GXE/SER 1992 em bom estado tem impactos diretos não apenas na segurança e no desempenho, mas também na percepção de valor pela FIPE e no custo do seguro. Algumas práticas simples podem fazer diferença significativa ao longo dos anos:

– Manutenção preventiva regular: trocar óleo, filtros, velas, correias e fluidos conforme o cronograma recomendado minimiza o risco de falhas graves que poderiam aumentar o custo do seguro em futuras renovações.

– Peças originais ou compatíveis de qualidade: escolher peças adequadas ajuda a manter a confiabilidade mecânica, reduzindo a chance de sinistros relacionados a falhas mecânicas.

– Registro de histórico de manutenção: guardar notas, recibos de serviços e manuais facilita a avaliação pela FIPE e pela seguradora na hora de reajustar a cobertura