Valor FIPE Atual
R$ 27.094,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 023034-0
Ano: 1996-3
MêsPreço
Mar/26R$ 27.094,00
Fev/26R$ 27.154,00
Jan/26R$ 27.214,00
Dez/25R$ 27.266,00
Nov/25R$ 27.307,00
Out/25R$ 27.373,00
Set/25R$ 27.461,00
Ago/25R$ 27.519,00
Jul/25R$ 27.564,00
Jun/25R$ 27.592,00
Mai/25R$ 27.648,00
Abr/25R$ 27.673,00

Panorama técnico da Nissan Terrano II SLX 2.7 Diesel (1996) e a relação com a Tabela FIPE

O universo da Tabela FIPE é parte fundamental do processo de valor de veículos usados no Brasil. Ela funciona como referência de mercado, ajudando seguradoras, concessionárias, compradores e vendedores a estabelecerem valores praticados na comercialização e, principalmente, a calibrar o valor de cobertura em seguros. Ao falar da Nissan Terrano II SLX 2.7 Diesel de 1996, é importante compreender não apenas as especificidades do modelo, mas também como o índice FIPE se relaciona com as escolhas de proteção, indenização e reajuste de apólices. Este artigo aborda, de forma educativa e didática, a ficha técnica do veículo, aspectos da marca e as implicações para o seguro, mantendo o foco no tema exato proposto.

Sobre a marca Nissan: tradição, inovação e off-road

A Nissan é uma fabricante japonesa com presença global consolidada, reconhecida pela combinação de confiabilidade, tecnologia e desempenho. A marca investe continuamente em soluções que atendem tanto ao uso urbano quanto ao off-road, com linhas de modelos que vão de compactos eficientes a SUVs robustas para atividades em terrenos desafiadores. No segmento de utilitários esportivos, a Nissan construiu uma reputação associada à durabilidade de seus veículos, à capacidade de lidar com condições climáticas adversas e à disponibilidade de peças e assistência técnica ao longo de décadas. A Terrano II, em especial, simboliza a visão da marca de oferecer uma opção de SUV com atributos de utilidade, robustez mecânica e vocação para uso misto — urbano e campo — sem abrir mão do conforto de direção e da praticidade cotidiana. Ao considerar a Terrano II SLX 2.7 Diesel 1996, o comprador ou o responsável pela seguradora aprecia não apenas o desempenho do motor, mas também o legado da marca em termos de assistência, peças de reposição e histórico de confiabilidade que moldam a percepção de risco pela seguradora ao calcular o prêmio de seguro e as coberturas adequadas.

Tabela FIPE Nissan Terrano II SLX 2.7 Diesel 1996

Ficha técnica da Terrano II SLX 2.7 Diesel (1996)

A seguir, apresentam-se informações essenciais da versão SLX com motor 2.7 Diesel, ano aproximado 1996. A ideia é oferecer uma visão clara para o entendimento técnico e facilitar a comparação com outros modelos, mantendo o foco no seu uso como referência de avaliação pela FIPE e pelas seguradoras.

  • Motor: 2.7 litros diesel, quatro cilindros, com turbocompressor (turbo); configuração típica para SUV de uso misto, visando torque suficiente para o deslocamento em trechos não pavimentados e manobras de carga.
  • Potência e torque: potência próxima de 110 cv, com torque relativamente elevado para um motor de 2.7 L; o conjunto turbocomprimido favorece a atuação em subidas, reboques leves e frotas com exigência de torque em baixas rotações.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; sistema de tração 4×4 com opção de reduzida, útil para transposições de terreno acidentado, lama, areia ou subidas íngremes, conforme configuração de uso.
  • Dimensões, peso e capacidade: comprimento estimado em torno de 4,6 metros; largura aproximada de 1,75 a 1,80 metros; peso em ordem de 1,8 a 2,0 toneladas; capacidade do tanque de combustível em faixa de aproximadamente 70 a 75 litros, o que impacta autonomias em longas viagens.

Além dos itens acima, vale destacar que a Terrano II foi concebida para oferecer conforto e robustez que agradam usuários que precisam de espaço interno, capacidade de estacionamento em vias com restrições e, ao mesmo tempo, uma plataforma capaz de enfrentar trilhas leves. O conjunto de suspensão, chassis e freios, combinados a uma posição de condução elevada, facilita a percepção de terreno, tornando-a uma opção adequada para quem busca utilidade diária aliada a potenciais deslocamentos fora de asfalto.

Do ponto de vista de manutenção e confiabilidade, veículos mais antigos exigem planejamento: revisões periódicas, atenção à disponibilidade de peças originais, inspeções de sistema de direção e freios, além de verificar o estado da embreagem, da caixa de câmbio e do sistema de alimentação de combustível. Embora o frescor de um modelo novo não esteja presente, a Terrano II SLX 2.7 Diesel costuma se destacar pela robustez mecânica, desde que haja um histórico de uso adequado, com manutenções regulares. Esse histórico é particularmente relevante para a FIPE e as seguradoras, que avaliam o risco de sinistralidade com base na confiabilidade do conjunto motriz, na disponibilidade de peças e na capacidade de manter o veículo funcional em diferentes situações de uso.

É importante lembrar que a ficha técnica apresentada acima serve como referência. Valores específicos (potência, torque, dimensões exatas, capacidade de reboque, entre outros) podem variar conforme a mercadoria, o país de venda, o lote de fabricação e as particularidades de cada exemplar. Em qualquer caso, a análise comparativa com a Tabela FIPE, as informações de campo do veículo e o histórico de manutenção ajudam a construir uma base sólida para decisões responsáveis de compra, venda e contratação de seguro.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro da Terrano II

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados e seminovos no Brasil. Ela é produzida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e é amplamente adotada por seguradoras para nortear o cálculo de prêmios, indenizações e depreciação em casos de sinistros. Para um modelo como a Terrano II SLX 2.7 Diesel (1996), a FIPE fornece um valor de referência que reflete a média observada nas transações de mercado, levando em consideração a idade, o estado geral de conservação, a motorização (no caso, diesel 2.7), a quilometragem típica e outros fatores relevantes. O objetivo é estabelecer uma base comum para o reconhecimento do valor de reposição ou de indenização em caso de perda total ou de danos que demandem reparo significativo.

Para clientes, o processo é simples: o valor FIPE serve como referência de avaliação, influenciando o valor segurado do veículo e, consequentemente, o custo da apólice. É comum que a seguradora utilize também outros parâmetros, como estado de conservação, histórico de sinistros, uso (particular, profissional, turismo), perfil do motorista e região de circulação, para calibrar o prêmio final. Em veículos de idade mais avançada, como a Terrano II de 1996, o fator de depreciação e o histórico de disponibilidade de peças podem exercer peso, já que a reposição de peças originais pode influenciar o custo de reparos e o tempo de disponibilidade de componentes.

Outra consideração importante é que a FIPE não é fixada pela montadora nem pela concessionária; ela reflete o mercado. Logo, quando o veículo passa por uma avaliação para seguro, a seguradora pode consultar a tabela em diferentes intervalos de tempo (mensalmente, por exemplo) para ajustar o valor segurado ao longo da vida do veículo. Por isso, manter um registro de manutenções, revisões, notas fiscais e um histórico de estado de conservação ajuda a sustentar um valor de seguridade mais estável e, em muitos casos, a evitar surpresas na hora de acionar o seguro.

Implicações práticas para quem busca seguro

Para o proprietário ou interessado na Terrano II SLX 2.7 Diesel 1996, entender a relação entre a FIPE e o seguro é crucial para planejar a cobertura mais adequada, sem pagar demais. Abaixo, apresento considerações-chave que ajudam na tomada de decisão sem entrar na seara de custos específicos:

1) Cobertura adequada ao uso: se a Terrano II é utilizada principalmente na cidade, a cobertura pode ter foco em colisões, roubo e furto, com atenção aos instrumentos de segurança já instalados no veículo. Para uso em estradas de terra ou em viagens com trilhas leves, vale considerar uma cobertura que inclua danos a terceiros, além de, quando aplicável, proteção para acessórios. A FIPE ajuda a dimensionar o valor assegurado para reposição ou indenização, o que por sua vez influencia o prêmio.

2) Documentação de manutenção: manter um histórico de revisões, trocas de peças críticas (filtro de combustível, vedação, freios, suspensão) e notas fiscais facilita a validação do estado do veículo pela seguradora, contribuindo para uma avaliação de risco mais alinhada com a realidade do carro. Em modelos mais antigos, a documentação pesa bastante na negociação de condições, já que a confiabilidade depende, em grande parte, do cuidado com o veículo ao longo dos anos.

3) Registro de modificações: se houver alterações que afetem o desempenho, consumo de combustível ou a segurança (por exemplo, reforços de proteção, rodas ou pneus de perfil diferente), é essencial informar a seguradora. Mudanças no estado original podem impactar tanto o valor de mercado (refletido pela FIPE) quanto o custo de reposição, caso haja sinistro.

4) Escolha de franquia e cobertura adicional: em veículos de temporada, pode ser sensato avaliar opções de franquia menor para sinistros de terceiros, bem como coberturas extras para guinchos, assistência 24 horas, proteção contra danos a acessórios e proteção contratual para reposição ou uso de peças originais. A FIPE continua servindo como referência para o valor segurado, mas a configuração de coberturas é onde o consumidor encontra adequação ao seu perfil de uso e orçamento.

Essa combinação entre a ficha técnica, o histórico de conservação e a leitura da FIPE permite ao corretor de seguros oferecer uma solução de proteção alinhada com o risco real do veículo. Para motoristas de Terrano II, sobretudo modelos antigos, a escolha cuidadosa das coberturas é parte fundamental da gestão de riscos, assegurando que a proteção acompanhe o valor de mercado praticado no momento da contratação e, no caso de sinistro, que a indenização seja compatível com o estado do veículo e com a reposição de componentes necessários.

Reflexões finais: o que considerar na hora de cotar seguro

Ao planejar a proteção da Terrano II SLX 2.7 Diesel 1996, vale ter em mente que o histórico do veículo, a disponibilidade de peças, o uso previsto e a presença de itens de segurança influenciam o custo da apólice. A Tabela FIPE continua sendo uma referência útil para entender o valor de mercado do carro ao longo do tempo, ajudando a calibrar o valor segurado e a evitar sub ou superavaliações que resultem em prêmios inadequados. Em veículos dotados de características off-road, como a Terrano II, o seguro não se resume apenas a um número: envolve uma avaliação holística do veículo, do seu uso e das condições de circulação. Lembre-se de que informações consistentes, desde a descrição do motor até o estado de conservação, são fundamentais para que o corretor possa indicar a cobertura mais adequada, com equilíbrio entre proteção e custo.

Para quem busca proteção adequada e uma abordagem personalizada, vale considerar a experiência de uma seguradora que compreende o universo dos SUVs antigos e de uso misto. A GT Seguros oferece cotação personalizada para modelos como a Terrano II SLX 2.7 Diesel 1996, buscando alinhar o valor segurado com a realidade do veículo, o perfil do condutor e o padrão de uso. Aproveite a oportunidade de conversar com um consultor para entender as opções disponíveis e encontrar a solução que melhor atende às suas necessidades de proteção.

Ao final, quem administra o risco de possuir uma clássica com vocação 4×4 sabe que a escolha de seguro não é apenas sobre o valor pago mensalmente, mas sobre a tranquilidade de saber que o veículo está protegido de maneira adequada, com cobertura compatível com o seu uso e com a realidade do mercado. Se estiver pronto para avançar, considere fazer uma cotação com a GT Seguros para obter uma proposta alinhada ao seu perfil e às características da Terrano II SLX 2.7 Diesel 1996.