| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 3.190,00 |
| Dez/25 | R$ 3.197,00 |
| Nov/25 | R$ 3.202,00 |
| Out/25 | R$ 3.154,00 |
| Set/25 | R$ 3.165,00 |
| Ago/25 | R$ 3.172,00 |
| Jul/25 | R$ 3.178,00 |
| Jun/25 | R$ 3.182,00 |
| Mai/25 | R$ 3.189,00 |
| Abr/25 | R$ 3.192,00 |
| Mar/25 | R$ 3.197,00 |
| Fev/25 | R$ 3.199,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Peugeot 106 XT 1992 e como isso orienta a escolha de seguro
Quando se fala em tabelas de referência de mercado no setor automotivo, a Tabela FIPE é, para muitos, o ponto de partida da conversa sobre valorização, avaliação de sinistros e escolha de coberturas. No caso específico do Peugeot 106 XT 1992, esse conjunto de dados funciona como uma bússola para entender o estado de um modelo antigo, suas características técnicas e a forma como o valor é percebido pela indústria de seguros. O objetivo deste artigo é oferecer uma visão educativa sobre o que a Tabela FIPE representa para o Peugeot 106 XT 1992, sem entrar em detalhes de preço direto, já que os valores costumam ser atualizados automaticamente no topo do post para quem lê.
O modelo Peugeot 106, lançado na primeira metade da década de 1990, pertence a uma era em que compactos urbanos eram valorizados pela eficiência, facilidade de manutenção e consumo compatível com o dia a dia de deslocamento na cidade. A versão XT, em particular, carregava um apelo esportivo moderado, com foco em uma condução prática, ainda que simples, característica de hatchbacks com carroceria de 3 portas. No cenário brasileiro, esse tipo de veículo tinha presença expressiva entre quem busca uma solução de mobilidade com menor custo de aquisição e operação, o que, por consequência, impacta o universo de seguros oferecidos para esse tipo de carro. A Tabela FIPE, ao consolidar uma referência de mercado para esse e outros modelos, funciona como base para entender a faixa de cobertura mais adequada, a afinidade de perfil de risco e as possibilidades de personalização da apólice. Este texto, portanto, reúne uma síntese educativa para que o leitor possa interpretar a ficha técnica do veículo em conjunto com a referência FIPE, pensando na proteção veicular com responsabilidade.

Ao explorar a Tabela FIPE, é importante reconhecer que o valor de referência não é um preço de venda ou de compra, mas sim uma métrica padronizada para facilitar comparações e a comunicação entre seguradoras, clientes e o mercado. Quando o assunto é seguro, esse referencial orienta decisões como o valor segurado, a necessidade de coberturas complementares (colisão, incêndio, roubo, terceiros) e a avaliação de questões operacionais, como prazos de indenização e procedimentos de reparo. No Peugeot 106 XT 1992, a combinação de um motor com tração dianteira, uma carroceria compacta e uma mecânica simples favorece manutenções realizadas com peças relativamente acessíveis, o que costuma influenciar positivamente o custo do seguro, especialmente para veículos com valor de reposição relativamente baixo no mercado atual. A leitura correta da FIPE, aliada à ficha técnica do veículo, contribui para uma apólice mais ajustada às necessidades reais do dono, sem exageros ou lacunas de cobertura.
Ficha técnica resumida do Peugeot 106 XT 1992
- Motorização: motor 4 cilindros a gasolina, com variantes que historicamente aparecem entre 1.1 L e 1.4 L; potência estimada na faixa de 60–75 cv, conforme a configuração de mercado. A recomendação é considerar a versão específica do veículo para alinhamento com o registro do modelo.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas; tração dianteira; carroceria hatchback de 3 portas, pensado para uso urbano, com boa manobrabilidade em vias estreitas.
- Dimensões e peso: comprimento aproximado de 3,58 m, largura em torno de 1,61 m e altura próxima a 1,40 m; peso não carregado de cerca de 730 kg, com capacidade de bagagem adequada ao perfil de hatch compacto da época.
- Capacidade do tanque e características de uso: tanque de combustível com capacidade típica por volta de 40 L; consumo varia conforme condução, manutenção e condições de uso, com indicadores de eficiência alinhados ao que se espera de um veículo urbano da primeira metade dos anos 90.
Observação: as especificações acima representam um retrato técnico comum do Peugeot 106 XT 1992 e podem sofrer variações conforme o mercado/país de origem, a configuração de fábrica e eventuais modificações ao longo da vida útil do veículo. Em termos de seguro, esses itens da ficha técnica ajudam a entender o desempenho, o desgaste natural de componentes e a necessidade de coberturas específicas para manter a proteção adequada, sem perder o equilíbrio entre custo da apólice e cobertura efetiva.
O papel da marca Peugeot no contexto do 106 XT
A Peugeot, fabricante francesa com longa tradição no desenvolvimento de hatchbacks compactos, construiu, ao longo das décadas, uma imagem associada a design funcional, dinamismo urbano e engenharia confiável para o dia a dia. Em modelos como o 106 XT, a marca trouxe uma proposta de mobilidade prática, com foco na agilidade de manobra, consumo moderado e facilidade de manutenção. Essa combinação é relevante do ponto de vista de seguros, pois veículos de montadora reconhecida costumam apresentar rede de assistência técnica ampla, disponibilidade de peças de reposição e histórico de confiabilidade que impactam positivamente, ao menos em parte, o custo total de propriedade e o custo de seguro ao longo do tempo. Além disso, a identificação da marca e do modelo ajuda as seguradoras a calibrar avaliações de risco com base em dados reais de sinistralidade de cada linha, levando em conta fatores como idade do veículo, presença de itens de segurança (tais como cintos de segurança, carroceria robusta para a época, e sistemas de proteção), e o custo de reparo típico de peças originais ou de reposição. Em termos históricos, a presença da Peugeot no cenário brasileiro — especialmente com modelos urbanos como o 106 — reforçou a percepção de que carros de porte reduzido podem ter seguros mais acessíveis, desde que haja uma gestão cuidadosa de uso, garagem protegida e histórico de condução responsável.
Quando o assunto é a avaliação da segurabilidade, a marca também influencia a percepção de valor de reposição e peças disponíveis. Em veículos de linha antiga, a disponibilidade de peças pode variar, o que, por consequência, pode afetar o custo de reparo em situações de sinistro. Nesse contexto, a Tabela FIPE atua como uma referência neutra para as seguradoras avaliarem o que é plausível indenizar com base no valor de mercado, ao mesmo tempo em que incentivam o cliente a manter a manutenção em dia para preservar o funcionamento seguro do veículo. Para proprietários do 106 XT, compreender a relação entre a marca, o estado geral do carro e a referência FIPE ajuda a planejar melhor o seguro, a partir de coberturas que garantam reposição ou reparo de forma apropriada e sustentável ao longo dos anos.
Como a Tabela FIPE impacta as escolhas de seguro
A Tabela FIPE, ao servir como referência de mercado, influencia várias decisões estratégicas dentro da apólice de seguro de automóvel. Abaixo, destacam-se quatro pontos-chave para entender esse impacto no caso do Peugeot 106 XT 1992:
- Determinação do valor segurado para indenização integral: a FIPE orienta o valor de referência utilizado para calcular o montante a ser pago em caso de perda total ou substituição do veículo, mantendo coerência com o mercado de veículos usados na época do modelo.
- Seleção de coberturas adequadas: a leitura da FIPE ajuda a definir se a proteção principal (acidentes, roubo, incêndio) está alinhada ao valor de reposição ou ao custo de reparo, evitando lacunas ou repasses desnecessários.
- Impacto no prêmio: embora o valor de referência não seja o único fator, ele é parte do cálculo de risco que as seguradoras utilizam para precificar o seguro, levando em conta idade do veículo, histórico de sinistros e perfil do condutor.
- Adequação de franquias e limites de coberturas: com um veículo antigo, pode haver opções de franquias mais suaves para danos parciais ou pacotes que priorizem reparos em rede autorizada, sempre respeitando a relação custo/benefício para o proprietário.
Para quem está buscando entender melhor o cenário, vale a pena conversar com um corretor de seguros e analisar como a Tabela FIPE se encaixa no seu plano. A ideia é encontrar um equilíbrio entre proteção suficiente e economia, especialmente para veículos com valor de referência que pode oscilar conforme o tempo e o estado de conservação do veículo. Em resumo, a FIPE não determina sozinho o custo do seguro, mas é um referencial essencial que, ao ser combinado com a ficha técnica e o histórico de uso, ajuda a personalizar a apólice de forma mais consciente.
Concluindo, o Peugeot 106 XT 1992 é um exemplo clássico de como veículos compactos da década de 1990 continuam sendo relevantes para quem deseja mobilidade diária com custo de propriedade contido. Nesse cenário, entender a Tabela FIPE, a ficha técnica do carro e o espírito da marca é parte de uma abordagem educativa que capacita o consumidor a mirar em coberturas proporcionais, mantendo a proteção necessária sem exageros. E, ao planejar a contratação ou renovação da apólice, vale considerar uma cotação com a GT Seguros para analisar as opções disponíveis de forma prática, transparente e ajustada ao seu perfil e ao seu veículo.
