Valor FIPE Atual
R$ 5.849,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 024032-0
Ano: 1998-1
MêsPreço
Mar/26R$ 5.849,00
Fev/26R$ 5.862,00
Jan/26R$ 5.875,00
Dez/25R$ 5.887,00
Nov/25R$ 5.896,00
Out/25R$ 5.626,00
Set/25R$ 5.645,00
Ago/25R$ 5.657,00
Jul/25R$ 5.667,00
Jun/25R$ 5.673,00
Mai/25R$ 5.789,00
Abr/25R$ 5.908,00

Entenda como a Tabela FIPE afeta o seguro do Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V 1998

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para a avaliação de veículos no contexto de seguros, financiamentos e operações de venda. Quando o tema é o Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V, ano 1998, entender como essa tabela funciona ajuda o segurado a compreender por que determinadas coberturas são recomendadas, como as seguradoras definem o valor de referência do veículo e, principalmente, como fatores de segurança, manutenção e uso cotidiano influenciam os prêmios. Este artigo aborda a Tabela FIPE aplicada a esse modelo, a ficha técnica do carro, a importância da marca e dicas úteis para quem busca proteção veicular por meio de uma corretora especializada em seguros. A ideia é oferecer uma visão educativa, com dados úteis para quem está avaliando opções de seguro ou quer entender melhor o que está por trás das cotações, sem desconsiderar o papel estratégico da FIPE na precificação do risco.

Ficha Técnica do Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V 1998

Marca: Peugeot

Tabela FIPE Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V 1998

Modelo: 306 Break Passion 1.8 16V

Ano de fabricação/modelo: 1998

Categoria: carro utilitário de passeio (break familiar) com 5 lugares

Motorização: 1.8 litros, motor a gasolina, configuração 16V

Potência aproximada: em faixa de 90 a 105 cavalos de potência, dependendo da configuração de mercado e de eventuais alterações de fábrica ao longo da vida útil do veículo

Torque aproximado: na casa de 13 a 14 kgf.m (≈ 130–140 N.m), conforme especificação do motor 1.8 16V típico da linha

Câmbio: manual de 5 velocidades (em várias versões da linha regional, a transmissão manual era comum, com opções de câmbio suave para uso diário)

Tração: dianteira

Sistema de alimentação: carburador ou injeção de combustível, dependendo da versão; na maioria das especificações da época, a injeção de combustível era o padrão para melhor eficiência

Suspensão: dianteira independente com macPherson e traseira semi-independente, proporcionando equilíbrio entre conforto e estabilidade

Comprimento/ Largura/ Altura: dimensões típicas de cupê break da época, com espaço adequado para bagagem e uso familiar, sem excedentes de tamanho

Peso próprio (aprox.): na faixa de 1.100 a 1.200 kg, dependendo de itens instalados, nível de conservação e eventual peso de acessórios

Capacidade do porta-malas: espaço generoso para um veículo da categoria Break, adequado para família, viagens curtas e deslocamentos com carga

Tanque de combustível: capacidade estimada em torno de 50 a 60 litros, variando conforme versão e configuração de fábrica

Consumo: o consumo médio varia com o eixo, a condução e a manutenção; em uso misto, era comum observar eficiências moderadas para o período, sem se distanciar de padrões de motor 1.8 de sua geração

Extras e itens relevantes: alguns exemplares podem ter opcionais de conforto como ar-condicionado, vidros elétricos, travas elétricas, central de som e rodas de liga leve; a disponibilidade desses itens depende da configuração original e de eventuais atualizações ao longo da vida útil do veículo

Observação: as fichas técnicas podem variar conforme o país, a linha de produção e o pacote de equipamentos oferecido pela concessionária. Em contextos de seguro, a idade do veículo, estado de conservação, quilometragem e histórico de manutenção pesam tanto quanto as especificações originais para fins de avaliação de risco e determinação de coberturas ideais.

O que a FIPE representa para o seguro e para o bolso do consumidor

A Tabela FIPE consolidou-se como referência de mercado para avaliação de veículos usados no Brasil. Ela é atualizada periodicamente com base em transações efetivas de compra e venda de veículos semelhantes, considerando modelo, ano, versão, estado de conservação e histórico de uso. Para o seguro, a FIPE funciona como um norte para estabelecer o valor de referência do veículo, que, por sua vez, influencia diretamente a composição de diversas coberturas, como o valor reparável para sinistros, a indenização integral em caso de perda total e a base de cálculo de depreciação em determinadas coberturas de proteção de carroceria. Em termos simples, quanto maior o valor FIPE, maior tende a ser o peso financeiro da soma segurada e, consequentemente, o custo da apólice — embora existam outras variáveis de cálculo que as seguradoras utilizem em conjunto.

Para o Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V 1998, a FIPE funciona como um termômetro do valor de mercado daquele segmento de veículo antigo, com influência direta em itens como cobertura de danos, assistência 24h, proteção de vidros, colisão e roubo/furto. Mesmo sem citar preços, vale destacar que, quando o valor FIPE de referência é mais alto, o prêmio tende a refletir maior custo de reposição ou de reparo, especialmente em peças originais e componentes de carroceria compatíveis com esse modelo. Por outro lado, veículos com histórico de uso mais intenso, baixa quilometragem e histórico de ocorrências podem apresentar ajustes de prêmio com base no perfil de risco, mesmo dentro do patamar do FIPE. Esse equilíbrio entre valor de referência e estado real do veículo é crucial para a contratação de uma apólice equilibrada entre custo e proteção.

Fatores que influenciam o valor FIPE do Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V 1998

Embora o FIPE ofereça uma referência padronizada, vários fatores do veículo e do seu histórico de uso podem alterar, dentro da prática das seguradoras, o peso dessa referência na hora de calcular prêmios. Seguem quatro aspectos centrais que costumam receber atenção especial na prática de seguros para esse modelo:

  • Condicionamento estético e mecânico: veículos bem conservados, com histórico de manutenções regulares, tendem a manter um valor FIPE mais próximo do valor de referência de fábrica, o que pode favorecer prêmios mais estáveis ao longo do tempo.
  • Quilometragem: carros com quilometragem menor, quando bem mantidos, costumam ser avaliados com maior confiabilidade de uso, reduzindo riscos de falhas prematuras, o que pode impactar a sensibilidade do prêmio.
  • Histórico de sinistros: um histórico de acidentes ou sinistros anteriores pode influenciar negativamente a percepção de risco, elevando o prêmio mesmo que o valor FIPE permaneça estável. Correções de sinistros podem exigir inspeções detalhadas do estado de carroceria e estrutura.
  • Peças de reposição e originalidade: a disponibilidade de peças originais e a presença de upgrades de fábrica ou de terceiros podem afetar a estimativa de custo de reposição, o que pode impactar o prêmio dependendo da política da seguradora.

Além desses fatores, o próprio estado de conservação de itens como freios, suspensão, sistema de iluminação, airbags (quando presente), nous de assistência elétrica e a IA de proteção veicular também influenciam a avaliação de risco. Em veículos mais antigos, a possibilidade de desgaste natural e a necessidade de substituição de componentes originais podem ser consideradas na modelagem do prêmio, sempre com o objetivo de equilibrar proteção adequada e custo acessível ao consumidor.

Como fatores do veículo influenciam a FIPE e, por consequência, o seguro

Ao falar de FIPE e seguro, é importante compreender que a relação entre o valor de referência e o custo efetivo da apólice não é direta apenas pela cifra FIPE. Ela depende de um conjunto de parâmetros que definem o risco, como a probabilidade de sinistro, o custo de reparação e o custo de reposição de peças. No caso do Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V (1998), alguns aspectos que costumam pesar no cálculo incluem:

  • Idade do veículo: modelos mais antigos podem exigir peças de reposição mais especiais ou listas de garantia mais conservadoras, o que pode influenciar o prêmio de seguros com base no risco de falha ou indisponibilidade de peças originais.
  • Perfil do motorista: idade, tempo de carteira, histórico de sinistros e uso cotidiano (trabalho, trajetos outros) ajudam a identificar padrões de risco e ajustar as coberturas.
  • Uso do veículo: se o carro é utilizado para deslocamentos urbanos diários, viagens frequentes ou aplicação profissional, isso pode modificar o risco de sinistros e, por consequência, o prêmio.
  • Valor declarado para indenização total: mesmo que a FIPE sirva como referência, a seguradora pode estabelecer um valor de indenização que reflita a condição atual do veículo, com base na avaliação de reaprazo e de peças necessárias para reposição.

É fundamental que o segurado mantenha a documentação atualizada e registre manutenções regulares para demonstrar boa condição do veículo. A presença de histórico de manutenção pode reduzir a percepção de risco e, em alguns casos, favorecer descontos ou condições mais competitivas na apólice. Além disso, a escolha de coberturas adequadas — como colisão, incêndio, roubo/furto, vidro, danos a terceiros e assistência 24 horas — deve refletir não apenas o valor FIPE, mas a necessidade real de proteção frente ao uso cotidiano e ao patrimônio envolvido.

Boas práticas para quem negocia seguro com base na FIPE

Para aproveitar ao máximo a relação entre FIPE e seguro, vale adotar algumas estratégias simples que ajudam a obter proteção eficiente sem pagar mais do que o necessário. Abaixo, listamos diretrizes úteis para quem tem um Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V de 1998 em carteira:

  • Revise o estado de conservação: uma avaliação honesta do carro, com fotos e laudos, facilita o diálogo com a corretora e evita surpresas na indenização.
  • Priorize coberturas proporcionais ao valor real: em um carro antigo, a cobertura de responsabilidade civil, danos a terceiros e danos ao veículo (colisão, incêndio, roubo) deve ser alinhada com o valor que se pretende proteger.
  • Considere a proteção de componentes de difícil reposição: peças originais podem ter custo elevado em caso de sinistro de carroceria; avaliar a necessidade de coberturas específicas para esse tipo de peça é importante.
  • Informe a quilometragem com precisão: quanto mais próximo do uso real, menores as chances de cobrança por depreciação indevida ao veículo recém-adquirido pela seguradora que utiliza o FIPE como base.

Além disso, a comparação entre diferentes propostas de seguro é fundamental. Cada seguradora trabalha com políticas próprias de cálculo de prêmio, limites de cobertura e franquias. Por isso, consultar profissionais experientes, como as corretoras de seguros, facilita a identificação da melhor relação custo-benefício para o Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V. O objetivo é encontrar uma apólice que ofereça proteção sólida para o dia a dia do proprietário, sem onerar o orçamento com custos desnecessários.

Ao planejar a proteção do seu Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V, leve em conta o equilíbrio entre o valor de referência da FIPE, as condições reais de uso e o custo total da apólice. Uma abordagem bem informada ajuda a tomar decisões mais conscientes, reduzir surpresas no momento de acionar a seguradora e manter a tranquilidade necessária para aproveitar o veículo com responsabilidade.

Cuidados com a avaliação de risco na prática

Para quem está escolhendo ou revisando uma apólice, é útil manter alguns hábitos simples que podem influenciar positivamente a experiência com seguros de automóveis clássicos ou de idade média, como o Peugeot 306 Break. Considere as ações abaixo:

  • Faça uma revisão regular do estado dos freios, suspensão, direção e iluminação para garantir que o veículo opere com segurança. Em sinistros, o custo de reparo tende a ser reduzido quando o carro está em boas condições de funcionamento.
  • Documente manutenções importantes, trocas de peças-chave e reparos em histórias de atendimento. Esse histórico pode ser um diferencial na hora de abrir um sinistro e, às vezes, influencia os descontos ou condições de renovação.
  • Verifique a necessidade de coberturas adicionais, como assistência em viagem, carro reserva e proteção de vidro, conforme o uso do veículo. Em modelos como o 306 Break, que podem apresentar desgaste específico em determinados componentes, a proteção adicional pode ser mais vantajosa do que em veículos mais recentes.
  • Atualize a seguradora sobre mudanças relevantes, como instalação de itens de som, rodas de liga leve ou modificações de performance. Alterações que mudam o valor de reposição devem ser comunicadas para evitar divergências na indenização.

Ao manter esses cuidados, o proprietário reforça a previsibilidade financeira da proteção, reduz o risco de divergências entre o valor FIPE e o custo real de reposição e assegura que as coberturas estejam ajustadas ao uso cotidiano do veículo, sem abrir mão da segurança necessária para dirigir com tranquilidade.

Se você está em busca de opções de proteção que considerem a Tabela FIPE e as particularidades do Peugeot 306 Break Passion 1.8 16V 1998, vale a pena conversar com uma corretora de seguros que entenda não apenas o preço do veículo, mas também o risco envolvido, o perfil do motorista e o uso pretendido. Uma orientação qualificada pode fazer a diferença entre uma apólice simples e uma proteção sob medida, com coberturas que realmente agregam valor para o seu dia a dia sobre rodas.

Para conhecer opções de coberturas sob medida para o seu veículo, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. O caminho para uma proteção mais adequada ao seu perfil pode começar com uma avaliação direta por meio de uma cotação simples e objetiva.