| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 4.134,00 |
| Jan/26 | R$ 4.144,00 |
| Dez/25 | R$ 4.152,00 |
| Nov/25 | R$ 4.159,00 |
| Out/25 | R$ 4.118,00 |
| Set/25 | R$ 4.038,00 |
| Ago/25 | R$ 4.047,00 |
| Jul/25 | R$ 4.054,00 |
| Jun/25 | R$ 4.059,00 |
| Mai/25 | R$ 4.068,00 |
| Abr/25 | R$ 4.072,00 |
| Mar/25 | R$ 4.079,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Peugeot 405 GLi/ GL 1.6, 1994
Por que a Tabela FIPE importa para quem negocia ou assegura um Peugeot 405 dos anos 90
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, com base em dados consolidados de mercado. Ela funciona como um ponto de referência objetivo que facilita negociações entre compradores, vendedores e instituições financeiras, além de servir como base para calculadoras de seguro, financiamentos e avaliações de sinistros. Quando se trata do Peugeot 405 GLi/GL 1.6, ano de 1994, a tabela ajuda a entender o posicionamento do carro em relação a outros modelos de mesma época, a variação entre versões e as flutuações provocadas por fatores como quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção e demanda de mercado. Para uma corretora de seguros, esse indicador não é apenas uma curiosidade: ele impacta diretamente no preço de coberturas, no valor segurável e na composição de risk pools, refletindo a percepção de valor do veículo na carteira de clientes.
Ao lidar com informações de veículos clássicos ou de gerações específicas, é comum encontrar estados diferentes: o que se vê na ficha técnica pode não se repetir com exatidão em cada exemplar. O que a FIPE procura capturar é uma média representativa do valor de mercado naquele momento, considerando variantes como motorização, versão, opcionais e condições usuais de uso. No caso do 405 GLi/GL 1.6, a diferença entre versões costuma aparecer mais fortemente em itens como motor 1.6, injeção, câmbio, acabamento interno e histórico de manutenção. Assim, entender a que se refere a faixa da FIPE para essa combinação ajuda o corretor de seguros a calibrar índices de risco, prêmios e coberturas com mais precisão, evitando sub ou superestimação de valores que impactam a proposta de seguro.

Ficha técnica do Peugeot 405 GLi/ GL 1.6 (1994) — dados essenciais para consulta
Abaixo, apresento um quadro resumido da ficha técnica correspondente à versão GLi/GL 1.6 anunciada no início dos anos 1990. Os números são aproximações típicas da época, úteis para orientar o entendimento geral sobre o veículo, sem substituir dados oficiais de um carro específico ou de documentos do proprietário. Consulte sempre a documentação do exemplar para confirmar os parâmetros exatos do seu veículo.
- Motor: quatro cilindros, 1.6 litros, 8V, alimentação por carburador ou injeção eletrônica dependendo da unidade. Potência próxima de 85–95 cv (din), com torque em torno de 12–14 kgf.m. O conjunto entrega configuração de tração dianteira, típico de sedãs médios da década.
- Transmissão e tração: caixa de câmbio manual de 5 velocidades, com embreagem convencional e tração dianteira (FWD). Em alguns mercados, versões com câmbio automático eram menos comuns, porém podem aparecer em séries especiais.
- Dimensões e peso: comprimento aproximado entre 4,35 e 4,40 metros; largura em torno de 1,68 a 1,72 metros; altura nas faixas de 1,40 a 1,45 metros; entre-eixos cerca de 2,65 a 2,70 metros. Peso em ordem de serviço fica próximo de 970 a 1.000 kg, dependendo do equipamento, do estado de conservação e da quilometragem.
- Tanque de combustível e desempenho: capacidade do tanque por volta de 60 litros, o que favorece uma autonomia razoável para deslocamentos urbanos e rodoviários. Desempenho típico de aceleração 0–100 km/h em aproximadamente 12 a 14 segundos, com velocidade máxima na casa de 170 a 190 km/h, variando conforme a calibragem do motor, transmissão e condições do veículo.
Pequena história da marca Peugeot e o afetar da percepção sobre o valor de modelos antigos
A Peugeot é uma fabricante francesa cuja história remonta a 1810, com raízes que passaram de produção de bicicletas a automóveis. Ao longo das décadas, a marca consolidou presença marcante no design, na engenharia de chassis e na busca por conforto de condução. Nos anos 1980 e 1990, a Peugeot investiu em modelos que combinavam estilo com desempenho acessível, o que ajudou a construir uma imagem de carro de uso diário com apelo de marca. No Brasil, o Peugeot 405 apareceu como concorrente direto de sedãs médios europeus, trazendo linhas mais arrojadas, interior confortável e uma proposta de dirigibilidade diferente do comum à época. A percepção pública sobre a confiabilidade de carros europeus de meia-idade varia muito conforme o exemplar, a manutenção realizada e o histórico de atendimento técnico. Para a seguradora, esse background de marca importa na construção de modelos de risco e, por consequência, na precificação de seguros, já que o apelo de design pode atrair interessados, enquanto o custo de manutenção e de reposição de peças pode influenciar o custo de sinistros ou de reparos.
Como a FIPE organiza as informações para o Peugeot 405 GLi/ GL 1.6 (1994)
A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) opera com bases de dados que agregam informações de mercado sobre veículos usados. A cada mês, a FIPE consolida valores de referência, segmentando por marca, modelo, versão, ano de fabricação/versão e estado de conservação. Para carros como o Peugeot 405 GLi/ GL 1.6 (1994), a tabela considera a combinação específica de motorização (1.6), tipo de câmbio (geralmente manual), versão e ano. A metodologia envolve a coleta de transações reais, avaliações em revendas, além de parâmetros de desvalorização associados à idade e ao desgaste. Essa abordagem busca refletir o que está acontecendo no mercado de usados naquele período, ainda que haja variações locais significativas entre capitais, cidades interioranas ou regiões com demanda diferente por esse tipo de veículo.
É comum observar que, para modelos de nicho ou de geração mais antiga, as faixas da FIPE podem mostrar variações maiores entre anos-modelo próximos, especialmente se houver mudanças de configuração entre as séries (por exemplo, alterações no sistema de injeção, câmbio ou acabamento interno). Por isso, quem atua na área de seguros precisa considerar não apenas o ano de fabricação, mas também o ano-modelo, a condição atual do veículo, a quilometragem e o histórico de manutenção para calibrar com maior fidelidade o valor que servirá de referência para a apólice. Em termos práticos, a FIPE funciona como um norte, e não como uma lei imutável: fatores adicionais — como estado de conservação, existência de itens de segurança, installação de acessórios originais ou não originais, e histórico de sinistros — podem influenciar o valor segurável apresentado pela seguradora.
Implicações da Tabela FIPE para o seguro do Peugeot 405 GLi/ GL 1.6 (1994)
O valor registrado na FIPE é um componente relevante no cálculo de prêmios de seguros, sobretudo em modalidades que utilizam o valor de referência para a indenização em caso de perda total ou de reposição de peças. Em veículos com idade superior a duas décadas, a seguradora costuma considerar também o custo de peças de reposição, disponibilidade no mercado e a facilidade de obtenção de serviços de reparo. A combinação entre a idade do modelo, a disponibilidade de peças originais e a volatilidade de preços de peças no mercado de reposição pode influenciar o prêmio. Além disso, a presença de itens de segurança obrigatórios ou opcionais, assim como a adoção de medidas de proteção (alarme, imobilizador, central de rastreamento), pode impactar positivamente o valor segurável ou reduzir o risco de sinistros. Por essa razão, corretores costumam orientar clientes sobre a importância de manter informações atualizadas sobre o estado do veículo e sobre as coberturas desejadas, para que a cotação reflita a realidade do bem e as necessidades de proteção.
Como consultar a Tabela FIPE para esta versão específica
Para encontrar informações específicas da versão GLi/GL 1.6 do Peugeot 405, 1994, siga estas diretrizes básicas, que ajudam a situar o veículo dentro da faixa FIPE correspondente: primeiro, identifique o modelo exato no banco de dados da FIPE, filtrando por marca (Peugeot), modelo (405), versão (GLi/GL) e ano (1994). Em seguida, observe os intervalos de valorização de acordo com a condição do veículo (seminovo, conservado, conservado com estado de uso, etc.). Este conjunto de dados é comumente apresentado pela FIPE com uma faixa salarial entre valores máximos e mínimos, para dar uma ideia do espectro de mobilidade do carro na época. Embora o objetivo seja apresentar uma referência de mercado, é fundamental reconhecer que o cálculo de seguro não depende apenas do valor FIPE: ele envolve também fatores como perfil do condutor, histórico de sinistros, faixa etária do veículo, localização geográfica e o tipo de cobertura contratado. Ao planejar uma cotação de seguro, o consultor deve transformar o valor de referência em uma quantia segurável compatível com o contrato pretendido, levando em conta a depreciação natural de um veículo antigo e as variações de custo de reparo ao longo do tempo.
Considerações históricas sobre a relação entre FIPE, modelo e manutenção
Modelos como o Peugeot 405, especialmente na versão 1.6 GLi/GL, representam uma era em que sedãs médios mostravam conforto de viagem, acabamento bem resolvido para o período e uma mecânica que, com manutenções regulares, poderia oferecer boa confiabilidade para quem ainda usa carros com mais de 25 anos. A atenção do proprietário deve: manter a periodicidade de revisões, verificar o estado da suspensão, do sistema de freios e da transmissão, além de confirmar a originalidade de peças quando houver substituições. A FIPE, ao registrar valores de referência, observa também a disponibilidade de peças de reposição e o custo relativo de cada item. Para seguradoras, isso se traduz em cenários de risco que podem variar conforme a disponibilidade de peças usadas ou novas, o que, por sua vez, pode afetar o custo médio de SINISTROS e de assistência. Enfim, o Peugeot 405 GLi/GL, 1.6, de 1994, é um caso ilustrativo de como a memória de mercado, combinada à prática de manutenção, molda o valor de referência na FIPE e, consequentemente, o cenário de proteção veicular.
Conselhos práticos para quem tem ou considera adquirir um Peugeot 405 GLi/GL 1.6 1994
– Faça um levantamento detalhado do estado do motor, do sistema de arrefecimento, da suspensão e do sistema de freios. Peças originais podem ter valor significativamente diferente de peças genéricas, e isso influencia o custo de manutenção futura e o valor de revenda. – Verifique a procedência do veículo: histórico de proprietários, registros de manutenção e passado de sinistros ajudam a entender o que está incluso no valor segurável. – Considere a instalação de dispositivos de segurança, como alarme com perímetro, imobilizador e rastreador. Tais itens podem reduzir o prêmio de seguro, ao mesmo tempo em que aumentam a proteção do veículo. – Mantenha a documentação atualizada, incluindo licenciamento, seguro anterior e comprovantes de manutenção. Ter esses documentos em dia facilita as avaliações da seguradora e reduz atritos no momento da cotação ou de uma eventual indenização.
Resumo educativo: como interpretar a Tabela FIPE para o Peugeot 405 GLi/ GL 1.6 1994
Em resumo, a Tabela FIPE atua como bússola de referência para o valor de mercado de veículos usados, incluindo exemplares da década de 1990 como o Peugeot 405 1.6 GLi/GL. Para quem atua na área de seguros, compreender esse valor ajuda a calibrar prêmios, a planejar coberturas adequadas e a orientar o cliente sobre as melhores estratégias de proteção. O valor FIPE não é o único determinante; ele convive com a condição real do exemplar, com o histórico de manutenção e com o custo de reparo de componentes com o passar dos anos. Com base nesse entendimento, corretores podem oferecer soluções mais transparentes e alinhadas às necessidades do segurado, sem perder de vista a viabilidade econômica do contrato de seguro.
Ao fim desta leitura, se você está pensando em proteger um Peugeot 405 GLi/ GL 1.6, 1994, vale explorar a relação entre valor de mercado, custos de manutenção e as coberturas disponíveis no mercado. Para comparar condições e coberturas vigentes, faça uma cotação com a GT Seguros.
