| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 4.771,00 |
| Dez/25 | R$ 4.781,00 |
| Nov/25 | R$ 4.789,00 |
| Out/25 | R$ 4.801,00 |
| Set/25 | R$ 4.817,00 |
| Ago/25 | R$ 4.828,00 |
| Jul/25 | R$ 4.836,00 |
| Jun/25 | R$ 4.841,00 |
| Mai/25 | R$ 4.851,00 |
| Abr/25 | R$ 4.856,00 |
| Mar/25 | R$ 4.864,00 |
| Fev/25 | R$ 4.867,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Peugeot 405 SRi 1.8 1993 e compreender o impacto na proteção do veículo
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro do seu Peugeot
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados e seminovos. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, ela se baseia em dados de transações reais ocorridas no comércio automotivo, o que confere uma referência prática para negociações, avaliações de sinistros e cálculos de cobertura em apólices de seguro. No caso de modelos antigos, como o Peugeot 405 SRi 1.8 de 1993, a leitura da FIPE ganha complexidade adicional: a disponibilidade de unidades circulando, o estado de conservação, o histórico de uso e a procura por peças originais influenciam significativamente o valor referencial exibido pela tabela. É comum que versões específicas, como a SRi 1.8, apresentem variações de preço em função de itens como acabamento, opções de equipamentos e a existência de projetos de restauro ou colecionismo no mercado. Portanto, ao planejar a proteção do veículo, compreender a leitura da FIPE ajuda não apenas a escolher a cobertura adequada, mas também a ajustar expectativas sobre indenizações, reposição de peças e condições de sinistro.
- Idade do modelo e da versão (SRi 1.8) influenciam o valor de referência na FIPE.
- Condição geral de conservação e quilometragem impactam a estimativa da tabela.
- Demanda de mercado e disponibilidade de peças originais para o Peugeot 405 podem alterar a referência.
- Histórico de desvalor do segmento de sedãs médios dos anos 90 também pesa na avaliação.
Para o corretor de seguros e para o proprietário, essa leitura exige uma leitura crítica: a FIPE fornece um norte, mas o estado real do carro pode justificar ajustes na apólice. A abordagem responsável é utilizar a referência como base de negociação com seguradoras, considerando também eventuais particularidades do veículo, como histórico de acidentes, reformas mecânicas e itens de segurança instalados ao longo do tempo.

Ficha Técnica do Peugeot 405 SRi 1.8 1993
A família 405, lançada pela Peugeot na década de 1980, foi concebida para oferecer conforto, comportamento dinâmico e espaço interior adequado ao uso familiar. O 405 SRi 1.8 de 1993 representa a pegada de uma versão que mesclava um desempenho suficiente com acabamento simples, próprio de sedãs médios daquela era. Embora haja variações entre unidades e mercados, a ficha técnica a seguir resume características típicas associadas a essa configuração na época:
Motor e desempenho: 1.8 litros, quatro cilindros em linha, com alimentação de combustível que variava entre versões com carburador e sistemas de injeção eletrônica conforme a linha de produção e o ano exato. A configuração 1.8 buscava equilíbrio entre potência e consumo, atendendo às demandas de uso diário e deslocamentos familiares.
Transmissão: manual de 5 velocidades, favorecendo uma condução simples e mecânica, compatível com o perfil de veiculo de volume da marca na década de 1990. Em algumas versões, poderia haver opções de câmbio automático, mas tais variantes eram menos comuns no consumidor do dia a dia da época.
Motorização e tração: tração dianteira com suspensão típica da época, mantendo o compromisso entre conforto de rodagem e dirigibilidade em vias urbanas. O conjunto motor/transmissão era razoavelmente confiável quando bem mantido, com atenção especial a fluidos, velas e sistema de arrefecimento, elementos que costumam exigir verificação periódica em carros com mais de duas décadas de uso.
Carroceria e capacidade: sedan de quatro portas, com espaço para até cinco ocupantes. O design analógico da época enfatizava linhas horizontais, acabamento simples e um interior voltado para praticidade. O porta-malas, típico de sedãs médios, oferecia espaço adequado para bagagens em viagens curtas e médias, mantendo a versatilidade esperada por famílias que escolhem esse tipo de veículo como opção de uso diário.
Condição de itens de segurança e conforto: componentes básicos como cintos de segurança, freios com distribuição adequada, sistema de iluminação funcional e recursos de conforto internos — rádio, ar-condicionado (quando presente na unidade), vidros elétricos – variavam conforme o pacote de fábrica adotado pelo vendedor no momento da aquisição. Para carros com mais de 25 anos, a fiscalização e a avaliação de itens de segurança podem exigir atenção especial na proteção veicular, especialmente no que se refere à atualização de cintos, sistema de iluminação e estado de componentes de freio.
Observação importante: dados exatos como potência, peso e dimensões podem variar entre unidades de produção, bairros ou estados, refletindo as escolhas de fábrica, itens opcionais e eventuais modificações realizadas ao longo da vida do veículo. Ao consultar a FIPE para o seu exemplar específico, vale confirmar o código de versão, o estado de conservação e o histórico de intervenções para uma correspondência mais fiel com a realidade do veículo em questão.
Sobre a marca Peugeot
A Peugeot é uma história de engenharia, design e inovação que remonta aos primórdios da indústria automobilística europeia. Fundada originalmente como fabricante de moinhos de vento e, posteriormente, de ferramentas, a marca evoluiu para automóveis no final do século XIX. Ao longo das décadas, a Peugeot consolidou reputação por oferecer veículos com foco em conforto, inovação tecnológica e elegância de linhas, especialmente apreciadas pelo público europeu e internacional. No Brasil, a participação da Peugeot na década de 1990 surgiu como parte de uma expansão de marcas estrangeiras no mercado de sedãs médios, trazendo ao consumidor uma proposta de desempenho equilibrado, acabamento acessível e conforto para uso diário.
O DNA da marca é marcado pela busca de soluções que harmonizem eficiência de motor com ergonomia do interior, sempre com uma preocupação moderada com a manutenção de custos de uso. Em termos de engenharia, a Peugeot foi pioneira em adotar plataformas que favoreciam o espaço interno sem comprometer a estabilidade, ao mesmo tempo em que coadjuvava com suspensão que priorizava conforto de rodagem. Além disso, a empresa investiu em design de habitáculo que, para a época, buscava oferecer plasticos duráveis, texturas simples e um ambiente que transmitisse confiabilidade ao motorista e aos passageiros.
Ao falar de modelos como o 405 SRi 1.8, a marca demonstra sua prática de equilibrar o desempenho com a praticidade cotidiana. O 405, em particular, foi concebido para atender a um público que precisava de um veículo que pudesse cumprir com serenidade as responsabilidades do dia a dia, sem abrir mão de uma experiência de condução agradável. Com o tempo, a linha adquiriu reconhecimento como referência de confiabilidade na faixa de sedãs médios da década de 1990, permanecendo na memória de entusiastas e proprietários por seu caráter robusto e pela relação entre manutenção e custo de propriedade.
O Peugeot 405 SRi 1.8 1993 no contexto de seguros e FIPE
Para quem contrata um seguro de veículo, a leitura da Tabela FIPE em conjunto com o estado real do automóvel é crucial. A FIPE serve como referência de valor de reposição ou indenização, influenciando a forma como as seguradoras calculam o prêmio, as coberturas e as franjas de proteção. Em modelos antigos como o 405 SRi 1.8 de 1993, a avaliação pode exigir uma leitura cuidadosa de itens adicionais: presença de itens de segurança instalados (alarme, imobilizador, rastreador), histórico de manutenção (certificações de revisões, troca de itens críticos) e o estado de conservação do veículo (pintura, ferrugem, desgaste geral). Tudo isso impacta não apenas o prêmio, mas também a qualidade da indenização em caso de perda total ou roubo, e, em alguns casos, pode influenciar a escolha entre reposição integral ou indenização com base no valor de uso atual.
Neste cenário, o papel do corretor é orientar o cliente sobre como alinhar a proteção às necessidades reais: ajustar o valor segurado de acordo com a FIPE, selecionar coberturas compatíveis com o uso do carro (roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros) e considerar clausulas
