| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 7.626,00 |
| Fev/26 | R$ 7.599,00 |
| Jan/26 | R$ 7.571,00 |
| Dez/25 | R$ 7.542,00 |
| Nov/25 | R$ 7.512,00 |
| Out/25 | R$ 7.531,00 |
| Set/25 | R$ 7.556,00 |
| Ago/25 | R$ 7.573,00 |
| Jul/25 | R$ 7.587,00 |
| Jun/25 | R$ 7.595,00 |
| Mai/25 | R$ 7.566,00 |
| Abr/25 | R$ 7.574,00 |
Compreendendo a Tabela FIPE para o Peugeot 405 SRi 2.0 1996 e suas implicações para seguros
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no setor automotivo brasileiro como referência de preço de veículos usados. Para clientes e profissionais de seguros, entender como ela funciona ajuda a calibrar coberturas, avaliar o valor de reconstrução em caso de sinistro e orientar decisões de aquisição ou venda. Quando olhamos para um modelo específico como o Peugeot 405 SRi 2.0, de 1996, a leitura da FIPE ganha contornos relevantes: o histórico do modelo, as particularidades da versão e as variações regionais podem influenciar as faixas de referência apresentadas pela tabela. Este artigo, pensado para quem atua ou contrata seguros, aborda não apenas o que a Tabela FIPE representa, mas também como interpretar seus números em relação ao Peugeot 405 SRi 2.0 1996, incluindo uma ficha técnica resumida do veículo e dicas práticas para a gestão de riscos junto à seguradora.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) reúne mensalmente valores médios de referência para veículos usados no Brasil. Esses valores servem de base para cálculos de seguro, financiamento, venda e tributação de veículos usados. Para uma seguradora, a referência FIPE ajuda a determinar o custo de reposição em caso de perda total, o reembolso ao cliente ou a definição de indenização. Já para o proprietário, compreender esse indicador facilita a negociação de prêmios, a escolha entre diferentes coberturas e a avaliação de cenários de depreciação ao longo do tempo.

Ao tratar de um ícone mais antigo, como o Peugeot 405 SRi 2.0 de 1996, vale lembrar que a FIPE não entrega um único valor fixo que sirva para todas as situações. A tabela considera uma média de mercado para a época, mas também reflete o estado do veículo, quilometragem, histórico de manutenção, configurações específicas do modelo (versão, câmbio, opcionais) e a aceitação do mercado local. Em modelos clássicos ou em versões com pouca circulação, o valor de referência pode ter maior volatilidade. Por isso, ao receber a referência FIPE, é comum que as seguradoras solicitem informações complementares sobre a condição do carro, itens de segurança instalados, eventual histórico de sinistros e alterações no veículo, para ajustar o valor segurado com maior precisão.
Do ponto de vista técnico, a leitura da FIPE envolve alguns conceitos práticos: a faixa de referência disponível para cada modelo, a janela temporal considerada pela base de dados, e a adoção de faixas de variação que as seguradoras podem usar para simular cenários. Em carros mais antigos, a FIPE tende a apresentar faixas que levam em conta a disponibilidade de itens de reposição, a facilidade de reparo e a percepção de risco de uso diário. Em termos de seguro, isso se traduz em diferenças de prêmios entre coberturas como saque total, colisão, incêndio/explosão, e roubo/furto, além de influenciar a avaliação de depreciação para reposição de peças originais e de similares.
Ficha técnica resumida do Peugeot 405 SRi 2.0 1996
- Motorização: 2.0 litros, 4 cilindros, configuração aspirada natural. Este bloco, utilizado pela linha 405 em várias opções de mercado, busca equilíbrio entre desempenho e dirigibilidade para uso cotidiano na década de 1990.
- Transmissão: manual de 5 velocidades como configuração típica para a versão SRi 2.0, com a possibilidade de transmissão automática em alguns mercados, conforme a configuração ofertada localmente na época.
- Dimensões e peso: comprimento aproximado de 4,54 metros, largura próxima a 1,70 metro e altura em torno de 1,41 metro. O peso varia conforme a versão e o nível de acabamento, situando-se, de modo geral, em torno de 1.050 a 1.150 kg. Essas medidas impactam manobrabilidade, consumo e a percepção de performance na condução urbana e em estrada.
- Equipamentos de série e segurança: o Peugeot 405 SRi 2.0 1996 pode trazer freios dianteiros a disco e traseiros a tambor em alguns mercados, com suspensão dianteira tipo MacPherson e eixo traseiro de braços ou semi-independente, dependendo da configuração. Itens de segurança e conforto, como airbags, controle de estabilidade e ABS, variaram amplamente conforme mercado e pacote de acabamento da época. O conjunto de equipamentos influencia não apenas a experiência de condução, mas também o custo de reparo e a disponibilidade de peças originais com o passar dos anos.
Observação importante: as especificações acima representam um retrato geral da versão SRi 2.0 de 1996, com foco na leitura de ficha técnica para fins informativos. Em veículos com história de importação, restauração ou personalizações, valores e componentes podem sofrer alterações. Na prática de seguros, isso reforça a importância de comunicar ao corretor ou à seguradora as particularidades do carro para que a cobertura reflita com maior fidelidade o estado do veículo.
Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo
Para entender como a FIPE se aplica ao Peugeot 405 SRi 2.0 1996, considere os seguintes aspectos práticos. Primeiro, a idade do veículo é um fator relevante: quanto mais antigo o modelo, maior a chance de variação entre o valor de referência e o valor de mercado atual, especialmente se houver raridade de peças ou se o carro exigir serviços específicos. Em segundo lugar, o histórico de manutenção impacta a percepção de valor na FIPE. Um carro bem cuidado, com lavagens regulares, revisões em dia e peças originais ou bem preservadas, tende a alinhar-se com faixas mais estáveis, o que pode favorecer prêmios de seguro que visam reconstrução ou reposição de peças originais. Terceiro, variações regionais existem. Em áreas com maior disponibilidade de oficinas especializadas e de peças originais para o modelo, a reposição pode ter custos mais previsíveis, refletidos na leitura da FIPE. Quarto, itens de segurança instalados ou opcionais podem ter impacto indireto no valor segurado: por exemplo, a presença de alarme, imobilizador, sensores de estacionamento, ou câmbio automático pode influenciar a percepção de risco e, por consequência, a percepção de valor para seguro, ainda que o preço de referência da FIPE permaneça o mesmo.
Ao combinar esses elementos, a leitura da FIPE para o Peugeot 405 SRi 2.0 1996 não se restringe a um único número. Trata-se de uma referência que deve ser cruzada com a documentação do veículo, o estado de conservação, o histórico de uso e o objetivo da proteção contratada. Para proprietários que buscam renovar ou contratar um seguro, compreender que a FIPE funciona como referência de mercado ajuda a negociar coberturas mais alinhadas com uma realidade prática, evitando surpresas no momento da indenização ou da reposição de peças.
Impacto da FIPE na gestão de riscos e na escolha de coberturas
Quando você está avaliando um seguro para o Peugeot 405 SRi 2.0 1996, a FIPE serve como alicerce para o cálculo do valor segurado. Esse valor é essencial para determinar a indenização em caso de colisão, roubo ou incêndio. Se o valor segurado for definido com base na FIPE, a seguradora pode oferecer coberturas mais proporcionais ao que o veículo realmente vale no mercado de referência, o que tende a evitar tanto a subseguro (indenização insuficiente para recompor o valor do bem) quanto o superseguro (premiação desnecessariamente elevada). Além disso, a verificação de idade, condições de conservação e histórico de sinistros influencia o reajuste de prêmio ao longo do tempo, mantendo o contrato mais justo e sustentável.
Para quem cuida de uma frota de veículos mais antigos ou de coleções, a Tabela FIPE continua sendo uma referência útil, mas frequentemente é apenas o ponto de partida. Seguradoras especializadas costumam exigir análises adicionais: avaliação de peças de reposição disponíveis, histórico de revisões, qualidade de manutenção, uso previsto (principalmente se o veículo é utilizado apenas em eventos ou em uso diário) e, às vezes, avaliações independentes de estado geral. Em resumo, a FIPE oferece o ontem do mercado — uma visão consolidada —, enquanto a seguradora pode ajustar com base no presente estado do carro e no plano de proteção escolhido.
Para o modelo específico, é comum que o seguro de carros antigos utilize também avaliações de condições especiais, como a raridade de peças, a possibilidade de reposição com peças originais ou equivalentes, e o custo de mão de obra para reparos. Esses fatores, ainda que não apareçam diretamente na FIPE, interagem com o valor de referência ao indicar o caixa de risco para a seguradora e impactar o custo do prêmio. Em linhas gerais, quanto mais próximo o veículo estiver de sua condição original com reparos recentes e manutenção em dia, maior a probabilidade de a leitura da FIPE se traduzir em uma cobertura que reflita de forma mais fiel o custo de reposição no mercado.
É útil também observar que a FIPE não fixa valores de extremo a extremo: ela estabelece faixas de referência, e os ajustes monetários podem ocorrer com base nas políticas da seguradora, no estado de conservação, na região geográfica e no tipo de cobertura contratado. Por isso, ao planejar a proteção de um Peugeot 405 SRi 2.0 1996, vale conversar com o corretor sobre como cada cobertura se encaixa na real necessidade de proteção, levando em conta a leitura da FIPE e as particularidades do veículo.
Cuidados práticos ao consultar a Tabela FIPE para este modelo
Alguns cuidados ajudam a tornar o uso da FIPE mais assertivo na prática. Primeiro, verifique se o veículo está registrado com especificação idêntica à da versão tratada pela FIPE: ano, motor, câmbio e pacote de opcionais podem modificar a faixa de referência. Segundo, mantenha a documentação atualizada do estado de conservação, com laudos de oficina e notas fiscais de peças originais quando houver. Terceiro, se houver modificações de performance ou aparência (aprimoramentos estéticos, rodas diferentes, sistema de som), confirme com a seguradora como isso impacta na apólice. Quarto, lembre-se de que a FIPE é uma referência de mercado, não uma garantia de custo de reposição; em casos de sinistro, a seguradora pode acatar condições específicas para indenização, como o valor de reposição com peças originais ou o custo de reparo baseado em plantas de fábrica atualizadas.
Para proprietários que desejam manter o seguro com uma cobertura equilibrada, vale considerar não apenas a proteção básica, mas também opções que atendam a necessidades reais: cobertura contra roubo, colisão, incêndio, assistência 24 horas, carro reserva e, se for o caso, proteção de acessórios e itens de valor. A Tabela FIPE funciona como uma bússola, apontando o norte do valor de referência, enquanto o contrato e o atendimento da seguradora traçam o mapa de como você será protegido em distintas situações.
Em termos de gestão financeira, a leitura cuidadosa da FIPE pode influenciar decisões ao longo da vida útil do veículo. Por exemplo, se a FIPE indicar uma faixa de valor que tende a cair com o tempo, pode ser sensato planejar revisões periódicas do contrato para evitar prêmios excessivos ou cobertura acima do necessário. Além disso, caso o veículo passe por restaurações ou melhorias significativas, vale reavaliar o valor segurado com o corretor para manter a proteção alinhada ao estado atual do carro.
O Peugeot 405 SRi 2.0 1996 é um exemplo de modelo clássico que ainda desperta interesse entre entusiastas e colecionadores, bem como entre motoristas que valorizam a robustez de projetos de época. Mesmo sendo um veículo de circulação cotidiana em décadas passadas, ele demanda uma abordagem cuidadosa na gestão de seguros, pois a disponibilidade de peças e a rede de assistência podem variar bastante conforme o estado e a região. A FIPE, nesse cenário, funciona como um referencial sólido para conversas com o corretor, ajudando a estabelecer expectativas realistas sobre o custo de proteção e as condições de indenização em diferentes cenários de sinistro.
Para quem está avaliando opções de proteção para o 405 SRi 2.0 1996, a sugestão é manter um diálogo aberto com a GT Seguros, discutindo como a tabela FIPE se integra ao plano desejado e quais coberturas melhor atendem às suas necessidades diárias, uso do veículo e plano de manutenção. Nada substitui a avaliação personalizada que um corretor experiente pode oferecer, levando em conta o histórico do carro, a finalidade da condução e o orçamento disponível para o prêmio.
Se você está buscando uma proteção sob medida para seu Peugeot 405 SRi 2.0 1996, a GT Seguros está pronta para apoiar você. Faça uma cotação com a GT Seguros para conhecer opções de coberturas que equilibram custo, proteção e tranquilidade no uso do seu veículo.
