Valor FIPE Atual
R$ 8.258,00
↑ 0,1% vs mês anterior
FIPE: 024012-5
Ano: 1999-1
MêsPreço
Jan/26R$ 8.258,00
Dez/25R$ 8.252,00
Nov/25R$ 8.265,00
Out/25R$ 8.285,00
Set/25R$ 8.218,00
Ago/25R$ 8.217,00
Jul/25R$ 8.231,00
Jun/25R$ 8.240,00
Mai/25R$ 8.257,00
Abr/25R$ 8.265,00
Mar/25R$ 8.278,00
Fev/25R$ 8.283,00

Entenda a Tabela FIPE para o Peugeot 405 SRi 2.0 1999: fundamentos, trajetória da marca e a ficha técnica deste hatch médio

Quando pensamos em seguros de automóveis, a Tabela FIPE desempenha um papel central para o processo de avaliação de veículo e para definir coberturas, indenizações e valor de referência. No caso do Peugeot 405 SRi 2.0 1999, esse quadro ganha ainda mais relevância para quem busca proteção adequada sem criar distorções no orçamento. A partir de uma leitura criteriosa da tabela e da ficha técnica, é possível entender como esse modelo dialoga com o mercado, quais são seus componentes-chave e como isso influencia as decisões de seguradoras. A seguir, apresentamos um panorama educativo sobre o tema, com foco na prática para quem atua como corretor de seguros ou para proprietários que desejam planejar a proteção de forma consciente.

Contexto da Tabela FIPE e o papel da Peugeot no cenário brasileiro

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de referência de veículos usados e seminovos. Mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a FIPE coleta dados de mercado com regularidade, atualizando os valores com base em transações reais, anúncios e condições de oferta. Para corretores de seguros, esse índice funciona como uma base padronizada que facilita a avaliação de risco, a definição de coberturas e a precificação de prêmios. É comum que as seguradoras utilizem o valor FIPE como uma referência adicional ao valor de mercado consultado pelo cliente, ajustando-o conforme o histórico de manutenção, quilometragem, estado de conservação e características específicas do veículo.

Tabela FIPE Peugeot 405 SRi 2.0 1999

Em relação à marca, a Peugeot é historicamente reconhecida pela combinação de design arrojado, linhas modernas e um foco técnico que privilegia a dirigibilidade e o conforto. O 405, em particular, representa uma fase da engenharia francesa onde a silhueta distinguia-se no tráfego europeu e também ganhou presença no Brasil nas últimas décadas do século XX. A geração SRi, com motor 2.0, buscou oferecer uma configuração mais esportiva sem abrir mão de confiabilidade para uso diário. Ao traduzir isso para a esfera de seguros, observamos que modelos com apelo histórico, partes de reposição acessíveis no mercado brasileiro e redes de assistência técnicas bem estruturadas costumam ter uma aceitação mais estável por parte das seguradoras, desde que haja documentação completa e histórico de manutenção.

É importante notar que, embora a tabela forneça um norte para o valor de referência, as condições específicas de cada veículo pesado, histórico de sinistros, local de circulação e uso (padrão vs. seguro total) podem alterar significativamente a avaliação final de risco. Por isso, ao conduzir uma cotação, o corretor deve alinhar as informações do proprietário, do veículo e da apólice com a realidade operacional do carro, levando em conta que o objetivo da FIPE é oferecer consistência no mercado, permitindo comparabilidade entre opções de cobertura.

Ficha técnica do Peugeot 405 SRi 2.0 (1999)

  • Marca: Peugeot
  • Modelo: 405 SRi 2.0
  • Ano de referência: 1999
  • Tipo de carro: Hatch médio de três portas (variações de acabamento podem ocorrer conforme o mercado)
  • Motorização: 4 cilindros em linha, gasolina
  • Deslocamento: 2.0 litros (aproximadamente 1998 cm³, com variação conforme lote de fabricação)
  • Distribuição: 16V (configuração típica em versões SRi 2.0, com atualização de comando de válvulas dependendo do lote)
  • Transmissão: manual de 5 velocidades (em algumas versões, transmissão automatizada pode ter surgido como alternativa); tração dianteira
  • Potência: em faixas próximas do ingresso da década, com números que costumam situar-se em patamares típicos de 2.0 16V da época
  • Torque: adequado ao perfil urbano e rodoviário, com boa recuperação em retomadas
  • Dimensões aproximadas: comprimento em torno de 4.30 a 4.40 metros; largura próxima de 1.70 a 1.75 metros; altura cerca de 1.38 a 1.40 metros
  • Peso em ordem de marcha: próxima de 1.050 a 1.150 kg, dependendo da configuração de equipamentos e do país
  • Capacidade do tanque de combustível: em geral próximo de 50 a 60 litros
  • Capacidade do porta-malas: usualmente entre 300 a 380 litros, variando pela configuração das etapas de divisão interna
  • Suspensão: dianteira independente e eixo traseiro (padrão da época para esse segmento); freios a disco na dianteira com sistema traseiro a tambor ou disco, dependendo da versão
  • Consumo estimado: depende de uso, manutenção e condições de tráfego; geralmente o desempenho é compatível com a faixa de uso urbano com bons resultados em trechos rodoviários

Observação importante: os números acima servem como referência, pois a ficha técnica pode ter pequenas variações entre um lote de fabricação e outro, bem como entre mercados. O essencial é identificar no veículo informações como o código do motor, o tipo de transmissão, a versão de acabamento e dados de identificação (VIN) para confirmar a configuração exata. Esses elementos costumam constar no manual do proprietário e na documentação do veículo, facilitando o alinhamento com as regras da FIPE e com as exigências das seguradoras.

Sobre a marca Peugeot: legado, design e confiabilidade

A Peugeot, uma das marcas automobilísticas mais antigas da Europa, consolidou ao longo de décadas uma reputação associada a estilo, inovação e experiência de condução. A identidade da marca passou por momentos de transformação, buscando sempre equilíbrio entre estética marcante e engenharia responsável. Em cada geração, a montadora procurou refletir uma abordagem prática para o dia a dia, com foco na ergonomia, conforto de cabine e, muitas vezes, uma condução que transmite confiança ao condutor.

No contexto brasileiro, a presença da Peugeot no segmento de hatchs médios, como o 405, traz consigo a ideia de um veículo que combina vocação de passeio com orientação para o uso diário. A disponibilidade de peças e o suporte de redes de assistência técnica tiveram impactos diretos na percepção de custo de manutenção e na disponibilidade de reposição, fatores que, por sua vez, influenciam decisões de seguro. Para quem trabalha com seguros, esse conjunto de atributos — design argentino, engenharia europeia, peças acessíveis e histórico de uso — ajuda na avaliação de perfil de risco e na definição de garantias compatíveis com o valor e com o uso real do carro.

Como a FIPE impacta o seguro e o planejamento de proteção

A tabela FIPE funciona como referência de mercado, favorecendo uma avaliação padronizada que facilita a comparação entre propostas de seguradoras. Em termos práticos, para o Peugeot 405 SRi 2.0 de 1999, a FIPE ajuda a contextualizar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. Mesmo que o valor FIPE não seja o único determinante da apólice, ele atua como um parâmetro mínimo para a definição de coberturas e limites, servindo como base para cálculos de depreciação, franquias e adicionais de proteção. Quando o veículo possui baixa disponibilidade de peças ou histórico de manutenção irregular, a seguradora pode solicitar informações complementares para ajustar o risco, o que pode impactar o prêmio final.

A relação entre FIPE e seguro envolve também a avaliação de fatores como localização, uso diário, quilometragem anual, perfil do motorista e histórico de sinistros. Em veículos com reputação de manutenção relativamente simples de encontrar peças, a visão de risco pode ser mais favorável, desde que haja documentação adequada que comprove a regularidade de manutenção. Por outro lado, modelos mais antigos, com demanda por peças específicas, podem exigir verificação adicional para evitar surpresas durante o processo de indenização. Assim, a leitura da FIPE não substitui a análise detalhada do veículo, mas fornece uma referência prática que facilita a escolha de coberturas, como danos a terceiros, incêndio, roubo, cobertura compreensiva e assistência 24 horas.

Boas práticas para proprietários e corretores de seguros

Adotar uma abordagem educativa ao lidar com seguros de um veículo como o Peugeot 405 SRi 2.0 1999 ajuda a alinhar expectativas entre cliente e seguradora, reduzindo conflitos e fortalecendo a tomada de decisão. Abaixo, algumas diretrizes úteis:

  • Documente o histórico de manutenção com notas fiscais, pois isso mitiga incertezas sobre o estado do motor, da transmissão e da suspensão.
  • Conserve a documentação de titularidade e de transferência, bem como registros de sinistros anteriores (se houver), para demonstrar transparência durante a avaliação de risco.
  • Considere um pacote de proteção que combine responsabilidade civil obrigatória com coberturas adicionais, como colisão, incêndio e roubo, conforme o uso pretendido.
  • Avalie opções de franquias e limites de cobertura com base no uso esperado do veículo, para equilibrar o custo do prêmio e a adequação da proteção.

Para torná-lo mais claro, pense na FIPE como uma bússola: aponta para uma referência de mercado, mas a rota final depende das especificidades do veículo, da região de circulação e das escolhas de proteção realizadas pelo segurado. O objetivo da orientação educativa é capacitar o leitor a compreender essa interface entre valor de referência, condição real do carro e necessidades de seguro, evitando surpresas ao acionar a apólice em situações de sinistro.

Dicas práticas para quem possui um Peugeot 405 SRi 2.0 1999

Se você é proprietário ou atua na área de corretagem, algumas recomendações podem facilitar o processo de seguro e o uso cotidiano do veículo:

  • Faça revisões periódicas em concessionárias ou oficinas de confiança, dando ênfase a itens críticos como freios, suspensão, sistema de arrefecimento e componentes do motor.
  • Guarde comprovantes de instalação de acessórios originais ou homologados, já que itens não originais podem impactar cobertura em alguns casos de sinistro.
  • Considere a instalação de dispositivos de segurança aprovados, como imobilizador, alarme ou rastreador, que podem reduzir o prêmio em algumas seguradoras e aumentar a proteção.
  • Atualize o cadastro de motoristas e use uma base de dados de uso real para ajustar limites de cobertura, principalmente se o carro é utilizado em viagens ou deslocamentos frequentes.

Ao planejar a proteção do seu veículo, lembre-se de que a decisão de seguro é construída a partir de um conjunto de fatores: valor de referência, estado de conservação, uso praticado e as escolhas de coberturas. A combinação desses elementos determina o custo da proteção e a qualidade do atendimento em caso de necessidade. O Peugeot 405 SRi 2.0 1999, com seu perfil de hatch de dimensões compactas e motor de disposição prática, exige uma leitura atenta da documentação, da configuração de motor e da relação com a rede de assistência técnica disponível na região. A FIPE, nesse cenário, funciona como uma ferramenta de consistência que facilita a comparação entre propostas, mantendo o foco na proteção adequada para um veículo de uma época específica.

Para quem busca uma orientação adicional e uma avaliação de apólice sob medida, vale considerar a experiência de profissionais que integram a leitura da FIPE com as particularidades do veículo. Ao alinhar o diagnóstico técnico com a proteção desejada, é possível obter uma solução que equilibre custo, cobertura e tranquilidade no uso diário.

Se estiver buscando uma proteção que considere o histórico do carro, as particularidades da marca e a realidade do seu uso, uma etapa prática é solicitar uma cotação com a GT Seguros. Essa abordagem facilita a comparação entre propostas e ajuda a encontrar uma solução que atenda às suas necessidades com clareza e praticidade.