| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 8.762,00 |
| Fev/26 | R$ 8.782,00 |
| Jan/26 | R$ 8.802,00 |
| Dez/25 | R$ 8.819,00 |
| Nov/25 | R$ 8.833,00 |
| Out/25 | R$ 8.855,00 |
| Set/25 | R$ 8.884,00 |
| Ago/25 | R$ 8.903,00 |
| Jul/25 | R$ 8.918,00 |
| Jun/25 | R$ 8.927,00 |
| Mai/25 | R$ 8.945,00 |
| Abr/25 | R$ 8.954,00 |
Guia de interpretação da Tabela FIPE para o Peugeot 406 Break ST 2.0 1998
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela é especialmente relevante para seguradoras, concessionárias de veículos usados, lojas de peças e consumidores que desejam ter uma referência sólida sobre o preço praticado no mercado. No contexto de seguros, compreender como a FIPE funciona ajuda a entender como é calculado o valor segurado, o que influencia a indenização em caso de sinistro e a forma como as parcelas do prêmio são definidas. A Tabela FIPE não determina um preço único e definitivo; ela representa uma média de mercado, atualizada periodicamente para refletir variações de disponibilidade, demanda e condições do mercado automotivo. Para o Peugeot 406 Break ST 2.0 1998, esse entendimento é particularmente útil, pois o uso de uma percussão histórica e de uma configuração específica do veículo pode impactar o preço de referência ao qual o seguro atenta durante a avaliação de coberturas e indenizações.
Ao lidar com a Tabela FIPE, vale ter em mente que o valor exibido para o Peugeot 406 Break ST 2.0 1998 representa uma referência. Este valor ajuda a seguradora a estabelecer a cobertura adequada, o valor de indenização e, muitas vezes, a granularidade de descontos ou adicionais aplicáveis com base no perfil do veículo, no uso e no histórico do motorista. Em particular, para carros com mais tempo de uso, com versões específicas ou com características de utilitário familiar, as seguradoras costumam considerar fatores adicionais além do valor de referência, como conservação do automóvel, histórico de sinistros, modificações e itens de conforto que o veículo oferece. Dito isso, o objetivo é oferecer uma visão educativa sobre como a Tabela FIPE se relaciona com o Peugeot 406 Break ST 2.0 1998 dentro de um cenário de seguro automotivo.

Ficha Técnica do Peugeot 406 Break ST 2.0 1998
Abaixo estão os elementos centrais da ficha técnica associados a esta versão de Peugeot, com foco nas características que costumam influenciar a avaliação de valor para seguros e para o público que busca entender o comportamento do veículo ao longo do tempo. Observação: as informações here referem-se a especificações típicas da linha Break 2.0 da época; valores exatos podem variar conforme o veículo individual, a versão específica e a configuração de fábrica. Abaixo, apresentamos os aspectos que costumam aparecer em fichas técnicas de forma resumida e útil para quem está avaliando o seguro.
- Motor: 2.0 L a gasolina, 4 cilindros, com configuração de 16 válvulas e injeção eletrônica, entregue para uso diário com boa resposta em baixa e média rotação.
- Potência estimada: perto de 133 cavalos, com torque suficiente para a condução familiar típica, especialmente em cidade e em asfalto comum. O rendimento, claro, pode variar conforme a manutenção e o estado do motor.
- Transmissão: manual de 5 velocidades, com câmbio tradicional para a época, favorecendo uma condução estável e previsível, típica de station wagon de uso familiar.
- Porta-malas e espaço interno: o Break ST oferece capacidade de bagagem adequada para uso familiar, com compartimentos de carga versáteis e possibilidade de rebatimento de bancos para ampliar o espaço, uma característica valorizada em seguros voltados para famílias e quem precisa de espaço para carga.
Além desses pontos, a ficha técnica do Peugeot 406 Break ST 2.0 1998 costuma abranger informações sobre dimensões gerais (comprimento, largura, altura e entre-eixos), peso aproximado, capacidade do tanque de combustível, consumo médio e itens de conforto e segurança da época. Embora informações exatas possam variar entre veículos usados, a ideia central de uma ficha técnica encarada para seguros é evidenciar o que compõe o conjunto mecânico e o espaço disponível para a família, bem como os elementos que influenciam a avaliação de risco pelo seguro. Ao comparar veículos da mesma faixa etária e configuração, é comum que o 406 Break seja lembrado pela robustez da carroceria e pela generosa habitabilidade, características que costumam influenciar positivamente a percepção de valor para seguros de veículos usados, desde que a manutenção esteja em dia e o veículo não apresente histórico de avarias frequentes.
Sobre a marca Peugeot
A Peugeot é uma marca com trajetória centenária, originária da França, reconhecida por combinar design, conforto e tecnologia em seus modelos. Fundada no século XIX, a empresa expandiu-se para a indústria automobilística a partir das últimas décadas do século 19, consolidando-se como uma das montadoras europeias mais antigas em atuação contínua. Ao longo dos anos, a Peugeot desenvolveu uma reputação de produzir carros com linhas elegantes, soluções de propulsion e chassis que equilibram desempenho e conforto para uso urbano e familiar. A marca sempre buscou aliar estilo ao funcionamento prático, o que se reflete em vários modelos que se tornaram referência no segmento de sedãs médios e station wagons. O Peugeot 406, por sua vez, foi uma expressão marcante dessa filosofia na linha de sedãs e station wagons de porte médio, oferecendo uma combinação de sobriedade, habitabilidade e comportamento dinâmico capaz de atender a necessidades familiares, deslocamentos diários e viagens curtas de lazer.
Quando falamos do histórico da Peugeot na América Latina, especialmente no Brasil, é comum observar uma cultura de manutenção cuidadosa dos veículos importados ou semileves de origem europeia, com foco em peças originais, peças de reposição disponíveis e rede de assistência. Em relação ao Peugeot 406 Break, a combinação de espaço útil, porta-malas generoso e conforto de cabine faz dele um modelo que, na era de lançamento, buscou competir não apenas com sedãs médios, mas também com wagons de mission family, oferecendo uma proposta de valor para quem precisava de família, bagagem e mobilidade cotidiana. A marca manteve, ao longo dos anos, uma visão de qualidade de condução associada a uma estética que privilegia o equilíbrio entre estilo e praticidade, características que muitos proprietários de Peugeot valorizam ao escolher seguros que reconheçam o custo de reposição de peças, a disponibilidade de assistência técnica e o histórico de uso do veículo.
Como a Tabela FIPE se relaciona com o seguro do Peugeot 406 Break ST 2.0 1998
Para quem contrata ou revisa um seguro de veículo, a Tabela FIPE funciona como uma referência central para o valor de indenização em caso de sinistro de perda total ou de cobertura de valor de substituição. A lógica básica é: a FIPE fornece um preço médio de mercado para o veículo, levando em conta a versão, o ano de fabricação e a configuração geral. Esse preço de referência orienta o cálculo do prêmio, a definição do valor segurado e as condições de indenização, além de influenciar a escolha entre coberturas como total, parcial, com ou sem franquia, dependendo do risco avaliado pela seguradora. No caso do Peugeot 406 Break ST 2.0 1998, a versão Break adiciona dimensões de espaço e utilidade que, no mundo dos seguros, podem implicar em uma avaliação diferente de risco quando comparada a uma versão sedã, especialmente no que diz respeito a itens de maior valor agregado, como o porta-malas, sistemas de travamento, teto solar ou equipamentos opcionais que a época poderia ter oferecido.
É importante entender que o valor FIPE é uma referência de mercado, e não uma lista fixa de preço de compra. Seguradoras frequentemente they interpretam esse valor com base em fatores adicionais, como idade do veículo, quilometragem, condições de conservação, histórico de manutenção, sinistros anteriores, eventualidades de alterações técnicas ou estéticas, e até o padrão de uso (uso urbano, rodoviário, financeiro). Em veículos mais antigos, como o Peugeot 406 Break ST 2.0 1998, esses fatores tendem a ter peso maior na composição do prêmio, pois refletem o risco de desgaste de componentes, disponibilidade de peças originais e o custo de reparo em caso de danos. Em síntese, a FIPE oferece a linha de base; as seguradoras acrescentam ajustes com base no perfil do veículo e do segurado, o que pode resultar em prêmios diferentes entre seguradoras para o mesmo ano-modelo.
Para quem observa a tabela FIPE com curiosidade educativa, vale lembrar que a trajetória de depreciação para veículos da década de 1990 pode ser diferente daquele de modelos mais recentes. Carros com motores robustos, carroceria bem construída e demanda estável por peças de reposição podem manter valores de referência respeitáveis, mesmo em idade avançada. Por outro lado, variações regionais, disponibilidade de peças e histórico de sinistros podem fazer com que o valor FIPE se desloque para cima ou para baixo em determinadas circunstâncias. Entender esses movimentos ajuda o proprietário do Peugeot 406 Break ST 2.0 1998 a avaliar melhor a cobertura necessária, a proteção de valor e a melhor configuração de prêmio junto à seguradora.
Fatores que influenciam o valor FIPE para este modelo
Diversas variáveis entram na formação do valor FIPE para o Peugeot 406 Break ST 2.0 1998. Entre os fatores mais relevantes, destacam-se a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem, a presença de itens originais de fábrica, a disponibilidade de peças de reposição e a configuração do motor e do câmbio. Itens como sistemas de segurança, alarmes, teto solar, vidro elétrico, ar-condicionado e outros opcionais da época também podem influenciar a percepção de valor. Além disso, o histórico de manutenção — com registros de serviço, troca de componentes críticos (embreagens, freios, suspensão, correias) e qualidade das peças utilizadas — tende a impactar a avaliação de risco da seguradora. Lembre-se: quanto melhor o estado geral e menor o risco de sinistro, maior tende a ser a percepção de valor estável ou favorável na FIPE para o veículo, o que pode repercutir em termos de prêmio e condições de cobertura.
A idade do motorista, o uso do veículo (residência urbana, deslocamento para trabalho, viagens de fim de semana) e o perfil de sinistralidade também influenciam o custo do seguro. Veículos com maior probabilidade de custos de reparo elevados são, naturalmente, avaliados com maior cautela pelas seguradoras. O Peugeot 406 Break ST 2.0 1998, por ser um modelo antigo com reputação de confiabilidade em alguns componentes, pode exigir uma verificação cuidadosa de peças e disponibilidade de serviços autorizados para manter a cobertura em condições vantajosas. Além disso, modificações no veículo que impactem seu comportamento, consumo ou segurança também podem alterar o posicionamento do valor FIPE dentro da cotação de seguro.
Boas práticas para leitura da FIPE na hora de planejar o seguro
Para quem está buscando entender como a FIPE se traduz em decisões de seguro, algumas práticas simples ajudam a tornar o processo mais claro. Primeiro, compare o valor FIPE entre versões semelhantes do Peugeot 406 Break ST 2.0 1998, levando em conta condições do veículo e o estágio de conservação. Segundo, analise como diferentes seguradoras aplicam o valor FIPE em casos de indenização, especialmente quando a apólice prevê reposição por peça original ou equivalente, ou indenização porvalor de mercado. Terceiro, leve em consideração a cobertura de peças e a possibilidade de utilização de peças paralelas na reposição — algumas seguradoras oferecem substituição com peças equivalentes de fabricante, o que pode influenciar o custo da indenização. Por fim, ao planejar o seguro, pense no custo total de propriedade, incluindo taxas de manutenção, consumo de combustível e eventuais custos com peças de reposição históricas, que podem se refletir no prêmio ao longo do tempo.
Essa visão integrada entre a FIPE, a condição do veículo e as variantes de cobertura oferece uma base sólida para decisões de seguro que combinem proteção adequada com custo justo. O Peugeot 406 Break ST 2.0 1998 é um exemplo de como o histórico, o estado de conservação e a configuração de fábrica interagem com a referência de preço de mercado, impactando o entendimento do valor segurado e o orçamento relacionado à proteção automotiva.
Como parte de uma prática educativa para quem acompanha conteúdos de seguros, vale enfatizar que a leitura da FIPE e a avaliação do veículo não substituem a conversa com profissionais de seguros. Uma cotação com uma corretora confiável pode esclarecer como cada fator é interpretado pela seguradora escolhida, oferecendo uma visão clara sobre o que está incluso na apólice e quais cenários de indenização são contemplados para o Peugeot
