| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 13.690,00 |
| Dez/25 | R$ 13.717,00 |
| Nov/25 | R$ 13.738,00 |
| Out/25 | R$ 14.237,00 |
| Set/25 | R$ 14.754,00 |
| Ago/25 | R$ 14.786,00 |
| Jul/25 | R$ 14.810,00 |
| Jun/25 | R$ 14.825,00 |
| Mai/25 | R$ 14.855,00 |
| Abr/25 | R$ 14.353,00 |
| Mar/25 | R$ 13.868,00 |
| Fev/25 | R$ 13.650,00 |
Panorama da Tabela FIPE aplicável ao Peugeot 406 Sedan 2.0 Automático de 2001 e as implicações para o seguro
A Tabela FIPE atua como referência central para o valor de referência de veículos usados no Brasil. Ela serve de base para compor a indenização em casos de perda total, bem como para orientar o cálculo de seguros, consórcios e revendas. Quando se trata do Peugeot 406 Sedan 2.0 Automático, ano 2001, compreender como esse referencial é estruturado ajuda o corretor a alinhar expectativas, coberturas e o prêmio de forma mais transparente. Este artigo abordará o que a Tabela FIPE sinaliza sobre essa versão específica, além de oferecer contexto sobre a ficha técnica, a marca e os aspectos que costumam influenciar a precificação do seguro desse modelo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para o seguro
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) reúne valores médios de mercado dos veículos, compilados a partir de transações reais. Esses valores não representam o preço de venda de um carro específico, mas uma referência de referência de mercado, atualizada periodicamente. No contexto de seguros, a FIPE serve como base para determinados tipos de cobertura, especialmente aquelas que envolvem indenização por perda total (valor de recompra ou reposição) e para estabelecer o valor principal segurado (APÓlice de valor veicular). Em termos práticos, quando um veículo do porte do Peugeot 406 Sedan 2.0 Automático de 2001 entra na mesa de negociação de seguro, o corretor utiliza o valor FIPE como referência para estimar o custo de reposição ou o valor de indenização provável no caso de sinistro, sempre levando em conta as particularidades da apólice, como franquias, cobertura de terceiros e eventuais limitações de rede de assistência.

Ficha técnica do Peugeot 406 Sedan 2.0 Aut. 2001
Abaixo apresenta-se uma síntese técnica que ajuda a entender a configuração do veículo nessa versão específica. Observação: os valores podem variar conforme o exato exemplar, condições de uso e documentação de fábrica;
- Motor: 2.0 litros, gasolina, 16 válvulas, arquitetura comum para a época em sedãs médios da Peugeot;
- Potência e torque: potência próxima de 135 cv (varia conforme calibração de cada mercado) com torque na faixa típica de 17–18 kgf.m;
- Transmissão: automática de 4 velocidades (4AT), com atuação voltada para conforto de condução em trânsito urbano e estradas;
- Dimensões e peso: comprimento aproximado em torno de 4,66 m, largura próxima a 1,75 m e altura em torno de 1,41 m, com entre-eixos na casa de 2,70 m; peso em ordem de marcha geralmente estimado entre 1.250 a 1.350 kg; entre o porta-malas com capacidade aproximada de 450 a 500 litros; tanque de combustível com capacidade perto de 60 litros; rodas de aro 15 polegadas com pneus na faixa de 195/65 R15.
Esses itens ajudam a situar o carro no espectro de custo de reposição, tempo de reparo em oficinas autorizadas ou independentes e disponibilidade de peças originais. A natureza do motor 2.0, combinada com o câmbio automático, tende a influenciar tanto o custo de manutenção quanto o valor de reposição estimado pela FIPE, aspectos que, por sua vez, impactam o prêmio do seguro e as coberturas recomendadas.
A marca Peugeot e o contexto do modelo 406
A Peugeot, fabricante francesa com trajetória de mais de um século, consolidou-se mundialmente pela ênfase em design, conforto de cabine e refinamento na condução. O 406, comercializado entre os anos 1995 e 2004 em várias versões, tornou-se uma referência no segmento de sedãs médios na Europa e, posteriormente, em mercados latino-americanos, incluindo o Brasil, onde circulavam unidades importadas e, em alguns períodos, versões montadas localmente ou importadas sob formatos de distribuição específicos. O Peugeot 406 é lembrado pela linha de design elegante, com detalhes que combinam sofisticação e ergonomia, bem como pela aposta em suspensão que privilegia o conforto de viagem, costumeiramente destacada em rodovias e trajetos urbanos com pavimentos ruins.
Por outro lado, a marca também enfrentou críticas ao longo das décadas quanto à disponibilidade de peças de reposição e à complexidade de alguns sistemas elétricos. Isso influencia diretamente o custo de manutenção, especialmente em modelos mais antigos ou com baixa disponibilidade de assistência técnica. Para o Peugeot 406 Sedan 2.0 Aut. de 2001, muitos proprietários valorizam a combinação entre conforto, espaço interno e perfil de condução suave. Na seguradora, é comum observar que carros com peças mais escassas ou com custos de reparo relativamente altos recebem avaliações de prêmio mais cuidadosas, ainda mais quando a idade do veículo se aproxima de faixas sensíveis de depreciação. A FIPE, nesse contexto, não apenas orienta o valor de reposição, mas também reflete, indiretamente, a percepção de risco associada ao conjunto de manutenção, disponibilidade de componentes e histórico de sinistralidade desse tipo de exemplar.
Como o valor FIPE impacta a precificação do seguro para este modelo
A precificação de seguros para um veículo como o Peugeot 406 Sedan 2.0 Aut. de 2001 depende de várias peças que se conectam ao valor FIPE. Em termos simples, o valor da apólice de seguro pode ser influenciado por:
– O valor de indenização por perda total: muitas apólices definem a indenização com base no valor FIPE, ajustado por eventuais franquias, bônus por histórico de condução e coberturas adicionais. Em situações de sinistro, a empresa seguradora pode seguir o valor de reposição ou a indenização conforme contrato, cabendo ao corretor indicar qual é a prática adotada pela seguradora parceira.
– O custo do prêmio: quanto maior o valor FIPE atribuído ao veículo, maior tende a ser o custo de cobertura de roubo, colisão e danos a terceiros. No entanto, seguras costumam analisar também fatores como idade do veículo, histórico de manutenção, uso diário, perfil do condutor e regiões de circulação. Para modelos com peças de reposição relativamente disponíveis, o prêmio pode ficar mais estável, enquanto veículos com menor disponibilidade de peças costumam exigir reservas maiores para cobrir eventual reparação.
– Limites de cobertura e franquias: algumas apólices permitem ajustar o valor assegurado de acordo com o valor FIPE para manter o prêmio sob controle. Em carros como o 406 2.0 Aut., que podem exigir reparos significativos com peças originais, a escolha de franquias mais altas pode compensar o custo mensal da apólice, desde que o segurado esteja ciente do impacto financeiro em caso de sinistro.
– Riscos específicos sobre a versão: a idade do veículo, o mercado de peças e a sinistralidade histórica para a linha 406 influenciam a percepção de risco. Modelos de maior idade costumam exigir maior cuidado, inclusive na avaliação de necessidade de rastreadores, proteções adicionais e revisão de nível de manutenção para manter a confiabilidade na condução.
Cuidados práticos que ajudam a manter o custo do seguro sob controle
Além de entender os fundamentos da Tabela FIPE e da ficha técnica, algumas práticas ajudam a manter o seguro do Peugeot 406 Sedan 2.0 Aut. 2001 mais econômico e adequado à sua realidade. Considere as seguintes orientações:
– Atualização da documentação e conservação do histórico de manutenção: ter registros de revisões, trocas de óleo, peças originais e serviços realizados facilita a avaliação de risco pela seguradora, o que pode refletir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo.
– Proteção veicular e segurança: instalar dispositivos de alarme, central de rastreamento ou bloqueadores pode reduzir a probabilidade de roubo ou sequestro veicular, favorecendo condições mais favoráveis de preço de seguro, especialmente em áreas com incidência de furto e roubo de veículos antigos.
– Escolha de opções de cobertura proporcionais ao uso: para condutores que utilizam o veículo com pouca frequência, vale considerar coberturas com menor exposição a sinistros diários, mantendo proteção essencial (colisão, terceiros, incêndio) sem sobrecarregar o custo com coberturas menos utilizadas.
– Limites de valor segurado alinhados à FIPE: ajuste o valor segurado ao valor FIPE correspondente ao ano e à versão, evitando superestimativas que elevem o prêmio sem ganho correspondente na cobertura. Em contrapartida, manter o valor muito abaixo pode deixar o segurado desprotegido em caso de perda permanente do veículo. A orientação de um corretor é essencial para chegar a um equilíbrio adequado entre proteção e custo.
– Manutenção preventiva constante: veículos mais antigos, como o Peugeot 406 de 2001, costumam se beneficiar de revisões regulares, troca de peças críticas antes que falhem, e atenção a amortecedores, sistema de freios e suspensão. Uma condução segura reduz não apenas o risco de sinistros, mas também a probabilidade de danos maiores que elevem o custo de reparação.
Considerações finais sobre a Tabela FIPE e o seguro do Peugeot 406 2.0 Aut. 2001
Ao tratar de um veículo com trajetória de produção encerrada há bastante tempo, como o Peugeot 406 Sedan 2.0 Automático de 2001, é comum que o valor FIPE apresente variações ao longo do tempo, refletindo mudanças no mercado de usados, disponibilidade de peças e demanda por reposição. Para o corretor de seguros, compreender a combinação entre a ficha técnica, o histórico da marca e as particularidades da Tabela FIPE é essencial para orientar o cliente de forma clara e eficaz. A FIPE serve como baliza para o valor de reposição, mas a seguração de cada apólice depende de uma arquitetura de coberturas que equilibre proteção, custo e tranquilidade. A boa prática é alinhar o valor segurado ao objetivo do cliente — seja proteção integral, reposição por valor de mercado ou substituição em caso de perda total — sempre com transparência sobre como a FIPE influencia esse equilíbrio.
Para quem acompanha a evolução de seguros automotivos e busca entender o impacto da Tabela FIPE no dia a dia, vale revisar periodicamente o valor FIPE do veículo com o seu corretor, especialmente quando houver mudanças relevantes no uso do veículo, no histórico de sinistros ou na disponibilidade de peças. Assim, é possível manter a apólice alinhada ao mercado, evitando surpresas e assegurando proteção adequada para o Peugeot 406 Sedan 2.0 Aut. 2001.
Se você quer entender como esses aspectos podem influenciar o seu custo de seguro ou como estruturar uma proteção que combine com o valor de mercado do seu carro, pense em uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode esclarecer dúvidas e oferecer soluções ajustadas ao seu perfil e ao seu veículo.
