| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 8.004,00 |
| Fev/26 | R$ 8.022,00 |
| Jan/26 | R$ 8.040,00 |
| Dez/25 | R$ 8.056,00 |
| Nov/25 | R$ 8.069,00 |
| Out/25 | R$ 8.089,00 |
| Set/25 | R$ 8.115,00 |
| Ago/25 | R$ 8.133,00 |
| Jul/25 | R$ 8.147,00 |
| Jun/25 | R$ 8.156,00 |
| Mai/25 | R$ 8.173,00 |
| Abr/25 | R$ 8.181,00 |
Entenda como a Tabela FIPE reflete o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1997 no contexto de seguros
A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, desde carros compactos até modelos de grande circulação. Quando falamos de um clássico moderno como o Peugeot 406 ST 2.0 16V MEC 1997, a Tabela FIPE ainda desempenha um papel relevante, especialmente para seguradoras que precisam estabelecer parâmetros de indenização, cobertura e valor financiável. Este artigo aborda como essa tabela se aplica ao modelo específico, quais detalhes técnicos ajudam a interpretar o valor registrado na FIPE e quais fatores influenciam o cálculo do seguro para esse exemplar da marca francesa.
Ficha Técnica do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1997
A ficha técnica serve como referência para entender as características do veículo em questão e como elas impactam a avaliação de risco e o custo do seguro. Abaixo apresentamos um conjunto representativo de dados para o 406 ST 2.0 16V com câmbio manual, versão comum do fim dos anos 1990. Observação: valores podem variar conforme a configuração exata de fábrica e o país de origem da unidade, mas as informações a seguir refletem o perfil típico desse modelo na época.

- Motor: 2.0 16V em linha, com sistema de injeção eletrônica.4 cilindros em linha, alimentado por um cabeçote DOHC que assegura boa entrega de torque em rotações médias.
- Potência e torque: potência aproximadamente 136 cv a cerca de 6.000 rpm; torque em torno de 18 kgf·m (aproximadamente 176 Nm) entre 4.000 e 4.500 rpm.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração dianteira (FF), comum em sedãs médios da época.
- Cilindrada: cerca de 1.997 cm³, proporcionando desempenho adequado para uso diário e estradas, com boa resposta em deslocamentos largos.
- Dimensões e espaço: comprimento próximo de 4,68 metros, largura em torno de 1,71 metro e altura próxima de 1,42 metro; entre-eixos aproximadamente 2,75 metros, o que favorece espaço interno e estabilidade.
- Capacidade e peso: tanque de combustível de cerca de 60 litros; capacidade para 5 ocupantes; peso em ordem de marcha ao redor de 1.200 a 1.250 kg, dependendo da versão e de equipamentos adicionais.
- Porta-malas: volume útil em torno de 430 litros, típico para sedã médio da época, contribuindo para a versatilidade no uso diário.
- Conforto e recursos: ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos e sistema de som compatível com navegador/CD na época; alguns veículos podiam vir com airbags frontais e ABS como opcionais ou itens de série conforme a linha de acabamento.
- Sistema de suspensão e condução: dianteira do tipo MacPherson e eixo de torção na traseira, oferecendo equilíbrio entre conforto e comportamento dinâmico em diferentes vias.
- Freios: discos na dianteira e invólucro de tambor na traseira; ABS disponível em algumas versões, influenciando o nível de segurança ativo.
- Consumo e operação: consumo típico para uso diário, com variação conforme estilo de condução, condições de tráfego e manutenção, mantendo o foco na viabilidade de transportes urbanos e viagens curtas.
- Manutenção e disponibilidade: peças de reposição ainda acessíveis em redes de assistência autorizadas e independentes, mas com atenção ao também transitório cenário de peças para carros com idade avançando, o que pode impactar custos de serviço em determinadas regiões.
A marca Peugeot e o contexto do segmento de sedãs médios
Fundada na França no início do século XX, a Peugeot consolidou-se como uma das marcas automotivas mais históricas da Europa, com identidade forte em design, engenharia e identidade de marca. O Peugeot 406, lançado no final dos anos 1990, representou uma aposta da fabricante no segmento de sedãs médios bem equipados, com acabamento desenvolvido para oferecer conforto, conforto sonoro e uma condução envolvente. Entre as características que marcaram a geração do 406, destacam-se:
- Estética e linha de design: o 406 manteve traços elegantes com linhas limpas, priorizando aerodinâmica e uma presença de estrada distinta, o que, por consequência, influenciou a percepção de valor entre consumidores e seguradoras.
- Conforto e habitabilidade: interiores bem-acabados, com espaço razoável para quatro adultos e recursos de conforto que acompanhavam o padrão da época, contribuindo para a reputação de sedã de qualidade.
- Desempenho equilibrado: o conjunto motor 2.0 16V oferecia boa resposta em uso diário, aliado a uma suspensão capaz de absorver irregularidades de vias brasileiras, mantendo comportamento estável em curvas.
- Rede de assistência e disponibilidade de peças: a Peugeot possuía uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas, além de opções de peças de reposição, o que ajuda a manter a manutenção em dia mesmo com a idade do veículo.
Esse equilíbrio entre design, conforto, desempenho e rede de suporte tem impacto direto na avaliação de seguros para modelos como o 406 ST. Mesmo com o passar dos anos, a percepção de valor pelo mercado e pela FIPE é moldada pela combinação desses atributos: confiabilidade percebida, disponibilidade de peças e histórico de uso. Em termos de seguro, isso se traduz em decisões sobre a soma segurada, coberturas adicionais (como danos a terceiros, garantia de reparo, e assistência 24h) e metodologias de indenização, que podem levar em conta a reputação da marca e a robustez do conjunto mecânico na hora de calcular prêmios.
Como consultar a Tabela FIPE para esse modelo específico
- Acesse a página da Tabela FIPE correspondente a veículos usados e selecione a opção de consulta por marca.
- Selecione Peugeot, depois o modelo 406, e busque pela versão ST 2.0 16V com câmbio manual (Mec) do ano 1997 que corresponde ao perfil do veículo.
- Defina o ano-modelo 1997 para obter a referência mais fiel à configuração do exemplar em questão.
- Considere as condições de uso e a região, pois fatores de mercado locais podem modular a leitura da referência FIPE para esse modelo específico.
Fatores que influenciam o valor FIPE do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1997
- Condição do veículo: estado da carroceria, conservação interna, motor e funcionamento de itens como câmbio e suspensão afetam a leitura da FIPE, pois a tabela busca refletir um padrão de condição boa a regular no mercado.
- Quilometragem: quanto menor a quilometragem, maior tende a ser a referência, especialmente para um modelo de final dos anos 1990 em que a experiência de uso pode ser valorizada por compradores e seguradoras.
- Originalidade e upgrades: itens originais e configuração de fábrica costumam manter melhor o valor de referência; alterações não originais podem influenciar a percepção de risco para seguradoras.
- Mercado regional e disponibilidade de peças: regiões com maior disponibilidade de peças e assistência qualificada podem sustentar uma avaliação FIPE mais estável, ao passo que mercados com dificuldade de reposição podem exercer pressão para ajustes na indenização ou no valor segurado.
É comum que seguradoras utilizem a Tabela FIPE como referência base para estabelecer o valor a ser coberto, mas também consideram outros fatores, como histórico de sinistros, uso do veículo (residencial, trabalho, transporte de passageiros), local de guarda (garagem, rua, estacionamento) e perfil do condutor. Em veículos com mais de 20 anos de fabricação, algumas seguradoras adotam ajustes especiais, reconhecendo o desgaste natural, a disponibilidade de peças e a depreciação do modelo ao longo do tempo. Por isso, mesmo com a FIPE servindo como referência, o valor de apólice pode implicar em escolhas de coberturas adicionais ou em limites diferenciados para a reparação e a substituição do veículo em caso de sinistro.
Por que o FIPE importa para o seguro do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1997
- Atualização de referência: a FIPE é atualizada mensalmente e reflete oscilações de mercado, oferecendo uma base objetiva para o cálculo de indenização em situações de sinistro ou de reposição de peças, o que facilita o alinhamento entre o valor coberto pelo seguro e o valor de mercado do veículo
