| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 8.924,00 |
| Fev/26 | R$ 8.944,00 |
| Jan/26 | R$ 8.964,00 |
| Dez/25 | R$ 8.982,00 |
| Nov/25 | R$ 8.996,00 |
| Out/25 | R$ 9.018,00 |
| Set/25 | R$ 9.047,00 |
| Ago/25 | R$ 9.067,00 |
| Jul/25 | R$ 9.082,00 |
| Jun/25 | R$ 9.092,00 |
| Mai/25 | R$ 9.111,00 |
| Abr/25 | R$ 9.120,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1998 e o que isso significa para o seguro
O Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1998, ainda lembrado por quem aprecia sedãs médios com linha elegante e bom espaço interno, é um exemplo clássico de veículo cuja avaliação de mercado envolve diferentes referências. Entre elas, a Tabela FIPE atua como uma base central para entender o valor de referência do veículo em transações e, especialmente, para a definição de coberturas e limites em seguros. Quando o assunto é seguro, compreender o que a FIPE representa, como ela é atualizada e quais fatores a influenciam ajuda o motorista a conversar com a corretora com mais clareza, evitando surpresas na hora de acionar uma indenização ou de ajustar a cobertura conforme o estado do carro. Este artigo aborda a ficha técnica desse modelo, o papel da marca Peugeot no cenário automotivo, como a Tabela FIPE é produzida e aplicada aos seguros, além de dicas práticas para manter o veículo protegido e com uma avaliação coerente ao longo dos anos.
Ficha técnica do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1998
Abaixo está um conjunto sucinto de informações técnicas que ajudam a situar o perfil desse modelo na linha da Peugeot, bem como no universo de seguros. Vale destacar que alterações entre versões ou em anos de produção podem ocorrer, ainda que as características básicas permaneçam semelhantes para o conjunto 406 ST 2.0 16V com câmbio manual.

- Motor: 4 cilindros em linha, 2.0 L (aproximadamente 1998 cm³), configuração 16V
- Potência e torque: potência aproximada na faixa de 135–140 cv, torque próximo de 18–20 kgf·m
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: dianteira (FWD)
Esses quatro itens cobrem o núcleo da ficha técnica desse Peugeot 406 ST específico. Além deles, é comum encontrar informações suplementares como, por exemplo, dimensões externas (comprimento, largura e altura), peso do veículo em ordem de marcha e capacidade do porta-malas, bem como dados de suspensão, freios e consumo médio. Esses detalhes costumam variar conforme o ano de fabricação, o acabamento de fábrica e possíveis alterações em pacotes de equipamentos, por isso é comum consultar o comprovante do veículo ou o manual do proprietário para confirmar os números exatos do exemplar em questão. Em termos de seguro, a combinação de motor 2.0 16V, câmbio manual e a configuração ST ajuda a caracterizar o modelo dentro de uma faixa de avaliação típica para carros de época recente, mas ainda com uso cotidiano, o que é relevante para as apólices de automóveis usados com histórico de uso misto.
A marca Peugeot: tradição, design e presença no mercado
A Peugeot, fabricante francesa com raízes que remontam ao século XIX, consolidou-se ao longo de décadas como uma das marcas mais reconhecidas do cenário automobilístico europeu. Inicialmente associada à produção de bens de consumo diversificados, a marca tornou-se referência na engenharia automotiva com veículos que combinam estilo, conforto e tecnologia. A linha 406, da qual o ST 2.0 16V Mec 1998 faz parte, marcou uma época em que sedãs médios eram o destaque de muitas frotas familiares e de uso particular no Brasil e no exterior. A identidade de design da Peugeot, com linhas fluidas, faróis bem integrados e uma linguagem de interior que buscava conforto para o motorista e para os ocupantes, ajudou a consolidar a imagem da marca como opção de veículo acessível, porém agradável de dirigir. Além do estilo, a Peugeot investiu em avanços tecnológicos que, naquela década, incluíram sistemas de injeção eletrônica robustos, suspensões afinadas para oferecer conforto em estradas nacionais mal conservadas e uma busca constante por maior eficiência e segurança. Para quem atua no mercado de seguros, entender a reputação da marca, bem como a disponibilidade de peças e assistência técnica, ajuda a valorar o risco de manter um veículo desse porte em sua carteira de seguros ao longo do tempo.
Ao longo dos anos, a Peugeot evoluiu para acompanhar as mudanças do setor automotivo, com foco também em conectividade, segurança e eficiência energética. Mesmo em modelos mais antigos, como o 406 ST, a percepção de valor pode estar associada ao equilíbrio entre estilo, confiabilidade mecânica e custo de manutenção. Em termos de seguro, isso se traduz na necessidade de considerar não apenas o custo inicial, mas também a disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência técnica e a facilidade de encontrar mão de obra qualificada para serviços de reparo — fatores que influenciam o custo total de proprietário ao longo do tempo. O Peugeot 406, em especial, continua sendo lembrado por quem busca um equilíbrio entre personalidade de design, habitabilidade e usabilidade cotidiana, o que, por sua vez, pode impactar a percepção de segurabilidade do veículo e as condições de cobertura mais vantajosas em determinadas seguradoras.
Como funciona a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro do 406 ST
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) representa um esforço de organizar informações sobre o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, bancos e consumidores como referência para estabelecer o valor segurado, o valor de venda e avaliações de indenização. A base de dados é alimentada por transações de compra e venda de veículos usados em diferentes regiões, o que permite que haja uma média representativa do que ocorre no mercado nacional ao longo do tempo. Vários fatores ajudam a entender por que a FIPE é tão relevante no seguro:
- Atualização mensal: a tabela é revisada com frequência para refletir as mudanças no mercado, o que é essencial para acompanhar a depreciação natural de um veículo com o passar dos anos.
- Referência para o contrato: o valor FIPE serve como referência para estabelecer o capital segurado ou, em alguns casos, para calibrar a indenização em caso de perda total, dependendo da política da seguradora.
- Fatores que influenciam o valor: condição do veículo, quilometragem, histórico de sinistros, presença de acessórios, versão e estado de conservação podem levar o seguro a ajustar o valor segurado para cima ou para baixo em relação à média FIPE.
- Limitações: a FIPE é uma referência. Ela não substitui uma avaliação particular do veículo, nem considera características específicas de cada unidade, como modificações, customizações ou danos não reportados.
Para o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1998, a aplicação da FIPE envolve traduzir a referência de mercado em uma base de cálculo que permita à seguradora oferecer coberturas que reflitam o risco real. Em termos práticos, isso significa que a FIPE ajuda a delimitar o valor pelo qual o carro pode ser reparado ou substituído, o que, por sua vez, influencia o prêmio de seguro. É comum que o corretor utilize a FIPE como primeira referência, complementando com informações sobre o veículo específico — como estado de conservação, histórico de manutenção, eventuais sinistros e upgrades — para chegar a uma proposta mais ajustada à realidade do bem. O objetivo é equilibrar a proteção do segurado com a viabilidade econômica da cobertura, sempre mantendo a transparência sobre como o valor segurado foi definido.
É importante também considerar que a FIPE não é um retrato único para todas as regiões. Diferenças de condições de uso, de oficina, de disponibilidade de peças e de custos operacionais podem levar o valor de mercado a variar de uma localidade para outra. Por isso, ao conversar com a corretora, convém mencionar aspectos como histórico de manutenção, alterações mecânicas (quando houver), e o uso do veículo (emprego familiar, uso para trabalho, viagens esporádicas). Dessa forma, a avaliação passa a contemplar não apenas a referência FIPE, mas também o cenário concreto do seu Peugeot 406 ST 1998, aumentando a precisão da cotação de seguro.
Cuidados e aspectos práticos para manter o 406 ST bem indexado na FIPE e no seguro
Para quem possui o Peugeot 406 ST, algumas práticas ajudam a manter o veículo em boas condições de conservação, o que, por sua vez, pode refletir em uma avaliação mais favorável junto às seguradoras. A ideia é manter o carro com documentação em dia, histórico de manutenção organizado e estado físico alinhado com a idade do veículo. Abaixo, algumas orientações úteis:
- Faça a manutenção preventiva conforme o manual, com trocas de fluidos, filtros, vela de ignição e correias dentro dos intervalos recomendados. Um histórico de manutenções bem documentado ajuda a demonstrar cuidado com o veículo.
- Conserve a carroceria contra a corrosão, especialmente em pontos de exposição a umidade e salinidade. Manter o acabamento e as vedações em bom estado reduz o risco de ferrugem que pode impactar a avaliação do veículo.
- Cuide do sistema de freios, suspensão e pneus. Esses itens influenciam diretamente a segurança e a condução, aspectos valorizados pela seguradora na hora de calcular o prêmio e o risco.
- Preferencialmente, mantenha peças originais ou de qualidade equivalente e guarde notas fiscais de substituição de componentes. Ter comprovantes facilita futuros ajustes de valor segurado caso haja necessidade de reparos significativos.
Além disso, vale considerar a documentação completa: nota fiscal de compra, manual do proprietário, histórico de proprietários anteriores (quando disponível) e registros de sinistros. Um conjunto organizado de informações facilita a avaliação pela seguradora e pode contribuir para condições mais estáveis de cobertura ao longo dos anos, sobretudo para um veículo com idade que o coloca entre opções de uso diário e veículos de coleção ou uso pontual em determinados períodos.
Considerações finais sobre seguro para o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1998
O Peugeot 406 ST já pertence a uma faixa de veículos que exigem atenção particular do seguro, especialmente pela idade do modelo, que pode influenciar valores de cobertura, disponibilidade de peças e custos de manutenção. A Tabela FIPE permanece como referência central para a mensuração do valor de mercado, servindo como base para o capital segurado e para as indenizações em caso de sinistro, com as devidas complementaridades que o corretor pode aplicar com base no estado real de conservação do veículo. Ao planejar ou revisar a apólice, é essencial considerar não apenas o valor de referência da FIPE, mas também as características específicas do exemplar em questão, o uso pretendido, as condições de trafegabilidade e a disponibilidade de assistência técnica para peças originais ou compatíveis.
Para quem busca uma experiência de contratação mais direta e transparente, a GT Seguros oferece opções de cotação com foco em veículos usados de médio porte, incluindo modelos como o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1998. A partir de dados simples sobre o uso e a condição do veículo, é possível receber propostas que reflitam o equilíbrio entre proteção necessária e custo de proteção, sempre com base na referência de mercado atualizada pela FIPE.
Se você está avaliando como a Tabela FIPE pode influenciar a cobertura do seu Peugeot 406 ST, vale conversar com um consultor de seguros da GT Seguros para entender as opções de valor segurado, franquias e coberturas adicionais que melhor atendem às suas necessidades. A cotação personalizada pode trazer tranquilidade, permitindo que você proteja o seu veículo com equilíbrio entre proteção, custo e condições de uso do dia a dia.
Chamada final: faça já uma cotação com a GT Seguros e descubra como o ajuste adequado da cobertura pode refletir na sua proteção, sem comprometer o orçamento.
