| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 10.131,00 |
| Dez/25 | R$ 10.151,00 |
| Nov/25 | R$ 10.167,00 |
| Out/25 | R$ 10.192,00 |
| Set/25 | R$ 10.225,00 |
| Ago/25 | R$ 10.247,00 |
| Jul/25 | R$ 10.264,00 |
| Jun/25 | R$ 10.275,00 |
| Mai/25 | R$ 10.296,00 |
| Abr/25 | R$ 10.306,00 |
| Mar/25 | R$ 10.322,00 |
| Fev/25 | R$ 10.329,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999 e o impacto no seguro
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela agrega dados de venda de carros, motos e caminhões com base em observações reais de mercado ao longo de diferentes meses. Para o setor de seguros, esse referencial funciona como uma linha de base para determinar o valor a ser indenizado em casos de perda total, bem como para embasar o cálculo de coberturas de responsabilidade, proteção veicular e até mesmo avaliações de danos parciais. Em termos simples, quanto mais próximo o estado do bem estiver ao acordo de referência da FIPE, mais previsível fica a contratação de coberturas, prêmios e franquias. É comum que seguradoras usem a FIPE como uma das referências-chave, mas também podem considerar o histórico de propriedade, de uso e de conservação para complementar a avaliação final.
Ao trabalhar com um veículo específico, como o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999, a FIPE ajuda a padronizar expectativas entre o proprietário, o corretor de seguros e a seguradora. Versiones diferentes, opcionais, quilometragem e o estado geral de conservação podem fazer o valor de referência variar dentro de uma mesma linha temporal. Por isso, entender como a FIPE funciona facilita a gestão de seguros: você consegue alinhar a cobertura às reais condições do carro, a fim de evitar subseguração ou sobreseguração. Além disso, o conhecimento sobre a atualização mensal da tabela prepara o proprietário para revisões periódicas de apólice, reajustes de prêmios e atualizações de coberturas conforme o mercado evolui.

Ficha técnica do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999
A versão ST do Peugeot 406, especialmente na configuração station wagon, combinou elementos de design europeu com praticidade para uso familiar e ocupação de espaço. O modelo 2.0 16V com câmbio manual de 5 velocidades representa uma proposta de motorização que equilibra desempenho suave com consumo razoável para a época, mantendo o foco na experiência de condução confortável, típica de projetos Peugeot da década de 1990. Abaixo está uma síntese da ficha técnica típica para esse carro, lembrando que pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado, o ano exato de fabricação e os opcionais presentes em cada unidade:
- Cilindrada do motor: 1.997 cm³ (2.0) com tecnologia 16V; tipo de alimentação: gasolina; código do motor geralmente associado ao conjunto 4 cilindros em linha.
- Potência aproximada: em torno de 136–140 cv, com resposta adequada para uso diário e leve aceleração em trecho urbano e rodoviário; torque compatível com a faixa de cilindrada para manter boa retomada em situações de carga.
- Transmissão: manual de 5 velocidades; tipo de tração: dianteira (FWD); distribuição do torque otimizada para uso cotidiano e para condução em trechos com vento, curvas e aclives moderados.
- Carroceria e configuração: Station Wagon (SW) com 5 portas; espaço interior generoso para passageiros e bagagem; carroceria voltada para conforto e praticidade, com foco em versatilidade para famílias e atividades de fim de semana.
É importante observar que a versão ST do 406, associada ao motor 2.0 16V, foi projetada para equilibrar conforto de viagem com uma performance suficiente para deslocamentos diários. Em termos de manutenção, peças originais de fábrica, manutenções periódicas e um histórico de serviços bem registrado ajudam a manter a confiabilidade, aspecto relevante para seguradoras na hora de validar sinistros ou planejar renovações de apólice.
A marca Peugeot e sua trajetória no Brasil
A Peugeot é uma marca europeia com tradição de design, tecnologia e foco no conforto de condução. Fundada na França, a Peugeot integrou-se a um ecossistema automotivo global que, ao longo das décadas, combinou estilo, inovação e robustez. No Brasil, a presença da Peugeot ao longo dos anos se consolidou com modelos que valorizam a experiência de condução e a qualidade de acabamento, características que costumam ser apreciadas por quem busca diferenciadores na linha de veículos usados. O Peugeot 406, em especial, marcou época ao oferecer uma proposta de sedan alargado com uma linha de motores eficientes para a categoria, além de uma suspensão afinada para oferecer conforto em diferentes tipos de vias. O segmento de carros europeus usados no Brasil sempre exigiu uma rede de assistência técnica qualificada e disponibilidade de peças, elementos que impactam diretamente não apenas a experiência de posse, mas também a percepção de valor na Tabela FIPE e, consequentemente, no processo de contratação de seguros. O relacionamento entre marca, modelo e o mercado local influencia a forma como seguros olham para o veículo, destacando a importância de entender as especificidades do Peugeot 406 ST 1999 ao planejar a proteção veicular.
Como a Tabela FIPE influencia a seleção de coberturas e indenizações
Quando o assunto é seguro, a FIPE funciona como uma bússola que orienta a percepção de valor do veículo. Em termos práticos, as seguradoras utilizam o valor de referência da FIPE para definir o montante de indenização em caso de sinistro, para embasar limites de cobertura e para calibrar o prêmio com base no risco agregado. A partir dessa referência, o mercado sugere condições de proteção que melhor se alinham com o perfil do veículo, incluindo a necessidade de coberturas adicionais para itens como proteção contra roubo, colisão, incêndio ou danos a terceiros. Além disso, a tabela ajuda a estabelecer margens de depreciação em situações de baixa quilometragem, desgaste natural ou impactos de marcação de valor, proporcionando uma visão consistente entre diferentes seguradoras e propostas de contrato.
- Base de indenização: a FIPE funciona como referência para o valor de reposição ou indenização em casos de perda total e em regras de avaliação de danos parciais. Essa referência facilita a tomada de decisão tanto do segurado quanto da corretora na escolha das coberturas mais adequadas.
- Valor venal e limites de apólice: a FIPE influencia o estabelecimento do valor venal na apólice, o que pode impactar o custo da cobertura e a necessidade de ajustes ao longo do tempo conforme o mercado evolui.
- Prêmio e franquia: o valor de referência da FIPE pode impactar o prêmio pago e as faixas de franquia escolhidas, especialmente em veículos mais antigos ou com versões específicas, como o Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999.
- Comparação entre propostas: a FIPE serve como referência padronizada para comparar propostas de diferentes seguradoras, ajudando o consumidor a avaliar qual oferta melhor protege o veículo dentro do orçamento disponível.
Cuidados com um Peugeot 406 ST 1999 para manter o valor na FIPE
Para manter o valor de referência da FIPE ao longo do tempo, especialmente para um veículo com mais de duas décadas, é fundamental adotar boas práticas de manejo, conservação e documentação. A FIPE não se altera de forma aleatória; ela responde a condições reais de mercado, que são influenciadas pela disponibilidade de peças, pela reputação de confiabilidade do modelo, pela idade do veículo e pela qualidade de manutenção. Seguir práticas simples pode ajudar a manter o veículo em bom estado e, por consequência, a manter um patamar de valor que se enquadre de forma mais favorável nas avaliações de seguros:
- Histórico de manutenção completo: guias de serviços, notas fiscais, registros de revisões periódicas e trocas de componentes importantes. Uma documentação organizada facilita a avaliação de conformidade do veículo durante um sinistro ou uma renegociação de apólice.
- Conservação da carroceria e interior: reparar ferrugem precoce, manter a pintura protegida e conservar o interior em bom estado aumenta a aceitação do veículo pela seguradora, bem como a percepção de cuidado pelo proprietário.
- Peças originais ou de qualidade: priorizar peças originais ou equivalentes de boa procedência ajuda a manter o funcionamento ideal do motor, da suspensão e dos sistemas de segurança, o que impacta positivamente a avaliação de valor de mercado.
- Manutenção da segurança: itens como freios, suspensão, iluminação e cintos de segurança devem estar em pleno funcionamento para reduzir riscos de sinistros e manter a confiabilidade do veículo.
Observações sobre o estado de conservação e versões
É comum que veículos com décadas de uso apresentem níveis variados de conservação entre unidades. Em particular, a versão ST, por ser uma station wagon, costuma apresentar uso mais estável para família e atividades que exigem espaço de bagagem. A FIPE, ao exercitar o balanço entre oferta e demanda, tende a favorecer unidades que mantêm boa relação entre estado mecânico, histórico de manutenção e integridade geral. Em termos práticos, um Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999 bem cuidado tende a manter uma posição de valor mais estável no mercado de usados e, por consequência, pode influenciar de maneira positiva as propostas de seguro, desde que a avaliação seja feita com dados precisos sobre o estado do veículo e o histórico do equipamento.
Roteiro prático para entender a relação entre FIPE e a seguradora
Para quem está avaliando a contratação de seguro ou a renovação de apólice para um Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999, algumas etapas simples ajudam a tornar o processo mais claro e eficiente:
- Consulte a referência atual da FIPE para o modelo específico, levando em conta a versão (ST), o motor (2.0 16V) e o ano aproximado. Lembre-se de que pequenas variações de ano-modelo podem alterar o valor de referência.
- Em parceria com a corretora, forneça o estado de conservação atual, quilometragem e um histórico de serviços. Isso ajuda a alinhar o valor da FIPE com as condições reais do veículo.
- Solicite orçamentos de seguro com base na mesma referência FIPE para facilitar a comparação entre propostas. Verifique se as coberturas incluem proteção contra roubo, colisão, incêndio e assistência 24h.
- Observe as condições das coberturas de indenização: peça informações sobre a metodologia de indenização em caso de sinistro de perda total e sobre como a depreciação é aplicada em veículos com mais de 20 anos, caso aplique para a sua região.
Essas etapas ajudam a evitar surpresas no momento de acionar o seguro e permitem que o proprietário do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999 tenha uma visão mais clara de como a Tabela FIPE influencia o custo, as coberturas e o valor de indenização ao longo do tempo.
Considerações finais para quem utiliza a Tabela FIPE na prática
O valor da Tabela FIPE é uma referência prática, mas não é estático. O mercado de usados varia com qualidade de conservação, histórico de uso, disponibilidade de peças e até a percepção de valor de determinadas versões. Ao integrar o conhecimento da FIPE com um diagnóstico real do carro e com a orientação de uma corretora de seguros, o proprietário do Peugeot 406 ST 2.0 16V Mec 1999 pode construir uma estratégia de proteção mais robusta. Essa abordagem ajuda a reduzir incertezas na hora de acionar o seguro, além de facilitar a negociação com a seguradora para chegar a uma cobertura adequada ao seu orçamento e às condições do veículo. Lembre-se de que a função da FIPE é oferecer uma base comum de referência, enquanto a avaliação final depende de fatores observáveis no momento da contratação ou do sinistro.
Ao planejar a proteção do seu Peugeot 406 ST, vale considerar aspectos práticos do dia a dia, como manter o carro com boa visibilidade, garantir que o veículo esteja pronto para rodar em diferentes condições e manter a documentação regularizada. O objetivo é ter tranquil
