| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 12.500,00 |
| Fev/26 | R$ 12.528,00 |
| Jan/26 | R$ 12.556,00 |
| Dez/25 | R$ 12.813,00 |
| Nov/25 | R$ 12.833,00 |
| Out/25 | R$ 12.864,00 |
| Set/25 | R$ 12.906,00 |
| Ago/25 | R$ 12.934,00 |
| Jul/25 | R$ 12.955,00 |
| Jun/25 | R$ 12.968,00 |
| Mai/25 | R$ 12.994,00 |
| Abr/25 | R$ 13.260,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para o Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Automático de 2000
O que é a Tabela FIPE e qual é o seu papel nas cotações de seguros
A Tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência única para o valor de veículos usados no Brasil. Ela agrega, de forma sistemática, dados de transações de compra e venda no mercado e gera valores médios que servem como referência para seguradoras, concessionárias e consumidores. Em termos de seguros, esse índice é comumente utilizado para estabelecer valores de cobertura, indenização em caso de perda total, entre outros limites contratuais. Por se tratar de uma média de mercado, é comum que o valor FIPE varie conforme o estado de conservação, a quilometragem, a tributação vigente e as particularidades de cada versão do veículo.
Ao falar do Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut de 2000, a leitura da Tabela FIPE precisa considerar as diferenças entre as versões citadas no nome do modelo. O 406, produzido pela Peugeot ao longo de uma década, ganhou distintas configurações de carroceria e equipamentos. O código SVA, por exemplo, costuma indicar uma variação de carroceria ou acabamento que pode impactar não apenas o preço de tabela, mas também a aceitação de determinados itens de segurança e de conforto no momento da contratação de um seguro. Entender essas nuances é essencial para iniciar uma cotação de seguro com cobertura adequada e justa, alinhada ao uso real do veículo e ao perfil do motorista.

Para quem está buscando compreender o valor de cobertura, vale destacar que o FIPE é apenas uma referência. Muitas seguradoras utilizam também outros parâmetros, como o estado de conservação, a quilometragem atual, histórico de sinistros e a presença de acessórios. Contudo, o valor base da FIPE informa a “faixa de mercado” do veículo, ajudando a calibrar prêmios, franquias e coberturas adicionais. Por isso, o diálogo com o corretor de seguros, alinhando o que está descrito na ficha técnica do veículo e as condições de uso, é fundamental para evitar surpresas na hora de acionar um sinistro ou de renovar a apólice.
Ficha Técnica do Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 2000
- Motorização: motor 2.0 16V, gasolina, 4 cilindros, alimentado por sistema de injeção eletrônico.
- Potência e torque: potência em torno de 136 cv, torque próximo de 18 kgf·m, com desempenho adequado para a faixa de uso de sedan e station wagon da época.
- Câmbio e tração: câmbio automático de 4 marchas; tração dianteira, com dirigibilidade típica de carros familiares da linha 406.
- Dimensões e peso: comprimento próximo de 4,7 metros, largura em torno de 1,75 metro e altura em torno de 1,40 metro; peso em ordem de marcha estimado entre 1.300 e 1.350 kg, variando conforme ano, versão e itens originais instalados.
A versão ST (sedan) e a variante SVA (possivelmente de carroceria específica dentro da linha 406) costumam apresentar diferenças em acabamento, espaço interno e algumas opções de equipamentos. Essas distinções, ainda que sutis, podem influenciar a percepção de valor na FIPE e, consequentemente, o valor de cobertura no seguro. Além disso, a idade do veículo, a depreciação natural de componentes com o passar dos anos, e a disponibilidade de peças originais também podem impactar o cálculo de prêmios e a abrangência de coberturas oferecidas pela seguradora.
Sobre a marca Peugeot e o contexto do modelo 406
A Peugeot, presente no mercado brasileiro há décadas, consolidou junto aos seus clientes a ideia de uma marca associada a conforto, design europeu e experiência de condução agradável. O 406, lançado para concorrer no segmento de sedãs médios, ficou conhecido por seu estilo aerodinâmico, interior bem equipado para a época e por uma dirigibilidade estável que atraía tanto motoristas que apreciavam desempenho moderado quanto famílias que buscavam conforto para trajetos mais longos. Em termos de manutenção, o 406 exigia atenção aos componentes de suspensão, freios e sistemas de injeção, bem como aos itens elétricos, típicos de carros de montagem europeia daquela geração. Uma gestão adequada da manutenção pode manter o veículo mais próximo aos padrões de confiabilidade esperados, o que, por sua vez, influencia positivamente a avaliação de risco para a seguradora.
No que diz respeito à gestão de seguros, a marca brasileira de seguros costuma considerar, para modelos como o 406, a disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência e o histórico de sinistros envolvendo esse tipo de veículo nas faixas etárias correspondentes. A combinação entre a robustez mecânica, a preservação de itens de segurança e o custo de reposição de peças é decisiva para determinar o custo de seguro. Assim, conhecer a FiPE, a versão específica (ST vs SVA) e o estado do veículo ajuda o corretor a propor coberturas que realmente façam sentido para quem compra ou mantém o carro em funcionamento no dia a dia.
Como a Tabela FIPE influencia a avaliação de seguros para o Peugeot 406
Para as seguradoras, a Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado que auxilia na definição de coberturas e limites de indenização. Em termos práticos, o valor FIPE serve como base para calculos de prêmio em coberturas de casco (seguro total ou parcial), bem como para a definição de franquias. Quando um veículo tem variações entre modelos e versões – como o 406 ST e o SVA 2.0 16V Automático –, o analista de seguros precisa levar em conta as diferenças que podem afetar o valor de reposição, o custo de peças originais e a complexidade de manutenção. Por exemplo, se a versão SVA trouxer elementos de carroceria com maior valor agregado ou opções de equipamento que elevem o custo de reparo, isso se refletirá, em parte, na base de cálculo do prêmio, mantendo a cobertura condizente com o risco real.
Além disso, o histórico de conservação, a quilometragem, a qualidade do serviço de manutenção, a procedência de peças e a eventual customização são fatores que podem se somar ao valor da FIPE para compor o que a seguradora chama de “valor de reposição” ou de “valor de mercado para indenização”. Em alguns casos, as seguradoras adotam a prática de aceitar como referência o valor FIPE ajustado por estado de conservação ou por itens adicionais presentes no veículo. Dessa forma, ao planejar a proteção, é fundamental que o proprietário discuta com o corretor quais itens entram na apólice (coberturas adicionais, como proteção de vidro, assistência 24h, carro reserva, entre outros) e como eles impactam o custo do seguro. O objetivo é manter a tranquilidade de estar coberto de acordo com o valor real de reposição do veículo, sem pagar por coberturas desnecessárias ou ficar desprotegido diante de uma situação de sinistro.
Fatores que influenciam a faixa FIPE deste modelo específico
- Estado de conservação: veículos bem mantidos, com histórico de manutenções registradas, costumam ter valores FIPE mais estáveis e próximos aos de mercado.
- Quilometragem: carros com quilometragem moderada tendem a manter um patamar de valor mais próximo da média da FIPE. Quilometragens elevadas podem reduzir o valor de reposição, impactando o prêmio de seguro.
- Versão e aparência: a diferença entre ST e SVA e os itens de equipamento originais podem influenciar a avaliação de mercado. Itens de conforto, segurança e pacote de opcionais podem elevar o valor de reposição necessário para uma indenização adequada.
- Histórico de sinistros e uso: sinistros passados, restrições de uso (por exemplo, locação ou uso comercial), e o perfil do motorista podem influenciar o risco percebido pela seguradora e, consequentemente, a faixa de preço do seguro.
Ao considerar esses fatores, o leitor percebe que a cobertura ideal envolve não apenas a simples referência da FIPE, mas também um olhar atento às particularidades do veículo, ao histórico de uso e às necessidades de proteção. Um corretor experiente pode alinhar a apólice às reais exigências do proprietário, incluindo coberturas adicionais como proteção de vidros, assistência 24 horas, e assistência em viagem, sem perder de vista o custo-benefício.
A marca Peugeot sob a lente do proprietário de um Peugeot 406
Investir em um seguro para o Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 2000 envolve entender que a marca tem uma reputação particular no Brasil. Peugeot, como fabricante europeu, costuma oferecer design atraente aliado a um conjunto mecânico que, quando bem mantido, pode entregar boa experiência de condução. Contudo, peças de reposição originais podem ter disponibilidade variável conforme a época e a região, o que influencia não apenas o custo de reparo, mas também o tempo de conserto em caso de sinistro. Por isso, ao planejar a proteção, vale considerar não apenas o valor da FIPE, mas também a disponibilidade de peças e o custo de manutenção recente do veículo. Esses aspectos ajudam o corretor a recomendar coberturas que, no caso de uma eventual indenização, proporcionem reposição ou reconstrução de forma mais ágil e segura.
Além disso, os carros com motorização 2.0 16V, especialmente em versões automáticas, exigem uma atenção particular com o sistema de câmbio e com a lubrificação adequada. A saúde do conjunto de transmissão, a periodically de inspeções de freios, e o estado da suspensão (que afeta a dirigibilidade) devem ser observados. Em termos de seguros, essas questões se traduzem em riscos de reparo mais complexos ou de maior custo, o que justifica a escolha de coberturas adicionais quando pertinente. O objetivo é manter o veículo em bom estado de funcionamento, preservar o valor de mercado e, consequentemente, facilitar uma indenização justa caso haja necessidade.
Proteção baseada na prática: como alinhar a FIPE com a realidade do seu veículo
Para proprietários que desejam entender melhor como a FIPE impacta sua proteção, é útil adotar uma prática simples: compare o valor da FIPE com o custo de reposição de peças e a estimativa de reparo em cenários de sinistro. Se o custo de reposição de peças originais para o 406 for significativamente superior ao valor FIPE, pode fazer sentido solicitar uma cobertura de maior valor de reposição ou ajustar as coberturas para evitar ficar desprotegido diante de um sinistro de alta complexidade. Por outro lado, se o veículo apresenta conservação excelente, com histórico de manutenção completo, o valor FIPE tende a refletir de maneira estável o valor de mercado, e o prêmio tende a ficar mais próximo ao que o proprietário realmente investiu para manter o carro em condições adequadas de uso.
Outro ponto relevante é a consideração da idade do veículo. Veículos com mais de 15 anos costumam sofrer de depreciação acelerada em determinadas peças, o que pode impactar o custo de reparo. Por isso, além de acompanhar a FIPE mensalmente, o proprietário pode se beneficiar de avaliações periódicas com o corretor para ajustar a apólice, incluindo ou retirando coberturas, sempre mantendo a relação custo-benefício equilibrada. A periodicidade de revisão, a data de validade das vistorias técnicas e a atualização de itens de segurança (como freios, airbags, cintos de segurança) também entram no cálculo do risco, influenciando o preço final do seguro e a qualidade da proteção oferecida.
Conclusão: a importância de uma visão integrada para seguros do Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 2000
Em suma, a Tabela FIPE é uma ferramenta essencial para entender o valor de mercado do Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Automático de 2000, mas não trabalha isoladamente. A combinação entre a FIPE, o estado do veículo, a versão específica (ST ou SVA), a quilometragem, o histórico de manutenção e o uso pretendido dita o desenho da proteção ideal. O corretor de seguros, ao alinhar esses elementos, pode propor uma apólice que ofereça equilíbrio entre proteção efetiva e custo adequado. O objetivo é assegurar que, em caso de sinistro, o veículo seja indenizado de forma justa, permitindo ao proprietário manter a mobilidade sem grandes impactos financeiros.
Se você está buscando alinhar a cobertura com o real valor de mercado do seu Peugeot 406, a dica prática é trabalhar com um corretor que entenda as nuances entre as variantes ST e SVA, saiba interpretar a FIPE para o modelo específico e pergunte sobre opções de coberturas adicionais que façam sentido para o seu perfil de uso. A abordagem personalizada costuma fazer a diferença na tranquilidade de estar protegido, sem surpresas desagradáveis no recebimento de uma indenização.
para uma cotação personalizada e alinhada às particularidades do seu Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 2000, considere consultar a GT Seguros — uma escolha prática para quem procura clareza, suporte e condições sob medida.
