Valor FIPE Atual
R$ 8.929,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 024037-0
Ano: 1997-1
MêsPreço
Mar/26R$ 8.929,00
Fev/26R$ 8.841,00
Jan/26R$ 8.754,00
Dez/25R$ 8.771,00
Nov/25R$ 8.785,00
Out/25R$ 8.807,00
Set/25R$ 8.836,00
Ago/25R$ 8.855,00
Jul/25R$ 8.870,00
Jun/25R$ 8.879,00
Mai/25R$ 8.897,00
Abr/25R$ 8.906,00

Como a Tabela FIPE se aplica ao Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997 e o que isso significa para o seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Ela funciona como um referencial padronizado que orienta negociações de compra e venda, bem como ajustes em coberturas de seguro, avaliações de indenização e depreciação ao longo do tempo. Para quem tem um Peugeot 406 SV 2.0 16V fabricado em 1997, entender como esse método de precificação opera ajuda a compreender melhor as necessidades de proteção veicular, bem como a planejar o orçamento de seguros. Este artigo aborda a Tabela FIPE no contexto do Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997, apresenta a ficha técnica do modelo e oferece uma visão educativa sobre como escolher a proteção adequada, mantendo o foco no tema central deste veículo específico.

Ficha técnica do Peugeot 406 SV 2.0 16V (1997)

Marca: Peugeot

Tabela FIPE Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997

Modelo: 406 SV 2.0 16V

Ano de fabricação/versão: 1997

Tipo de carroceria: Sedã de quatro portas

Motorização: 2.0 litros, 16 válvulas

Cilindrada: aproximadamente 1.997 cm³

Potência máxima: em torno de 135 cv a rpm próximo de 6.000

Torque: aproximadamente 18,5 kgf.m a rpm entre 4.000 e 4.500

Transmissão: manual de 5 velocidades

Tração: dianteira

Dimensões (aprox.): comprimento ~ 4.560 mm; largura ~ 1.760 mm; altura ~ 1.420 mm

Peso em ordem de marcha: próximo de 1.250 kg

Capacidade do porta-malas: aproximadamente 450 litros

Consumo estimado: valores médios variam conforme o uso, com médias que costumam ficar entre 9 e 14 km/l, dependendo de cidade/estrada e do estilo de condução

Sistema de freios: ABS (em muitos exemplares), com freios на discos na frente e tambor na traseira em versões mais simples; airbags e outros itens de segurança variavam conforme o nível de acabamento e o mercado

Equipamentos de série e opcionalidade típica: ar-condicionado, vidros elétricos, respectiva central de som, computador de bordo em alguns acabamentos e conjunto de airbags em algumas configurações; itens podem variar conforme o veículo e o país de origem

A marca Peugeot e seu legado)

A Peugeot é uma das mais antigas fabricantes de automóveis ainda em atividade, com raízes que remontam ao início do século XIX. A marca, originária da França, consolidou-se ao longo de décadas pela combinação de design elegante, tecnologia aplicada e conforto de condução. O emblema do leão remete à ideia de força, agilidade e elegância, características que a Peugeot sempre buscou traduzir em seus modelos de passeio e de alto desempenho. Ao longo dos anos, a empresa ganhou reconhecimento por inovações técnicas, foco na experiência do motorista e um portfólio que abrange desde compactos até sedãs de grande porte.

No caso do Peugeot 406, a marca apostou em uma proposta que, na época, conciliava espaço interno, conforto de rodagem e uma estética que privilegiava linhas marcantes. O 406 tornou-se um símbolo de segmento médio, com uma arquitetura que buscava oferecer boa dirigibilidade, acabamento agradável e confiabilidade para uso diário. A proposta de design do 406 refletia o espírito da Peugeot de então: um equilíbrio entre estilo e praticidade, com ênfase em conforto de viagem para famílias, executivos e clientes que valorizavam uma experiência de condução afiada sem abrir mão do espaço interno.

Para o universo de seguros, a reputação da marca pode influenciar a percepção de confiabilidade e, por consequência, o comportamento de seguradoras e clientes na hora de definir coberturas. Modelos da Peugeot, especialmente em versões comportadas de sedã, costumam ser avaliados com base na disponibilidade de peças, histórico de manutenção e relevância de rede de assistência técnica. Isso faz da escolha de seguro um habitualmente cuidadoso, valorizando a documentação, a relação custo-benefício e a adesão a coberturas que contemplam desde danos a terceiros até proteção de casco e de acessórios originais. A história da marca, portanto, contribui para o pano de fundo na hora de planejar a proteção deste veículo específico, o 406 SV 2.0 16V de 1997.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro de um Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997

A Tabela FIPE estabelece um valor de referência para veículos usados, com variações mensais que refletem a depreciação, a demanda de mercado e condições automotivas gerais. No contexto do seguro, esse valor de referência serve como base para várias coberturas: indenização em caso de perda total, cálculo do valor de reposição ou de mercado para reajustes de apólices, e definição de franquias quando o cliente opta por coberturas mais abrangentes. Quando um veículo com a idade do 406 SV é avaliado pela seguradora, a FIPE oferece um parâmetro estável para começar a avaliação, mas não é a única métrica considerada. A idade do carro, o estado de conservação, o histórico de manutenção, a quilometragem, o histórico de sinistros, a região de uso, o perfil do motorista e os itens de segurança instalados pesam bastante na composição da proposta de seguro.

Para proprietários de veículos com mais de duas décadas de uso, como o Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997, é comum observar que o valor FIPE tende a seguir uma trajetória de depreciação gradual, com eventuais oscilações. Esses movimentos dependem de fatores como disponibilidade de peças originais, rede de assistência técnica para o modelo, atualidade de itens de segurança (airbags, controles de estabilidade, ABS) e até mesmo o interesse de colecionadores ou de compradores que buscam conservá-lo como peça de uso diário ou de valor histórico. Por isso, os seguros costumam combinar o valor FIPE com uma avaliação própria, levando em conta as características reais do exemplar (manutenção, estado estético e mecânico, documentação, histórico de sinistros), para chegar a uma cobertura que seja igualmente justa para o segurado e para a seguradora.

Fatores que influenciam o valor FIPE de um Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997

Alguns elementos são determinantes para a variação do valor FIPE ao longo do tempo. Entender esses fatores ajuda o comprador e o segurado a alinhar expectativas em relação ao custo do seguro e à proteção necessária:

Quilometragem e uso: veículos com quilometragem menor tendem a manter valores mais altos na FIPE, especialmente quando acompanhados de histórico de manutenção regular. Já milhagens acima da média com manutenções incompletas podem reduzir o valor de referência. O uso diário, viagens longas e a exposição a trechos com mais condições adversas também influenciam o ritmo de depreciação.

Estado de conservação e histórico de manutenção: um exemplar com carroceria sem danos significativos, interior preservado, e registro de revisões periódicas costuma justificar uma avaliação FIPE mais estável. Por outro lado, entressafras de reparos não executados ou falta de documentação de manutenção podem reduzir o valor de referência, impactando a percepção de seguro.

Versão, ano/modelo e opcionais: diferenças mínimas entre versões podem se refletir no valor FIPE. O 406 SV, com motor 2.0 16V, alguns elementos de acabamento ou itens de segurança extras podem influenciar o custo quando comparado a versões básicas do mesmo ano.

Histórico de sinistros e documentação: um histórico limpo de seguros, sem sinistros relevantes, tende a sustentar o valor de mercado, enquanto um passado com danos significativos pode afetar a percepção de risco das seguradoras e, consequentemente, o valor de referência.

Contexto de seguro: estratégias para seguradoras e compradores

Ao planejar a proteção do Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997, é fundamental considerar não apenas o valor FIPE, mas o conjunto de necessidades de proteção. Coberturas comuns incluem seguro compreensivo (casco), responsabilidade civil a terceiros, proteção contra danos a vidros, assistência 24 horas e, em alguns casos, proteção de acessórios originais e garantia de peças de reposição. A seguir, pontos que costumam orientar a escolha de uma apólice adequada:

1) Reconstituição de valor: pense na possibilidade de reposição integral em caso de perda total, ou uma indenização baseada no valor FIPE com reajustes periódicos. 2) Coberturas adicionais: considere proteção de acessórios originais, proteção contra roubo/furto, e assistência em viagem para o cenário de deslocamentos mais longos. 3) Franquias e valores de cobertura: escolha um patamar de franquia que condiz com o orçamento mensal e com o perfil de uso do veículo. 4) Rede de atendimento e suporte: priorize seguradoras com rede de oficinas credenciadas, assistência 24h confiável e facilidade de ajuste de sinistros, especialmente para modelos mais antigos que demandam peça de reposição específica.

O que observar ao comparar propostas de seguro para o 406 SV 2.0 16V 1997

Quando estiver avaliando cotações, leve em conta o equilíbrio entre custo e cobertura. Peças de reposição originais, disponibilidade de serviços de assistência e a reputação da seguradora no atendimento a veículos com mais de 20 anos são aspectos relevantes. Um ponto útil é verificar se a apólice oferece opções de valor de reposição parcial ou reposição de peças originais em caso de reparos, o que pode influenciar positivamente o custo total da proteção ao longo do tempo. Ademais, confirme se há cláusulas específicas relacionadas a carros clássicos ou de uso moderado, caso o veículo seja mantido com cuidado especial, preservando o status de carro bem conservado.

Considerações finais para quem tem um Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997

O Peugeot 406 SV 2.0 16V de 1997 representa, para muitos proprietários, uma combinação de estilo, conforto e confiabilidade típica dos sedãs médios da época. Embora os padrões de segurança e de tecnologia tenham evoluído desde então, o modelo mantém, para quem valoriza o equilíbrio entre condução suave e performance moderada, um lugar estável no mercado de usados. Do ponto de vista de seguros, a relação entre o valor FIPE, o estado do veículo e o histórico de manutenção é o que mais influência a linha de proteção escolhida. Ao considerar a proteção do veículo, lembre-se de que a FIPE é uma referência útil, mas não é suficiente por si só para definir todas as coberturas. A avaliação deve considerar a condição real do exemplar, o uso pretendido e as suas necessidades de proteção.

Para quem busca uma experiência de condução que ainda oferece conforto e estilo, manter a documentação em dia, realizar revisões com regularidade e manter o veículo com peças originais em bom estado ajuda a sustentar o valor de mercado e facilita a obtenção de coberturas mais equilibradas ao longo dos anos. Além disso, entender o papel da FIPE no seguro colabora para a tomada de decisão informada, reduzindo surpresas ao acionar a apólice em situações de sinistro ou roubo.

Se você está buscando uma forma prática de proteger o seu Peugeot 406 SV 2.0 16V 1997, vale a pena consultar uma corretora que tenha conhecimento específico sobre carros com mais de duas décadas de uso e que possa orientar sobre as opções de seguro mais adequadas ao seu perfil. Uma opção com boa reputação e suporte é a GT Seguros, que oferece cotações personalizadas para atender às suas necessidades. Pense na proteção como um investimento na tranquilidade do dia a dia, especialmente quando se trata de um veículo com história e valor sentimental para o proprietário.