| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 13.993,00 |
| Fev/26 | R$ 14.024,00 |
| Jan/26 | R$ 14.056,00 |
| Dez/25 | R$ 14.001,00 |
| Nov/25 | R$ 13.944,00 |
| Out/25 | R$ 13.979,00 |
| Set/25 | R$ 14.025,00 |
| Ago/25 | R$ 14.056,00 |
| Jul/25 | R$ 14.080,00 |
| Jun/25 | R$ 14.096,00 |
| Mai/25 | R$ 14.125,00 |
| Abr/25 | R$ 14.139,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Peugeot 406 SVA 3.0 24V 1999: como interpretar os dados na cotação de seguros
O papel da Tabela FIPE na cotação de seguros do Peugeot 406 SVA 3.0 24V 1999
A Tabela FIPE funciona como referência de preço de mercado para veículos usados no Brasil. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela agrega dados de várias unidades da federação, levando em conta condições gerais de conservação, quilometragem, versões e opcionais do modelo. No universo de seguros, esse índice de referência é uma base essencial para estimar o valor de indenização, definir coberturas adequadas e orientar as margens de prêmio. Para o Peugeot 406 SVA 3.0 24V 1999, a Tabela FIPE oferece um ponto de partida que ajuda as seguradoras a padronizar a avaliação de risco e a estabelecer critérios de cobertura compatíveis com a realidade de mercado daquela versão específica. Contudo, é importante entender que o valor FIPE é uma referência promedio, não uma cotação de venda ou de reparo, e fatores como estado de conservação, histórico de uso, quilometragem e histórico de sinistros influenciam o valor efetivo utilizado pela seguradora na proposta de seguro.
Entender como a FIPE se relaciona com o seguro é fundamental para quem dirige um veículo com motor V6 3.0, como é o caso do 406 SVA 24V. O valor de referência auxilia a granularidade de acordos de cobertura, sobretudo quando se trata de indenização integral ou de acordo com o valor de recompra. Ainda que o mercado paralelamente conte com avaliações realizadas por peritos, a FIPE funciona como um referencial estável e amplamente aceito, servindo como âncora para as negociações entre segurados e seguradoras. Além disso, a periodicidade de atualização — mensal — ajuda a acompanhar variações do mercado automobilístico, inflação de peças, custos de mão de obra e disponibilidade de modelos clássos ou de nicho, como a faixa de veículos com motor 3.0 V6 24V.

Por isso, quando você analisa uma Tabela FIPE para o Peugeot 406 SVA 3.0 24V 1999, é recomendável considerar não apenas o valor nominal do veículo, mas também como a seguradora mira o “valor de referência” dentro das coberturas disponíveis. Coberturas como valor integral, peças originais, assistência 24 horas, carro reserva e proteção contra sinistros de terceiros costumam ter ganhos de eficiência quando alinhadas à leitura FIPE. Em suma, a FIPE atua como um alicerce transparente para a negociação de seguro, especialmente para modelos com histórico de produção específico, como esse 406 SVA, que integra a linha 406 do fim dos anos 1990 com a proposta de desempenho e conforto.
Ficha técnica resumida do Peugeot 406 SVA 3.0 24V 1999
- Motorização: V6 3.0 L, 24V, DOHC (duplo comando de válvulas por cabeça, alimentação por injeção eletrônica).
- Potência e torque: potência próxima de 208–210 cv, torque em torno de 280 Nm, entregues em regime de torque variável conforme faixa de giro.
- Transmissão e tração: opções de câmbio manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades, com tração dianteira (FWD).
- Dimensões e massa: comprimento aproximado de 4,65 m; entre-eixos por volta de 2,70 m; peso em ordem de marcha ao redor de 1.420 kg (valores podem variar conforme o mercado, versão e itens de equipagem).
Observação: as especificações acima representam uma síntese típica da versão SVA 3.0 24V para o Peugeot 406 de final de década de 1990. Pequenas variações podem ocorrer entre mercados (Europa, América Latina) e entre séries de acabamento. Para dados exatos, consulte a ficha técnica oficial correspondente ao lote de fabricação do seu veículo.
A marca Peugeot: tradição, design e desempenho que marcaram época
A Peugeot é uma marca francesa com uma trajetória que se estende por mais de dois séculos, nascida de um esforço empreendedor que iniciou com moinhos de café e evoluiu para a indústria automotiva. Ao longo do século XX, a marca consolidou-se como referência em design, conforto e engenharia, buscando sempre equilibrar estilo e funcionalidade. O Peugeot 406, segmento D, foi uma expressão notável dessa filosofia. Lançado no início dos anos 1990, o 406 marcou uma transição de design mais clássico para linhas mais aerodinâmicas, com atenção à habitabilidade, silêncio de cabine e comportamento dinâmico, sem abrir mão de uma proposta de condução agradável em vias urbanas e estradas. A versão SVA 3.0 24V representa, nesse contexto, uma aproximação entre desempenho e conforto: o V6 3.0 oferece resposta vigorosa para ultrapassagens e retomadas, sem deixar de lado uma condução estável, com suspensão calibrada para absorver irregularidades de piso, típico da filosofia de carros europeus da época.
O legado da Peugeot nas décadas de 1990 e 2000 revela-se não apenas pelos números de desempenho, mas pela experiência de condução que entrega. O desenho cuidadoso, a atenção aos detalhes de acabamento e a aposta em linhas que valorizam o espaço interno contribuíram para uma reputação de carro que, mesmo com o passar dos anos, ainda inspira fascínio entre entusiastas e motoristas que apreciam conforto aliado a dinamismo. Essas características ajudam a compreender por que modelos como o 406 ganharam uma posição especial no imaginário de quem busca um carro com presença, sem abrir mão de praticidade no dia a dia. Ao tratar da Tabela FIPE e do seguro, esse histórico de marca ajuda as seguradoras a reconhecer o valor de reposição e a avaliar com cuidado os componentes de alto custo, como o conjunto de motor V6, a transmissão e os sistemas de suspensão e freios que costumam exigir atenção adicional com o tempo.
Peugeot 406 SVA 3.0 24V 1999 no contexto de seguro: fatores de risco e coberturas recomendadas
Modelos com motor V6 de 3.0 litros costumam ser posicionados pela indústria de seguros como veículos com perfil de maior custo de manutenção e de recuperação em caso de sinistro. O custo de reposição de peças originais, disponibilidade de componentes e a mão de obra especializada para motores automotivos com tecnologia de v six podem influenciar o valor de indenização e as condições de cobertura. Por isso, ao avaliar a Tabela FIPE e planejar a proteção, é fundamental considerar não apenas o valor de referência, mas também a condição do veículo e a possibilidade de upgrades que aumentem o custo de reparo. O 406 SVA, com sua configuração de performance, pode exigir atenção especial em itens como tolerância de alinhamento de motor, sistema de transmissão, suspensão e componentes de freios, que impactam diretamente no custo de manutenção e, por consequência, no custo do seguro ao longo do tempo.
Além disso, veículos com características esportivas em versões SVA costumam ter maior propensão a sinistros de colisão em cenários urbanos, especialmente se o veículo é empregado em estradas com alta velocidade de tráfego. Em termos de seguro, isso significa que a seguradora pode considerar fatores como histórico de sinistros do condutor, uso diário versus uso de fins de semana, quilometragem anual e perfil de condução (negligência, frequência de man
