| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 11.485,00 |
| Dez/25 | R$ 11.507,00 |
| Nov/25 | R$ 11.525,00 |
| Out/25 | R$ 11.553,00 |
| Set/25 | R$ 11.591,00 |
| Ago/25 | R$ 11.616,00 |
| Jul/25 | R$ 11.635,00 |
| Jun/25 | R$ 11.647,00 |
| Mai/25 | R$ 11.671,00 |
| Abr/25 | R$ 11.682,00 |
| Mar/25 | R$ 11.700,00 |
| Fev/25 | R$ 11.708,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Peugeot 406 SVE 3.0 24V 1999
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para avaliação de veículos usados, servindo de base para negociações, transferências, indenizações de seguros e cálculos de valor de reposição em muitos contratos. Quando falamos do Peugeot 406 SVE 3.0 24V 1999, a leitura dessa tabela precisa considerar as particularidades da versão, do estado de conservação e do histórico do veículo. Este conteúdo busca esclarecer como a FIPE chega a seus números, o que isso representa para compradores, vendedores e seguradoras, além de trazer uma ficha técnica sintética do modelo para embasar decisões mais informadas ao lidar com o seguro do veículo.
O que é a Tabela FIPE e como ela funciona
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) elabora uma tabela de referência de preços médios de venda de veículos usados, com base em amostras coletadas no mercado brasileiro. O objetivo não é fixar um preço de venda, mas oferecer uma referência nacional que reflita o valor praticado em condições típicas de mercado. A cada mês, os índices são atualizados para considerar novas transações, variações econômicas, mudanças no mix de versões e alterações de oferta e procura. Para modelos como o Peugeot 406 SVE 3.0 24V 1999, o valor de referência resulta da combinação entre o ano de fabricação, a versão (neste caso, o SVE, mais equipado), o estado de conservação, a quilometragem média e a região de venda, entre outros elementos observados pela metodologia da FIPE.

É comum que seguradoras, concessionárias e avaliadores utilizem a FIPE como base para cálculos de indenização por perda total, de reajustes de apólices e de valores de reposição. No entanto, vale lembrar que a FIPE representa um valor médio de mercado e não substitui uma avaliação específica feita sobre o veículo individual. Alterações como modificações, sinistros anteriores, histórico de manutenção, cor original, acessórios adicionais, entre outros fatores, podem fazer com que o valor utilizado por uma seguradora diverja do número apresentado pela FIPE para aquele exemplar específico.
Para quem negocia uma compra ou venda, entender a função da FIPE ajuda a ter uma referência sólida antes de discutir preço. Em contratos de seguro, conhecer essa referência facilita a comparação entre diferentes propostas de cobertura e a escolha entre indenização em moeda corrente ou valor de reposição. Assim, a leitura atenta da tabela, associada à avaliação física do carro, é o caminho mais inteligente para alinhar expectativas com o custo final de um seguro adequado.
Ficha técnica do Peugeot 406 SVE 3.0 24V 1999
- Motorização: V6 3.0 L, 24V, configuração PRV (Pernas de Renault–Volvo) com injeção eletrônica; motor de desempenho intermediário, voltado ao equilíbrio entre conforto e resposta de pista quando necessário.
- Potência e torque: potência nominal próxima de valores entre 190 e 210 cv (DIN), com torque na casa de 270–290 Nm, variando conforme mercado, calibração e ano exato de fabricação. Essas cifras refletem a proposta de um sedan leve a médio, capaz de oferecer boa retomada sem sacrificar o conforto de rodagem.
- Câmbio e tração: transmissão manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades, com tração dianteira. A disponibilidade de duas opções de câmbio permitia ao motorista escolher entre maior experiência de condução (manual) ou conforto em uso diário (automático).
- Dimensões e peso: carro de porte médio, com comprimento próximo a 4,7 metros e massa em ordem de marcha variando em torno de 1.4 a 1.5 toneladas, dependendo da configuração e dos itens de série instalados na época. O conjunto proporcionava espaço interno confortável para até cinco ocupantes, aliado a um porta-malas generoso para a sua faixa.
A marca Peugeot: tradição, design e tecnologia
A Peugeot é uma marca de origem francesa com atuação histórica na indústria automotiva mundial. Fundada originalmente no início do século XIX, a empresa consolidou-se como fabricante de automóveis no final dos anos 1800, evoluindo para uma linha de produtos que conjuga estilo, conforto, eficiência e tecnologia. Em especial na década de 1990, a Peugeot mostrou-se capaz de combinar o design europeu característico com soluções técnicas que melhoravam a experiência de condução, o que se refletiu na linha 406, incluindo a variante SVE com o motor V6 3.0 24V. A 406, lançada no meio da década de 1990, destacou-se por oferecer sedã de segmento médio com um equilíbrio entre elegância externa e acabamento interior, aliado a uma suspensão refinada que promovia conforto mesmo em vias desafiadoras.
Ao longo dos anos, a marca buscou manter o foco em eficiência energética, reduzindo peso onde possível, aprimorando a aerodinâmica e incorporando soluções de segurança compatíveis com a era. Mesmo em exemplares de última geração do século passado, o espírito do design francês — com linhas mais puras, detalhes cromados discretos e atenção ao acabamento — permanece uma marca registrada. Para quem precisa de um veículo com presença e conforto, o Peugeot 406 SVE 3.0 24V de 1999 representa um ponto de referência: não apenas pela performance, mas pela proposta de uso cotidiano com toque de sofisticação.
Do ponto de vista da avaliação de risco para seguro, a imagem da marca e a percepção de confiabilidade também pesam. Embora cada carro seja único, a reputação de robustez moderada e facilidade de assistência para modelos populares na época favorece uma precificação mais estável no setor de seguros, especialmente quando o veículo se mantém com manutenções regulares e manutenção documentada. Em suma, o Peugeot 406 SVE 3.0 24V de 1999 traz um conjunto de atributos que, combinados com a leitura adequada da FIPE, ajudam a traçar um caminho claro para seguros equilibrados entre custo e proteção.
Como a FIPE influencia o seguro de carros usados
Quando o assunto é seguro, a FIPE atua como um referencial prático para definir o “valor de referência” do veículo. Esse valor serve como base para o cálculo de indenização em caso de sinistro total ou para estimativas de cobertura de reposição. Ou seja, em uma apólice de seguro, o valor de referência FIPE ajuda a determinar quanto a seguradora pagará em caso de perda total, bem como a composição de coberturas adicionais, conforme as escolhas do contratante. Além disso, esse parâmetro costuma orientar o custo da apólice: carros com valores FIPE mais altos tendem a apresentar prêmios mais elevados, mantendo, porém, a lógica de proteção proporcionada pelo veículo em termos de peças, assistência e tempo de recuperação.
Importante observar que a FIPE não é um preço final de venda de um veículo específico. O valor pode divergir para mais ou para menos conforme as condições reais do exemplar disponível no momento da negociação ou da diária de seguro. Fatores como manutenção, histórico de oficinas, estado dos pneus, presença de acessórios originais, alterações mecânicas e estéticas, e até mesmo o custo de reposição de itens específicos podem influenciar o valor efetivo utilizado pelos profissionais de seguro. Assim, a FIPE funciona como uma referência sólida, mas não substitui uma avaliação personalizada quando o objetivo é definir com precisão o valor de indenização ou o montante de cobertura de uma apólice.
Principais fatores que afetam o valor FIPE para este modelo
Para entender melhor o que pode fazer o valor FIPE subir ou descer no Peugeot 406 SVE 3.0 24V 1999, vale considerar alguns pilares comuns na prática do mercado:
Conservação e histórico de manutenção: veículos bem cuidados, com histórico comprovado de revisões, trocas de óleo regulares e condições apresentadas na inspeção tendem a manter um valor de referência mais estável. Já veículos com sinais de desgaste, histórico de acidentes não reparados adequadamente ou falta de documentação podem sofrer depreciação maior na FIPE.
Quilometragem: a distância percorrida ao longo dos anos é um dos elementos que a FIPE observa de forma indireta através do estado de conservação e do desgaste percebido. Um exemplar com quilometragem moderada para a idade pode apresentar um valor mais próximo do esperado para a faixa, enquanto baixos kilometragens podem sustentar um índice mais favorável, desde que o veículo mantenha boa condição geral.
Versão e equipamentos: a SVE é uma variante mais completa dentro da linha 406. Itens adicionais de conforto, acabamento interno e recursos de segurança podem influenciar positivamente a percepção de valor dentro da FIPE, especialmente quando comparamos com versões mais simples da mesma geração. Em contrapartida, alterações não originais ou ausência de itens de série podem puxar o valor para baixo.
Mercado regional e disponibilidade de peças: a oferta de peças, facilidade de manutenção e disponibilidade de serviços autorizados ou de confiança na região onde o veículo circula também impactam a avaliação. Mercados com boa rede de assistência e peças acessíveis tendem a sustentar o valor relativo do veículo na FIPE, ao
