| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 3.248,00 |
| Fev/26 | R$ 3.256,00 |
| Jan/26 | R$ 3.264,00 |
| Dez/25 | R$ 3.271,00 |
| Nov/25 | R$ 3.276,00 |
| Out/25 | R$ 3.284,00 |
| Set/25 | R$ 3.295,00 |
| Ago/25 | R$ 3.302,00 |
| Jul/25 | R$ 3.308,00 |
| Jun/25 | R$ 3.312,00 |
| Mai/25 | R$ 3.319,00 |
| Abr/25 | R$ 3.322,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Peugeot 505 SR/SRi/SRX 1992: como interpretar e aplicar no seguro
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa no seguro de um Peugeot 505 1992
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é a referência de valores de mercado de veículos usados no Brasil. Ela não representa o preço de venda efetivo de cada unidade, mas sim um valor médio de mercado calculado mensalmente a partir de transações reais. No universo dos seguros, esse valor serve como base para determinar o chamado valor fiscal de indenização, orientar a composição de coberturas de casco, e subsidiar cálculos de depreciação de peças durante uma eventual indenização parcial ou total. Para modelos clássicos como o Peugeot 505 SR, SRi e SRX de 1992, a leitura da FIPE exige cuidado extra: as versões com motorizações diferentes, o estado de conservação, a disponibilidade de peças originais e a raridade de determinadas variantes influenciam a valoração. Em síntese, a FIPE funciona como um referencial técnico, não como a etiqueta de preço de mercado de cada exemplar, e, por isso, a compreensão de suas oscilações ao longo do tempo é essencial para quem busca coberturas de seguro compatíveis com o valor real do bem.
Peugeot 505 SR, SRi e SRX (1992): contexto e perfil do modelo
O Peugeot 505 é um sedã de porte médio lançado no final da década de 1970 que, ao longo dos anos, consolidou-se como um exemplar clássico de confiabilidade, conforto e elegância discreta. Em 1992, o 505 já contava com versões que buscavam atender a diferentes perfis de cliente: o SR oferecia o equilíbrio entre equipamento e preço, o SRi elevava o nível de acabamento e conforto, e o SRX representava o topo da linha, com motorizações e itens de maior desempenho. Esse conjunto tornou o 505 uma referência entre sedãs grandes de sua geração, especialmente em mercados onde a condução suave, o espaço interno e a robustez mecânica eram prioridades. Astabundidade da suspensão, o vão livre moderado e a linha de cabine confortável ajudam a entender por que o modelo permanece lembrado nos catálogos de carros clássicos e, por consequência, como ele figura nas análises de seguro: veículos com bom espaço interno e mecânica confiável costumam ter prêmios equilibrados, desde que o estado de conservação seja adequado e as peças originais sejam preservadas.

Do ponto de vista de seguro, é importante reconhecer que as variantes SR, SRi e SRX podem apresentar diferenças que impactam o valor segurável. Por exemplo, o SRX, muitas vezes, trazia motorizações mais potentes (com opção de motor V6 em algumas configurações) e equipamentos adicionais, o que tende a influenciar tanto a base de cálculo da FIPE quanto o custo de reposição de peças originais. Por isso, quando se avalia a contratação de coberturas, é fundamental considerar não apenas o ano-modelo (1992) mas também a versão específica do veículo, o estado de conservação, a originalidade de peças e, se possível, o histórico de manutenções. Um carro bem conservado com itens originais costuma manter um valor FIPE mais estável ao longo do tempo, contribuindo para uma proteção mais alinhada com o custo de substituição em caso de sinistro.
Ficha técnica resumida do Peugeot 505 SR/SRi/SRX 1992
- Motorização: opções incluem um motor 2.0 L de quatro cilindros a gasolina (nas versões SR e SRi) e, em algumas variantes SRX, a opção de motor V6 PRV de 2,8 L, dependendo do mercado. A diversidade de motores influencia a percepção de valor e a disponibilidade de peças de reposição.
- Transmissão: manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades, com comportamento de conduite adequado ao perfil do veículo antigo.
- Tração: traseira (propulsão traseira), o que confere uma dinâmica de condução típica de sedãs do período e pode afetar aspectos de manuseio em comparação com trações dianteiras modernas.
- Dimensões e peso: comprimento em torno de 4,2 metros e peso próximo de 1,2 a 1,3 mil kg, variando conforme a versão e o estado de conservação. Esses parâmetros influenciam o custo de peças, a disponibilidade de itens originais e a avaliação de danos em sinistros.
A marca Peugeot na história do automóvel
A Peugeot, casa automobilística francesa com mais de um século de atuação, se consolidou ao longo do tempo como referência em design, conforto de condução e engenharia de suspensão. A marca sempre buscou equilibrar estilo europeu com desempenho confiável, refletindo-se em modelos que valorizavam a experiência de dirigir sem perder a praticidade no dia a dia. O 505, em particular, representa uma fase em que a Peugeot apostava em um sedã de grande porte com foco no conforto de viagem, espaço para passageiros e linhas que maioritariamente permanecem atemporais. A relação entre a marca e seus consumidores se apoia na ideia de que cada trajeto pode ser feito com bem-estar, o que, por consequência, influencia a percepção de risco pelos seguradores: veículos bem mantidos e com histórico de manutenção sólido tendem a apresentar menor probabilidade de falhas críticas, refletindo-se em cotações mais estáveis para garantias de casco. Além disso, a evolução da Peugeot ao longo dos anos, com integrações em alianças industriais e, mais recentemente, na estrutura de grandes grupos automotivos, mostra como a qualidade de engenharia é herdada de gerações, influenciando a confiança de proprietários que procuram proteção para suas peças originais e para a própria estrutura do veículo.
Como a FIPE se aplica ao Peugeot 505 SR/SRi/SRX 1992 na prática
Para seguros, a leitura da Tabela FIPE é uma ferramenta prática para estimar o valor de reposição em caso de sinistro. No caso do 505 1992, a FIPE pode dividir o valor entre as versões SR, SRi e SRX, refletindo, nos números, o nível de equipamento, motorizações disponíveis e a demanda do mercado por peças originais. Quando o veículo é preservado com documentação completa, peças originais e histórico de manutenção, tende a manter uma posição mais favorável na linha FIPE. Contudo, carros clássicos costumam sofrer variações expressivas de valor entre um exemplar bem conservado e outro com sinais de desgaste acentuado, ferrugem, reparos improvisados ou falta de peças originais, o que pode reduzir drasticamente o valor de reposição calculado pela FIPE. Por esse motivo, a leitura da FIPE deve
