| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 10.343,00 |
| Jan/26 | R$ 10.366,00 |
| Dez/25 | R$ 10.386,00 |
| Nov/25 | R$ 10.402,00 |
| Out/25 | R$ 10.428,00 |
| Set/25 | R$ 10.462,00 |
| Ago/25 | R$ 10.485,00 |
| Jul/25 | R$ 10.502,00 |
| Jun/25 | R$ 10.513,00 |
| Mai/25 | R$ 10.535,00 |
| Abr/25 | R$ 10.545,00 |
| Mar/25 | R$ 10.561,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995
Quando falamos em seguros de automóveis e na prática de avaliação de risco, a Tabela FIPE surge como uma referência essencial para o mercado brasileiro. Ela funciona como um conjunto de valores médios de mercado para veículos usados, calculados a partir de dados reais de transações de compra e venda, não sendo, necessariamente, o preço de venda atual de cada unidade. Para corretores de seguros e tomadores, entender como a FIPE é utilizada permite estabelecer limites de cobertura mais adequados, estimativas de valor de reposição em caso de sinistros e parâmetros para a depreciação ao longo do tempo. No caso específico do Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995, a Tabela FIPE ajuda a contextualizar o posicionamento deste modelo no mercado, levando em consideração seu segmento, idade, estado de conservação e histórico de uso. Abaixo, exploramos como esse veículo se enquadra na tabela, quais são as implicações para a apólice de seguro e quais cuidados o proprietário deve ter para manter um equilíbrio entre proteção e custo de garantia.
O que a Tabela FIPE representa e como ela se aplica aos seguros
A Tabela FIPE é publicada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe/USP) e atualizada mensalmente. Ela consolida valores médios de mercado de diversos modelos, levando em conta variações por ano/modelo, tipo de motor, transmissão, carroceria e faixa de quilometragem típica. Para seguradoras, o valor FIPE funciona como referência para a indenização em casos de sinestro total ou para a determinação de franquias proporcionais. Em muitos contratos, o valor segurado não precisa refletir exatamente o preço de compra atual do veículo, mas ele precisa estar alinhado à referência de mercado para evitar distorções that possam prejudicar o cliente ou a seguradora.

Para o Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995, a FIPE considera aspectos que influenciam o preço médio, como: idade do veículo, condição mecânica, presença de itens de conforto e segurança, se é uma versão com motor V6 24V e se há disponibilidade de versões automáticas, bem como a rede de assistência técnica disponível para o modelo naquela época. Carros que mantêm histórico de conservação, com revisões em dia e troca de peças originais, tendem a obter uma posição mais favorável na tabela do que exemplares com desgaste acentuado. Vale ressaltar que a FIPE é uma referência de mercado e não um orçamento de reparo ou de manutenção. A relação entre o valor FIPE e o valor de reposição de sinistros deve ser compreendida como uma base, sujeita a ajustes conforme as políticas da seguradora e o estado real do veículo avaliado no momento de uma indenização.
Do ponto de vista prático para o segurado, entender a FIPE ajuda a evitar surpresas quando chega o momento de reajustar a apólice ou ao planejar uma retirada de cobertura. Em veículos clássicos ou de uso ocasional, é comum que percalços como alterações de mercado, disponibilidade de peças originais ou mudanças de legislação tributária impactem o preço de referência. Por isso, para modelos como o Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995, é comum que corretores façam uma revisão anual da cobertura com base na curva de depreciação prevista pela FIPE, levando em conta o uso real do veículo e o histórico de danos ou sinistros. Esse cuidado ajuda a equilibrar o custo do seguro com a proteção desejada, inclusive para casos de furto, colisão, danos a terceiros e responsabilidade civil.
Peugeot 605 SV-3 1995: contexto da marca e do modelo
Para entender a posição do Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V no mercado de seguros, é útil olhar para o contexto da marca e do modelo. A Peugeot, fabricante francesa com mais de 200 anos de história automotiva, construiu ao longo das décadas uma imagem associada à combinação de conforto, design característico e engenharia de qualidade. Nos anos 1990, a marca consolidou-se como uma opção para quem buscava sedãs executivos com linhas elegantes, bom espaço interno e acabamento agradável. O Peugeot 605, apresentado no final dos anos 1980, foi a aposta da marca para competir no segmento de sedãs médios a premium, enfrentando europeus tradicionais como BMW, Audi, Mercedes-Benz e Volvo.
O 605 era conhecido pelo equilíbrio entre conforto de suspensão, refinamento de cabine e motorização robusta. A versão SV-3 com motor 3.0 V6 24V representa uma configuração que privilegia desempenho e suavidade de condução, sem abrir mão da sofisticação associada ao segmento. O motor V6 3.0 litros com sistema de 24 válvulas, partilhado em parte com o conhecido motor PRV (Peugeot-Renault-Volvo), oferecia uma entrega de força estável em curvas e uma resposta decente para ultrapassagens, características valorizadas em seguros que consideram o uso como veículo de negócios ou de uso diário com necessidade de trajetos mais longos. Além disso, o 605 apresentava acabamento de cabine com materiais de qualidade superior para a época, climatização automática, bancos com regulagem elétrica, teto solar em algumas versões e recursos de conveniência que contribuíam para uma percepção de valor alta no mercado de usados.
Do ponto de vista da manutenção, o Peugeot 605 exige atenção com peças originais e disponibilidade de rede de assistência. Em termos de seguro, carros com motores V6 mais sofisticados costumam apresentar sinistros com maior severidade de danos, o que impacta historicamente as avaliações de risco de proteção. Além disso, o custo de reposição de peças para modelos com mais de 25 anos pode variar conforme a disponibilidade de itens originais, remanufaturados ou usados, o que a FIPE ajuda a situar na escala de referência, mas a apólice precisa considerar o estado real do exemplar específico em uso pelo segurado. Tudo isso reforça a importância de um corretor conhecer não apenas o valor médio de mercado, mas também as particularidades do modelo, o histórico de manutenção do veículo e o perfil de uso do condutor.
O Peugeot 605, especialmente em versões bem equipadas como a SV-3, também representa um capítulo da tradição europeia de sedãs de grande porte com foco em conforto e habitabilidade. Em termos de design, o carro traz traços que refletem a estética da época, com linhas que buscam uma silhueta sólida e linhas de acabamento que transmitem sensação de estabilidade. Este posicionamento também tem implicação direta nos custos de seguro: veículos que passam pela FIPE com uma proposta de valor estável costumam apresentar prêmios proporcionais ao risco avaliado, com variações de acordo com o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de sinistros do veículo. Por fim, manter um veículo como o 605 em bom estado de conservação, com revisões em dia, ajuda a manter o valor referenciado pela FIPE mais próximo do que o proprietário realmente possui, favorecendo uma cobertura equilibrada ao longo do tempo.
Ficha técnica resumida
- Motor: V6 3.0 L, 24V, 2967 cm3; potência aproximada de 170 cv; torque ao redor de 240 Nm
- Transmissão: automática de 4 velocidades; tração dianteira
- Dimensões e peso: comprimento próximo de 4,85 a 4,90 m; largura cerca de 1,80–1,85 m; entre-eixos ~2,80–2,85 m; peso entre 1.35 e 1.50 t
- Capacidade: tanque de combustível entre 70 e 78 litros; capacidade para 5 ocupantes
Observação: os números apresentados são faixas típicas associadas à versão SV-3 3.0 V6 24V de 1995, com variações conforme o equipamento de fábrica, mercado de saída e estado de conservação do veículo. Para objetivos de seguro e de FIPE, é fundamental consultar a atualização mais recente da tabela e correlacionar com o estado real do exemplar específico, incluindo itens de conforto, itens de segurança e histórico de manutenção.
Implicações para seguros: cálculo de valor e cobertura adequada
Ao considerar a proteção de um Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995, o corretor utiliza a referência FIPE para estabelecer um valor de indenização de referência em caso de sinistro total. Esse valor é a base para calcular o valor de cobertura principal, bem como para definir a franquia. Em veículos mais antigos, como este modelo, é comum que a seguradora recomende uma soma segurada que leve em conta não apenas o preço de mercado atual, mas também o custo potencial de reposição de peças originais, de mão de obra especializada e de eventual importação de itens.
Além disso, a idade do veículo implica em maior sensibilidade a depreciação, o que pode influenciar a escolha entre valores de cobertura de valor de mercado, valor de reposição a novo (quando disponível) ou valor de reconstrução parcial para determinados componentes. A FIPE serve como balizador para estas escolhas, mas o ajuste final depende de fatores como: quilometragem, condição mecânica, histórico de sinistros, uso principal (corporativo, familiar, uso de longa distância), participação de componentes de alto custo (sistemas de suspensão, freios, motor, câmbio) e even do estado de conservação. Corretores costumam orientar o segurado a revisar anualmente a cobertura, especialmente quando há alterações no estado atual do veículo ou no cenário de mercado de peças de reposição. Este cuidado evita subseguro (quando o valor segurado fica abaixo do custo real de reposição) ou superseguro (quando o valor segurado é maior do que a necessidade prática), contribuindo para seguros mais justos e econômicos ao longo do tempo.
Outro ponto relevante é a disponibilidade de peças. Para modelos com mais de duas décadas, a reposição pode depender de opções como peças originais, substitutas compatíveis ou itens recondicionados. A FIPE não substitui a avaliação de peças, mas ajuda a contextualizar o valor médio do veículo; a seguradora, por sua vez, pode propor coberturas específicas, como colisão, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros e extensões de garantia. A combinação de coberturas deve refletir os riscos reais do uso do veículo, o local de circulação, o perfil do condutor e o custo de reposição — fatores que, juntos, influenciam o custo final do seguro e o nível de proteção oferecido pela apólice.
Boas práticas para proprietários e corretores diante da Tabela FIPE
Para quem detém ou pretende adquirir um Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V de 1995, algumas práticas ajudam a manter o valor referencial da FIPE positivo e a assegurar uma apólice de seguro mais clara e eficiente:
• Mantenha um registro de manutenção detalhado, com notas de serviço, peças originais utilizadas e datas de revisões. A documentação ajuda a demonstrar cuidado com o veículo e pode influenciar positivamente o valor de referência da FIPE para o automóvel.
• Considere manter a manutenção em concessionárias ou em oficinas reconhecidas para manter a credibilidade do histórico de serviço. Em modelos antigos, a confiabilidade do serviço e a qualidade das peças são tão relevantes quanto o estado mecânico atual.
• Verifique periodicamente a necessidade de atualização da cobertura à medida que as condições de uso mudam, por exemplo, passagens de uso diário para uso executivo ou viagens mais frequentes em trechos longos. A atualização pode incluir ajustes de franquia, limites de indenização e assistência 24h.
• Esteja atento às alterações no cenário de peças de reposição. Mudanças na disponibilidade de peças originais podem influenciar o custo de reparo e, por consequência, as diretrizes da FIPE sobre o valor referencial de mercado. Um corretor informado pode orientar o proprietário quanto a cenários de reposição viável versus substituição por peças compatíveis.
Conectando FIPE, marca e seguro: uma visão integrada
A escolha de fazer ou manter um seguro para o Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995 envolve uma leitura integrada da FIPE, da reputação da marca e das particularidades do modelo. A FIPE oferece uma base de referência que ajuda a calibrar o valor de cobertura, porém a avaliação final tem um componente subjetivo relacionado ao estado real do veículo, às escolhas do proprietário e às políticas de cada seguradora. A Peugeot, como marca, carrega uma herança de engenharia voltada ao conforto de condução e à experiência de uso, fatores que costumam ter impacto direto nos sinistros em termos de gravidade e de custo de reparo. A partir dessa combinação, o corretor pode orientar o cliente a optar por coberturas proporcionais ao risco, com atenção especial a itens de alto custo de reposição, como motor, câmbio e sistemas de suspensão, que podem ter impacto significativo no custo total do seguro ao longo do tempo.
Em termos de planejamento financeiro, entender a referência FIPE ajuda o proprietário a alinhar o custo do seguro com o valor de mercado do veículo, evitando surpresas no momento de uma eventual indenização. Mesmo que o veículo seja utilizado de forma esporádica ou em eventos especiais, o valor de referência da FIPE continua servindo como uma bússola para decisões de proteção. A combinação de uma boa prática de manutenção, a consulta regular à FIPE para reajustes de valor e uma cobertura ajustada ao uso real cria um cenário de seguro mais estável, com custo adequado à proteção necessária.
Para quem está avaliando opções de seguro para um Peugeot 605 SV-3 3.0 V6 24V 1995, vale lembrar que cada apólice pode trazer variações em termos de franquias, coberturas adicionais, assistência e serviços inclusos. A escolha adequada depende de uma leitura cuidadosa do histórico do veículo, da finalidade de uso e do perfil do condutor. Quem busca uma abordagem educativa e criteriosa, com foco no equilíbrio entre proteção e custo, encontra na FIPE uma ferramenta prática para fundamentar decisões, sempre com o suporte de um corretor que entenda as particularidades do modelo e a dinâmica do mercado de seguros.
Se estiver em dúvida sobre qual nível de proteção é mais adequado para este veículo clássico moderno, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação de seguro bem estruturada pode trazer opções alinhadas ao seu uso, estilo de condução e orçamento, sem surpresas na hora de acionar a cobertura.
