Valor FIPE Atual
R$ 40.343,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 024093-1
Ano: 2006-3
MêsPreço
Jan/26R$ 40.343,00
Dez/25R$ 39.708,00
Nov/25R$ 39.768,00
Out/25R$ 39.864,00
Set/25R$ 38.516,00
Ago/25R$ 38.598,00
Jul/25R$ 39.910,00
Jun/25R$ 39.950,00
Mai/25R$ 41.399,00
Abr/25R$ 41.437,00
Mar/25R$ 41.648,00
Fev/25R$ 43.159,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE aplicada ao Peugeot Boxer 2.8 Furgão Diesel (TB Dies.curto/médio) de 2006

Contextualizando a Tabela FIPE e o uso no seguro de frotas

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, sendo um ponto de referência comum para corretores, seguradoras e montadoras de veículos. No contexto de seguros, esse valor de referência é utilizado para fundamentar coberturas como a indenização por perda total, o valor de reconstrução e, em alguns contratos, a configuração de prêmios com base no valor de reposição. Para veículos comerciais leves, como o Peugeot Boxer 2.8 Furgão Dies TB, esse parâmetro ganha especial relevância porque o perfil de uso (cargas, jornadas de trabalho, rota de entrega e cidade) impacta diretamente o risco aceito pela seguradora. Assim, ao consultar a Tabela FIPE para esse modelo específico de 2006, o corretor consegue orientar o proprietário sobre valor de referência, bem como visualizar variações sazonais que refletem as condições de oferta e demanda no mercado de vans de carga.

Importante esclarecer que a FIPE não é o preço de venda de um veículo em um anúncio específico. Trata-se de uma média de transações realizadas no mercado, apurada a partir de dados de automóveis usados reunidos por uma instituição parceira. Por isso, ao fazer a cotação de seguro para o Boxer 2.8 Diesel, a seguradora costuma cruzar o valor FIPE com eventuais descontos de frota, histórico de sinistros, uso (comercial, entrega de mercadorias, transportes leves) e localização geográfica para chegar a uma base de prêmio adequada ao perfil do proprietário e do veículo.

Tabela FIPE Peugeot Boxer 2.8 Furgão Dies/ TB Dies.curto/méd 2006

Peugeot Boxer 2.8 Furgão Dies TB Dies.curto/médio 2006: o que caracteriza esse modelo

O Peugeot Boxer é um utilitário leve da família de furgões que nasceu para atender a demandas de transporte de mercadorias com versatilidade, robustez e espaço interno. Em 2006, quando o TB Dies.curto/médio estava disponível, o Boxer já era reconhecido no mercado brasileiro como uma opção confiável para pequenas frotas, empresas de entregas urbanas e operações logísticas que demandavam autonomia, conforto para o motorista e facilidade de manutenção em oficinas autorizadas. A linha 2.8 Diesel, neste período, combinava um motor diesel de 2,8 litros com torque útil para empurrar cargas, transmissões robustas e uma configuração de chassi que permitia variar entre versões de curto (curto) e médio (médio entre eixos) para adaptar a carroceria às necessidades de cada operação.

Desenvolvido pela marca francesa, o Boxer passou a integrar a rede de furgões que competem com outras opções da mesma classe, como Ducato e Jumper, oferecendo, ao longo de sua história, a vantagem de um conjunto mecânico que primava pela durabilidade, facilidade de reposição de peças e ampla disponibilidade de peças de reposição no Brasil. A ficha técnica, o comportamento do veículo em uso diário e o histórico de valor no FIPE variam conforme a configuração do conjunto de rodas, o peso bruto total (PBT), a altura interna útil e o comprimento da carroceria, o que explica a diferença entre as versões curtas e médias. Para quem utiliza o Boxer como loader de carga, a planilha FIPE tende a refletir melhor variações de preço associadas a vans de uso comercial com bom giro de mercadoria, desde que o veículo esteja devidamente mantido e com documentação em dia.

Ficha técnica do Peugeot Boxer 2.8 Furgão Dies TB Dies.curto/médio 2006

  • Motorização: diesel 2,8 litros, quatro cilindros, alimentação por injeção comum (com variantes de bomba/rail conforme a configuração; característico de motores de frota da época)
  • Potência e torque: faixa típica entre 110 e 130 cv, torque útil em torno de 290 a 320 Nm; capacidade de seguir com carga mesmo em subidas acentuadas, dependendo da versão de câmbio e da peso de carga
  • Transmissão e tração: transmissão manual de 5 marchas; tração dianteira (FWD), configuração comum nos furgões dessa geração, que privilegia espaço interno e boa distribuição de carga
  • Dimensões e capacidade de carga: variantes entre curto (L1) e médio (L2) com diferenças de comprimento entre aproximadamente 4,9 m (curto) e 5,3 m (médio); altura e largura compatíveis com padronização de baús para uso comercial, com capacidade útil de carga suficiente para transportar mercadorias diversas

Observação: os números acima exemplificam as faixas típicas encontradas nas versões 2006, mas a ficha técnica pode apresentar variações conforme a configuração de fábrica, itens opcionais e adaptações realizadas pelo proprietário ou por empresas de fretamento. Sempre recomenda-se consultar o manual específico do veículo ou o certificado de homologação para confirmar as especificações exatas da unidade em questão.

Como a marca Peugeot se posiciona no mercado de veículos comerciais

A Peugeot, parte do grupo PSA (que posteriormente se uniu à Fiat Chrysler para formar a Stellantis), tem tradição de longa data em oferecer veículos leves de carga com foco na relação custo-benefício, confiabilidade e eficiência de consumo. No segmento de furgões, a Peugeot conflui com uma linha de produtos que privilegia durabilidade, facilidade de manutenção e redes de assistência técnica amplamente distribuídas. O Boxer, em particular, se consolidou como um veículo popular entre pequenas e médias empresas que dependem de entregas diárias. A proposta de design costuma priorizar um espaço de cabine ergonômico, com comandos acessíveis ao motorista, e a carroceria com boa modularidade para receber diferentes tipos de compartimentos e soluções de armazenamento. Além disso, a rede de concessionárias e oficinas autorizadas facilita questões de manutenção preventiva, revisões, recolhimentos de peças originais e suporte de garantia, elementos que influenciam positivamente o custo total de propriedade — dado o impacto direto na confiabilidade do veículo em operações de rotina de transporte de cargas.

Do ponto de vista técnico, a escolha de motores diesel para utilitários como o Boxer entre 2000 e 2006 reflete uma ênfase na eficiência de torque em baixa rotação, capazes de manter velocidades estáveis com cargas. Em termos de segurabilidade, isso representa menor demanda de energia para manter o veículo em operação sob condições de carga, mas demanda especial atenção para o histórico de manutenção, pois irregularidades no sistema de injeção, no sistema de arrefecimento ou no sistema de embreagem podem afetar o desempenho e, por consequência, o prêmio de seguro. Assim, a marca, aliada à configuração do veículo, influencia a percepção de risco pela seguradora e, por consequência, o cálculo de coberturas, franquias e aportes de cobertura adicionais, como a proteção de carga, o risco de roubo e furto, ou a garantia de responsabilidade civil do veículo de frota.

Entendendo a aplicação da Tabela FIPE no cálculo de seguros para o Boxer 2.8

Ao considerar a Tabela FIPE para o Peugeot Boxer 2.8 Furgão Dies TB Dies.curto/médio 2006, o corretor de seguros avalia a referência de valor de mercado a partir do mês vigente. Em veículos comerciais, o FIPE é decisivo para estabelecer a base de indenização em caso de sinistros que envolvam perda total ou consertos de alto custo. Além disso, a FIPE serve como apoio na verificação de coberturas de garantia estendida, reposição de peças originais e nivelamento de prêmios para operações com frotas, que costumam apresentar gestão de risco mais complexa do que veículos de passeio. Por isso, a correta leitura da tabela, associada a informações como idade do veículo, histórico de sinistros, quilômetros rodados e utilidade operacional (entrega, frete, serviço técnico, etc.), permite uma precificação mais justa e condizente com o valor real de reposição ou de indenização, evitando subdefinição ou superfaturamento no prêmio de seguro.

Fatores que influenciam o seguro do Boxer 2.8 Diesel com base na Tabela FIPE

Ao analisar a Tabela FIPE e a ficha técnica, algumas variáveis comuns costumam impactar o custo do seguro do Boxer:

  • Uso do veículo: se o Boxer opera como veículo de entrega de última milha, com paradas frequentes em áreas urbanas, há maior exposição a colisões com terceiros e incidentes de trânsito, o que pode elevar o prêmio.
  • Perfil do condutor: experiência, tempo de CNH, histórico de infrações e sinistros; para frotas, o conjunto de motoristas influencia o enquadramento de risco.
  • Região de atuação: zonas com menor ou maior incidência de roubo/furto, bem como densidade de tráfego e condições de vias, podem alterar a avaliação de risco da seguradora.
  • Manutenção e documentação: veículos bem mantidos, com histórico de revisões em dia e sem avarias recorrentes, costumam apresentar prêmios mais estáveis.

Boas práticas para proprietários e gestores de frota ao trabalhar com a FIPE e seguro

Para obter uma cotação de seguro mais adequada à realidade do Boxer 2.8, alguns passos ajudam a tornar o processo mais eficiente:

  • Atualize as informações de uso do veículo, incluindo tipo de frete, distância média mensal e rotas comuns; isso auxilia a seguradora a calibrar o risco com maior precisão.
  • Reúna histórico de manutenção, com notas de serviços, substituições de peças críticas e inspeções periódicas; demonstrar cuidado com o equipamento pode favorecer condições de prêmio mais justas.
  • Considere opções de proteção de carga, rastreamento e dispositivos antifurto; esses itens costumam reduzir o risco para a seguradora e podem reduzir o valor do prêmio, dependendo da política vigente.
  • Solicite cotações comparativas entre seguradoras, verificando o que cada uma oferece em termos de indenização, franquia, residência de atendimento e assistência 24h.

Se você está organizando a gestão de uma frota que utiliza o Boxer 2.8 Diesel, vale alinhar a estratégia de seguros com base naquilo que a FIPE sinaliza como valor de mercado, mas também considerar o custo total de propriedade — incluindo manutenção, mão de obra, consumo de combustível e depreciação. O objetivo é manter o veículo protegido sem comprometer a viabilidade econômica da operação. A FIPE, nesse contexto, funciona como um farol que orienta decisões, especialmente em fases de renovação de frota, aquisição de novos veículos ou renegociação de contratos com seguradoras.

Como a GT Seguros pode ajudar na cotação e no entendimento da Tabela FIPE

A GT Seguros oferece consultoria especializada para profissionais que precisam entender as nuances da Tabela FIPE aplicada a frotas como a do Peugeot Boxer 2.8. Com foco educacional, a equipe orienta sobre como interpretar o valor FIPE dentro do cenário de seguros, quais coberturas são mais indicadas para operações de entrega e como ajustar o prêmio com base no uso real do veículo. A ideia é traduzir números em decisões práticas, assegurando proteção adequada sem pagar mais do que o necessário. Uma cotação clara permite comparar benefícios, franquias e condições de atendimento, facilitando a escolha da melhor solução para cada empresa.

Para quem busca uma orientação prática, a leitura da Tabela FIPE aliada à ficha técnica ajuda a mapear os cenários de risco e entender por que uma determinada versão do Boxer pode ter prêmios diferentes de outra, mesmo com motores semelhantes. A escolha entre as versões curto e médio do Boxer pode refletir não apenas a praticidade de manobra e o espaço de carga, mas também o perfil de exposição a acidentes em determinadas rotas. Em resumo, a combinação entre FIPE, características técnicas e uso operacional oferece um panorama robusto para a tomada de decisão em seguro de frotas.

Se estiver buscando uma avaliação detalhada para o seu caso específico, considere falar com a GT Seguros e solicitar uma cotação personalizada. Uma consulta bem conduzida pode revelar oportunidades de reduzir custos sem abrir mão da proteção necessária para a sua operação.

Convido você a realizar uma cotação com a GT Seguros para entender melhor como a Tabela FIPE, a ficha técnica do Boxer 2.8 e o perfil da sua frota se traduzem em uma proteção sob medida para o seu negócio.