| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 2.909,00 |
| Jan/26 | R$ 2.916,00 |
| Dez/25 | R$ 2.922,00 |
| Nov/25 | R$ 2.927,00 |
| Out/25 | R$ 2.935,00 |
| Set/25 | R$ 2.945,00 |
| Ago/25 | R$ 2.952,00 |
| Jul/25 | R$ 2.957,00 |
| Jun/25 | R$ 2.960,00 |
| Mai/25 | R$ 2.966,00 |
| Abr/25 | R$ 2.969,00 |
| Mar/25 | R$ 2.974,00 |
Panorama da Tabela FIPE para a Peugeot Speedfight 100 1999 e seu papel na avaliação de seguros
A Tabela FIPE é uma referência indispensável para entender o valor de um veículo usado no Brasil, inclusive quando o assunto é seguro. Ao tratarmos de um modelo específico como a Peugeot Speedfight 100 de 1999, a relação entre o que a FIPE indica na categoria correspondente e o cenário de apólice de seguros se torna uma peça-chave para decisões inteligentes de proteção, custo de prêmio e condições de cobertura. Este artigo organiza, de forma educativa, como a Tabela FIPE funciona, o que considerar ao lidar com um modelo Speedfight 100 de fim de década de 1990 e como esse contexto impacta a forma de segurar um veículo de baixa cilindrada com apelo de uso urbano.
Antes de mergulharmos na ficha técnica e nos detalhes específicos, vale compreender que a FIPE não define apenas um único número estático. A metodologia envolve agrupar veículos por ano/modelo, identificar a versão, o estado de conservação, a quilometragem média e fatores de mercado que influenciam a depreciação. Para modelos mais antigos, como o Speedfight 100 de 1999, a avaliação pode variar conforme o histórico de manutenção, disponibilidade de peças e eventual valor de colecionador que alguns entusiastas atribuem a esses modelos que marcaram época no segmento de scooters. Em termos de seguro, esse conjunto de elementos influencia o valor segurável, o prêmio e as opções de cobertura que o cliente pode escolher.

É comum que profissionais de corretoras utilizem a referência FIPE como base, e, em paralelo, considerem o estado do veículo, o tipo de uso (urbano, deslocamento diário, roteiro de viagem curto), o perfil do condutor e a localização geográfica. Para quem está avaliando a velocidade e a praticidade da Speedfight 100, entender como esse histórico de avaliação se traduz em uma apólice ajuda a evitar surpresas na hora do sinistro, no reajuste anual ou na hora de atualizar a cobertura após qualquer intervenção relevante no veículo. A Speedfight 100, sendo uma scooter de baixa cilindrada, carrega características próprias que influenciam o cálculo de risco para seguradoras, como consumo de combustível, custos de reparo e probabilidade de roubo, itens que costumam aparecer nas discussões de preço com base na FIPE.
Ficha Técnica Essencial da Peugeot Speedfight 100 (1999)
- Motor e alimentação: cilindrada de 100 cm³; monocilíndrico, dois tempos, refrigerado a ar; alimentação por carburador.
- Transmissão: CVT automática com embreagem centrífuga, permitindo operação simples para o uso urbano.
- Freios e suspensão: freios em tambor na dianteira e traseira; suspensão dianteira do tipo garfo telescópico; suspensão traseira do tipo braço oscilante.
- Peso e capacidade: peso aproximado entre 90 e 110 kg (em ordem de funcionamento); tanque de combustível com capacidade de cerca de 4 a 5 litros.
A marca Peugeot: tradição, inovação e presença no universo de scooters
A Peugeot, tradicional fabricante francesa com raízes que remontam ao século XIX, consolidou-se ao longo das décadas como uma referência em mobilidade leve, design e tecnologia. No segmento de scooters, a marca trouxe ao longo dos anos uma combinação de confiabilidade mecânica, estilo identificado com a estética europeia e soluções que priorizam a urbanidade. O Speedfight, linha que inclui a 100, emergiu como uma opção prática para quem busca deslocamentos curtos na cidade sem abrir mão de desempenho adequado, economia de combustível e facilidade de manutenção. A presença da Peugeot no Brasil, sobretudo com modelos de menor deslocamento, ajudou a popularizar o conceito de mobilidade com duas rodas como alternativa viável ao transporte líquido entre casa e trabalho, escola ou lazer. Além disso, a disponibilidade de peças e facilitar a assistência técnica contribuíram para a percepção de valor entre proprietários e seguradoras, influenciando, direta ou indiretamente, as avaliações da FIPE para esse tipo de veículo.
Ao tratar de velocidade, consumo e uso cotidiano, é importante reconhecer que uma scooter como a Speedfight 100 se insere num nicho específico do mercado. Em termos de design, o objetivo é oferecer uma silhueta ágil, facilidade de manobra e simplicidade de uso para quem precisa percorrer curtas distâncias urbanas com praticidade. Do ponto de vista da engenharia, a escolha por um motor de dois tempos na época refletia uma estratégia de entrega de potência relativamente rápida com componentes relativamente simples de manutenção, o que, por sua vez, pode influenciar o custo de reposição de peças e eventual impacto no prêmio de seguro, sobretudo se comparado a veículos com motores de quatro tempos mais modernos. Explorar a herança da Peugeot neste segmento ajuda a entender a percepção de valor no mercado secundário e, por consequência, como a FIPE classifica modelos dessa geração em termos de depreciação e cobertura de risco.
Impacto da Tabela FIPE na seguradora e na avaliação de risco
Para seguradoras, a FIPE funciona como uma referência de valor de mercado que serve como base para cálculos de cobertura, valor de reparo e indenização em caso de sinistro. Quando se trata de uma Speedfight 100 de 1999, o valor segurável pode estar próximo ao patamar de veículos usados de baixa cilindrada, com variações significativas conforme o estado geral do exemplar, quilometragem e histórico de manutenção. Em termos práticos, isso impacta diretamente a escolha entre coberturas com ou sem carro reserva, bem como entre a opção de reposição por modelo atual ou indenização com base no valor de mercado (muito comum em apólices de seguro para terceiros ou compreensivas, dependendo do contrato acordado).
Além disso, a idade do modelo pode influenciar prêmios de seguro, já que veículos mais antigos tendem a oferecer menor valor segurável, mas podem exigir maior atenção quanto a disponibilidade de peças de reposição e custos de manutenção. A FIPE, ao sinalizar uma faixa de valor para o modelo Speedfight 100 1999, permite que a seguradora ajuste o prêmio de forma adequada, evitando tanto subavaliação (que pode deixar o segurado desprotegido) quanto sobrevalorização (que elevaria desnecessariamente o custo da apólice). Para segurados, entender esse equilíbrio é crucial para não comprometer a proteção adequada do bem, especialmente quando há uso frequente em ambiente urbano com risco de perdas por quedas, furtos ou vandalismo, comuns em scooters de baixa cilindrada em áreas com maior densidade de tráfego.
Outro aspecto relevante é a forma como aspectos operacionais e de uso influenciam a percepção de risco. A Speedfight 100, por ser uma scooter de 1999, pode exigir maior atenção a ações de manutenção básica — como verificação de vazamentos, lubrificação, estado da correia de transmissão, bem como o estado de freios — que, se bem executadas, reduzem o risco de falhas mecânicas que afetariam a condução e, por consequência, a avaliação de risco pela seguradora. A FIPE não é apenas um número; é um indicativo de valor de mercado que, aliado à condição prática do veículo, molda a experiência de compra de seguro, as opções disponíveis e a experiência do segurado com a cobertura escolhida. Ao entender essas dinâmicas, o proprietário de uma Speedfight 100 de 1999 pode conduzir uma aquisição mais consciente de proteção, alinhando expectativa de custo com o nível de proteção desejado.
Por fim, vale destacar que, mesmo com um modelo que hoje já pertence a uma faixa de idade mais avançada, a FIPE continua a desempenhar um papel relevante. Em muitos casos, proprietários ou herdeiros de scooters clássicas ou de coleção podem usar a referência FIPE para negociações, penhora de documentação ou até para comparações com valores de mercado recentes. Nesse sentido, a Tabela FIPE, ao abranger a Speedfight 100 1999, oferece não apenas uma base para seguro, mas também um referencial histórico de como o mercado avaliou esse modelo ao longo do tempo e como ele se encaixa no ecossistema de mobilidade brasileira. Com esse entendimento, o processo de obtenção de uma apólice torna-se mais claro, permitindo escolhas mais alinhadas com o uso real do veículo, as expectativas financeiras do proprietário e a proteção necessária para o bem em questão.
Conclui-se que a ligação entre a Tabela FIPE e o seguro de uma Peugeot Speedfight 100 1999 envolve leitura de dados, avaliação de condição prática do veículo e alinhamento entre o valor segurável e o que o proprietário precisa em termos de cobertura. O objetivo é traduzir números em proteção efetiva, pensando na vida diária de quem usa a scooter para deslocamentos urbanos, lazer e trajetos curtos, sempre com a visão de manter o custo da proteção compatível com o valor do bem e com as necessidades de cada usuário.
Se você está avaliando uma situação prática — como a compra, venda ou proteção dessa Speedfight 100 de 1999 — lembre-se de consultar a FIPE atualizada, manter a scooter em bom estado de conservação e conversar com uma corretora experiente em seguros de veículos de duas rodas para entender as particularidades de cada apólice. A combinação de dados de mercado, condição do veículo e o histórico de manutenção costuma ser o principal diferencial na hora de conseguir a melhor proteção com o custo mais adequado.
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