Valor FIPE Atual
R$ 9.097,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 050001-1
Ano: 1992-1
MêsPreço
Fev/26R$ 9.097,00
Jan/26R$ 9.118,00
Dez/25R$ 9.136,00
Nov/25R$ 9.150,00
Out/25R$ 9.173,00
Set/25R$ 9.203,00
Ago/25R$ 9.223,00
Jul/25R$ 9.238,00
Jun/25R$ 9.248,00
Mai/25R$ 9.267,00
Abr/25R$ 9.276,00
Mar/25R$ 9.290,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Plymouth Gran Voyager LE 2.5 1992 e seus impactos no seguro

O que é a Tabela FIPE e como ela orienta o cálculo do seguro

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados e seminovos. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Universidade de São Paulo, a linha de base resulta de pesquisas com anúncios, transações e informações de mercado, de forma a oferecer um valor médio de consultoria para avaliação, compra, venda e, principalmente, para cálculos de seguro e financiamentos. Para corretoras de seguros e seguradoras, a FIPE funciona como um parâmetro técnico que indica o preço de referência do veículo, levando em conta o modelo, o ano de fabricação, a versão e as condições gerais do mercado naquele período. A ideia central é padronizar a avaliação para facilitar a comparação entre apólices, prêmios e coberturas, especialmente em veículos mais antigos, onde o valor de corrida pode oscilar de acordo com a disponibilidade de peças, a condição mecânica e a demanda por modelos clássicos.

É importante compreender que a FIPE não é um preço de venda nem um orçamento de oficina. Em seguros, o valor definido pela tabela serve de base para o seguro contra roubo, colisão e danos a terceiros, entre outros componentes, e costuma influenciar o prêmio, o valor de indenização e a franquia. Além disso, a variação mensal da FIPE reflete a dinâmica de oferta e demanda no mercado brasileiro. No caso de modelos importados ou de produção antiga, a leitura da FIPE pode requerer uma leitura contextual: peças de reposição disponíveis, raridade de opções de acabamento e a manutenção em dia costumam manter o veículo com um valor estável, ainda que seja mais desafiador encontrar peças originais.

Tabela FIPE Plymouth Gran Voyager LE 2.5 1992

Para quem atua na corretagem de seguros, entender o que a FIPE representa facilita o atendimento ao cliente: é possível explicar por que dois veículos com anos diferentes podem ter a mesma faixa de prêmio ou por que um exemplar em melhor condição pode valer menos pelo histórico de manutenção. Quando se trata de modelos como o Plymouth Gran Voyager LE 2.5 de 1992, que já se enquadram no universo de utilitários familiares com histórico de uso misto de cidade e viagens, a FIPE é ainda mais relevante para delimitar o seguro de automóvel com coberturas adequadas sem superestimar o valor de reposição.

Ficha Técnica do Plymouth Gran Voyager LE 2.5 1992

  • Marca: Plymouth
  • Modelo: Gran Voyager LE
  • Ano/Versão: 1992
  • Segmento: Minivan / MPV
  • Motorização: 2.5 L I4 com injeção eletrônica
  • Cilindrada: 2.5 litros
  • Potência: aproximadamente 100 cv
  • Torque: aproximadamente 15 kgf·m
  • Transmissão: automática de 3 velocidades (com opções manuais em algumas configurações/trims)
  • Tração: dianteira
  • Configuração de portas/assentos: 4 portas, capacidade para 7 ou 8 passageiros
  • Comprimento: aproximadamente 4,7 a 4,8 metros
  • largura: aproximadamente 1,9 metros
  • Altura: aproximadamente 1,7 a 1,8 metros
  • Entre-eixos: próximo de 2,8 metros
  • Peso em ordem de marcha: em torno de 1.6 a 1.9 toneladas, variando conforme a configuração
  • Tanque de combustível: capacidade típica de cerca de 60 litros
  • Sistema de freios: hidráulico com freios a disco na dianteira e tambor ou disco na traseira (dependendo da configuração)
  • Suspensão: dianteira independente tipo McPherson; traseira eixo rígido com feixes de molas
  • Aplicação de segurança: airbags e controles de estabilidade não eram itens padrão nesta geração; itens de segurança dependiam da versão e do mercado
  • Tipo de combustível: gasolina

História da marca Plymouth e seu papel no segmento de utilitários

A marca Plymouth foi fundada em 1928 como parte da Chrysler e esteve presente nos Estados Unidos com o objetivo de oferecer veículos com bom custo-benefício, desenho funcional e uma linha ampla para atender famílias, trabalhadores e viajantes. Ao longo das décadas, Plymouth ficou associada a carros acessíveis e, em alguns períodos, a modelos icônicos que definiram o imaginário de mobilidade pessoal. No entanto, no final do século XX, a estratégia corporativa da Chrysler resultou na gradual descontinuação de várias linhas e da própria marca Plymouth. O foco passou a recair sobre as marcas mãe e sobre o portfólio consolidado da empresa, incluindo Dodge e Chrysler, com upgrades de tecnologia, segurança e eficiência.

No Brasil, a presença de importações com o emblema Plymouth teve impactos diferentes conforme a década. Veículos desse porte, especialmente minivans de 1992 com motor 2.5, entraram na memória de muitos motoristas por oferecerem espaço generoso para famílias, versatilidade de interior e utilidade para transporte de carga leve. A era das minivans, de qualquer forma, consolidou-se como uma fase importante para o mercado brasileiro de veículos usados, criando um ecossistema de peças, mecânicos especializados e redes de assistência que influenciam a experiência de propriedade ao longo do tempo. A combinação entre a confiabilidade percebida da marca, a robustez do conjunto mecânico básico e a praticidade de uso definem o cenário de seguros hoje: veículos antigos, ainda funcionais, são avaliados por suas condições mecânicas, histórico de manutenção e disponibilidade de peças originais.

Contexto da Tabela FIPE para modelos antigos e o impacto no seguro

Para veículos como o Plymouth Gran Voyager LE 2.5 de 1992, a Tabela FIPE funciona como um pontapé essencial no cálculo do prêmio de seguro. Modelos de mais idade costumam exigir uma avaliação cuidadosa do estado atual do veículo: se o exemplar estiver bem conservado, com manutenção registrada, poucas avarias e documentação de origem, a FIPE pode indicar um valor adequado para a indenização em caso de perda total ou roubos, o que facilita o ajuste de prêmios com coberturas adequadas. Por outro lado, minivans antigas com histórico de uso intenso, pouca disponibilidade de peças ou reparos não realizados há anos podem receber ajustes que reflitam maior risco de falhas mecânicas e despesas de reparo fora do comum. Em resumo, a FIPE serve como referência estável, mas a seguradora pode ajustar o valor com base em inspeção, laudos técnicos e documentação de manutenção.

Outra dimensão importante é a expectativa de depreciação. Enquanto carros modernos costumam manter valor relativamente estável por alguns anos, veículos como o Gran Voyager LE 2.5 de 1992 sofrem depreciação mais rápida se estiverem em mau estado estético ou mecânico, ou se não houver disponibilidade de peças originais. O resultado é que o valor de referência da FIPE pode ser menor, porém o prêmio de seguro pode refletir o custo esperado para reposição ou reparo em caso de sinistro, incluindo o custo de peças usadas ou recondicionadas, quando aplicável. Assim, o equilíbrio entre o valor de mercado estimado pela FIPE e as condições de uso real do veículo orienta a decisão de coberturas, franquias e limites de indenização.

Fatores que influenciam o valor FIPE de um Plymouth Gran Voyager LE 2.5 1992

Ao considerar a Tabela FIPE para esse modelo específico, é útil entender os fatores que podem modular o valor de referência. Alguns elementos ajudam a explicar variações de preço entre exemplares iguais ou parecidos no mesmo ano:

  • Condição mecânica geral: motores, câmbio, suspensão e sistema de freios em bom estado tendem a sustentar o valor mais próximo da média da FIPE.
  • Conservação estética: pintura, interior, painel e acabamento sem danos grandes normalmente elevam a avaliação.
  • Quilometragem e histórico de uso: veículos com manutenção constante e histórico de revisões documentadas tendem a ter melhor percepção de valor.
  • Disponibilidade de peças: a disponibilidade de peças originais para esse código de motor, bem como a compatibilidade de componentes com bases de modelos similares, influencia diretamente no custo de reposição e na aceitação de reparos.

Para quem atua no ramo de seguros, esse conjunto de fatores ajuda a construir uma apólice com coberturas proporcionais ao risco real. A linha de base da FIPE oferece um referencial estável, mas é a leitura qualificada de cada exemplar que define o prêmio, a franquia e as opções de indenização. Em veículos clássicos ou de uso diário, a seguradora pode propor ajustes com base em inspeções, laudos e histórico de manutenção, sempre com o objetivo de equilibrar proteção e custo para o segurado.

Contexto de manutenção, segurança e uso diário do Gran Voyager LE 2.5

O Gran Voyager LE 2.5, sendo um minivan de tamanho familiar, foi desenhado para oferecer espaço interno, conforto e utilidade. Em termos de manutenção, as rotinas comuns incluem inspeção regular do sistema de transmissão, checagem de compressão do motor, verificação de fluidos, correias, água do radiador e fusíveis. A robustez estrutural típica de vans da época favorece durabilidade, mas a idade do veículo implica em maior propensão a vazamentos, desgaste de juntas, ferrugem em estruturas expostas, e desgaste de componentes elétricos. A tradicional configuração de interior com bancos removíveis ou reconfiguráveis facilita o transporte de pessoas e cargas, ao mesmo tempo em que demanda atenção para o sistema de ar-condicionado, as peças de reposição de bancos, e o sistema de fixação de itens de carga.

Do ponto de vista de segurança, vale notar que os padrões de proteção de 1992 não eram idênticos aos de veículos modernos. Mesmo assim, a condução responsável, a revisão preventiva e a adequação de componentes como freios, pneus e iluminação são fatores que reduzem o risco de sinistro, o que, por consequência, pode favorecer condições mais estáveis de prêmio. Em seguros, a idade, o histórico de sinistros, o tipo de uso (familia e lazer, ou transporte de cargas leves) e a localização geográfica influenciam o cálculo do custo. Por isso, manter registros organizados de manutenção, recibos de peças originais e inspeções qualificadas é uma boa prática para quem busca uma apólice equilibrada.

Como a Tabela FIPE se relaciona com o seguro para esse modelo específico

Quando você avalia um seguro para um Plymouth Gran Voyager LE 2.5 1992, a FIPE oferece o piso de referência para o valor de indenização em caso de roubo ou colisão, bem como para a base de cálculo de certas coberturas. O valor FIPE serve de guia para a indenização proporcional na indenização total, o que tem impacto direto no prêmio. Além disso, a seguradora pode considerar o custo de reposição com peças originais ou compatíveis, dependendo da disponibilidade no mercado e da rede de assistência. Em veículos com mais de duas décadas, a depreciação é inevitável, e a FIPE ajuda a estabelecer um parâmetro objetivo para a quantificação do risco. Em resumo, o FIPE atua como um alicerce técnico, enquanto a seguradora utiliza avaliações complementares para adaptar a apólice às particularidades do exemplar específico.

Boas práticas para favorecer a segurabilidade do Gran Voyager LE 2.5 1992

Para quem possui ou pretende adquirir esse modelo, algumas atitudes contribuem para tornar o seguro mais equilibrado, sem comprometer a proteção necessária. Considere adotar as seguintes práticas:

  • Manter a documentação em dia: histórico de manutenção, notas fiscais, laudos de inspeção e comprovantes de revisões ajudam a demonstrar conservação e reduz o risco avaliado pela seguradora.
  • Realizar inspeções periódicas: avaliações técnicas independentes, especialmente de motor, câmbio, sistema de freios, suspensão e continuidade elétrica, ajudam a fundamentar o valor FIPE e o prêmio.
  • Atualizar itens de segurança: pneus em bom estado, iluminação funcional, freios operantes e dispositivos de retenção de carga bem fixados reduzem o risco de sinistro e, consequentemente, o custo da apólice.
  • Avaliar opções de coberturas com parcimônia: escolher limites de indenização compatíveis com o valor FIPE e o uso real do veículo, evitando cobranças desnecessárias com coberturas redundantes.

Guia prático para montar a cotação com base na FIPE

Ao preparar uma cotação de seguro para a Gran Voyager LE 2.5 1992, é útil adotar uma abordagem que una o referencial FIPE com dados reais do veículo. Considere os seguintes passos práticos:

  • Confirme o código FIPE correspondente ao exemplar específico, levando em conta versão e ano de fabricação, para obter o valor de referência mais adequado.
  • Solicite à seguradora a avaliação de diferentes cenários de indenização total, comparando a reposição baseada na FIPE versus reposição com peças usadas ou recondicionadas.
  • Solicite opções de franquia, cobertura de terceiros e responsabilidade civil, ajustando de acordo com o valor de tabela para evitar custos excessivos sem proteção adequada.
  • Documente a história do veículo, incluindo revisões, substituição de componentes críticos (como sistema de freios e suspensão) e qualquer trabalho de restauração que possa impactar o valor de mercado.

O resultado é uma apólice mais alinhada ao real risco do seu Gran Voyager LE 2.5, com uma relação custo-benefício mais clara para o proprietário. A FIPE, nesse cenário, atua como um norte confiável, que se transforma em decisão informada ao lado de laudos técnicos, histórico de manutenção e avaliação de peça de reposição acessível no mercado.

Rumo a uma decisão informada: pontos para reflexão

Para quem está avaliando o seguro de um Plymouth Gran Voyager LE 2.5 1992, vale refletir sobre alguns pontos-chave: a compatibilidade entre o valor FIPE e o custo de reposição real, o estado de conservação, a disponibilidade de peças originais e a necessidade de coberturas específicas para um veículo de uso misto (padrão família + viagem ocasional) com espaço para carga. Vale lembrar que o veículo é de uma geração que pode exigir manutenção mais cuidadosa, o que impacta tanto o custo de reparo quanto a necessidade de um suporte de seguro adequado para uma eventual indenização de perdas. A combinação de uma boa prática de manutenção com uma avaliação de seguro bem fundamentada ajuda a proteger o seu patrimônio sem comprometer a acessibilidade do seguro.

Se a sua leitura sobre a Tabela FIPE e a Gran Voyager LE 2.5 de 1992 despertar dúvidas sobre a melhor forma de enquadrar a apólice, conte com a expertise da GT Seguros para buscar a solução mais adequada. Nossa equipe está pronta para orientar você na leitura da FIPE, na seleção de coberturas e na montagem de uma cotação que reflita com precisão o valor e o uso do seu veículo.

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