| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 16.352,00 |
| Dez/25 | R$ 15.521,00 |
| Nov/25 | R$ 14.616,00 |
| Out/25 | R$ 14.652,00 |
| Set/25 | R$ 13.386,00 |
| Ago/25 | R$ 13.415,00 |
| Jul/25 | R$ 13.437,00 |
| Jun/25 | R$ 13.451,00 |
| Mai/25 | R$ 13.478,00 |
| Abr/25 | R$ 13.491,00 |
| Mar/25 | R$ 13.512,00 |
| Fev/25 | R$ 13.521,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao Pontiac Trans-Sport SE 3.1 1991 e as implicações para o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para dimensionar o valor de mercado de veículos usados. Quando falamos de um modelo específico como o Pontiac Trans-Sport SE 3.1, ano 1991, a leitura da tabela envolve compreender não apenas o valor de referência, mas também como esse índice influencia as regras de seguro, a forma de avaliação de sinistros e as opções de cobertura. Embora o Trans-Sport seja um veículo com origem norte-americana, muitos exemplares circulam em mercados de usados no Brasil, o que torna relevante entender como a FIPE o classifica e como isso impacta o orçamento do seguro e as decisões de proprietários e corretores. Este artigo aborda a ficha técnica do carro, a marca Pontiac, o funcionamento da FIPE para esse tipo de veículo antigo e as consequências diretas para a contratação de seguro com bases mais estáveis e claras.
Ficha Técnica do Pontiac Trans-Sport SE 3.1 1991
| Marca | Pontiac |
| Modelo | Trans Sport SE |
| Ano | 1991 |
| Versão | SE 3.1 |
| Tipo de carro | Minivan familiar |
| Motor | 3.1 L V6 OHV |
| Potência | Aproximadamente 150–165 cv |
| Torque | Aproximadamente 180–190 Nm |
| Transmissão | Automática de 4 velocidades (4T60-E) |
| Tração | Tração dianteira (FWD) |
| Comprimento | aprox. 4,95 m |
| Largura | aprox. 1,93 m |
| Altura | aprox. 1,68 m |
| Distância entre eixos | aprox. 2,84 m |
| Peso (aprox.) | cerca de 1,6–1,9 t |
| Capacidade do tanque | aprox. 60 L |
| Capacidade de passageiros | 7 lugares |
Observação sobre a ficha: os valores acima refletem especificações comuns dessa geração de minivans GM (pontuações podem variar conforme o lote de fabricação, opções de equipamentos e eventuais alterações de mercado). Em qualquer caso, a leitura da ficha técnica ajuda o proprietário e o corretor a compreender o perfil do veículo, seu uso esperado e os potenciais riscos associados ao seguro.

O que é a Tabela FIPE e como ela é usada pelas seguradoras
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômico-Financeiras) coleta dados de mercado para consolidar um valor referencial de veículos usados. O objetivo é oferecer uma base estável para cálculos de seguro, indenizações e, quando aplicável, depreciação em casos de sinistros. A Tabela FIPE não é um orçamento de venda; é uma referência de mercado que as seguradoras utilizam para padronizar a avaliação de risco e o valor segurado. Para modelos antigos ou com origem fora do Brasil, como o Pontiac Trans-Sport SE 3.1 de 1991, a FIPE ajuda a calibrar o quanto o veículo pode valer no momento da contratação, do reajuste anual ou de um sinistro, sempre considerando as peculiaridades desse tipo de veículo, como idade, manutenção, disponibilidade de peças e histórico de uso.
Para quem atua no segmento de seguros, entender a FIPE é essencial por algumas razões-chave:
- A FIPE fornece um referencial estável para estabelecer o valor segurado. Isso facilita negociações, evita subavaliação ou supervalorização indevida do bem.
- Modelos com poucos exemplares ou importados (como o Trans-Sport nos mercados de usados) costumam ter variações regionais de aceitação no Brasil. A FIPE procura captar essa variação na média de mercado.
- A variação do valor ao longo do tempo influencia a composição do prêmio, porque o prêmio costuma depender da soma segurada, da idade do veículo e de fatores de risco adicionais, como uso, locais de guarda e histórico de sinistros.
- Em caso de sinistro total (ou de perda), a indenização costuma seguir o valor de referência da FIPE ou a soma segurada, o que for menor, ajustado conforme cláusulas de contrato e inspeção técnica.
Para o leitor, entender esse mecanismo ajuda a conversar com o corretor com mais clareza, especialmente quando se lida com veículos importados ou versões de nicho que não aparecem com frequência nas ruas brasileiras. No caso do Trans-Sport SE 3.1 de 1991, a leitura da FIPE pode ser influenciada por fatores como a disponibilidade de peças, a presença de oficinas capacitadas para esse tipo de motor e a experiência de manutenção especializada. Tudo isso, primeiramente, influencia a percepção de risco da seguradora e, por consequência, o equilíbrio entre prêmio, franquia e coberturas contratadas.
A história da marca Pontiac
A Pontiac é uma marca histórica do grupo General Motors (GM) criada em 1926 para oferecer veículos de boa performance a um preço acessível, conectando a tradição de design com a prática de uso diário. Ao longo das décadas, a marca ficou conhecida por modelos icônicos com apelo esportivo e visual marcante, como o GTO dos anos 60 e o Firebird da geração anterior. O portfólio da Pontiac tradicionalmente misturava carrocerias de alto desempenho com opções mais pragmáticas para família, o que amplia a percepção do público sobre a versatilidade da marca no segmento de veículos utilitários e de passeio. Contudo, em 2010 a marca foi oficialmente descontinuada como parte dos reestruturamentos do conglomerado GM, e desde então as operações formais de venda de novos Pontiac não acontecem mais. No Brasil, o que resta é a memória de alguns modelos que cruzaram o Atlântico, com a FIPE refletindo o valor de mercado de exemplares usados, como o Trans-Sport SE 3.1 de 1991, que circula como peça de história automotiva e opção para colecionadores ou famílias que valorizam o espaço e a praticidade de minivans da época.
Implicações da FIPE para o seguro
Quando o assunto é seguro, a Tabela FIPE atua como um norte estável para o cálculo de prêmios e coberturas. No caso de um Pontiac Trans-Sport SE 3.1 1991, cuja manutenção é mais específica por características de marchas, motor e componentes de um veículo de uso familiar com origem norte-americana, a FIPE ajuda a estabelecer o patamar de indenização e, por consequência, o custo do seguro. Abaixo estão pontos-chave sobre como isso ocorre na prática:
- Base de referência: a FIPE serve como referência central para o valor de mercado, ajudando a indicar o montante que pode ser utilizado como base para o valor segurado em contratos de seguro de veículo.
- Impacto da idade e do estado de conservação: veículos mais velhos ou com histórico de manutenções específicas podem ter variações na avaliação da FIPE, o que pode afetar o prêmio e as condições de cobertura.
- Indenização em caso de sinistro: em ocorrências de perda total ou danos significativos, a indenização tende a seguir o valor de referência FIPE ou o valor segurado pactuado, conforme cláusulas contratuais.
- Escolha de coberturas: a disponibilidade de peças, a rede de oficinas especializadas e a reputação de manutenção do veículo podem influenciar a escolha entre cobertura total, terceiros ou com assistência veicular, sempre amparadas pela leitura da FIPE como base de valor.
Para proprietários de um Pontiac Trans-Sport SE 3.1 1991, entender a relação entre FIPE e seguro ajuda a negociar com mais clareza, evitando surpresas durante renovação de apólice ou após um sinistro. A escolha entre coberturas adicionais, franquias e limites de indenização fica mais informada quando se considera o valor de referência da FIPE, que, por sua vez, depende de dados de mercado atualizados e de como o veículo tem se comportado no panorama de usados.
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