| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 3.235,00 |
| Fev/26 | R$ 3.243,00 |
| Jan/26 | R$ 3.251,00 |
| Dez/25 | R$ 3.258,00 |
| Nov/25 | R$ 3.263,00 |
| Out/25 | R$ 3.271,00 |
| Set/25 | R$ 3.282,00 |
| Ago/25 | R$ 3.289,00 |
| Jul/25 | R$ 3.295,00 |
| Jun/25 | R$ 3.299,00 |
| Mai/25 | R$ 3.306,00 |
| Abr/25 | R$ 3.309,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao Renault 21 GTX 2.0 1992 e seu papel na avaliação de seguros
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para o valor de veículos usados, servindo de base para diversas operações do setor automotivo, incluindo a avaliação de seguros. Quando uma seguradora precisa estimar o valor de reparo ou a indenização em caso de sinistro, é comum recorrer a números consolidados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômico-Financeiras (FIPE). Para o Renault 21 GTX 2.0, ano de 1992, essa referência é especialmente útil em veículos com trajetória histórica, que podem apresentar variações de preço conforme conservação, modificações e disponibilidade de peças. Este artigo explora, de forma educativa, como a FIPE estrutura esse valor, quais fatores influenciam a necessidade de cobertura e como a seguradora utiliza essas informações para formular propostas justas, sem perder de vista a natureza do veículo, seu histórico e o cenário de mercado brasileiro.
Sobre a Renault e a trajetória da marca no Brasil
A Renault, uma montadora francesa com mais de um século de experiência, chegou ao Brasil consolidando uma reputação de veículos confortáveis, com foco em soluções de mobilidade para famílias e uso urbano. Ao longo dos anos, a marca teve participação relevante no mercado brasileiro, acompanhando mudanças de comportamento dos consumidores e investindo em redes de assistência, peças e serviços. Em termos de seguro, a Renault costuma ser associada a uma linha de manutenção acessível, aliada a uma rede de assistência técnica bem distribuída e a uma linha de modelos que favorecem a previsibilidade de custos de reparo. A Renault 21, incluindo a versão GTX com motorização 2.0, aparece como um capítulo importante da história de transição entre compactos mais simples e opções com apelo esportivo, que, hoje, também atraem interessados em colecionáveis e veículos com valor histórico. Ao considerar seguros para esse tipo de modelo, vale observar fatores como disponibilidade de peças originais, histórico de sinistros da linha e a percepção de risco ligada a peças de reposição em mercados específicos. Em resumo, a marca é associada a confiabilidade relativa, com variações regionais que impactam a experiência de manutenção e, por consequência, o custo de cobertura ao longo do tempo.

Ficha técnica do Renault 21 GTX 2.0 (1992)
- Motor e desempenho: motor 2.0 L, 4 cilindros, com alimentação e tecnologia da época (injeção eletrônica em alguns mercados); potência entre 110 e 115 cv; torque próximo de 16–17 kgf·m.
- Câmbio e tração: transmissão manual de 5 velocidades; tração dianteira (FWD).
- Dimensões, peso e base de suspensões: comprimento cerca de 4,30 m, largura em torno de 1,68 m, altura por volta de 1,40 m; entre-eixos próximo de 2,60 m; peso em ordem de marcha na faixa de aproximadamente 1.0 a 1.1 t.
- Capacidade e chassi: tanque de combustível em torno de 55–60 litros; freios dianteiros a disco, traseiros com tambor (variações conforme mercado); suspensão dianteira do tipo MacPherson, traseira com eixo de torção; acabamento e itens de conforto típicos da época (ar-condicionado, vidros elétricos, direção assistida em alguns modelos).
Observações importantes sobre a ficha técnica: números exatos podem variar conforme o mercado (Brasil, Europa, outros), a versão específica e o estado de conservação do veículo. A Renault 21 GTX 2.0 de 1992 costuma ser citada com motor robusto para a época, boa resposta de estrada e um conjunto de chassi que privilegia a dirigibilidade. Em termos de seguro, esse conjunto técnico impacta diretamente a avaliação de peças, custo de reparo e disponibilidade de serviços – fatores que entram na precificação com a FIPE como referência, em conjunto com outros dados de utilização e condição geral do carro.
A Tabela FIPE e a sua função na avaliação de seguros
A FIPE atua como uma referência estatística que descreve o valor de mercado de veículos usados, com base em pesquisas que envolvem anúncios, transações e avaliações de características comuns entre modelos e anos similares. Em seguros, esse referência facilita uma padronização de critérios para indenizações ou reposição. Para o Renault 21 GTX 2.0 1992, a FIPE oferece uma faixa de valor que ajuda a seguradora a calibrar o prêmio a partir de parâmetros como idade do veículo, nível de conservação, histórico de sinistros, além de eventuais alterações na condição do veículo ao longo do tempo. Importante esclarecer que a FIPE não determina o custo do seguro por si só; ela é parte de um conjunto de informações que embasa a política de riscos e as condições de cobertura oferecidas pela seguradora. Dessa forma, o processo de precificação busca equilibrar proteção ao motorista com a realidade do veículo e do mercado de reposição de peças.
- A referência FIPE serve como base de indenização quando há danos que exigem recomposição estética e funcional de componentes originais.
- Serviço de gárea para o prêmio de casco (casco) pode ser ajustado com base no valor médio indicado pela FIPE, sempre levando em conta a conservação do veículo e as particularidades da apólice.
- Conservação, originalidade e histórico de modificações influenciam o alinhamento entre o valor de referência e o custo real de reparo.
- A documentação de manutenção, histórico de revisões e comprovação de peças originais ajudam a manter a consistência entre a FIPE e o valor efetivamente coberto pela apólice.
Como a FIPE impacta as decisões de seguro para o Renault 21 GTX 2.0 1992
Para seguradoras, o objetivo é oferecer proteção adequada sem extrapolar o risco. Em modelos clássicos ou com apelo histórico como a Renault 21 GTX 2.0, a FIPE funciona como referência, mas a avaliação final considera também a condição física do automóvel, a quilometragem, o estado de conservação do motor, a originalidade de itens mecânicos e estéticos, a presença de itens de segurança adicionais e o histórico de sinistros. Abaixo, aspectos-chave que costumam influenciar a decisão de seguradoras nesse tipo de veículo:
- Conservação geral e integridade estrutural: carros bem conservados costumam ter uma faixa de cobertura mais estável.
- Originalidade de peças e acessórios: substituições por itens originais costumam afetar o custo de reposição e, consequentemente, o valor segurado.
- Histórico de manutenções e revisões: registros de atendimento frequente indicam menor probabilidade de falhas inesperadas.
- Risco de roubo e disponibilidade de peças: veículos com peças de reposição mais sensíveis costumam exigir avaliações específicas de risco.
Nesse contexto, a Tabela FIPE contribui como um pilar de referência, ao lado de avaliações técnicas, histórico do veículo e políticas internas da seguradora. O objetivo é propor uma cobertura que proteja adequadamente o bem, considerando a possibilidade de reposição por peças originais, o custo de mão de obra atual e o tempo de indisponibilidade do veículo. Em termos práticos, isso significa que o seguro para o Renault 21 GTX 2.0 1992 pode contemplar opções como cobertura contra colisão, incêndio, roubo com ou sem acessórios adicionais, bem como opções de assistência 24 horas, guincho e cobertura de vidro, sempre alinhadas ao valor de referência da FIPE para o modelo em questão.
Fatores que afetam o seguro deste modelo específico
Além da referência FIPE, há fatores intrínsecos ao Renault 21 GTX 2.0 que costumam influenciar a proposta de seguro. Compreender esses pontos ajuda o proprietário a negociar termos mais justos e a planejar a manutenção de forma proativa. Abaixo, destacamos quatro elementos relevantes:
- Idade do veículo e histórico de uso: quanto mais antigo, maior o custo potencial de reparos de tecnologia específica e de manutenção de itens de segurança.
- Manutenção preventiva e peças originais: a nível de custo, manter peças originais pode impactar o custo de reposição, mas tende a preservar o valor segurável do veículo.
- Itens de segurança e acessórios: alarmes, imobilizadores e ações de proteção podem reduzir o prêmio ao reduzir o risco de roubo.
- Disponibilidade de peças e custo de reparo: a disponibilidade de peças para modelos mais antigos afeta o tempo de reparo e, consequentemente, a recomendação de coberturas de indenização.
Para o proprietário, entender esses aspectos facilita a escolha entre opções de proteção mais básicas ou pacotes com coberturas mais amplas, que possam cobrir itens específicos do modelo e de sua condição histórica. A ideia central é alinhar o custo da apólice à probabilidade de necessidade de reparo ou reposição, sem deixar de lado a proteção essencial ao veículo que carrega consigo um valor afetivo e histórico para o proprietário.
Se você está avaliando a aquisição, renovação ou ajuste de seguro para um Renault 21 GTX 2.0 1992, considere conversar com especialistas que conheçam o cenário de peças, disponibilidade e assistência para modelos clássicos. A FIPE é uma referência útil, mas o parecer técnico da seguradora, aliado a uma avaliação de conservação, oferece a visão mais completa para o cenário de proteção adequado.
Para confirmar o custo do seguro para este veículo, peça uma cotação com a GT Seguros.
