| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 4.244,00 |
| Fev/26 | R$ 4.254,00 |
| Jan/26 | R$ 4.264,00 |
| Dez/25 | R$ 4.273,00 |
| Nov/25 | R$ 4.231,00 |
| Out/25 | R$ 4.190,00 |
| Set/25 | R$ 4.204,00 |
| Ago/25 | R$ 4.213,00 |
| Jul/25 | R$ 4.220,00 |
| Jun/25 | R$ 4.225,00 |
| Mai/25 | R$ 4.234,00 |
| Abr/25 | R$ 4.238,00 |
Como entender a Tabela FIPE para o Renault 21 Nevada TXE 2.2, ano 1993, e o que isso significa para seguros
A Tabela FIPE funciona como referência no Brasil para estimar o valor de veículos usados. No caso do Renault 21 Nevada TXE 2.2, ano/modelo 1993, esse guia ajuda não apenas quem pretende negociar a venda, mas também quem planeja contratar um seguro, financiar ou avaliar o custo total de propriedade. Este artigo aborda a ficha técnica do modelo, a lógica por trás da Tabela FIPE e as implicações do valor de referência para a proteção veicular. O objetivo é oferecer uma visão educativa e prática para quem atua como consumidor de seguros ou como profissional da corretagem, sem apresentar valores monetários específicos neste espaço. O foco está em entender o que essa versão representa, como o mercado enxerga o modelo na FIPE e como isso impacta decisões de seguro.
A Renault no Brasil e o legado da linha 21
A Renault tem uma trajetória marcante no mercado automotivo brasileiro, com uma rede de concessionárias e uma linha de produtos que se popularizaram entre décadas de transição tecnológica e mudanças de hábitos de consumo. Modelos como a família Renault 21, que acompanhou o amadurecimento do setor, trouxeram ao Brasil uma combinação de simplicidade mecânica, conforto para o dia a dia e opções de espaço adequado para famílias. A versão Nevada, dentro dessa linha, adicionou um toque de praticidade ao segmento, ampliando a utilidade do veículo para usos variados — desde deslocamentos urbanos até trajetos com carga moderada. Em termos de seguro, essa herança de design é relevante, pois influencia fatores como aceitação de peças de reposição, facilidade de manutenção e histórico de uso, sempre considerados pela indústria de seguros quando se define o risco e o valor segurado.

Ao discutir a Tabela FIPE para um Renault 21 Nevada TXE 2.2 de 1993, entramos em um território onde a percepção de valor depende de elementos objetivos (ano, versão, motorização) e de fatores subjetivos (conservação, histórico de proprietários, quilometragem). A FIPE funciona como uma média de mercado, não como uma avaliação de estado específico de cada unidade. Assim, duas unidades do mesmo modelo podem apresentar valores diferentes na prática, especialmente quando o veículo está com documentação em dia, com revisões em dia e com histórico de uso dentro de padrões esperados para um carro de duas ou três décadas. Entender esse conceito é crucial para quem busca uma apólice que cubra exatamente o que é pertinente para cada veículo.
Ficha Técnica: Renault 21 Nevada TXE 2.2 (1993)
- Motorização, potência, torque, alimentação e transmissão: motor 2.2 L, quatro cilindros, alimentado por injeção eletrônica; potência estimada entre níveis de 110 a 125 cavalos de potência; torque em torno de 165 a 170 Nm; câmbio manual de 5 velocidades; tração dianteira.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento próximo a 4,2 metros; largura em torno de 1,65 metro; altura aproximada de 1,40 a 1,45 metro; entre-eixos próximo de 2,5 metros; peso de ordem de marcha em torno de 1.000 a 1.100 kg; tanque de combustível com capacidade de cerca de 60 litros.
- Desempenho e consumo: velocidade máxima estimada entre 180 e 195 km/h; aceleração de 0 a 100 km/h em aproximadamente 9 a 11 segundos, conforme condições de uso e conservação; consumo médio típico entre 7 e 9 km/l, dependendo do regime de condução e do estado do veículo.
- Equipamentos e acabamento da versão TXE: a configuração TXE 2.2 representava uma linha mais completa para a época, com foco em conforto e utilidades do dia a dia. Itens típicos de acabamento incluíam recursos de conveniência que variavam conforme o lote de fabricação, como controle de climatização, vidros dianteiros elétricos e acabamento analógico no painel, entre outros recursos que marcavam a diferença entre versões básicas e aquelas mais equipadas.
Essa ficha técnica condensada ajuda a visualizar o que, em termos práticos, determina o uso cotidiano, a manutenção necessária e, sobretudo, a percepção de valor de mercado em bases históricas. Ao comparar unidades de Renault 21 Nevada TXE 2.2 de diferentes estados ou bem conservadas, é comum observar variações de desempenho, ruídos de funcionamento e consumo que refletem não apenas a idade, mas também o cuidado com o veículo ao longo do tempo. Esses elementos costumam se refletir, direta ou indiretamente, na leitura da Tabela FIPE e, por consequência, nas apólices de seguro que consideram o valor de reposição ou de mercado para o veículo.
Como interpretar a Tabela FIPE para o Renault 21 Nevada TXE 2.2
A Tabela FIPE funciona como uma referência nacional para o preço de veículos usados. No caso de modelos mais antigos como o Renault 21 Nevada TXE 2.2 de 1993, a leitura exige atenção a alguns pontos práticos. Primeiro, vale entender que a FIPE utiliza um conjunto de anúncios e dados de mercado para estabelecer uma faixa de valores, levando em conta o estado de conservação, a quilometragem e o histórico do veículo. Em termos de seguros, é comum que a seguradora utilize esse valor como base para definir o montante segurado e, consequentemente, o prêmio. No entanto, o valor final pode oscilar conforme o estado de conservação apresentado pela unidade avaliada, a documentação (comprovação de proprietário, histórico de multas, sinistros), localização geográfica (região com maior disponibilidade de peças ou maior custo de reposição), entre outros fatores.
Para quem está avaliando a operação de compra, venda ou contratação de seguro, é importante reconhecer que a TIPE (Tabela FIPE) não substitui uma avaliação personalizada de um veículo específico. Uma unidade bem conservada que tenha passado por manutenções regulares tende a apresentar um valor de referência mais próximo da média da FIPE; já um exemplar com desgastes acentuados, histórico de sinistros frequentes ou peças de reposição originais em baixa disponibilidade pode exigir ajustes para mais ou menos no cálculo da proteção contratada. Cada corretora de seguros entende essas variações de maneira distinta, e isso influencia como o prêmio é calculado ao considerar o valor de reposição versus o valor de mercado descrito na FIPE.
Além disso, é útil observar que a FIPE pode refletir
