| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 5.028,00 |
| Fev/26 | R$ 5.131,00 |
| Jan/26 | R$ 5.237,00 |
| Dez/25 | R$ 5.229,00 |
| Nov/25 | R$ 5.178,00 |
| Out/25 | R$ 5.191,00 |
| Set/25 | R$ 5.090,00 |
| Ago/25 | R$ 5.040,00 |
| Jul/25 | R$ 5.049,00 |
| Jun/25 | R$ 5.055,00 |
| Mai/25 | R$ 5.159,00 |
| Abr/25 | R$ 5.058,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Renault Clio RL 1.6 3p/5p de 1996: ficha técnica, história da marca e impactos no seguro
Este artigo aborda a Tabela FIPE aplicada ao Renault Clio RL 1.6, disponível nas versões de 3 e 5 portas lançadas em 1996. O objetivo é esclarecer como esse histórico de preço é utilizado por seguradoras, como a ficha técnica do veículo aquece a avaliação de risco e por que pequenas diferenças entre as versões podem influenciar o valor segurado. Ao longo do texto, vamos também entender a importância da marca Renault nesse contexto, com foco na percepção de confiabilidade, reparabilidade e custo de manutenção daquele período, aspectos que costumam pesar na hora de compor a apólice de seguro de automóvel antigo ou de uso cotidiano com valor de reposição próximo à faixa FIPE.
Sobre a Renault e o Clio no Brasil
A Renault, marca europeia com presença histórica no mercado brasileiro, consolidou-se ao longo dos anos como opção de mobilidade prática, com foco em hatchbacks compactos que combinam consumo, espaço interno e proposta de ficar acessível ao dia a dia. O Clio, introduzido no Brasil na década de 1990, representou uma aposta da marca em um carro de uso urbano que oferecia conforto superior ao tamanho externo contido, pointo a ponto de ser visto como uma alternativa mais moderna frente a rivais em condição semelhante. O Clio RL 1.6, em especial, surgiu para atender usuários que valorizavam resposta de motor para ultrapassagens simples, agilidade para a cidade e capacidade de manter o carisma de um hatch compacto com boa dirigibilidade. A existência das versões 3 portas e 5 portas refletia demandas distintas: a versão de 3 portas era geralmente escolhida por quem buscava estilo esportivo e menor peso aparente, enquanto a versão de 5 portas era associada à praticidade e facilidade de uso para famílias pequenas ou usuários que frequentemente transportavam passageiros atrás.

Ficha técnica resumida do Renault Clio RL 1.6 (1996)
- Motorização: 1.6 L, quatro cilindros, gasolina; potência aproximadamente entre 90 e 95 cv, torque em torno de 12 a 13 kgf.m.
- Transmissão: câmbio manual de cinco marchas, com resposta direta para uso urbano e viagens curtas em estrada.
- Dimensões e peso: comprimento próximo de 3,8 m, largura em torno de 1,6 m, entre-eixos cerca de 2,4 m; peso aproximado na faixa de 900 a 1.000 kg, dependendo da configuração e de itens opcionais.
- Desempenho e consumo: velocidade máxima estimada entre 170 e 180 km/h para a configuração típica da época; o consumo médio varia conforme condução, com resultados compatíveis com a categoria quando mantido em boa condição de manutenção.
A Tabela FIPE e o seguro: o que é relevante para veículos como o Clio RL
A Tabela FIPE, divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência amplamente adotada no Brasil para determinar o valor de mercado de um veículo para fins de seguro, venda ou avaliação de sinistros. No caso de modelos da década de 1990, como o Renault Clio RL 1.6, a FIPE oferece um parâmetro que facilita a montagem da apólice ao indicar um preço médio de referência com base em dados de mercado consolidados. É importante lembrar que esse valor é uma linha de base: fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros, originalidade de peças e a existência de documentação de manutenção podem fazer a seguradora ajustar o prêmio de forma individualizada. Além disso, a FIPE não substitui uma avaliação técnica detalhada em casos de sinistro ou de reconstrução, mas funciona como baliza para cenários de reposição ou indenização em base de mercado.
Para o Renault Clio RL 1.6, a aplicação da FIPE costuma considerar dois aspectos centrais: a idade do veículo e o nível de desgaste correspondente a um carro de mais de duas décadas. O fator idade tende a exercer impacto no prêmio, já que carros mais antigos ganham complexidade de manutenção, maior probabilidade de falhas em componentes críticos (como sistema de freios, suspensão, componentes elétricos) e, por consequência, um perfil de risco diferente daquele de modelos recentes. Além disso, a versão 3 portas pode apresentar uma dinâmica de valor de revenda distinta da versão 5 portas. Em geral, a versão 5 portas tende a manter valor de mercado levemente superior pela maior atratividade comercial, resultando, potencialmente, em diferença de prêmio entre as apólices que cobrem as duas variações.
3 portas vs 5 portas: implicações práticas para a apólice de seguros
As diferenças entre as duas variações do Renault Clio RL 1.6 influenciam, ainda que de modo sutil, a avaliação de risco pelas seguradoras. Em termos práticos, a versão de 5 portas costuma apresentar maior facilidade de uso diário, maior probabilidade de ser conduzida por diferentes usuários ou passa a ser escolhida por quem carrega passageiros com frequência. Esse conjunto de fatores pode influenciar a percepção de risco de roubo, dano ou até desgaste de componentes de porta dianteira diante de entradas de acesso mais frequentes. Por outro lado, a versão de 3 portas, com visual mais esportivo, pode atrair um público específico, que tende a manter o veículo em uso em condições que diferenciam o perfil do condutor — especialmente no que diz respeito à frequência de reinícios de motor e padrões de condução urbana. Em termos de seguro, o importante é que a FIPE reconheça as duas variações como modelos distintos, o que permite que as seguradoras construam cenários de prêmio mais alinhados com o risco real, evitando superestimativas ou subestimações que possam impactar o custo da apólice com o tempo.
Como a idade e o estado do veículo afetam a reposição e o prêmio
Para um carro como o Clio RL 1996, a idade implica maior possibilidade de falhas em componentes originais, o que, por sua vez, eleva a probabilidade de reparos e, consequentemente, o custo potencial de sinistro. As seguradoras costumam considerar itens como histórico de revisões, substituição de peças por originais, presença de documentação de manutenção e a integridade de sistemas cruciais (freios, direção, suspensão, elétrica). A tabela FIPE oferece um referencial de mercado que ajuda a calibrar
