| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 52.455,00 |
| Dez/25 | R$ 52.494,00 |
| Nov/25 | R$ 53.211,00 |
| Out/25 | R$ 53.028,00 |
| Set/25 | R$ 53.373,00 |
| Ago/25 | R$ 52.450,00 |
| Jul/25 | R$ 52.338,00 |
| Jun/25 | R$ 52.602,00 |
| Mai/25 | R$ 52.254,00 |
| Abr/25 | R$ 50.645,00 |
| Mar/25 | R$ 51.329,00 |
| Fev/25 | R$ 51.066,00 |
Guia prático de uso da Tabela FIPE para o Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Para quem atua no setor de seguros, entender como essa tabela funciona é essencial para compor apólices com equilíbrio entre coberturas, proteção ao consumidor e viabilidade financeira. No caso específico do Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015, a Tabela FIPE serve como base para calibrar o valor de referência do veículo diante de sinistros, roubos ou furtos, e para orientar decisões de cobertura durante a vigência de um seguro. Este artigo aborda, de forma educativa, como interpretar esse indicador para esse modelo, o que a ficha técnica revela sobre o veículo, e por que a marca Renault influencia a percepção de risco e as escolhas de proteção. O objetivo é oferecer uma visão clara, sem entrar em questões de preço no texto, já que esses dados são inseridos no topo do post pela corretora.
Antes de mergulhar na ficha técnica e nas implicações da FIPE, é útil compreender o conceito central por trás da tabela. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida informações de mercado sobre valores médios de veículos usados, com base em pesquisas de preços realizadas periodicamente. Esses números não representam o preço de venda de um carro específico, mas sim uma referência de mercado que reflete desvalorizações, migrações sazonais e a demanda por determinados modelos. Para o setor de seguros, esse valor serve como uma linha de base para estabelecer o montante de indenização em casos de sinistro com perda total ou roubo, bem como para orientar o cálculo de determinados tipos de cobertura, como a cobertura compreensiva ou a substituição do veículo. Entender onde o veículo se enquadra na tabela ajuda a evitar subvalorizações ou supervalorizações que possam impactar a indenização ou o custo da apólice.

Ao considerar a Tabela FIPE para o Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015, vale observar que o valor de referência pode variar conforme idade do veículo, faixa de quilometragem, estado de conservação e a região onde o veículo circula com mais frequência. A depreciação natural do carro ao longo dos anos também influencia na posição relativa desse modelo na tabela. Em termos práticos, quanto maior for o valor de referência, maior tende a ser o prêmio de seguro — pois o custo de reconstrução ou de reposição fica mais elevado. Por outro lado, veículos com manutenção regular, histórico de sinistros controlado e boas práticas de conservação costumam apresentar apólices mais transparentes e com condições mais estáveis. Este equilíbrio entre valor de referência, histórico do veículo e perfil do proprietário é o que a seguradora analisa ao emitir uma proposta.
Ficha técnica do Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015
- Motor e alimentação: motor 1.6 L 16V flex, capaz de operar com gasolina ou etanol, projetado para oferecer desempenho adequado ao SUV compacto da linha Duster. A configuração 16V favorece maior eficiência na queima de combustível e melhor resposta de torque em rotações médias, adequada para uso urbano e light off-road.
- Transmissão e propulsão: câmbio manual de 5 marchas, com tração dianteira na configuração padrão (2WD). Este conjunto é comum em versões urbanas do Duster, proporcionando boa relação entre consumo, robustez e custo de manutenção.
- Dimensões e capacidade: o veículo tem dimensões próximas a um SUV compacto, com comprimento em torno de 4,30 metros, largura próximo de 1,80–1,82 metros e altura que fica perto de 1,70–1,75 metros. O entre-eixos fica na faixa de 2,67–2,69 metros, oferecendo espaço adequado para passageiros em posição confortável na segunda fila. A capacidade de porta-malas fica ao redor de 475 litros, variando conforme configuração de bancos traseiros. O tanque de combustível costuma comportar cerca de 50 litros, o que influencia a autonomia em deslocamentos diários e viagens curtas.
- Peso, cabine e despejo de carga: o peso em ordem de marcha fica aproximadamente na faixa de 1.100–1.150 kg, dependendo da especificação de acabamento, itens de série e eventual presença de acessórios. A capacidade de lotação costuma atender até cinco ocupantes, com distribuição típica de bancos dianteiros e traseiros. Em termos de conforto, a lista de itens pode incluir ar-condicionado, vidros elétricos, travas elétricas e recursos de conveniência, variando conforme a versão e o pacote de opcionais.
Essa ficha técnica, ainda que integrada por números que podem variar conforme a versão e o mercado, oferece uma base sólida para compreender como o Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015 se posiciona na percepção de valor de mercado. Observando as linhas gerais de motor, câmbio, dimensões e capacidade, é possível antecipar como o veículo se comporta no dia a dia, no trânsito urbano e em deslocamentos mais amplos. A seguir, vamos analisar como a marca Renault se relaciona com esse produto, o que isso implica para seguros e que aspectos práticos ajudam na tomada de decisão de proteção.
A marca Renault no cenário brasileiro e o que isso significa para o seguro
A Renault é uma fabricante francesa com presença consolidada no Brasil, trazendo para o mercado local uma linha de veículos que costuma combinar design pragmático com boa relação custo-benefício. O DUSTER, em particular, ocupa um espaço interessante no segmento de SUVs compactos: ele oferece posição de condução elevada, interior acolhedor para a categoria e uma modularidade que facilita desde o uso urbano até deslocamentos de viagem em família. Ao longo dos anos, a Renault investiu no aprimoramento de redes de assistência técnica, que é um fator relevante para proprietários e seguradoras, pois a disponibilidade de peças, mão de obra qualificada e prontidão de atendimento impactam diretamente na experiência de todo o ciclo de seguro — desde a contratação até a reparação de danos.
A marca também construiu uma reputação de oferecer produtos acessíveis com foco na praticidade. Em termos de percepção de valor, isso pode influenciar a maneira como o mercado enxerga o custo de reparo e a disponibilidade de peças originais, aspectos que as seguradoras consideram ao calcular prêmios ou condições de cobertura. Além disso, o DUSTER está associado a uma proposta de uso versátil, com opções de condução mais ásperas para trechos com menos pavimento e recursos que ajudam na condução em terrenos com menor aderência. Essa versatilidade, contudo, exige uma avaliação cuidadosa de riscos na apólice: o tipo de uso, a frequência de deslocamentos fora da cidade, a existência de rastreamento e as medidas de segurança implementadas pelo proprietário influenciam diretamente na precificação e nas coberturas disponíveis.
Do ponto de vista técnico, a experiência de condução de um Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015 costuma ser associada a um equilíbrio entre robustez mecânica, consumo compatível com o segmento e conforto suficiente para trajetos moderados. A soma dessas características, aliada à aceitação de mercado, ajuda as seguradoras a estabelecer um patamar de risco que não é apenas o valor em FIPE, mas também a previsibilidade do comportamento do veículo em situações de sinistro, inspeções de reparo e disponibilidade de assistência. Em resumo, o histórico da marca no Brasil, aliado às particularidades do DUSTER 1.6 Hi-Flex, cria um conjunto de fatores que as seguradoras screenem com cuidado ao montar uma apólice para esse modelo específico.
Como a Tabela FIPE impacta a apólice de seguro
Ao discutir seguro de automóveis, a Tabela FIPE funciona como uma bússola para estimar o valor de referência do veículo. Para o Renault DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec. 2015, esse valor serve como base para a indenização em caso de perda total, roubo ou furto, bem como como referência para a determinação de coberturas de substituição ou reposição do veículo. Em termos práticos, quanto maior o valor de referência indicado pela FIPE, maior tende a ser o custo de reconstrução ou reposição, e isso se reflete no prêmio de seguro. No entanto, a FIPE não é o único critério. A seguradora também observa o histórico de sinistros do motorista, a idade do veículo, a quilometragem atual, o estado de conservação, o local de circulação, o uso — urbano ou rural — e o perfil do condutor. Todos esses elementos moldam o risco efetivo e, por consequência, o preço da apólice.
É comum que as seguradoras utilizem a FIPE para regular o valor de indenização em caso de perda total. Em cenários de colisão ou dano irreparável, a indenização costuma respeitar o valor de referência da FIPE na data da confirmação do sinistro, com ajustes de acordo com o estado do veículo, a documentação, os comprovantes de manutenção e o histórico de sinistros. Por outro lado, para autoucentros de reparo, o valor pago pela seguradora pode obedecer à tabela de oficinas credenciadas, levando em conta o custo de peças originais, mão de obra, e o tempo de reparo. Nesse contexto, manter o veículo em bom estado de conservação, com manutenção preventiva em dia e com peças originais ou de qualidade equivalente, ajuda a
